19/05/2017

COMO MELHORAR UM DIA AZIAGO



Está a ter um dia mau? Veja como melhorá-lo
170519. Por Notícias ao Minuto, LIFESTYLE DICAS

 É sexta-feira e nem mesmo a aproximação do fim de semana o consegue animar?

Todos nós temos dias maus. Uns mais intensos do que outros, uns mais frequentes do que outros, mas todos temos um dia ‘daqueles’ em que nada parece que corre bem, em que todo o universo conspira contra nós e ainda por mais entornamos o café na mesa de reuniões ou naquelas calças brancas que comprámos.

Está a ter um dia assim em que nem a aproximação do fim de semana o anima? Não desespere, tudo tem solução. O Huffington Posto foi à procura das melhores formas de fazer frente a um dia mau e para isso reuniu-se com um conjunto de psicólogos para perceber o que está ao alcance de cada um de nós para melhorar o estado de espírito.

Eis as dez melhores formas de passar de um dia mau para um dia bom:

1 – Abraçar o mau humor, dando-lhe a devida atenção até perceber o que é preciso mudar para que vá embora;

2 – Aproveitar o mau humor. Sabia que as pessoas com mau humor tendem a ser mais produtivas? Pelo menos é o que a ciência sugere;

3 – O mau humor tem um motivo? Possivelmente sim e tudo pode ser culpa da falta de organização ou incapacidade em dizer não. Dizem os especialistas que as pessoas devem tentar perceber o que pode interferir com o humor;

4 – Estar grato. As pessoas que expressam gratidão tendem a sentir menos stress e a ter menos pensamentos negativos;

5 – Dar uma caminhada;

6 – Procurar boas energias com o amigo de quatro patas, levando-o a passear;

7 – Dedicar tempo a si mesmo. Saiba que o mau humor pode passar com o simples ato de parar, fechar os olhos e respirar fundo? Uma massagem também pode ajudar;

8 – Dar tudo no ginásio ou numa corrida ao ar livre, beneficiando da libertação de hormonas que promovem a sensação de bem-estar;

9 – Não tomar os pensamentos negativos como um todo, percebendo que aquele mau momento não define o dia completo ou até mesmo a semana;

10 – Tentar ver sempre o lado positivo de tudo, tirando lições de cada um dos momentos.

17/05/2017

FALTA DE VITAMINAS D e K E O PERIGO DE HIPERTENSÃO

A falta destas duas vitaminas aumenta o risco de hipertensão https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/795446/a-falta-destas-duas-vitaminas-aumenta-o-risco-de-hipertensao 170517. POR DANIELA COSTA TEIXEIRAbr />
A ingestão de couves ou vegetais de folha verde pode prevenir males maiores.

Na hora de zelar pela saúde do coração, há um aspeto que importa cada vez mais ter em conta: a alimentação. Aquilo que comemos diariamente tem um impacto direto (para bem e para o mal) na saúde em geral e em particular na saúde do coração.

Enquanto alguns alimentos se assumem como inimigos da saúde cardiovascular (como é o caso de todos os que têm grandes quantidades de sódio, gorduras saturadas, gorduras trans ou açúcar), outros não só conseguem remediar males maiores como podem mesmo assumir a postura de escudos protetores (incluindo-se aqui algumas sementes, vegetais e ainda gorduras saudáveis como o azeite e o abacate).

Seguir uma alimentação saudável é o requisito mínimo para uma boa saúde cardiovascular, mas há que prestar uma especial atenção à presença de duas vitaminas: a D e a K. Diz um recente estudo da Universidade Livre de Amesterdão que a carência destes dois micronutrientes pode desencadear o aumento de riscos cardiovasculares, mais concretamente de hipertensão (uma das condições que está na origem de um vasto leque de problemas cardíacos).

Conta o Buena Vida do jornal As que os cientistas notaram uma ligação direta entre os baixos níveis de vitamina D (micronutriente que facilita a absorção do cálcio e que está presente nos ovos, no salmão e na exposição solar, por exemplo) e de vitamina K (couve-de-bruxelas, espargo, couve-flor, repolho, caril e pimento) estão diretamente ligados à hipertensão depois de terem analisado os níveis de pressão arterial de pessoas entre os 55 e os 65 anos. Na pratica, adianta a publicação, a escassez destas duas vitaminas levou a que 62% dos participantes fosse diagnosticado com hipertensão no espaço de seis anos.

HIPERTENSÃO FACTOR DE AVC


Hipertensão... uma porta aberta para o AVC

https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/795304/hipertensao-uma-porta-aberta-para-o-avc
170517. Por Notícias ao Minuto

Hoje, 17 de maio, assinala-se o Dia Mundial da Hipertensão, um importante fator de risco para o AVC.

