30/03/2020

PERIGO DAS RADIAÇÕES ELECTROMAGNÉTICAS

Perigo das radiações electromagnéticas

O perigo das radiações electromagnéticas para a saúde tem sido alvo de preocupações desde há muitos anos, mas a ambição de progresso e de facilidades em muitos trabalhos e comodidades na vida tem levado as pessoas a esquecer ou menorizar a preocupação com tal perigo. O aparecimento da actual pandemia do Covid-19 estimulou cientistas de elevada craveira e preocupação humana a salientar tais riscos.

Uma das conclusões é que a própria natureza reage ao excesso de radiações electromagnéticas, não só agora como desde há mais de um século com a pneumónica em 1918, quando se iniciou em força a electrificação de cidades e até aldeias. Depois vieram epidemias de «gripes» no fim da II Guerra Mundial quando passaram a ser instalados inúmeros radares por todo o lado. Agora o «5 G» gerou o vício de inovações sem fios, com produção ilimitada de radiações e na cidade chinesa de Wuhan que é a mais recheada de sensores, comandos, controladores, etc. todos sem fios e geradores de radiações, surgiu o Covid-19, fruto certamente de infecções de células vivas por forças do Cinturão de Van Allen, defensor do ambiente que contém a Terra e outros astros do sistema solar.

Há pouco, ao passar por um túnel comprido que me trouxe do quarto a esta sala, passei por várias portas automáticas que se abriam à minha passagem e por lâmpadas que se acendiam e depois se apagavam, tudo isso por comando de sensores a funcionar com radiações electromagnéticas. Portanto é um espaço com concentração de radiações que, como é sabido, são lesivas das células biológicas. Também, ao entrar no urinol, a luz acendeu-se automaticamente e apagou-se quando deixei de estar em movimento e reacendeu quando mexi um braço.

E convém que pensemos que o telemóvel que temos no bolso funciona por radiações e está em condições de receber chamadas de qualquer parte do Globo. Assim como a TV pode ser sintonizada para dezenas emissores, tal como o rádio sem fios. Tenho viajado num carro que quando arranca ou manobra para estacionar dá sinal quando os sensores mostram proximidade de outros carros ou paredes. Enfim a atmosfera que respiramos está excessivamente povoada por radiações que são inimigos das nossas células, da nossa vida.

Como parar estes nossos exageros? Como evitar que continuemos a aceitar o caminho para o fim da humanidade?

03/02/2020

DÍVIDA PÚBLICA AUMENTOU

Dívida pública aumentou quase 600 milhões em 2019

A dívida pública portuguesa totalizou 249 143 milhões de euros em dezembro de 2019, um valor 597 milhões de euros superior ao registado em 2018.

Os dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal indicam que no último mês de 2019 houve uma redução da dívida pública (comparando com os 251 126 milhões de euros registados em novembro), mas essa descida não foi suficiente para evitar um aumento face ao total do ano anterior.

A possibilidade de haver uma redução da dívida pública em 2019 havia sido adiantada no início do mês de janeiro pelo ministro Mário Centeno, aquando do debate do Orçamento do Estado para 2020, na Assembleia da República. "Dentro em breve, poderemos vir a saber que em 2019 a dívida pública portuguesa já terá baixado em termos nominais. Estamos à espera de uma boa notícia”, disse na altura. Esse cenário, porém, não se veio a confirmar.

Apesar desta subida, o peso da dívida pública no PIB português tem vindo a cair nos últimos dois anos, fixando-se nos 120,5% no terceiro trimestre de 2019. O objetivo do Governo passa por fechar 2019 com uma dívida pública a refletir 118,9% do PIB, valor ainda a confirmar.

Comment: Expliquem à gente o destino que é dado a todo o muito dinheiro que nos é sacado em impostos e em taxas e taxinhas que têm aumentado de forma assustadora, sem vermos obra pública e de interesse para o crescimento do património e para melhoria das condições de vida da generalidade dos portugueses e, principalmente, dos mais sacrificados.

29/01/2020

AVISO. PERIGO DE RADIAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA

Aviso. Perigo de radiação electromagnética

Venho com notícias preocupantes sobre os nossos aparelhos favoritos: telefones celulares, tabletes, WI-FI, etc

. Para o dizer abertamente, estão lesando as células vivas nos nossos corpos e matando muitos de nós antes de tempo.

