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08/11/2019

FUTURO DA EUROPA PRECISA DE ESTRATÉGIA

Opinião de um professor chinês de economia, sobre a Europa:

1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...

2. Os industriais Europeus deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto, o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...

10. (Os europeus) vão-se desintegrar diretos a um muro e a alta velocidade...(Prof Luís Lourenço)

10/06/2018

9 COISAS QUE VÃO DESAPARECER

Transcrição do FACEBOOK
9 COISAS QUE VÃO DESAPARECER DAS NOSSAS VIDAS

1. O Correio vai-te preparando para um mundo sem Correio.
O E-mail, FedEx, Facebook e SMS têm praticamente dizimado as a, que é como quem diz, a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas. (No Canadá, já foi anunciado o fim da entrega das cartas ao domicílio).

2. O cheque
A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa biliões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transacções on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação directa com a morte dos Correios. Se ninguém pagar as suas contas pelo correio nem receber as pensões por esta via, os Correios ficam completamente fora do negócio.

3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal. Eles, certamente, não se deslocarão a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on-line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers tem motivado todos os jornais e editoras de revistas a criar alianças. Reuniram-se com a Apple, Amazon e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.

4. O livro
Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico, que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que o meu CD tivesse cópia impressa. Mas rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns por metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros.
Hoje, já podemos navegar nas livrarias on-line e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos de metade de um livro em papel. É só pensar na conveniência! Assim que começares a passar os dedos pelo ecrã, em vez do livro, vais entrar na história como se fizesses parte dela e desejar mais ver o que acontecerá a seguir, esquecendo logo de que estás a segurar um gadget em vez de um livro.

5. O telefone fixo
Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente, todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inexpressivo.

6. A Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográfica está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é que constituem o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que significa música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo.

7. A Televisão
As receitas dos canais televisivos têm caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazem muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor denominador comum. A publicidade roda a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora de as empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix.

8. As coisas que hoje usamos
Muitos dos bens que usamos e possuímos já não poderemos realmente possuí-los no futuro. Eles podem simplesmente ficar na "nuvem". Hoje, os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso significa que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Se guardar alguma coisa, ela será salva na nuvem. Neste mundo virtual, podemos aceder à nossa música, ou aos nossos livros, ou qualquer coisa do género, a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo móvel. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro.

9. A nossa privacidade
Se já houve privacidade, agora já podemos olhar para trás com nostalgia e saber que ela não existe mais… Já acabou. Ela está a ser-nos roubada já há muito tempo. Vivemos a era do "big-brother". Há câmaras nas ruas, na maior parte dos edifícios e até mesmo no nosso computador e telemóvel.
E podemos ter certeza que funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana.
"Eles" (os novos patrões ocultos da globalização e do acarneiramento mundial) podem saber quem és e onde estás, até as coordenadas GPS, e o Google Street View.
Se compras alguma coisa, isso é colocado num bilião de perfis passas a receber anúncios reflectindo essa escolha.
Neste momento, é possível conferir todos os teus passos, desde que te levantas até que te deitas, documentando-os em filmes ou fotografias.
Mas prepara-te, que aí virá a época dos chips que serão implantados no teu corpo (dir-te-ão que por razões de segurança…).
E, nessa altura, o controle será total. Todos nós seremos seguidos ao mais pequeno passo e será observada qualquer acção que desenvolvermos.
Todos seremos totalmente controlados e faremos só o que nos permitirem fazer.
Será o ocaso final da liberdade individual.
Duvidas?!

08/03/2013

Melhorar a sociedade



Estes conceitos de dignidade, ditos por uma mulher, são uma bela homenagem ao dia das nossas mães, irmãs, esposas, filhas e amigas.

29/12/2012

Você está ON ou OFF ?



Para reflexão, no início de um Novo Ano que se desejamos nos traga a satisfação dos nossos desejos.
BOAS FESTAS.

03/02/2012

A Arca do Fim do Mundo



Uma construção de inestimável valor e de iniciativa Norueguesa.
Os textos dispensam uma apresentação alongada.

14/12/2011

COMO SERÁ O NOSSO DIA-A-DIA EM 2020?

