21/09/2019

SINTOMAS DE ALZHEIMER

Oito sintomas de Demência e Alzheimer que tem de ter em atenção
09:00 - 04/09/19 Por Liliana Lopes Monteiro

Setembro é denominado pela Organização Mundial de Saúde como 'O Mês Internacional do Alzheimer'. Eis os sintomas mais comuns desta doença degenerativa do cérebro.


© iStock

A doença de Alzheimer é a forma mais comum de Demência, constituindo cerca de 50% a 70% de todos os casos.

Trata-se de um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras), segundo informações disponibilizadas no site Alzheimer Portugal.

De acordo com a mesma fonte, esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas atividades de vida diária.

À medida que as células cerebrais vão sofrendo uma redução, de tamanho e número, formam-se tranças neurofibrilhares no seu interior e placas senis no espaço exterior existente entre elas. Esta situação impossibilita a comunicação dentro do cérebro e danifica as conexões existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de recordar a informação. Deste modo, conforme a doença de Alzheimer vai afetando as várias áreas cerebrais vão-se perdendo certas funções ou capacidades.

Quais são os sintomas?

Nas fases iniciais, os sintomas da doença de Alzheimer podem ser muito subtis. Todavia, começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano.

Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.

Outros sintomas característicos:

- Dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes;
- Apresentar um discurso vago durante as conversações;
- Perder entusiasmo na realização de actividades, anteriormente apreciadas;
- Demorar mais tempo na realização de actividades de rotina;
- Esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos; Incapacidade para compreender questões e instruções;
- Deterioração de competências sociais;
- Imprevisibilidade emocional.
- Lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano.

A Alzheimer Portugal conclui salientando que consoante as pessoas e as áreas cerebrais afectadas, os sintomas variam e a doença progride a um ritmo diferente. As capacidades da pessoa podem variar de dia para dia ou mesmo dentro do próprio dia, podendo piorar em períodos de stress, fadiga e problemas de saúde. No entanto, o certo é que vai existir uma deterioração ao longo do tempo. A Doença de Alzheimer é progressiva e degenerativa e, actualmente, irreversível.

13/07/2019

VIVER É AGIR

Viver é mexer. Há que prevenir o futuro. O agricultor para reduzir o esforço do trabalho de mexer a terra trocou a enxada pelo tractor.
O idoso, sempre jovem, para adiar a chegada do Alzheimer, deve manter actividade física e intelectual. Assim, neste Centro de Apoio Social de Runa, quatro «sempre jovens» estão a cultivar pequenas hortas, cujo bom aspecto lhes serve de recompensa à sua interessada ocupação do tempo.
Embora tivesse vivido a minha meninice em área agrícola, encontrei um produto que não conhecia e enriqueci o meu saber quando me disseram que se trata de um fruto a que chamam tomate-melão.
Tive o prazer de fazer algumas fotografias que mostram já os frutos do trabalho dedicado destes lutadores contra o envelhecimento.

04/06/2019

UE EM VIAS DE SAUTO-DESTRUIÇÃO

A Opinião de um professor chinês de economia, sobre a Europa
(Recebido por e-mail)
(O Prof. Kuing Yamang, viveu em França)

1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir.
O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros.
Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar.
Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...

2. Os industriais Europeus deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito.
Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo.
Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal.
É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação.
A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los.
Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...

10. (Os europeus) vão-se desintegrar directos a um muro e a alta velocidade...

26/05/2019

A VELHICE É ISTO

«A velhice é isto: ou se chora sem motivo, ou os olhos ficam secos de lucidez»
 22 de maio 2019, Por Maria Eugénia Leitão

Esta frase, de Miguel Torga, foi encontrada em Lisboa, na Avenida dos Estados Unidos da América, pela Constança, e diz: «A velhice é isto: ou se chora sem motivo, ou os olhos ficam secos de lucidez».


Trata-se de uma frase que Miguel Torga inscreveu no seu Diário, no dia 1 de maio de 1974. Nesse dia, em Coimbra, a população saíra para a rua, a festejar, alegremente, a primeiro Dia do Trabalhador em liberdade. Esse dia foi festejado euforicamente por todo o país. Em Lisboa, a multidão juntou-se na Alameda D. Afonso Henriques, para ouvir Mário Soares e Álvaro Cunhal, regressados do exílio.

