10/09/2009

Furo no barco



Um operário cuidadoso e consciencioso e um proprietário que soube reconhecer uma boa acção.
Os nossos eleitos deviam ser seguidores da mesma ética deste operário. Mas, infelizmente, eles consideram que a ética nada tem a ver com a política e vice-versa. Um confessou e os outros não o criticaram por isso. Todos estão de acordo!!!

6 comentários:

Luis disse...

Caro João,
Por cá julgo que seria assim:
1. No caso do operário ter consertado o barco o dono não diria nada e até não agradeceria.
2. No caso dele não consertar o barco o dono reclamaria e responsabilizá-lo-ia do acidente havido alegando incúria do operário.
Já não temos cultura ética que tivemos noutros tempos!!!!
Um abraço.

A. João Soares disse...

Amigo Luís,
Tens razão, mas não devemos cruzar is braços. Estamos aqui, em missão de serviço público contribuindo para elevar o civismo e o sentido de ética dos portugueses e de quem nos visitar em outras partes do mundo. A humanidade precisa do esforço de cada um.
Constatar que está mal, fazer um diagnóstico, é útil, mas apenas a primeira parte, porque logicamente, devemos logo iniciar a terapia que considerarmos adequada para ultrapassar o que está menos correcto.
Apontar este exemplo do buraco do barco é um contributo para essa terapia.

Abraço
João

Fernanda disse...

Caro amigo João,

O Mundo seria um lugar maravilhoso se todos fossem como este operário, consciencioso e honesto.

Beijinho

Luis disse...

Queridos Amigos,
Concordo convosco. Todos nós deveríamos ser como o operário do post, conscensiosos do nosso trabalho. Assim deveria ser mas, infelizmente, hoje em dia isso não acontece com a frequência que devia acontecer!!!!
Um abraço amigo.

A. João Soares disse...

Caro Luís e Ná,

Há poucos exemplos de tal trabalho honesto. Mas é objectivo do Sempre Jovens estimular as pessoas no sentido de passar a haver mais. A blogosfera tem nisso um papel muito importante e, felizmente, há blogues que levam esse papel muito a sério.

Precisamos de não esmorecer e de continuar a ser um estímulo para o que há de bom na mente e no coração das pessoas de bem.

Abraços
João

Vitor Chuva disse...

Caro João Soares!

O que me ocorre dizer sobre esta história, que eu classificaria de pedagógica,e que nela encerra uma moral, é que os persongens nela intervenientes serão, porventura, cada vez uma espécie em vias de extinção nos dias que correm. E, já agora, queria sublinhar que a utilização do sujeito no plural foi intencional...

Um abraço.

Vitor Chuva