No âmbito do Dia Mundial da Hipertensão, que se assinala anualmente a 17 de maio, a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral alerta para a importância da hipertensão arterial (HTA) como fator de risco para o Acidente Vascular Cerebral (AVC) através deste artigo escrito pelo Dr. Jorge Poço, coordenador da Unidade de AVC da Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE) e membro da Sociedade Portuguesa do AVC.

A HTA, definida de uma forma sucinta como a presença de valores de Pressão Arterial (PA) sistólica (vulgarmente conhecida por máxima) iguais ou superiores a 140 mmHg e/ou PA diastólica (conhecida por mínima) iguais ou superiores a 90 mmHg é, de facto, um fator de risco presente em 30 a 45% da população em geral, aumentando progressivamente nas populações mais idosas, que são uma ‘fatia’ importante das sociedades ocidentais.

Sabe-se que muitos dos doentes hipertensos, mesmo que medicados, mantêm valores acima do desejável. Estes valores elevados, poderão levar ao aparecimento de lesões em vários órgãos do corpo humano, entre os quais o cérebro, podendo surgir assim a mais temível das complicações: o Acidente Vascular Cerebral (AVC), que continua a ser a principal causa de morte e de incapacidade crónica em Portugal.

Sendo a hipertensão arterial (HTA) o principal fator de risco suscetível de intervenção na prevenção do AVC é, portanto, fundamental insistir em alguns pontos fundamentais:

• Se indicado, deve-se tomar regularmente a medicação, não caindo no erro frequente de deixar de a tomar porque as "tensões têm andado bem!".
• A responsabilidade deverá começar nas pessoas, através de uma cultura de vida adequada, principalmente através de hábitos alimentares saudáveis (com redução do consumo de sal) e prática regular de exercício físico;
• É prioritário fazer o diagnóstico, o tratamento e o controlo da HTA, sendo que neste processo é fundamental a atuação do seu médico e enfermeiro de família (para aconselhamento, vigilância, deteção e tratamento). Para tal deve-se recorrer aos cuidados de saúde, para que estes profissionais possam ajudar;
• Não se pode desvalorizar os valores elevados que possam surgir nas avaliações feitas em casa e que muitas vezes são justificados por poder estar "nervoso" ou "ansioso".

Sabendo-se que, através destes mecanismos, se consegue uma redução de até 40% de AVCs, estão aqui os argumentos mais que suficientes para nos fazer pensar duas vezes ou mais!

Os benefícios no tratamento e controlo da hipertensão arterial são para si e para quem o ama. Em caso de AVC, os que o rodeiam também sofrerão!

Para terminar, insiste-se na importância da redução do consumo de sal, a prática de exercício físico e a vigilância dos valores da pressão arterial, com a toma regular de medicação, se for o caso. E, não se esqueça: o futuro pode estar nas suas mãos!, avisa o especialista.

16/05/2017

UM EXEMPLO DE OCUPAÇÂO DO TEMPO POR REFORMADOS...

A Há muitas pessoas que não sabem como ocupar o tempo. Este vídeo mostra uma solução. Cada um pode tentar fazer algo que seja útil e dê prazer a doentes e outros carentes de afecto:

video
 

15/05/2017

TERCEIRA IDADE. O QUE É?


Terceira Idade

No concernente à caducidade das chamadas “Pessoas da Terceira Idade”, os Geriatras explicam que é uma etapa da vida que varia conforme a cultura e desenvolvimento da sociedade em que tais pessoas vivem. Por exemplo, em países classificados como em vias de desenvolvimento, alguém é considerado da "Terceira Idade" a partir dos 60 anos. No entanto a Geriátrica ou Geriatria, ramo da medicina que foca o estudo, a prevenção e as principais ocorrências na pessoa idosa, considera que somente após alcançar 75 anos a pessoa é considerada de "Terceira Idade". Nessa idade as pessoas têm habilidades regenerativas limitadas. As mudanças físicas e emocionais expõem a perigo a qualidade de vida dos idosos.

O Geriatra Alemão Dr. Michael Ramscar considera que:

"Afinal, os cérebros das pessoas mais velhas são lentos só porque elas sabem muito. As pessoas não declinam mentalmente com a idade. Os cientistas acreditam que elas apenas têm mesmo mais tempo para recordar fatos e acumulam muito mais informações nos seus cérebros. Muito parecido com o que acontece nos discos rígidos dos computadores quando ficam cheios, dificultando assim o tempo de acesso às informações pretendidas. Os investigadores dizem que esta desaceleração não é o mesmo que declínio cognitivo. O cérebro humano funciona mais lentamente na velhice, disse o Dr. Michael Ramscar, mas apenas porque temos armazenadas mais informações. Com o tempo, o cérebro de pessoas mais velhas não fica mais fraco. Pelo contrário, elas simplesmente sabem mais.

Mesmo quando as pessoas mais velhas se esquecem do que iam fazer na outra dependência da casa, esse não é um problema de memória mas apenas uma forma da Natureza as obrigar a fazer mais exercício físico".