Cético com tamanha alegria, Torga segue a multidão e questiona-se: «Há horas que são de todos. Porque não havia aquela de ser também minha? Mas não. Dentro de mim ressoava apenas uma pergunta: Em que oceano de bom senso iria desaguar aquele delírio? Que oculta e avisada abnegação estaria pronta para guiar no caminho da história a cegueira daquela confiança?». E termina esta sua reflexão com a frase pintada na parede, num sentimento simultaneamente de desilusão e clarividência.

A verdade é que, com a idade, nos tornamos mais maduros e, como tal, refletimos sobre a realidade, sobre os outros, sobre o que nos acontece com a utilização de maior consciência de nós e do que nos rodeia. É, portanto, natural que, com o passar do tempo, nos tornemos mais ponderados e mais perspicazes.

Por outro lado, quando chegamos à velhice, perdemos certas capacidades, o que nos fragiliza e nos torna mais sensíveis a questões que durante toda a vida procurámos não valorizar. Às mudanças psicológicas acrescem as mudanças físicas que, tantas vezes, nos surpreendem. Diz Cecília Meireles: «Eu não tinha este rosto de hoje, / (…) // Eu não tinha estas mãos sem força, / tão paradas e frias e mortas; / (…) // - Em que espelho ficou perdida / a minha face?».

Passamos o tempo a tentar ser fortes quando, na realidade, não o somos. Construímos barreiras entre nós e o mundo e colocamos máscaras para que os outros não nos conheçam tal como somos e, assim, não nos reconheçam no que, na realidade, constitui a nossa essência, e que tentamos, a todo o custo, proteger. Somos seres frágeis, desprotegidos, que tentam, a qualquer preço, mostrar-se valentes e destemidos. Há, porém, algumas pessoas que conseguem efetivamente ser fortes, revelando uma coragem física e psicológica diferente de todos os que as rodeiam. São pessoas reconhecidamente distintas, líderes natos, que se impõem naturalmente, e são admiradas pelas suas virtudes. Mas, mesmo estas, pela sua natureza humana, acabam por enfraquecer e, na velhice, tornam-se iguais a todos – frágeis, assustados, sós.

É, pois, verdade, como diz Miguel Torga, que a velhice nos faz chorar sem motivo óbvio, apesar de uma longa vida conter sempre motivos, mais ou menos remotos, que podem levar às lágrimas. E, do mesmo modo, a lucidez que se atinge, pelo facto de muito já se ter vivido, sentido, experienciado, também provoca a ausência de lágrimas e a incapacidade para se surpreender com o que de novo acontece ou para se deslumbrar com euforias efémeras.

Valorizar os nossos velhos, mais do que reconhecer o passado, é, no fundo, valorizarmo-nos a nós próprios e ao nosso futuro, num diálogo permanente, mas silencioso.

Maria Eugénia Leitão

23/04/2019

ELE NÃO ME PESA, É MEU IRMÃO



A amizade não é um fardo, somos amigos. Os amigos não sobrecarregam. Somos uns para os outros, como irmãos. Aquilo que sobrecarrega é a falta de alegria, a doença deles.

15/01/2019

REFORÇAR A INTELIGÊNCIA

Estas quatro atividades prometem deixá-lo mais inteligente
190115. Por Liliana Lopes Monteiro

De acordo com uma nova pesquisa publicada na revista científica Cell, a diferença entre a inteligência humana e de outros animais está no modo como os neurónios funcionam– e não somente na quantidade de neurónios.

"Nos neurónios humanos, há uma maior compartimentação elétrica", explicou Mark Harnett, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, no novo artigo científico. "Estes permitem que as unidades sejam um pouco mais independentes, levando a um aumento de capacidades computacionais dos neurónios individuais".

