30/09/2009

ALIMENTAÇÃO - ASAS DE FRANGO - MULHERES ATENÇÃO!!!

Porque este blogue é maioritariamente feminino achei pertinente trazer este post ao seu conhecimento!



Asa de frango - Isso é perigoso

Evite comer asas de frango com muita frequência - as mulheres; especialmente: uma história verdadeira...!

Uma amiga minha recentemente teve um inchaço no útero e foi submetida a uma operação para remover o quisto. O quisto removido estava cheio de sangue de coloração escura. Ela pensou que ficaria curada após a cirurgia mas estava redondamente enganada.

Poucos meses depois piorou. Assustada, ela procurou seu ginecologista para uma consulta.

Durante a consulta, seu médico lhe fez uma pergunta que a deixou perplexa. Ele perguntou se ela era uma consumidora frequente de asas de frango e ela respondeu que sim, se perguntando como ele conhecia o seu hábito alimentar.

Veja bem, a verdade está nessa era moderna; os frangos são injectados de esteroides para acelerar seu crescimento para que possam suprir a necessidade da demanda da sociedade.
Esta necessidade nada mais é do que a necessidade de alimentação.

Os frangos que são injectados de esteroides são geralmente espetados no pescoço ou nas asas.

Por essa razão, são nesses lugares que existe a maior concentração de esteroides. Estes esteroides têm efeitos terríveis no corpo já que aceleram o crescimento.
Isso produz um efeito ainda muito mais perigoso na presença de hormonas femininas, ele deixa as mulheres ainda mais vulneráveis ao crescimento de quisto no ovário. Por isso, eu aconselho as pessoas lá fora a controlarem suas dietas e diminuírem a frequência do consumo de asas de frango!

As pessoas que receberam este email, por favor, repasse-o para seus amigo e para os entes queridos. Tenho certeza que ninguém quer vê-lo ou vê-la sofrer!
Atenciosamente,

Sharon How

Obs.: A asa do frango e o coração são as partes que contêm muito colesterol. Cuidado!!!






29/09/2009

Adeus ou até sempre???

Transcrição na íntegra do e-mail acabado de receber da nossa amiga e também colaboradora, M.José Areal.

Olá Ná!
Lamento imenso, mas raramente venho ao correio.
As aulas começaram e eu estou envolvida em vários projectos, que me obrigam a um trabalho de preparação bastante intenso.

Como domino muito mal os blogs, mesmo que sinta vontade (depois da meia noite) de ser simpática para contigo, faltando-me a destreza e o tempo, logo desisto.
Deixo, desta forma, a minha admiração por tudo quando tens feito nos teus blogs e não só.
A casa do Rau está fantástico e muito obrigada pelo poema.
Estás uma autêntica mulher das novas tecnologias. Eu ando pela terra, pelo sol e pelos outros no toque, na volta, na descoberta e no ensinamento directo.
Nem é melhor, nem pior... é onde me sinto mais eu.

PARABÉNS... Amiga.
Continua. Não imaginas o deleite, a sensação de bem estar, que as tuas imagens e palavras transmitem.

Um abraço
Maria José Areal
Fernanda Ferreira

Apesar ....,

1. Do resultado das eleições do passado domingo,
2. De continuar a ferir as minhas entranhas, a petulância
dos nossos políticos ….,
3. Da falsa democracia estampada nas atitudes do nosso
PM …,
4. De não vislumbrar sejam tomadas medidas correctas
para desfazer este novelo de problemas em que estamos
metidos, começando a pegar pela ponta justa do fio
que sabemos estar dentro do novelo, mas é ignorado …,
5. De continuar a sentir que os despertadores deste País
não estão a funcionar e que, portanto, há ensonados que
continuam a dormir …,
6. Do grito de dor de tantas almas a morrer de fome, o qual
não encontra eco nas cabeças apodrecidas dos respon-
sáveis pela exterminação desse flagelo …,
7. Do eco de muitas vozes clamando soluções para o futuro
do Globo e, consequentemente, da Humanidade, bater
no tecto das salas de conferência e cairem por terra, em
sofrimento, por quem continua a ser vítima das atrocidades
causadas pelos seus ignóbeis irresponsáveis …,

etc., etc., etc... (tenho aqui pouco espaço ….)

Eu e tantos outros que estão no meu coração, como verdadeiros amigos universais, continuaremos a lutar para acabar com este estado de coisas e tudo faremos para que os que pensam que o mundo é só deles, acabem por admitir, nem que seja à força, que

A - A Natureza foi oferecida a todos e não só a alguns que 'marimbam' para ela

B - Estamos aqui apenas por um período e deixem de legar, aos seus sucessores, um mundo de promíscuos resíduos, deixado por eles na sua passagem pela Terra.

Maria Letra

Nota: A inspiração para este texto nasceu do bom exemplo dado pelo amigo João Soares, na sua luta TENAZ pela consciencialização e enriquecimento cultural de todos nós e a minha decisão de inseri-lo no "Sempre Jovens" deve-se ao seu sempre amável convite para que eu continue a publicar aqui textos meus.

AMANHECER

Imagem da net


Levanta-te meu amor, abre os olhos
Lá fora brilha o Sol com frenesim,
Estende os braços, embala-me no teu colo
Estou louca por me ter em ti assim!

A vida brilha em nós tal qual o tempo
Se faz sentir quente e folguroso,
Quiçá quebre no desejo o silêncio
Do Sol que me beija e aquece o corpo.

Levanta-te meu amor, dá-me a mão
Amanhece-me num arroubo de exaltação
Nesta paz voluptuosa e vespertina...

Quem sabe neste dia que começa,
O Sol dantesco então aqueça
A sua amada Lua cristalina!


Ana Martins
Escrito a 17 de Março de 2009

28/09/2009

Evite viver com o inimigo

Recebido por e-mail de uma emigrante na Venezuela, com carácter de urgência.

Difembaquia da variedade camila

Eu nunca usei meios como este para emitir uma mensagem urgente, porque eu tenho pensado que se deve evitar o alarmismo desnecessário. É certo que esta história e aconteceu com um parente na última semana…

Este arbusto assim bonito que nós vemos na foto, chamada difembáquia da variedade camila, que é vendido como o que é, uma planta decorativa bonita que na aparência é inofensiva, na realidade ele é um dos tóxicos mais poderosos da natureza.

O meu parente, há quatro dias, estava a tratar as plantas do seu escritório e da haste de um difembaquia como essa da foto e por um acto reflexo levou à boca durante menos de um segundo, uma parte da haste. Imediatamente sentiu que se queimava… correu para a casa de banho e ao ver a sua cara ficou aterrado por ver que estava todo inchado. A língua cresceu diversas vezes… Um amigo que estava com ele, levou-o de táxi à clínica… O trajecto, de pouco mais ou menos meia hora, pareceu-lhe eterno.. . Cada vez podia respirar menos e a dor intensa nas vias respiratórias era insuportável.

O amigo do parente teve a precaução de levar uma parte da planta à clínica. Ali atenderam-no de imediato e administraram-lhe os primeiros socorros , consistindo em aplicar-lhe medicamentos à base de corticóides para contrariar o hiperactividade brônquica e pôr-lhe oxigénio. Foi internado na Unidade de Cuidados Intensivos e os intensivistas temiam que pudesse acontecer uma paragem cardíaca. Estiveram a poucos minutos de o entubarem ele. Em todo o caso os seus órgãos respiratórios internos sofreram grave afecção… Um dos pulmões chegou a parar, a parte interior das vias aéreas superiores encheu-se de chagas, a sua boca dos aftas, e a dor era tão intensa que nem sequer ao morfina o aliviava.

