30/07/2009

O verdadeiro forreta!!!

Numa véspera de Natal, o António pensou que seria simpático comprar uma pequena lembrança para a sua esposa.

Sempre com o dinheiro contado, ele pensou muito sobre o presente que lhe poderia dar.

Indeciso, ele entra numa perfumaria e pergunta à menina, “O que pensa se eu lhe oferecer um perfume?”. Ela imediatamente mostrou-lhe um frasco que custava 125€.

“Demasiado caro” respondeu ele baixinho.

A jovem voltou então com um frasco mais pequeno que custava 50€. “Oh, ainda demasiado caro” resmungou o António.

Começando a ficar aborrecida, a vendedora trouxe-lhe então um frasquinho mínimo que custava 10€ e passou-lho para as mãos.

O António ficou deveras agitado e disse, “está a ver… o que eu quero, lamentou-se ele, é ver algo realmente barato, vulgar”.

Então a empregada passou-lhe para as mãos um espelho.

Fernanda Ferreira

8 comentários:

A. João Soares disse...

Querida Ná,

Como quem diz: se quer barato, vulgar veja-se aí. Faz lembrar uma pequena história:

Uma polícia loira manda parar uma condutora loira que tinha pisado o risco.
- Mostre a sua carta de condução
A loira procurou e não encontrou nada que lhe parecesse uma carta. A polícia disse que é uma coisa pequena assim e com os dedos indicou o tamanho da carta.
A loira encontrou um pequeno rectângulo e, distraidamente, deu à Polícia um espelho. A loira polícia ao olhar para a «carta» exclamou:
- Também é colega!Podia ter logo dito escusávamos de perder tanto tempo.

O espelho é uma armadilha, por vezes útil!

Beijos
João

Fernanda disse...

Amigo João,
Ainda bem que hoje estamos bem humorados, isto das histórias são como as cerejas...
A sua também está muito boa...ahahahah!

Falta-nos o nosso Luís, que foi lá para a sua casinha no Alentejo descansar das suas fadigas e pelos vistos não tem, como eu, Laptop.

Beijos

A. João Soares disse...

Querida Ná,

Para suprir as faltas do Luís e de eventuais veraneantes é que estou a publicar mais, a fim de manter um ritmo activo, embora um pouco menos. E como estamos em época de veraneio estou a aligeirar os temas!!!

Beijos e bons momentos de praia
João

Fernanda disse...

Amigo João,

Vamos fazendo o melhor. Estive em vários Blogues amigos e todos se queixam do mesmo.

Acabei de publicar mais um dos meus, Da casa do Rau, espero que goste.
beijinhos

Ferreiras disse...

Esse sim é o verdadeiro forreta!
Não tenho ideia da anedota, tem piada.

Beijo
J.Ferreira

Maria Letra disse...

Amigos,
Vou ver se contribuo com uma anedota também eu.
Um trabalhador esperava a carreira para regressar a casa depois dum dia de fatigante trabalho.
Passa pela paragem um amigo, na sua motorizada e, quando o vê, afrouxa a marcha e pergunta:
- Queres uma boleia, meu?
- Agradeço, respondeu o amigo.
Com a motorizada a grande velocidade, o seu condutor apercebe-se que o amigo, sempre que faziam uma curva dizia:
- Piu!
Surpreendido, pergunta-lhe:
- Ó meu, porque é que sempre que sempre que eu faço uma curva, tu dizes "Piu"?
- Ó meu, vai-te lixar, que o meu pai morreu num desastre, numa curva e nem "piu" disse.
Esta foi a melhor anedota que pude arranjar.
Boa noite e um beijinho.
Maria Letra

Fernanda disse...

Boa Mizita...
O desgraçado nunca mais se esqueceu, "Piu", não fosse o Diabo tecê-las.

Mas essa da moto, fez-me lembrar outra, exactamente, isto é como comer as cerejas.

Um dia dois amigos foram dar um giro de moto. A dada altura, embalados pelo entusiasmo excederam a velocidade e tiveram um acidente.

Ribanceira abaixo, mais tombo e algumas fracturas, muito ruído e confusão, até que de repente ficou tudo em silêncio absoluto...
foi então que passados alguns minutos se ouviu uma vozinha lá no fundo que perguntava 'O Manel, estás vivo?', ao que o Zé respondeu 'não estou morto', diz então o Manel 'Se estás morto como podes estar a falar?' e o Zé respondeu 'Porque ainda estou quente....'

Beijo

Maria Letra disse...

Boa! Eu pensei que ia contar a do amigo que ia na parte de trás da mota e que, não suportando o frio, pediu ao amigo para parar e virou o blazer de trás para a frente, afim de proteger o peito do vento frio.
Partiram, o amigo continua a conversar com ele e, às tantas, vendo que o amigo não responde, olha para trás e apercebe-se que ele deve ter caído.
Volta para trás e, eis senão quando ..., vê um ajuntamento de gentinha daquele lugarejo. Receando ser o amigo, aproxima-se e vê que o seu querido amigo está morto. Os curiosos que o viram caír no chão, pensando que ele tinha torcido a cabeça quando caíu, tanto fizeram para virá-la ao contrário que mataram o infeliz.
Esta aqui é um tanto sádica!
Beijinhos.
Maria Letra