Este brilhante vídeo apresenta-nos o que poderá ser o nosso dia-a-dia num futuro próximo, ou seja em 2020. Um quotidiano dominado completamente pelas novas tecnologias. Nada de surpreendente, se notarmos no ritmo impressionante com que, diariamente, se avança em termos tecnológicos. Em 2030 iremos olhar para este video com nostalgia.

10/08/2011

Haja fé no futuro!!!



Não faltam jovenzinhos a garantir que o futuro estará assegurado. Os conservadores devem desistir do seu pessimismo!!!

08/06/2010

Criança estimulada e apoiada sobressai

Por várias vezes têm sido aqui exaltados casos exemplares de gente jovem, por se tratar de uma luz de esperança quanto ao Portugal de amanhã. Entre as camadas etárias mais jovens existem valores que devem se devidamente apoiados e estimulados para efectuarem a indispensável ruptura com o marasmo que nos tem molestado e criarem estruturas modernas de progresso, para felicidade das pessoas, toda a sociedade.

Transcreve-se o artigo seguinte que merece cuidada meditação principalmente sobre a actuação dos pais e da professora.

Jornal de Notícias. 08-06-2010. Por Eduardo Pinto

Um texto escrito na aula teve o elogio da professora. Um estímulo que culminou com publicação de um livro.

Tudo começou com uma história escrita numa ficha de avaliação. Mafalda Dinis tinha 7 anos. Chamava--se "Eu sou um palhaço". A professora Cátia Carvalho gostou e leu-a à turma. De então para cá não parou de escrever e no sábado apresentou publicamente o seu primeiro livro: "A grande máquina do tempo", editado pela Temas Originais.

Mafalda vive em Vila Real. Foi no Dolce Vita Douro que apresentou o livro, para uma assistência que num ápice esgotou a centena de exemplares que os pais tiveram de adquirir à editora. "E mais que houvesse", realçou o pai, Sérgio Dinis.

O livro tem 60 páginas e 22 histórias, mas a que dá corpo ao título refere-se a "um grupo de cientistas loucos que juntaram peças velhas e construíram uma máquina do tempo. Viajaram para trás e encontraram iberos e romanos entre outras coisas", contou. Apesar de terem enviado os textos para várias editoras, só a Temas Originais de Coimbra é que decidiu fazer a edição.
A pequena escritora admite que a paixão pelas letras surgiu cedo. Muito por "culpa" dos escritores graúdos, "que têm muita criatividade", António Mota e Sophia de Mello Breyner.

"Escrevo no computador ou nos cadernos da escola. Quando tenho preguiça, a minha mãe é a secretária, porque eu demoro muito a escrever à mão", contou, ao JN. A mãe, Emília Dinis, confirma: "Às vezes é difícil acompanhar o raciocínio dela. Algumas ideias parecem ser avançadas para a idade. Têm sempre moral da história e que faz pensar".

Mafalda é aluna do 4.º ano no Colégio Moderno de São José, em Vila Real, e assume o seu desejo de "ser escritora" quando for grande. Já se aventurou no campo da poesia e o próximo livro poderá ser em verso. "Acho que vou conseguir. Se trabalhar, consigo", assumiu.

O pai está orgulhoso, mas, sobretudo, "satisfeito". Porque vê compensado "o bom ambiente familiar". Sérgio Dinis deixa um apelo a outros pais: "Se um filho der qualquer sinal de capacidade para determinada área deve ser acompanhado logo para o ajudar a desenvolver a sua vocação".

17/05/2010

Profecia a ter em conta???

Há dias foram publicados dois posts, 2010 Ano de Transformações e Transformações no Mundo que, tal como os comentários que lhes foram feitos, podem denunciar sinais das mudanças que estão em curso na humanidade e que serão traduzidas por grandes alterações no equilíbrio de poderes estratégicos das potências actuais e emergentes.

Agora, a reforçar tais perspectivas, surge no Jornal de Notícias a notícia de que a «Universidade do Minho acolhe pela primeira vez exames de chinês». Esta Universidade tem sido objecto de várias notícias que constituem uma réstia de sol na pasmaceira nacional, pois não se submete a rotinas anquilosadas e obsoletas, mas procura ser agente de mudança e inovação, como deve ser vocação dos estabelecimentos de ensino de dos principais agentes económicos e de governação.