Na UCI permaneceu até ontem, sábado. Os seus médicos estão assombrados de que tenha sobrevivido mais de dez minutos ao contacto com a planta venenosa…

Eu li algo sobre esta planta na Internet, e só uma página sobre plantas ornamentais indica de maneira aproximada qual é o seu nível do toxicidade, que é, na verdade, extremo…

A sua seiva que se concentra na haste e próximo do pecíolo próximo, foi usado tradicionalmente por nativos amazónicos para envenenar a extremidade de seus dardos de caça. O simples contacto da mão nos olhos após s sua manipulação, produz o cegueira temporária. Pode causar a morte de um bebé em pouco menos de dez segundos e normalmente asfixia em pouco menos de vinte minutos uma pessoa. Nunca se deve manipular sem luvas de cabedal ou de borracha e mesmo assim com extrema precaução.

A informação disponível na Internet trivializa o seu potencia letal... Como é tão popular, vale a pena que a comunidade conheça as suas características naturais para que decidamos se vale a pena tê-la como ornamento, si um simples contacto casual, acidental ou provocado pode causar-nos a morte em poucos instantes.

Esta mensagem deve ser difundida a todos os contactos; a instituições .. Devemos procurar salva alguma vida e de qualquer forma, advertir do perigo da sua presença no nosso quotidiano.

CARLOS GÓMEZ C.
Defensor Público

Sortelha

Uma aldeia antiga, fortificada, recentemente recuperada, em pleno distrito da Guarda, a Leste de Belmonte e a Sudoeste de Sabugal. Merece uma visita demorada.

27/09/2009

Mulher Madura não é ventania, é ar em Movimento.

Este texto, segundo referência a sua autora, Vanessa Pena, é dirigido a mulheres maravilhosas e a alguns homens inteligentes. Veio cair na minha caixa de mensagens e, confesso, adoçou (muito) o meu ego (sou uma mulher maduríssima). Vejamos os motivos pelos quais fiquei assim (espero que dure):

A mulher madura não julga, ela analisa; não compra, assimila. Não consola, acalenta; não acorda, desperta. Não coloca algemas, dá liberdade. A mulher madura não enfeitiça, ela encanta! Não é decidida, apenas sabe o que quer. Não é exigente, é selectiva. Não se sente velha, considera-se experiente. Não se lamente, ela tenta fazer diferente. Não tem medo, tem receios. A mulher madura não faz juras, deixa isso por conta do tempo. Não tira conclusões, faz suposições. Não desce do salto, tem jogo de cintura. Ela não brilha, ela é iluminada! Não diz tchau, acena. Não gosta de ser vigiada, prefere ser escoltada. Não é moderna, é elegante.

A mulher madura não pega, toca. Não come, alimenta-se. Não provoca, ela já é provocante! Não é inteligente, é sábia. Não se insinua, mostra o caminho, subtilmente. Não se precipita, espera o momento certo. A mulher madura, não nada, navega. Não voa, flutua! Não pensa em quantidade, prefere a qualidade. Não vê, observa. A mulher madura não anda, caminha. Não se deita, adormece. Não é pretensiosa, simplesmente gosta de si. Não se quer sentir cobiçada, ela prefere ser desejada. Não possui sombras, tem aura! Não adivinha, tem percepção. A mulher madura não faz sexo, ela é mestre na arte de amar. Não fica, envolve-se. Não é fácil, é flexível. Não manda, administra, Não aflora, é um constante florescer. Enfim, a mulher madura é um conjunto de todas as belezas possíveis

Mulher sensível, mas ao mesmo tempo uma verdadeira guerreira. É forte mas feminina. Porém, muitos não possuem sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que a descobrem, preferem morrer nos braços dessa tal mulher, que não é doce, mas que é simplesmente puro mel.

Nota: Ao visitar o Blogue do amigo Gui, encontrei um comentário de alguém muito sensível, a amiga Meb, que me levou a visitá-la.
Este texto foi tirado do seu Blogue Brumas de Sintra,com a total aurorização da sua autora.
Fernanda Ferreira

26/09/2009

Contra a fome

Este é mais um daqueles textos, da amiga Manuela do Blogue Sustentabilidade não é Palavra é Acção, a quem ninguém pode ficar indiferente.Trata-se de crianças que morrem à fome todos os dias.Se houvesse vontade política por parte dos países do Ocidente, este problema não teria pelo menos estas dimensões, mas é mais fácil fazer de conta e dizer que não é nada connosco.Enquanto uma parte do Mundo morre com todo o tipo de doenças que advêm dos excessos, obesidade é uma delas, a outra morre de fome.
Haja piedade.
Bem-haja todos os que fizerem algo, mesmo que não seja só o simples facto de pegarem no texto, copiá-lo e divulgá-lo via e-mail.
Desculpem insistir, mas precisam da vossa ajuda.
Morrem 10 crianças por minuto por falta de alimentos.
Mais de mil milhões ("1 billion") de pessoas estão a sofrer com a fome.
Nunca este número foi tão elevado.
Os donativos para ajudar atingiram o mínimo dos últimos 20 anos.



Façam um donativo a WFP.
E por favor, divulguem esta campanha.
Usem as ferramentas desta "grande rede", blogues, e-mails, facebook, twitter, hi5, e outras redes.
Vamos ser muitos a ajudar muitos. Vamos fazer a diferença!

Idosos têm direito a respeito

Os idosos, depois de uma vida de trabalho, mais ou menos penosos, com mais ou menos possibilidades, são credores de respeito, como seres vivos, como seres humanos e pela sua condição de dependência dos cuidados dos outros.

As famílias, nos tempos modernos, não estão estruturadas para darem apoio de companhia e de resolução de pequenos problemas a qualquer hora do dia e, por isso, entregam esses cuidados a lares que é suposto exercerem com dedicação e carinho essas tarefas de que os idosos carecem.

Mas, infelizmente, há muitos lares que não desempenham esses cuidados com a eficiência desejável. Não é raro surgirem notícias de situações degradantes. Mas, felizmente, há juízes que têm sensibilidade para analisar com humanidade tais situações e dizer basta.

Vale a pena ler as notícias do JN que referem este julgamento:

- Prisão para dona de lar por maus-tratos a idosos
- "É preciso dizer basta ao que se passa em lares"

Segurança rodoviária. Exemplo a seguir

No meio de tanta notícias de mortos e feridos nas estradas, surge esta do caso exemplar do condutor da Carris, Ernesto Luís Marçal, que conduziu 39 mil horas sem acidentes.


Segundo ele a solução é fácil, recusa ser considerado herói e aponta o seu segredo simples, garantindo que o importante "é nunca facilitar". É este sentido da responsabilidade que falta à maior parte dos automobilistas que colocam em perigo continuamente a sua vida, a dos seus companheiros de viagem e a de inocentes utentes da estrada.

Devemos procurar sempre, a cada momento de condução, chegar ao fim da viagem em segurança. Leia a notícia seguindo este link, Merece ser meditada e ser objecto de conversa em família e com os amigos.

25/09/2009

SALTARIAS?


OLHEM QUE ESPETACULAR ESTA FILMAGEM EM ALTA DEFINIÇÃO...
http://www.tubewatcher.tv/198

Aproveitar as vocações

Método do tijolo para contratação de funcionários

O método consiste em:

1-Colocar todos os candidatos num armazém.
2-Disponibilizar 200 tijolos para cada um.
3-Não dê orientação alguma sobre o que fazer.
4-Tranque-os lá.

Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.

Segue a análise dos resultados:

1 - Os que contaram os tijolos, contrate-os como contabilistas.

2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.

3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planeamento, Projectos e Implantação Controlo de Produção.

5 - Os que estiverem a arremessar tijolos uns contra outros, coloque-os em Operações.