Tudo se resume aos dendritos – estruturas que saem do neurónio e que são responsáveis pela condução de informações, na forma de sinais elétricos, de uma célula para outra. São por exemplo como um equivalente orgânico ao transístor (componente eletrónico condutor de energia) de um computador. Vastas redes de neurónios comunicam constantemente umas com as outras, controlando desse modo os pensamentos e comportamento humanos.

No entanto, à medida que os sinais elétricos se movem ao longo dos dendritos e se afastam do corpo celular, estes ficam mais fracos.

Ainda assim, e segundo a ciência, certas atividades do dia a dia podem contribuir para manter o cérebro mais 'afinado', focado e aumentar os índices de inteligência.

1 – Jogos de computador

Um estudo apontou que os jogos de ação podem ajudar no desenvolvimento do cerebelo, do córtex pré-frontal e do hipocampo direito, que são áreas do cérebro envolvidas em atividades complexas, como memória espacial, navegação e coordenação entre o movimento das mãos e a visão.
Num outro estudo, os investigadores observaram indivíduos enquanto estes jogavam e resolviam quebra-cabeças, comparando de seguida os resultados. Os académicos perceberam que os ‘gamers’ tinham mais facilidade em evitar distrações e possuíam uma maior atenção visual seletiva relativamente aos demais participantes, o que significa que apresentavam uma maior capacidade de processar informações visuais.

2 – Ler obras de ficção

Os seres humanos não foram ‘projetados’ para entender o que estão a ler da mesma forma como compreendem o que é transmitido oralmente. Assim, quando lemos, o cérebro necessita de criar novos circuitos e, para se manter em forma, estes necessitam de ser exercitados.
E o esforço vale a pena. Investigadores da Universidade York de Toronto, no Canadá, descobriram que pessoas que leem obras de ficção com frequência são mais empáticas, tolerantes e mais propensas a ter uma visão mais geral das coisas — em vez de se focarem em sua própria opinião —, além de terem mais facilidade em entender os outros. Portanto, ler bons livros pode ser uma excelente maneira de melhorar a inteligência emocional.

3 – Dançar

Pense em tudo o que tem que ter em atenção quando está a dançar. Tem que estar atento para não pisar o pé do parceiro e para não ‘atropelar’ ninguém, tudo isso enquanto mantém o equilíbrio e o ritmo e tenta não errar o passo.
Um estudo conduzido ao longo de mais de duas décadas com idosos acima dos 75 anos de idade revelou que dançar regularmente pode melhorar as funções cognitivas, além de aumentar a acuidade mental. Durante a pesquisa, os cientistas avaliaram os benefícios de atividades como ler, jogar golfe, nadar, andar de bicicleta, fazer palavras cruzadas etc. e descobriram que a dança era a que oferecia mais vantagens.
Das atividades avaliadas, a prática frequente de dança foi a única a oferecer proteção contra o surgimento da demência. O mais interessante é que os investigadores concluíram que os benefícios podem ser efetivos para pessoas de todas as idades, devido ao facto da dança envolver o reconhecimento de padrões e a consciência espacial que, por sua vez, promove a conexão de vias neurais do hipocampo e do córtex cerebral, fortalecendo o cérebro.

4 – Tocar um instrumento musical

No geral a música tem a capacidade de ativar diversas regiões do cérebro humano de modo a interpretar aspetos como o ritmo e a melodia.
Tocar um instrumento faz com que vários processos mentais ocorram ao mesmo tempo. Ativando o córtex motor, o auditivo e o visual. Além disso, o processo de aprendizagem sustenta-se na disciplina e na prática frequente, e esse tipo de rotina é ideal para melhorar e fortalecer a atividade cerebral.