Esta Universidade merece o nosso apreço e cada português deve fazer um esforço para observar os sinais de modernização e intervir dentro da sua área de interesses para influenciar o percurso pelo melhor caminho. Temos que nos preparar para o futuro que hoje está mais próximo do que em tempos em que o mundo andava mais lentamente.

11/05/2010

Transformações no Mundo

Depois do post 2010 Ano de Transformações no blog Sempre Jovens e dos comentários que lá coloquei, recebi este texto que vem ajudar a perceber a evolução que o Mundo irá ter.

A CHINA DO FUTURO
Luciano Pires

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões... A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reacção é impressionante.

Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas.. Com preços que são uma fracção dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios...

Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber...
Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que "agrega valor": A marca. Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.

Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares... Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de "estratégia preçonhenta". Enquanto os ocidentais terceirizam as tácticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo.

As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais. Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de ténis pelo mundo... Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um "choque da manufactura", como foi o do petróleo.

E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou ( Vale salientar que o mundo Árabe, é como é, graças aos petrodólares ). Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o Impacto de uma bomba atómica... Chinesa.

Nesse dia, os executivos "preçonhentos", tristemente, olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos...
E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.

Luciano Pires é director de marketing da Dana e profissional de comunicação

"Uma Nação que confia em seus Direitos, em vez de confiar em seus Soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda." ( Rui Barbosa)

11/01/2010

Consumismo ou viver sem dinheiro?

Para os visitantes que gostaram dos posts com referências aos inconvenientes do consumismo sugiro a leitura do artigo seguinte.

O «herói» desta experiência defende que se deve evitar o consumismo e fundar uma comunidade virtual para troca solidária de conhecimentos e serviços. Este artigo mostra uma iniciativa interessante que evidencia ser possível viver sem dinheiro e que, da parte dos jovens, futuros senhores dói mundo, aparecem pessoas capazes de equacionar as mudanças necessárias para que a vida no futuro seja melhor.

O mundo precisa de alterações profundas para um correcto aproveitamento das modernas tecnologias, sendo para os jovens uma oportunidade de se evidenciarem. O País precisa desse esforço de criatividade racional, com competência, honestidade e um planeamento rigoroso.

Para mais dados sugiro a visita ao post Geração perdida? Não e abrir os link nele constantes.

10/11/2009

O Robô e Nós

«Nós somos o que escapa à competência do robô».
Esta frase escrita numa parede da passagem inferior junto da estação de caminho de ferro de Cascais revela muita sabedoria e um prenúncio significativo do futuro da humanidade.

O robô é um invento recente e tem evoluído muito rapidamente, o que leva a supor que, dentro em pouco, poderá fazer quase tudo que hoje dá trabalho ao homem. Como «o trabalho é um esforço penoso para produzir bens», deixa de haver trabalho e a vida será só lazer, o que pode parecer animador. Porém, o laser, o ócio, os passatempos têm custos. Como poder+a um ocioso fazer face a esses custos? Como poderá alguém comprar os bens produzidos pelo robô?

Sem dúvida, a sociedade irá sofrer (beneficiar de) profundas transformações, hoje inimagináveis. E quem estará preparado para tais mudanças que, segundo tudo leva a crer, serão muito rápidas, mais rápidas do que a nossa capacidade de adaptação? Já em 23 de Outubro aqui foi referida tal incógnita, e os múltiplos aspectos que ela acarreta.

05/07/2009

Que futuro teremos?

Achei interessante coligir uma série de respostas a comentários num post recente e, desta forma, elaborar este post. Espero que ele contribua para reflexão dos leitores e obter comentários com a qualidade daqueles que aqui tem havido em assuntos como este.

As pessoas que observam com imparcialidade a sociedade actual preocupam-se com a ausência de valores que há poucos anos eram considerados o esteio da sociedade, das relações humanas, em todos os estratos sociais. (…)

NOTA: Este artigo encontra-se publicado no Do Miradouro onde pode ser lido na totalidade clicando aqui. Não se insere aqui por ser muito extenso e por o tema não se adequar perfeitamente às características deste espaço.

04/04/2009

Construir o futuro

Deixo aqui um pensamento com a intenção de ser meditado, comentado, etc.

Se hoje não alterares nada, o dia de amanhã será igual ao dia de ontem.