6 - Os que estiverem a dormir, coloque-os na Segurança.

7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem a tentar montá-los novamente, devem ir directo para Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou em conversa fiada, vão para Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o stock mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos.

10 - Os que já tiverem saído, são administradores.

11 - Os que estiverem a olhar pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planeamento Estratégico.

12 - Os que estiverem a conversar entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com muito respeito e coloque-os na Direcção.

13 - Os que levantaram um muro e esconderam-se atrás, são do Departamento de Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar a ver tijolo algum no armazém, são advogados, encaminhe-os ao Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos "estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas", coloque no Controlo de Qualidade.

16 - Os que começarem a chamar os demais de "companheiros ou camaradas" , elimine-os imediatamente antes que criem um sindicato.

Atenciosamente,
O Psicólogo Chefe

Desconheço o autor. Recebi por e-mail da amiga Clélia

24/09/2009

Amigos para sempre

Dedicado à Amiga Ná para quem a amizade tem um significado muito especial
Repare-se no Leão Christian. Bonito, não é???

Amizade é ... definam lá!

Este meu pequeno desabafo, vai para quem o quiser ler…tiver alguma paciência e que seja menos egocêntrico… talvez sirva também para demonstrar a minha enorme frustração pelo facto de nos chamarmos de amigos a toda a hora, mas na prática não o sermos efectivamente. Dói? Magoa? Mas é a mais pura verdade!!!
Perdemos o Vitor hoje, podemos vir a perder mais elementos brevemente, simplesmente porque só olhamos para os nossos umbigos.
O barrete serve a quem o enfiar!!!

Há poucos dias, mandei por e-mail para todos os meus colegas e “amigos” (à excepção dos que já não me consideram amiga há muito tempo, por razões que eu própria desconheço, ou pelo menos na prática assim o têm demonstrado) um texto meu sobre tema "Vindimas e Vinho" a concurso no Blogue Aldeia da minha vida, texto esse já aqui publicado há muitos meses, intitulado “Definitivamente Barca Velha”.
Pois meus “amigos” daqui, desta nossa casa, as únicas pessoas que foram votar e comentar foram o AMIGO João Soares, o AMIGO Vitor e naturalmente o José. O meu filho também o fez, por razões óbvias…e agora espantem-se … a outra foi a grande amiga Mariz (apesar do mau momento que está a passar) e mais duas pessoas que eu não tenho a honra de conhecer.
Pergunto-me, porquê??? Há alguém aqui mais ocupado que o amigo João Soares??? Ou não há nada mesmo nada que nos ligue??? Só palavras ocas, escritas, muito lindas…
A amizade como o amor e todos os sentimentos nobres mostram-se na prática, no dia a dia, nas ocasiões.

Assim, para quem quiser saber, passo a transcrever o meu comentário aos comentários dos Amigos que o provaram ser.

“A todos os meus queridos amigos, bem como todos os que se dignaram comentar o meu texto e até votar em mim, umas poucas palavras.

Em primeiro lugar, gostaria de vos agradecer do fundo do coração pelo simpático gesto. Depois dizer-vos que não tenho a mínima esperança de vir a ganhar seja o que for, apesar de confessar a minha profunda paixão pelo assunto. Sei que poderia ter sido enóloga, mas no tempo em que estudei nem havia Enologia.
Trabalhei cerca de 14 anos na Empresa que produz o Barca Velha, entre muitos outros vinhos fabulosos do Douro, naturalmente mais conhecida pelos vinhos generosos que produz, os afamados do Porto.

Contrariamente ao que diz a amiga Mariz, há actualmente muitas mulheres enólogas à frente da direcção técnica de muitas Empresas Vitivinícolas, muitas mesmo.
O vinho não tem que ser um assunto masculino, bem pelo contrário. Os melhores vinhos, mesmo que ainda maioritariamente vinificados por homens, são colhidos grandemente por mulheres, são aveludados, macios, doces, encorpados, redondos, cheios, aromatizados cheios de múltiplos perfumes "bouquets", são portanto… muito femininos…muito mesmo!!!

Um provador/a é alguém que bebe pouco e prova muito, que começa a provar pelas onze da manhã, hora em que as papilas gustativas estão mais limpas, e o mesmo tem que obrigatoriamente cuspir o vinho, isto após o fazer rodar bem na boca e inalar simultaneamente algum ar para que se abram todos os paladares.
Isto muito resumidamente, a prova de um vinho envolve muito mais. É uma coisa linda. Talvez um dia eu possa escrever um texto com mais detalhes.
Claro que tem a parte laboratorial, a selecção das castas, as misturas das mesmas, a vinificação propriamente dita, tudo tem que ser minuciosamente cuidado para se fazer um grande vinho, por isso os enólogos são engenheiros, pelo menos já há mais de vinte anos.
Acho que já me entusiasmei e fui longe demais, espero não vos ter dado uma imagem de pretensiosismo da minha parte, é mesmo só o amor que me faz falar.

Resumindo, muito obrigada por esta oportunidade, por também ter percebido afinal quem é que me apoia quando é preciso, quem são os verdadeiros amigos e quem sabe eu ganhe o gosto e volte a concorrer, mesmo só pelo prazer de ver mais um texto meu aqui publicado.

Parabéns ao Blogue que teve esta brilhante ideia e especialmente à amiga Helena que tem sido incansável e muito querida.

Parabéns a todos os que estão a concurso, que vença o melhor e não o que tem mais amigos.
Abraços a todos,
Fernanda Ferreira (Ná)
24 de Setembro de 2009 12:35 "

Fernanda Ferreira

A vida em cinco garrafas

O desenrolar da vida de uma pessoa visto através do tipo de garrafa que utiliza em cada fase.

Justiça. O que se passa com ela?

Transcrição do início de artigo do Jornal de Notícias. O título do artigo serve de link para se ver todo ele.

Apanhada outra vez a conduzir sem carta

JN. 090924. 00h30m

A PSP de Coimbra deteve ontem, pela 38.ª vez, uma mulher de 48 anos por conduzir sem carta. A antiga feirante tinha sido condenada a um ano de prisão no dia 10 deste mês por ser reincidente neste tipo de infracção. (...)

NOTA: dispensa comentário.

"O alfacinha e os gambozinos" (história curtinha com uma pitada de ironia)

Preâmbulo: Último poste

Sendo este, por razões de natureza pessoal, o meu último poste a ser publicado neste blogue, a todos os que ficam quero agradecer o acolhimento que me foi dispensado e ao mesmo tempo desejar as maiores felicidades , com tudo de bom no vosso caminho.