Sou o Dr Martin Blank, do Departamento de Fisiologia Biofísica Celular da Universidade de Colúmbia.

Isto é angustioso para mim, e para mais de 160 colegas, que hoje estamos pedindo às Nações Unidas que abordem este problema.

Somos cientistas e engenheiros, e estou aqui para lhes dizer que criámos algo que nos está a fazer mal e que está fora de controle.

Antes da pequena bomba de Edison havia muito pouca radiação electromagnética à nossa volta. Os níveis de hoje em dia são muitas vezes superiores aos níveis de fundo naturais e estão crescendo rapidamente devido a todos os novos dispositivos que emitem esta radiação.

Um exemplo que muitos de nós temos nos nossos bolsos nestes momentos é o telefone celular.

Um estudo mostra que à medida que o uso do telefone celular se tem estendido amplamente, a incidência de cancro cerebral mortal em pessoas mais jovens tem mais do que triplicado.

Estamos a colocar antenas celulares em edifícios de vivendas, e nos telhados de hospitais, onde as pessoas estão a tratar-se para se curarem.

Contadores de serviços sem fios (contadores inteligentes) e antenas de rádio, estão cobrindo os nossos bairros com radiação.

É particularmente alarmante que a radiação da nossa tecnologia das telecomunicações e de linhas eléctricas estão lesando o ADN nas nossas células.

Para muitos biólogos é claro que isto pode ter que ver com o crescimento das taxas de cancro.

As futuras gerações – os nossos descendentes - estão em risco.

Estes biólogos e cientistas estão sendo ouvidos nos comités que estabelecem as normas de segurança.

Os factos biológicos estão sendo ignorados e, como resultado, os limites de segurança são demasiado altos. Não são protectores. Uma maior protecção, provavelmente seria o resultado da divulgação completa dos possíveis conflitos de interesses entre reguladores e a indústria.

O aumento da exposição à radiação electromagnética é um problema global.

A Organização Mundial de Saúde e organismos internacionais de normalização não estão actuando para proteger a saúde e o bem-estar públicos.

As normas de exposição internacionais para os campos electromagnéticos devem fortalecer-se para reflectir a realidade do seu impacto nos nossos corpos e, em particular, no nosso ADN.

Realmente, ainda estamos em meio de uma grande transformação tecnológica, o momento de fazer frente aos efeitos biológicos e prejudiciais para a saúde tem sido atrasado, desde há muito tempo.

Estamos realmente a ser parte de uma grande experiência biológica sem nosso consentimento informado.

Para proteger os nossos descendentes, a nós mesmos e ao nosso ecossistema há que reduzir a exposição mediante o estabelecimento de directrizes de maior protecção.

Assim, hoje, cientistas de todo o mundo apresentamos um apelo às Nações Unidas, seus Estados Membros e à Organização Mundial de Saúde, para que proporcionem directivas para lidar com esta crise emergente de saúde pública.

20/01/2020

JAPÃO É EXEMPLO DE ÉTICA

O Japão é incrível por inúmeras razões

Mas a minha parte favorita pode ser resumida em três palavras:
Consideração pelos outros.

No Japão, as pessoas agem com os outros em mente, ao invés de pensar apenas em si mesmas.
Por exemplo, algo simples, como deixar as pessoas passarem na escada rolante.
Em outros países, você pode fazer placas e as pessoas continuarão não obedecendo.
No Japão, todo o mundo faz automaticamente a coisa certa para tornar a vida mais fácil para todos os outros. E é assim com tudo.
Você pode cochilar num metro lotado, porque as pessoas estão quietas.
Você pode desfrutar de ruas limpas porque as pessoas não sujam.
Você pode se sentir como uma realeza porque as pessoas irão atendê-lo com um sorriso e reverência.
A cultura do respeito cria uma atmosfera incrivelmente segura que leva a milagres modernos.
Num café movimentado, você pode deixar o seu telefone ou laptop e não será roubado.
Você pode estacionar a sua bicicleta lá fora, e ela continuará lá quando você voltar. Mesmo que alguém possa sair com ela, no Japão, isso simplesmente não acontece.
Você pode até encontrar motos na rua com as chaves na ignição.
Quando você cultiva uma sociedade onde as pessoas estão conscientes dos outros, a vida é melhor para todos.
É uma lição que o resto do mundo pode aprender com o Japão.