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12/01/2019

UMA SEMPRE JOVEM DE 82

A nossa felicidade é, em grande parte, o eco daquela que dermos aos outros. A D. Armelina Cruz, apesar dos seus oitenta e dois anos, de ter feito cirurgia cardíaca e várias outras de que ficaram grandes cicatrizes e de ter de andar com passos miudinhos e com a ajuda de uma bengala, é uma pessoa calma, serena, feliz, dando no Lar de idosos em que se encontra, carinho a residentes doentes, a familiares de pessoas acamadas e ou hospitalizadas e a pessoas pouco comunicativas encarceradas dentro das próprias ideias, por vezes pessimistas. Essa qualidade de amabilidade e generosidade que a torna feliz deve ser apreciada e apontada como exemplo a seguir. Ela merece muito apreço e uma vida muito prolongada com a continuação da sua solidariedade e a capacidade de movimentos que lhe permitam levar longe a sua Cruz (do seu apelido) para bem de quem recebe o seu apoio, afecto e carinho. Embora em escala diferente, é um pouco parecida com a Madre Teresa de Calcutá. A raridade de pessoas com as suas características torna estes casos faróis que orientam as pessoas para o respeito dos direitos humanos, a harmonia e boa convivência entre todos, como bons irmãos. Uma Sempre Jovem de 82 suportada por uma bengala e duas pernas com cicatrizes e próteses nos joelhos, mas com bom coração que, apesar de ter uma válvula artificial, armazena afecto, vontade de ajudar, carinho por animais, principalmente gatos e uma grande perspicácia e compreensão. Apesar de não ter muitos estudos, é dotada de uma inteligência desenvolvida e de uma visão completa daquilo que a rodeia. Merece este homenagem e muito mais do que a maior parte dos nossos governantes.

27/10/2017

A FELICIDADE DADA A OUTROS REFLECTE-SE EM QUEM A DÁ


A nossa felicidade é, em grande parte, o eco daquela que dermos aos outros. A D. Armelina Cruz, apesar dos seus oitenta anos, de ter feito cirurgia cardíaca e várias outras de que ficaram grandes cicatrizes e de ter de andar com passos miudinhos e com a ajuda de uma bengala, é uma pessoa calma, serena, feliz, dando no Lar de idosos em que se encontra, carinho a residentes doentes, a familiares de pessoas acamadas e ou hospitalizadas e a pessoas pouco comunicativas encarceradas dentro das próprias ideias, por vezes pessimistas. 
Essa qualidade de amabilidade e generosidade que a torna feliz deve ser apreciada e apontada como exemplo a seguir. Ela merece muito apreço e uma vida muito prolongada com a continuação da sua solidariedade e a capacidade de movimentos que lhe permitam levar longe a sua Cruz (do seu apelido) para bem de quem recebe o seu apoio, afecto e carinho. 
Embora em escala diferente, é um pouco parecida com a Madre Teresa de Calcutá. A raridade de pessoas com as suas características torna estes casos faróis que orientam as pessoas para o respeito dos direitos humanos, a harmonia e boa convivência entre todos, como bons irmãos.