Para todos um abraço amigo!
Vitor Chuva

24-09-2009


O Abílio, alfacinha de gema, até era bom camarada, amigo do seu amigo, brincalhão e bem disposto, com o único senão de que tinha com ele o desagradável e irritante tique de se achar superior: sabia sempre tudo e de tudo, e sempre mais que todos os outros, principalmente em relação àqueles colegas vindos da província, sobretudo da aldeia, menos familiarizados com as coisas citadinas - um pouco como peixe fora de água durante os primeiros tempos. Mas, pensando ele que sabia muito, afinal não sabia assim tanto com julgava: Um belo dia, dois colegas começaram a contar-lhe histórias, que diziam ter vivido, relacionadas com animais muito raros, uma espécie de ave, absolutamente deslumbrantes, mas igualmente muito esquivos e difíceis de apanhar, e a quem lá na aldeia chamavam de gambozinos. O Abílio, era todo ele ouvidos, deliciado com o que ouvia, e quis saber mais. “ Normalmente vivem nas florestas ou nas matas, e só à noite é possível caçá-los, e ainda assim só com muito jeito e paciência: tem que se arranjar um grupo de pelo menos três pessoas; dois fazem de batedores e o terceiro fica parado, escondido, de saco na mão, à espera que eles lá entrem e fiquem presos”, assim lhe foram contando os dois amigos.” “E aqui pertinho, na mata do Alfeite também os há; ainda há não muito tempo lá foram apanhados alguns - e mesmo lindos, pelo que ouvi dizer!”, assim continuou a conversa, perante o crescente entusiasmo do Abílio.
E depois do jantar, já com o sol a pôr-se, lá foram os três para o interior da mata da Base do Alfeite. O Abílio, por não ter experiência naquelas andanças, foi deixado a tomar conta do saco, enquanto os outros dois, armados com paus de batedor, lhe recomendaram que dali não saísse por razão alguma, e se mantivesse quietinho; eles ficavam com o trabalho de enxotar os animais até lá; era só uma questão de ele esperar algum tempo e os gambozinos haviam de entrar no saco.
De volta ao navio, a noite tinha-se fechado, e o remorso que sentiam fez com que tivessem pena do Abílio, ainda lá no seu posto, no meio da mata agora envolta pela escuridão, e sozinho. Habituado às luzes da cidade, nunca sairia de lá - e decidiram ir buscá-lo e, quem sabe, pensaram então eles, se ele não teria mesmo conseguido apanhar um gambozino …

Vitor Chuva

24-09-2009

23/09/2009

FALSA DEMOCRACIA!

Imagem da net


Amofinam-se-me os sentidos
Quando sinto que é de gritos
Esta falsa Democracia,
Resta ao povo sapiência
Para agir com clareza
Pondo fim à hipocrisia.

Amofinam-se-me os sentidos
Quando vejo os Senhores vestidos
De tão estranha simpatia,
E com acordes de esperança
Fala-se de labor e bonança
Com enganosa maestria.

Amofinam-se-me os sentidos
Sempre que por fim a vitória
Gera aplausos e sorrisos,
Mas inglória está a história
Dos Senhores que sem memória
Esquecem sim o prometido!


Ana Martins
Escrito a 23 de Setembro de 2009


O que é a Gota...


Hoje ao ler um comentário de uma nossa colega, fiquei a pensar nesta doença e quão pouco sabia dela.
Depois de alguma pesquisa encontrei algumas respostas, o Google é muito nosso amigo.

Primeiro e em termos muito gerais, descobri que Gota é uma doença caracterizada pela elevação de ácido úrico no sangue e que se desenvolve pela ausência congénita de um mecanismo enzimático que excreta ácido úrico pelos rins. Não havendo eliminação adequada, aumenta naturalmente a concentração no sangue.

Há outras razões para se sofrer de gota, mas nenhuma delas se prende com o facto da pessoa em questão beber ou ter bebido álcool, como erradamente muita gente associa.

Recomenda-se uma dieta onde se restringe a ingestão de bebidas alcoólicas e se evite o jejum prolongado.
O controlo ideal da dieta deve ser feito com nutricionista. Alguns pacientes conseguem controlar o ácido úrico somente com dieta. Certamente, o defeito enzimático é menor. O grande segredo da dieta é abandonar os alimentos proibidos e não fazer ingestão excessiva dos alimentos controlados e de bebidas alcoólicas.
O mais imporatnte na dieta é diminuir a ingestão de alimentos ricos em proteínas, tais como carnes vermelhas, frutos do mar, miúdos, embutidos.

Ainda se deve orientar a redução do peso e em caso de crise, indica-se o uso de analgésicos e compressa de gelo local.
É de fundamental importância consultar um médico capacitado para poder fazer o diagnóstico e tratamento adequados.

Para mais informações deixo os links onde fiz as minhas pesquisas e preparei este pequeno texto - ABC da Saúde e Gota
Ainda gostaria de citar o Blogue do amigo João Soares, onde não faltam conselhos sobre saúde e alimentação e onde poderão seguramente encontrar mais sobre este assunto, aqui fica o link - Saúde e Alimentação.

Fernanda Ferreira

FÉRIAS NO ALENTEJO








Este ano as férias tiveram algo de diferente e mais motivador que foi a presença do Tomás Maria. Logo de manhã era o reboliço da primeira mamada seguido dos preparativos para o inicio do dia. Às higienes matinais de todos nós, incluindo as do neto, seguiam-se os pequenos-almoços da ordem, com torradinhas de pão alentejano cheias de manteiga e ou compota acompanhadas de chazinho ou de café com leite, antecedidos normalmente por um iogurte de fruta.

Aproveitávamos estar juntos para fazer o programa do dia que depois era religiosamente cumprido. Começava sempre por um passeio seguido de uma “almoçarada” bem “regadinha”, mas não em excesso. Uns dias eram sardinhas outros umas plumas de porco preto e sempre que possível iniciada por caracóis ou gaspacho.
Nesta altura já o Tomás estava a refilar pois queria a segunda mamada que lhe era dada prontamente para não haver berreiro! Seguia-se a respectiva mudança de fralda para o garoto se manter bem-disposto.

Continuando a “passeata” tiravam-se as fotografias da ordem para a posteridade. Não esquecer que eram as primeiras férias do Tomás!

Depois era o regresso a casa onde ele tinha a terceira refeição e se preparava o banho e demais cuidados com ele, para todos nós podermos ter uma noite sossegada… O que às vezes não acontecia pelas cólicas que o incomodavam criando um desassossego a todos nós na tentativa de acalma-lo. Lembro que a casa é minúscula e qualquer barulhinho é ouvido por todos… Para além de ser motivado pelo mal-estar do neto! A talhe de foice refiro que a minha filha tem uma imensa sorte pois o meu genro tem um jeitão para tratar do Tomás, o que lhe dá um bom descanso!

Seguia-se um jantar ligeiro no alpendre e um “serãosinho” da província às vezes acompanhado de um filme. Acreditem que apesar de tudo acabávamos por nos deitar tarde pois a minha filha aproveitava para dar mais uma mamada entre a meia-noite e a uma da madrugada. Normalmente era essa a hora do nosso recolher para nos retemperar de mais um dia de férias. Como se pode ver tudo girava em volta do Tomás Maria!

Depois de tudo isto tínhamos uma noite normalmente tranquila só interrompida por vezes, como disse anteriormente, pelas cólicas do rapaz que nos punha a todos em alvoroço na tentativa de o voltar a adormecer. Quando isso acontecia era um sarilho para acordar cedo no dia seguinte…

22/09/2009

Bacalhau à Narcisa

Os petiscos na Ná

É um bacalhau às postas, frito, com a particularidade das batatas e cebolas serem fritas no mesmo azeite.
Ingredientes:
4 postas de bacalhau demolhado
650gr. batatas
2 dl azeite
2 cebolas grandes
sal q.b.

Preparação:
Descasque as batatas e as cebolas e corte-as às rodelas.
Escalde o bacalhau em água a ferver durante 5 minutos, escorra-o e seque-o num pano. Frite-o no azeite.
Dê uma fritadela às batatas e cebolas no mesmo azeite.
Leve ao lume a ferver por 5 minutos as cebolas com um pitada de vinagre.

Numa travessa, coloque o bacalhau no centro, sobre este a cebolada e à volta as batatas. Regue com o molho e sirva.
Bom apetite!

Com este bacalhau sugiro um tinto - o Meandro do Douro.



HISTÓRIA

Este bacalhau era servido em Braga num restaurante com o mesmo nome. Em muitos restaurantes do Minho adoptaram-no como sua especialidade. Para que o bacalhau fique mais macio, na véspera da confecção, escalde-o em água a ferver e cubra-o com o azeite e alho partido às rodelas.