12/01/2019

UMA SEMPRE JOVEM DE 82

A nossa felicidade é, em grande parte, o eco daquela que dermos aos outros. A D. Armelina Cruz, apesar dos seus oitenta e dois anos, de ter feito cirurgia cardíaca e várias outras de que ficaram grandes cicatrizes e de ter de andar com passos miudinhos e com a ajuda de uma bengala, é uma pessoa calma, serena, feliz, dando no Lar de idosos em que se encontra, carinho a residentes doentes, a familiares de pessoas acamadas e ou hospitalizadas e a pessoas pouco comunicativas encarceradas dentro das próprias ideias, por vezes pessimistas. Essa qualidade de amabilidade e generosidade que a torna feliz deve ser apreciada e apontada como exemplo a seguir. Ela merece muito apreço e uma vida muito prolongada com a continuação da sua solidariedade e a capacidade de movimentos que lhe permitam levar longe a sua Cruz (do seu apelido) para bem de quem recebe o seu apoio, afecto e carinho. Embora em escala diferente, é um pouco parecida com a Madre Teresa de Calcutá. A raridade de pessoas com as suas características torna estes casos faróis que orientam as pessoas para o respeito dos direitos humanos, a harmonia e boa convivência entre todos, como bons irmãos. Uma Sempre Jovem de 82 suportada por uma bengala e duas pernas com cicatrizes e próteses nos joelhos, mas com bom coração que, apesar de ter uma válvula artificial, armazena afecto, vontade de ajudar, carinho por animais, principalmente gatos e uma grande perspicácia e compreensão. Apesar de não ter muitos estudos, é dotada de uma inteligência desenvolvida e de uma visão completa daquilo que a rodeia. Merece este homenagem e muito mais do que a maior parte dos nossos governantes.

ATAQUE AO CRISTIANISMO

O ATAQUE ao CRISTIANISMO em PORTUGAL
Transcrição de texto recebido por e-mail do seu autor, Miguel Mattos Chaves -

A TVI LANÇOU UMA ARMADILHA À IGREJA CATÓLICA e a TODOS OS CATÓLICOS de PORTUGAL

- O falso Jornalismo com uma AGENDA POLÍTICA muito concreta;
- Qual vai ser a reacção do Conselho Episcopal Português?
- Qual vai ser a reacção dos Católicos de Portugal?

Meus Caros Amigos e Estimados Leitores,

Alertado por jovens que viram esse canal de TV (que não sintonizo) fui ver o que se tinha passado.
Qual não foi a minha surpresa ao deparar-me com a seguinte situação, que, na minha opinião, prefigura a prática de vários CRIMES:

A SITUAÇÃO – DOS FACTOS

A). – Um Cidadão foi pedir Apoio, porque não se sentia bem com a sua Homossexualidade;
B). - Foi pedi-lo a uma Psicóloga, Católica, numa Igreja igualmente Católica;
C). - Foi ainda pedir ao Sr. Padre para ter uma conversa com ele, na Igreja e no Confessionário, aonde se dirigiu;
D). – Em nenhum momento se Identificou como Jornalista, a nenhum dos dois;
E). - Fez tudo isto levando consigo Câmaras de Filmar Ocultas;
F). - Não anunciou à Senhora Psicóloga que se tratava de uma “reportagem”;
G). - Não anunciou ao Senhor Padre que se tratava de uma “reportagem”;
H). - Não disse, a nenhum dos dois, que trazia uma Câmara de Filmar;
I). - Não pediu autorização para fazer a "reportagem", a nenhum dos dois;
J). – Não disse a nenhum dos dois que iria filmar tudo o que respondessem às suas perguntas e que a reportagem seria publicada;
K). – Naturalmente tanto a Senhora Psicóloga como o Senhor Padre responderam de Boa-Fé a todas as perguntas do jornalista, imbuídos do seu espírito católico e no espírito de ajudar quem procurava a sua ajuda;
L). – Óbviamente que por parte da Senhora Psicóloga ela respondeu segundo a sua Fé, bem como segundo inúmeros Estudos Científicos e Opiniões de Eminentes Médicos nas quais se baseou para responder e ajudar a pessoa que se lhe dirigia a pedir essa ajuda;
M). – Da mesma forma O Senhor Padre respondeu ás perguntas que lhe foram sendo feitas, à luz da sua Fé, por um senhor que não se identificou como jornalista;
Estes são os FACTOS da construção da - Armadilha - que foi montada aos dois intervenientes, acima descritos, os quais na sua Boa Fé e à luz dos Princípios que são os seus, se prontificaram a Ajudar uma Pessoa que lhes estava a pedir ajuda.
N). – Seguidamente o jornalista levou o seu Filme e Som para a Televisão, (repito sem que nem a Senhora Psicóloga, nem o Senhor Padre tivessem dado Autorização:
N1). - para serem Filmados
N2). – para as suas Palavras serem Gravadas)
e publicou, perante centenas de milhares de pessoas, aquilo que tinha feito.

