07/10/2009

Gripe A. Excesso de alarme

Bastonário diz que há "excesso de alarme" na resposta à gripe A
Público. 06.10.2009. Lusa
Ordem dos Médicos

O bastonário da Ordem dos Médicos criticou hoje o “excesso de alarme e zelo” na resposta à gripe A H1N1. "Não passa de uma gripe, uma doença banal, pouco letal", afirmou Pedro Nunes.

O bastonário entende que “o melhor contributo da Ordem dos Médicos é chamar a atenção dos médicos e, através deles, das pessoas, de que isto é uma doença banalíssima e que não é preciso andarmos todos assustados”.

Pedro Nunes falou à agência Lusa à margem da inauguração da nova sede do Distrito Médico de Beja da Ordem dos Médicos. Segundo o bastonário, a gripe A foi, para já, "uma oportunidade para criar algumas normas de educação cívica" e até para concretizar no terreno medidas de contenção "para doenças eventualmente mais graves".

Pedro Nunes disse ainda que concorda com o plano de vacinação definido pelo Ministério da Saúde - “está dentro do que era previsto” porque obedece a “consensos internacionais”, explica.

“Não vale a pena lançar demasiado ruído sobre esses consensos. É evidente que há opiniões diversas, mas, de uma forma geral, tecnicamente são fundamentados” e Portugal tem de se “integrar na comunidade internacional”.

Em Portugal, a campanha de vacinação contra o vírus H1N1 arranca a 26 de Outubro e vai contar, numa primeira fase, com 49 mil vacinas, a distribuir pelos “grupos prioritários”.

Grupos prioritários

Entre estes grupos estão os profissionais de saúde considerados “dificilmente substituíveis” e as grávidas “no segundo e terceiro trimestre de gravidez e com patologias graves associadas”.

Outro grupo que irá prioritariamente receber a vacina é o dos profissionais que desempenhem “actividades essenciais”, como funcionários de empresas que fornecem serviços de gás, electricidade, comunicações, segurança, saneamento e também os da comunicação social.

Na primeira fase, durante a qual o Ministério da Saúde estima vacinar um milhão de portugueses até Janeiro, deverão ainda ser vacinados os titulares de órgãos de soberania.

4 comentários:

Maria Letra disse...

Bom dia, amigo João Soares.
Pelo que tenho lido e ouvido, a vacinação pode trazer consequências graves e, portanto, não gostaria de ver que o ditado "não morre da doença, morre da cura", neste caso da prevenção, se torne uma realidade triste.
Um bom dia.
Maria Letra

A. João Soares disse...

Querida Milai

Tenho publicado alguns alertas em Saúde e Alimentação.
Há médicos que não se vacinam.

Beijos
João

Mara disse...

Queridos amigos,

Os problemas sucedem-se uns após outros. A ver vamos o que vem a seguir?

Vale a pena ver a página inicial do Yahoo pois agora parece que os legumes verdes agora também fazem mal.

Beijos Mizita e João

Milai

Fernanda disse...

Querido amigo João,

Este é um alerta que nunca é demais falar.
Eu nunca tomarei essa bendita vacina.
Felizmenete não estou entre a espada e a parede, não estou de todo em nenhum grupo dos ditos de risco.

Beijos