Fernanda Ferreira

21/09/2009

Aos Domingos!

Não gosto de sair de casa aos Domingos. Regularmente vou almoçar à minha irmã, ou ela vem cá e assim ficamos na cavaqueira umas boas horas. Outras vezes recebo amigos, mas mais aos Sábados…justamente para ficar só no Domingo.

O Domingo é assim como um dia para mim e para o José, cada um faz as suas coisas, ele gosta de sair um pouco de manhã, isto quando não tem programa de BTT com os colegas, e eu amo os meus longos e relaxantes banhos de imersão, de preguiçar, de fazer um almoço mais especial, tudo com muita calma, sem hora marcada…sem stress.
Ao domingo de manhã falo longamente com o meu filho, o que me faz muito feliz, é como se estivéssemos ali, sentados lado a lado, ele com o braço sobre o meu ombro, como é seu costume e eu deliciada na sua companhia a ouvir todos os seus desabafos e ele os meus.
Assim foi o meu dia ontem, Domingo, o último deste Verão. Pois é ... hoje entrou o Outono e já se sente… :(

Passei algum tempo a ver as minhas fruteiras e as poucas flores que agora restam.




Mais fotos ver aqui.
Fernanda Ferreira

GLOBALIZAÇÃO - POVO CIMEIRO - Pittsburgh antecipou G20 com discurso antiglobalização

No passado sábado na “Cimeira do Povo” discursos como o acesso universal à saúde e o fim das guerras no mundo marcaram os temas aí tratados. Esta cimeira antecede a reunião do G20 que pretende aí debater a reforma dos mercados financeiros.

A maioria dos oradores mostrou-se contrária às acções propostas pelo G20, acusando-o de procurar controlar a economia mundial a favor dos bancos e das empresas multinacionais em prejuízo do cidadão comum. Um deles, Professor da Universidade das Filipinas, disse que o G20 como mecanismo para salvar a globalização está destinado ao fracasso.

O Senador democrata Jim Ferlo, um dos patrocinadores desta cimeira, segundo ele alternativa ao G20, defendeu a necessidade de cuidados universais como um direito humano básico.

Como se vê, estas atitudes começam a proliferar por todo o mundo em especial nas regiões mais afectadas pelos resultados dessa mesma globalização.

Como exemplo refere-se que em Bellaire (Michigan) o realizador Michael Moore apresentou o seu novo documentário que versa um apelo ao derrube do actual sistema económico. “Capitalism: a Love Story” lembra a ganância e a corrupção que tem subvertido a democracia nos EUA, neste caso particular, mas que se tem generalizado pelo mundo fora.

Segundo ele, a situação no Michigan, sua comunidade adoptiva, onde foram fechadas muitas fábricas e aumentou o desemprego em exponencial por via disso é bem o exemplo do mal das teorias defendidas pelo G20, filho dilecto do Clube Bidelberg.

Felizmente, por todo o mundo, estão a aparecer movimentos cívicos sensibilizando as diversas comunidades para os perigos da política de mercado iniciada pela globalização e que tantos prejuízos têm trazido ao comum dos mortais.

Por cá, infelizmente, ainda há (des) governantes que defendem tais políticas ao arrepio do bom senso apresentado nestes movimentos e cidadãos desinformados que os seguem na ganância e corrupção que podem advir dessa globalização desenfreada!

OS EXEMPLOS ESTÃO Á VISTA!!!

20/09/2009

Obras e empreitadas

Este é um alerta para todos aqueles que precisem de contratar empreiteiros.
Contratei um construtor, para uma obra em casa. Assinamos um contrato em 13Dez2008 onde constavam, caderno de encargos, o montante da obra, prazo de conclusão e cláusula de indemnização, no caso de incumprimento.
Embora verbalmente o prazo de conclusão fosse um mês, a data escrita foi 28Fev2009. Nesta data eu pagaria a última prestação do contrato, um quarto da empreitada.
Falhou a primeira, falhou a segunda que seria 10Abr2009.
Em 31Ago2009, aplicando a cláusula compensatória, o empreiteiro além de ter que terminar a obra, já me devia 8500Eur.
Ameacei-o com processo judicial. Desapareceu durante várias semanas.
Entretanto consegui informações sobre a idoneidade e situação do indivíduo. Um desastre.
Diz ele que por falta de recebimento de trabalhos realizados para dois construtores, não tinha dinheiro para terminar atempadamente a minha obra e tinha os funcionários em férias forçadas.
Consegui um acordo verbal, eu pagaria os materiais para a conclusão da obra e ele daria a mão-de-obra. (Claro que abdiquei da compensação)
A obra está em fase final. (Quase dez meses)
O alerta:
- Este indivíduo foi-me indicado por ser irmão de um ex-colega de trabalho.
-Não acreditem em credenciais, procurem os últimos dois clientes e informem-se sobre o comportamentodo construtor. (Os clientes são as melhores fontes)
- Nunca adiantem dinheiro extra-contrato e procurem se possível pagamento só no final.
- Antes de processos judiciais, procurem informações sobre a capacidade económicados visados. Podem estar “esganados” e lá se vai o nosso tempo e mais dinheiro para a justiça.
Se eu tivesse inicialmente seguido isto…

"O meu amor pela dança"

Há cerca de ano e meio atrás , também ali naquela mesma mesa da cozinha, tinha comunicado eu aos meus pais que gostaria de entrar no rancho juvenil lá da aldeia, então ainda em fase de organização e crescimento. Eles, não só concordaram como ficaram contentes com a ideia. Por um lado, o meu pai já fazia parte do grupo de músicos que o acompanhava ( desde que eu me lembre ele sempre tinha estado ligado a orquestras e filarmónicas - a música era a sua predilecção!), por outro, a minha mãe, a exemplo de muitas outras, até se iria sentir “vaidosa” por ter o filhinho mais velho a dançar no rancho lá da terra! E assim lá me juntei ao grupo, para satisfação de ambos, e sobretudo minha.

E, após alguns ensaios começaram as saídas ; umas vezes ali para perto, outras, especialmente no Verão, já para mais longe.
Dia de actuação, era dia da mãe fazer umas brasas para meter dentro do ferro (a electricidade só chegaria mais tarde), passar as calças pretas, engomar a camisa branca, às quais se juntava uma faixa vermelha à cinta, assim se completando o traje do “dançarino”, sem nunca esquecer o cravo vermelho preso no peito da camisa, que ela sempre tinha forma de arranjar, mesmo que tivesse que correr metade da povoação à sua procura.
Com o pai a tocar, e a mãe quase sempre a acompanhar, acabámos por ir juntos a muitos sítios, com muitas horas de agradável convívio pelo meio. Agora, porém, o que eu tinha para lhes comunicar, tinha a certeza, não lhes iria agradar tanto.
“Vou sair do rancho; não quero continuar; já não me apetece lá estar”, foi o que lhes disse de forma muito resumida - que eu também nunca fui muito de dar grandes explicações. “Mas parecia-me que gostavas de lá estar, toda a gente gosta de ti ; porque é que agora querer sair?”, perguntou a minha mãe, com ar triste e desapontado, enquanto o meu pai assistia à conversa.
Eu sabia muito bem porque queria sair, mas não lhes disse, era segredo meu. E também não me sentia nada à vontade para lhes explicar que o responsável por eu querer sair do rancho era, afinal, o ensaiador: Há algum tempo atrás tinha ele decidido arranjar-me um novo par, sem pedir a minha opinião, e eu não tinha gostado nada. Porque, ao fim e ao cabo, tenho que confessar (agora e aqui, é fácil), que a razão porque eu tinha ido para lá nada tinha tido a ver com “amor” p’lo dançar do vira ou da mazurca, ainda que gostasse de o fazer. Tinha ido para lá, isso sim, porque eu e a moça de que gostava tínhamos combinado entrar, e dançarmos juntos; essa sim, tinha sido a razão. E assim aconteceu durante vários meses, para alegria de ambos: com ensaios, actuações, e por vezes longas deslocações , acabávamos por conseguir passar longo tempo juntos. Com a “brilhante” reorganização levada a cabo pelo ensaiador na formação dos pares tudo isso tinha acabado: para mim, continuar lá tinha deixado de ter graça e de fazer sentido - já não estava lá a fazer nada! E a minha entrega à “carreira de dançarino” acabou, desta forma triste, naquele dia.