MEU COMENTÁRIO GERAL

- Tratou-se de uma Acção Premeditada destinada a tentar Desacreditar Públicamente a Igreja Católica no seu Todo - Hierarquia – (Padres, Bispos, Cardeais, Papa) e Povo de Cristo (os Fiéis da Religião Cristã e o Povo seguidor dos Ensinamentos da Igreja Católica);
- Tratou-se de, mais uma, Acção de Tentativa de Desacreditar e Destruir a Fé de um Povo, de uma Nação;
- Tratou-se de uma Acção Cobarde, pois nem sequer Pediu uma Entrevista Formal sobre um tema, (a Homossexualidade), a nenhum dos dois intervenientes;
- Tratou-se de uma Acção que deveria Envergonhar os já poucos jornalistas, a sério, que ainda vão existindo;
- Tratou-se de uma Acção que envergonha o Jornalismo e a Profissão de Jornalista:
- Com o único Intuito de Enxovalhar, Ridicularizar, Desacreditar a Religião da esmagadora Maioria do Povo Português;
- Com o intuito de Destruir a Fé de Séculos da Nação Portuguesa, que deve em grande parte a Sua Independência à Igreja Católica Apostólica Romana;
- Com o Objectivo de Contribuir para a Destruição, a que vimos assistindo, dos Valores e Referências de Base da Civilização Ocidental, em geral, e da Nação Portuguesa, em particular;

PERGUNTAS AOS JURISTAS PRESENTES NESTA REDE

Toda esta actuação:
- Quer do Mandante: - O Canal de Televisão referido;
- Quer do Mandado e Sujeito da Acção: - o Jornalista;
- Quer da Jornalista e Canal Televisivo que Publicaram esta reportagem;

Pode ser, ou não, CRIME?

ESCLARECENDO MELHOR a PERGUNTA:

- COMETERAM – (a TV, o Jornalista que gravou sem autorização, a Jornalista que publicou) OU NÃO VÁRIOS CRIMES, a saber:

- Violação da Intimidade e do Direito a professar uma Religião e uma Profissão, sem serem incomodados; (lembro que nem o Senhor Padre nem a Senhora Psicóloga pediram a quem quer que fosse que os fosse consultar sobre a matéria);

- Tentativa de Destruir, ou pelo Danificar Gravemente, a Imagem de uma Instituição Secular, com Relevantes Serviços Prestados à Comunidade Portuguesa - (Saúde, Educação, Assistência aos Pobres, etc..) durante Séculos;

- Tentativa de Denegrir os Princípios e Fé Cristã, ou seja, a coberto de uma acção disfarçada e intrusiva tentar denegrir toda a base da Civilização Judaico-Cristã;

- Violação do Direito à Imagem das Pessoas directamente alvos desta “reportagem”, entre comas;

NOTA FINAL:

O Mínimo que eu, como Cidadão Católico, espero é que:
- A Hierarquia da Igreja de Portugal processe judicialmente os intervenientes nesta acção;
O Mínimo que eu, como Cidadão Católico e Português, espero é que:
- O Ministério Público abra o competente Processo de Investigação sobre este caso;
O Mínimo que, como Católico e Português, espero é que os Cidadãos Católicos de Portugal se juntem com os Juristas, com vista à verificação da existência de matéria que leve à abertura de um Processo Cível ou Criminal contra os que levaram esta acção por diante.

SE .. qualquer das Instituições: - Igreja Católica e Ministério Público deixarem passar esta vergonha em claro, então Deus nos valha;
SE ... os Cidadãos Católicos de Portugal nada fizerem, então Deus tenha compaixão da Nação Portuguesa.

Tenho dito.

Melhores cumprimentos

Miguel Mattos Chaves

Doutorado em Estudos Europeus (Universidade Católica)
Auditor de Defesa Nacional (Instituto da Defesa Nacional)
Gestor de Empresas