Vitor Chuva
20-09-2009

Vitor Chuva

Obrigada, meus amigos!!!

No Sempre Jovens fiquei.
Aqui, ninguém envelhece.
Não fiz anos, porque eu sei
Que este Sol que nos aquece
A todos, sem excepção,
Cada hora, cada dia,
Incumbiu-nos da missão
De dar a Carta a Garcia …
Portanto, não temos tempo
De pensarmos na velhice.
Este é o nosso passatempo:
Lutar contra a sacanice.
Obrigada a cada amigo,
Pelos parabéns enviados.
P´ra sempre estarão comigo,
No coração, bem guardados!

Maria Letra

Nota: Apesar da falha de inspiração,
dei o meu melhor neste despre-
tencioso poemazinho.

RECICLAGEM - IMAGENS DE ESTADISTAS FEITAS COM LIXO!

Já conhecia um retrato do Presidente Bush feito com fotografias de militares feridos em operações no Iraque e no Afeganistão como contestação às suas decisões sobre estas guerras!

Agora, em artigo do CM, tive conhecimento que uma artista plástica britânica está a expor retratos de personalidades famosas, como a rainha Isabel II e o presidente norte-americano, Barack Obama, com a particularidade de os mesmos serem construídos com objectos sem valor que são deitados para o lixo.

É a "Reciclagem" no seu melhor! "Comecei a fazer os retratos no último ano da faculdade, usando bijuterias partidas, brinquedos de plástico e outros objectos pequenos", segundo diz Jane que , no momento, participa numa mostra colectiva de arte.

Desta forma dá-se seguimento à Lei de Lavoisier: "Nada se perde, tudo se transforma"!

Vinho tinto e seus benefícios

Vinho tinto impede infecções graves

Substância antioxidante presente em grandes quantidades no vinho mostrou ter mais um bom efeito.

Já se sabia que o vinho tinto contém substâncias antioxidantes que fazem bem à saúde, quando o seu consumo é moderado. Mas os amantes de um bom vinho têm agora mais uma razão para o beber. Uma equipa de investigadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, anunciou ter descoberto que um antioxidante presente em grandes concentrações no vinho tinto ajuda a prevenir infecções capazes de degenerar em septicemias (infecções generalizadas, quase sempre mortais).

Esse antioxidante, o resveratrol, encontra-se sobretudo nas grainhas e na película de casca da uva e existe em quantidades superiores no vinho tinto, em relação ao vinho branco.

A este resveratrol já estavam associados benefícios para a saúde, como a prevenção de coágulos no sangue ou o combate ao cancro. O rótulo de agente anti-septicemia vem agora juntar-se ao rol das suas qualidades.

Os cientistas estudaram estes efeitos em ratinhos que, tratados com resveratrol, não desenvolveram infecções idênticas à septicemia dos humanos, apesar de expostos a essa possibilidade. Os animais que não receberam o tratamento com aquele antioxidante não tiveram tanta sorte. Os cientistas dizem que esta substância impede a formação de duas enzimas que têm um papel essencial no aparecimento de inflamações graves.

Extraído do blogue Saúde e Alimentação

Parabéns à nossa amiga Mizita!


Versos não sei fazer.
Conselhos não sei dar.
Contudo, muitas felicidades
Quero aqui desejar.

Parabéns amiga, que tenhas um dia muito feliz!

19/09/2009

BUSSOLA ELEITORAL - Teste

Experimentem este teste para se aperceberem qual a vossa posição em relação às diversas políticas partidárias existentes.

http://www.bussolaeleitoral.pt/

UM FIM-DE-SEMANA DIFERENTE!






Sábado, 12 de Setembro de 2009, eram 09h00 quando nos encontramos, a minha mulher e eu, com os nossos amigos para passarmos um fim-de-semana no Portugal Profundo!

Eles têm uma casinha toda em pedra em Tarrastal que apelidam de “refúgio de montanha”, com a humildade que lhes é conhecida, tendo sido para aí que partimos em simpático convívio.

Na primeira parte do percurso, na A1,como íamos distraídos em “alegre cavaqueira”, nem demos pela saída de Pombal o que nos obrigou a alterar o itinerário inicialmente previsto. Esse seria: Pombal – Penela - Miranda do Corvo – Lousã – Góis.

Assim, acabámos por seguir, em alternativa, por Condeixa – Miranda do Corvo – Lousã – Gois, perdendo-se a passagem por Penela que, no dizer dos nossos amigos, seria o começo de se conhecer o Portugal Profundo de que tanto se gosta de falar mas que, por outro lado, é tão pouco conhecido e apreciado.

Chegados a Gois fomos visitar a Praia fluvial e esplanada junto ao rio que banha a Vila que apreciamos. Tiradas as fotografias da praxe seguimos para o restaurante “Tranca na Barriga” de que, desde já, fazemos a sua propaganda pela forma como fomos recebidos, tanto pela qualidade da sua cozinha regional bem como pelo serviço apresentado. Depois de uma sopa de legumes da sua horta veio o prato bem apaladado de borrego acompanhado de batatas também da horta e castanhas cozidas. A finalizar uma tigelada à maneira da região! Tudo uma maravilha, podem crer!

De seguida partimos para o dito “refúgio” no Tarrastal, que afinal era uma linda casinha numa encosta com uma linda vista. Os habitantes deste lugar têm tido o cuidado de reconstruir as suas casas de forma a preservar o tipo de construção aí existente pelo que nos julgamos em épocas passadas, no tal Portugal Profundo!

Descarregadas as malas, seguimos a visitar outros lugares próximos – Cabreira, Cadafaz e Colmeal – tendo-se verificado que neles fora mantida a traça das casas tal como já referimos atrás.

Todos estes lugares estão situados em zonas privilegiadas na serra pelo que apresentam paisagens lindíssimas. Pena que as suas casas sejam segundas habitações de pessoas não da região ou de imigrantes que aí passam as suas férias ou fins-de-semana.

Assim, infelizmente, fora desses períodos são lugares desertos. Seria óptimo que pudessem ser acarinhados pelas instâncias turísticas pois mesmo no inverno são lugares de molde a serem acarinhados pelas suas condições e belezas naturais.

À noite fomos a Gois onde jantámos e, de seguida, visitamos a Igreja Matriz onde existe o túmulo do Conde de Sortelha considerado, pelas suas características, como Património Universal.

Regressados a casa ainda tivemos oportunidade de fazer um pequeno “serão da província” bem agradável, onde relembramos momentos passados por nós vividos!

Com imagens que não esqueceremos jamais, fomo-nos deitar para descansar deste dia bem preenchido mas não sofrido, antes pelo contrário, pois foi muito agradável tudo quanto vimos!

Pelas 10h00 do dia seguinte alvorada! Preparativos para mais um dia de visitas à região. Lá fomos à “Tranca da Barriga” onde tínhamos encomendado o almoço que era mais um prato típico da região, bacalhau às lascas entremeado com penca e batatas cozidas em tacho de barro com azeite que é levado ao forno. Uma pequena maravilha!

Após tudo arrumadinho fomos serra acima a pé, para “esmoer”, onde visitamos a Capela de Santa Luzia, local de peregrinações das gentes locais e onde se faz uma pequena romaria. A vista daí é soberba e mereceu o esforço havido para lá chegar!

Ao cair da tarde voltámos a casa e preparamos o regresso à cidade… pois na segunda-feira era dia de trabalho.

Como disse foi um Fim-de-Semana diferente, que muito temos a agradecer ao casal Begonha que tudo fez para nos encantar! E conseguiram!

Retrovisor. Como o alinhar

Na sequência do post anterior, este mostra como se deve alinhar o retrovisor a fim de se conduzir com mais segurança para se chegar bem ao fim de cada viagem.
Devemos ser prudentes, em benefício de nós próprios, dos nossos companheiros e dos outros utentes da estrada.

video

Tenha uma boa viagem

Excesso de velocidade ou velocidade excessiva?

Segurança rodoviária. Velocidade excessiva

Há dias morreram sete jovens estudantes num acidente, o que é de lamentar, e seria mesmo que apenas houvesse um falecimento. Mas a quantidade é chocante. Disseram-me que um polícia disse que o acidente foi causado por excesso de velocidade, o que merece muita reflexão.

Quanto a velocidade há dois conceitos a analisar – o excesso de velocidade e a velocidade excessiva -, mas a polícia apenas olha para um, o primeiro. É lógico porque esse refere-se à velocidade superior à estabelecida pela lei ou pelo sinal, mesmo que este e aquela estejam desajustados com a realidade local. Mas, sem dúvida, que a autoridade se deve reger por ela, e exercer a sua autoridade repressiva em relação aos abusos, embora deva chamar a atenção dos «responsáveis» pela sinalética para erros grosseiros que a descredibilizam e tornam ineficaz.

O excesso de velocidade, só por si não é causa de acidente
. Ir além da velocidade excessiva, aquela que representa o limite além do qual o condutor deixa de controlar eficazmente o veículo, esse é que é causa de acidente, mas o verdadeiro culpado é o condutor.


Na verdade, só há duas causas de acidente: falha mecânica do carro ou erro do condutor. Este deve, em cada momento, manter o carro sob controlo total, respeitando os outros utentes da estrada e tendo em atenção as condições do piso, do traçado, dos obstáculos, das condições atmosféricas e tudo o que possa afectar a segurança, inclusivamente os cuidados de manutenção do carro.

Quanto ao conceito de velocidade excessiva, ela é muito relativa: um campeão se fórmula 1, com o seu bólide, pode em alguns troços de auto-estrada, atingir mais de 300Km/h com segurança, mas não se arriscará a tal com um carro normal, e um condutor inexperiente não deve arriscar passar dos 120 e, mesmo nessa velocidade, deve ter muita atenção para poder reagir adequadamente a qualquer dificuldade inopinada.

Portanto, não é a velocidade que causa acidente, porque ela já é consequência da imprudência e imperícia do condutor. A velocidade apenas torna muito mais graves as consequências do acidente. Bater a 30 é muito diferente de bater a 100, e a opção cabe ao condutor.

A propósito de sinais, a imagem mostra um sinal em via urbana de 30 Km/h, num local sem atravessamento de peões (há corrente ao longo do passeio), nem cruzamentos, onde se pode circular com segurança a 60. E os «responsáveis» pelo trânsito têm essa percepção porque 200m mais à frente têm outro sinal de 30. Porquê? O primeiro não é para respeitar? Mas o segundo também não tem justificação, porque, embora esteja perto de uma passagem de peões com semáforo, quando este está verde para o automobilista, não se justifica que este seja obrigado a circular a menos de 30. Este caso pode verificar-se na Avenida 25 de Abril, perto do seu início.

A. João Soares

Melhoramentos Eleitorais...

Creio que neste tempo não há ninguém que fique indiferente às eleições. Eu sou um daqueles que apoia a existência de eleições todos os anos.
Passo a justificar a minha teoria.

Habito desde 1991 em Campos, uma das freguesias de V.N. Cerveira. Há cerca de quatro anos iniciaram na rua onde habito a instalação das condutas de saneamento. Depois de estar quase dezoito meses a comer com a poeirada no Verão e lama no Inverno, dos restos da terra que ficaram da abertura do asfalto para a colocação dos canos, lá colocaram um novo piso betuminoso.
Claro que a estrada ficou mais estreita dificultando por vezes a passagem lateral de dois veículos.

Em Abril deste ano (2009), os serviços camarários disseram-me que poderia requisitar a ligação do saneamento, fiz o pedido e quando fui pagar, afinal já não o podia fazer, porque faltava uma bomba elevatória nesta zona.
Em Junho escrevi à Câmara solicitando informação sobre o estado da minha situação. Nos finais de Agosto, na falta de resposta dos serviços, dirigi-me pessoalmente ao departamento respectivo (confesso que pensava armar confusão).
Fiquei pasmado, fui gentilmente informado que o pedido estava para despacho, que poderia de imediato fazer o pagamento da taxa de ligação e proceder desde logo à ligação à rede.
Mais… desde há duas semanas, as obras na rua recomeçaram. Já fizeram muros de suporte para terras nos dois lados da via, em quase todo comprimento da estrada, vão alargar o asfaltado, irão fazer condutas para as águas pluviais. Muito melhor do que esperava. Mas muito mesmo!!! Obrigado.

Tinha intenção de escrever no boletim de voto eleitoral uma chamada de atenção à situação das obras nesta rua, assim fiquei desarmado.
Claro que isto não tem nada a ver com eleições!!! Nada mesmo!!!
Neste país de velocidades, onde há Internet a 200Mg, fibra óptica, TGV em breve, TV de HD por satélite e cabo, também temos fossas na maioria da província, falta de água e electricidade em algumas regiões. Claro que as eleições embora nada tenham a ver com estes melhoramentos são bem-vindas. Só que são de quatro em quatro anos ...é muito tempo!!!
Por isto é que sou adepto de “Eleições todos os anos”.
jfassim.

18/09/2009

Arroz de Salmão com Gambas e Delícias do mar...

Os petiscos da Ná

Para duas pessoas
Ingredientes:
250 gramas de salmão em filete grosso
6 gambas
6 palitos de delícias do mar
1 cebola
3 dentes de alho
1 tomate maduríssimo
2 mãos cheias se arroz
Água, sal (pouquinho)e picante a gosto.
Azeite
Preparação:
Num tacho com o azeite deixe aloirar a cebola e os alhos
Junte o tomate e deixe refogar só uns segundos
Adicione a água, duas chávenas almoçadeiras cheias.
Quando levantar fervura junte o salmão em cubos grossos
Cinco minutos depois junte o arroz bem lavado
15 minutos após ter levando a fervura, o arroz deve estar quase cozido
Adicione agora as gambas e as delícias em cubinhos
Mais 5 minutos e está pronto.
Bom apetite!
Sugiro que acompanhe com um Herdade do Esporão Branco.
Fernanda Ferreira

Alterações climáticas. Hora de acordar

É surpreendente, pessoas do mundo todo já inscreveram 1000 eventos em 88 países para a "Hora de Acordar" na próxima segunda-feira!

Mil eventos é um número impressionante, mas levar centenas de milhares de pessoas às ruas -- será mais incrível ainda. Esta mobilização, em uma escala inédita, terá uma forte repercussão nos meios de comunicação e para os nossos governantes, deixando claro que exigimos deles um compromisso sério com o clima.

NOTA: Devido a ser um post muito extenso não se publica todo aqui. Convidam-se os leitores amigos a lerem tudo aqui.

Elvira Fortunato cientista de micro-electrónica

Agradeço ao Amigo Fernando Rezende o envio de textos e pistas para um tema altamente honroso para Portugal e para os portugueses. Trata-se da cientista Elvira Fortunato, dedicada à tecnologia de ponta, premiada pelo European Research Council com 2,5 milhões de euros e considerada uma das melhores cientistas do mundo na área das nanotecnologias.
A importância destes tema não se compadece com um curto resumo e, por isso, deixo aos interessados pistas para serem melhor esclarecidos e partilharem o meu agrado por termos uma compatriota de tal gabarito internacional e que deve servir de estímulo e desafio para os jovens estudantes. Um exemplo brilhante.
Eis alguns links:

Para pesquisa no Google: http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&source=hp&q=ELVIRA++FORTUNATO&btnG=Pesquisa+do+Google&meta=&aq=null&oq=

Elvira Fortunato, cientista portuguesa de micro-electrónica, uma das melhores do mundo

Inovação Mundial – Universidade Nova produz primeiros transístores com papel

A cientista que ganhou 2,5 milhões de euros do European Research Council

Dispositivos podem ser aplicados em superfícies de papel, vidro, cerâmica, metal ou plástico.

17/09/2009

"O doce sabor da vingança". (história curtinha, com uma pitada de ironia)

Sabendo muitíssimo bem que eu me tinha esquecido do passe em casa, ainda assim obrigou-me ele a comprar um novo bilhete, e eu fiquei danado: “Deixa estar, meu grande sacaninha, que ainda hás-de pagar-me por isto! “ Dias mais tarde, ao subir para a carruagem, avistei-o lá ao fundo e decidi comportar-me como se dele me quisesse esconder - iria ser aquele o dia do ajuste de contas, decidi eu, naquele instante! De propósito, ele esperou até ao momento em que o comboio já estava a entrar na estação, só depois se dirigindo a mim, na altura já à beira da porta, como se estivesse com pressa para sair. Com um mal disfarçado sorriso de gozo, pediu-me então o bilhete; eu fingi-me atrapalhado, apanhado em falta, à procura em todos os bolsos … sem o encontrar. No final desta curta encenação lá consegui, finalmente, “descobrir” onde estava o passe. Então, com ar muito respeitador, coloquei-lho mesmo em frente dos olhos, para que ele o pudesse ver bem: Ele olhou para ele, depois para mim, e o desapontamento, a roçar a frustração, não o conseguia ele esconder. Eu, pelo meu lado, mal conseguia disfarçar a satisfação que naquele momento sentia, estava a rir por dentro; o ajuste de contas estava consumado … e soube tão bem!
Vitor Chuva
17-09-2009

TATOO NORUEGUÊS - vida militar

http://www.youtube.com/watch?v=7gS7iq3S1ME

16/09/2009

A saúde perante as alterações climáticas

Como este blogue se dedica também a cuidados com a saúde, não podia deixar de transcrever o artigo que enfatiza os efeitos doa desgastes do ambiente nas alterações do clima e, na sequência, na saúde, já publicado em Saúde e Alimentação.

Líderes dos médicos defendem que “o que é bom para o clima é bom para a saúde”
Público. 15.09.2009

Copenhaga também vai ter impacto na forma como o mundo vai viver as doenças

O mundo vai enfrentar um “catástrofe global de saúde” se os governos falharem num acordo de um corte profundo nas emissões de gases com o efeito de estufa, durante o encontro das Nações Unidas em Copenhaga, em Dezembro, disseram dois médicos de ponta. “O que é bom para o clima é bom para a saúde”, adianta um editorial publicado hoje no British Medical Journal da Lancet.

Um forte acordo das 190 nações em Copenhaga para diminuir as emissões ajudaria a evitar ondas de calor, inundações e a desertificação, que iria interromper o fornecimento de águas e causar má nutrição e doenças, especialmente nos países em desenvolvimento.

“Uma falha para o acordo de uma redução radical das emissões vai enviar o mundo para uma catástrofe da saúde”, escreveu Michael Jay, que preside à instituição de caridade Merlin e Michael Marmot, director do Instituto Internacional para a Sociedade e Saúde. “As medidas necessárias para o combate às alterações climáticas coincidem com as que são necessárias para assegurar uma população mais saudável e reduzir o custo dos serviços de saúde. Uma economia de baixo consumo de carbono significa menos poluição”, disse o editorial. “Uma dieta baixa em carbono (especialmente comendo menos carne) e mais exercício vai traduzir-se em menos cancro, obesidade, diabetes e doenças do coração. Oportunidades, seguramente, não custo”, escreveram.

Separadamente, um grupo de presidentes de universidades das academias de médicos de nações que incluem os Estados Unidos, Austrália, Hong Kong, Canadá, Tailândia, Inglaterra, Nigéria pediu aos médicos para exigirem mais acção por parte dos governos.

O grupo também evidenciou que os impactos na saúde podiam ser “catastróficos” e apontou, numa carta enviada a duas revistas médicas, que um relatório em Maio concluiu que as alterações climáticas eram a maior ameaça à saúde do século XXI. “Enquanto os mais pobres no mundo vão ser os primeiros a serem afectados, ninguém vai ser poupado”, escreveram. “Os médicos continuam a ser vistos com respeito e independência, têm uma grande confiança entre os seus doentes e nas sociedades onde fazem a sua prática. Como líderes dos médicos em vários países, pedimos aos médicos que exijam que os políticos ouçam os factos claros que foram identificados em relação às alterações climáticas e ajam agora”, disse o grupo.

Talvez um adeus

Amigas/os, no ano passado exactamente por esta altura, estava em Monte Gordo-Algarve, e que bem que se lá estava… tempo bom, os bons petiscos do restaurante Barriga Cheia, boas instalações...maravilha!

Há anos que vou uma ou duas vezes por ano ao Algarve, sempre fora da confusão e a preços inacreditáveis porque o José foi bancário. Época baixa é para aproveitar.
Este ano não fui, um dia dir-vos-ei porquê…e tenho andado angustiada pelas razões que nos impediram de o fazer…mas…sem mais palavras.


Ontem fui à minha praia aqui no Norte, dei só uma pequena volta, a maré estava muito vaza e a água muito gelada.
Sentei-me então na areia, abraçando as pernas, coloquei a cabeça sobre os joelhos e fiquei assim a mirar o mar, bem no horizonte, tudo ao meu redor, como que a dizer adeus. Que pensamentos, sentimentos me trouxeram aquele momento só eu sei.

Deixo-vos o link da canção que ontem cantava em mim, Sei de Cor e a última quadra que também sei de cor.

"Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar"



Tocando o céu


A saúde depende da força psíquica, da vontade e determinação. Mesmo sem braços pode-se praticar desporto, conduzir carro e pilotar avião.
Já há tempos, vi um post referente a uma mãe sem braços que fazia a vida da casa e tratava de um bébé, com natural desvelo e eficiência.
São casos que merecem ser apontados como exemplo, que se colocam em campos opostos aos de pessoas derrotistas e choramingas.

Nos posts de que vou deixar links refiro António Neves que muito admiro e que não deixarei de citar sempre que julgar oportuno .
Mais um caso exemplar, A modéstia potencia o valor das pesoas, Um deficiente vencedor e Um homem de muito valor.

Recebido por e-mail de Carlos Pires da Costa a quem agradeço a gentileza de contribuir para a eficiência deste espaço de interesse público.
Transcrição do blogue Saúde e Alimentação

15/09/2009

OBAMA - A PROPÓSITO DE FALAR VERDADE!


O que disse o Presidente Obama aos alunos da América

“Neste particular o que é verdade para os USA também é para Portugal.”

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.

É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.