20/07/2009

Se não forem eles, sejamos nós a fazer a diferença.


Queridos amigos e leitores, por achar muito pertinente este tema, embora já aqui tenha sido abordado, há algum tempo, pela amiga Ana Martins e de uma forma exaustiva, trago-o de novo, desta vez de uma forma mais leve mas não menos incisiva.
Esta é a primeira que publico aqui, um texto de uma recém feita amiga de outro Blogue, que está empenhadíssima nas causas ambientais.

Introduzidos nos anos 70, os sacos de plásticos depressa se tornaram muito populares, especialmente através da sua distribuição gratuita nos supermercados e outras lojas.
São também uma das formas mais comuns de acondicionamento dos resíduos doméstico e, através da sua decoração com os símbolos das marcas, constituem uma forma barata de publicidade para as lojas que os distribuem.

Os sacos de plástico não são formas de transporte inócuas para o ambiente pelo elevado número de sacos produzidos e a natureza não biodegradável do plástico com que são produzidos. Além disso, a produção do polietileno faz-se a partir de combustíveis fósseis e acarreta a emissão de gases poluentes.

Calcula-se que cerca de 90% dos sacos de plástico acabam a sua vida em lixeiras/aterros, ou como resíduos ou como contentores de resíduos.
Em Portugal a Quercus concluiu que dos supermercados que distribuem gratuitamente os sacos plásticos, 95% dos clientes saíam a carregar sacos novos e apenas cinco por cento traziam reutilizáveis. Já entre os clientes de supermercados que cobram pelos sacos, a proporção é de 51% e 49%, respectivamente.

O Ministério do Ambiente chegou a sugerir, em 2007, uma taxa de cinco cêntimos sobre cada saco. Mas o Governo recuou e pôs na gaveta uma proposta de decreto-lei que já estava elaborada.

LEVA O TEU SACO REUTILIZÁVEL ÀS COMPRAS….VAIS SENTIR-TE MELHOR!
Publicada por cila.

Texto publicado no Blogue da amiga Manuela Araújo Sustentabilidade não é palavra é acção, do qual ainda trouxe uma definição de sustentabilidade que acho importante divulgar:

Desenvolvimento Sustentável é o desenvolvimento que permite a uma sociedade ou ecossistema satisfazer as suas necessidades sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras satisfazerem as suas.
Fernanda Ferreira

7 comentários:

Luis disse...

Amiga NÁ,
Há já algum tempo que só uso sacos reutilizáveis por todas as razões e mais uma. São amigos do ambiente e da carteira...Seria bom que toda a gente fizesse o mesmo para nosso bem e menos lixo. Cada saco de plástico demora 500 anos a desfazer-se! Veja-se o lixo que deixamos para os nossos quadrinetos...Obrigado pelo alerta!
Beijinhos.

Maria Letra disse...

Ná,
Eu uso o meu lindo carrinho, de estampado moderno, tipo pêlo de dalmata, que algumas senhoras recusam usar por dizerem serem reservados aos velhos. Eu estou acima dessas convicções. Estou próxima do supermercado, o qual me desconta um pequeno valor no total da despesa por não usar o saco de plástico. Eu já nem gostaria de vir de saquinhos na mão. Sentir-me-ia mal. Mas isto é tudo uma questão de cultura, como sabem. Exclua-se aqui algum caso em que, por força de alguma circunstância, temos de recorrer a esse velho uso. Cabe a nós, depois, colocá-lo no recipiente próprio para plásticos. Porque será que eles continuam a fabricar-se se o seu uso é tão prejudicial? Sabem porquê, não sabem? Eu também. E depois, se eles não existissem, cada um teria de procurar uma solução ... claro!
Nota: Acabo de ouvir agora mesmo, na rádio portuguesa, às 07h:32m: Ex-ministro suspeito de burla de milhões ... Vira o disco e toca o mesmo! Amigo João Soares, mais uma para o "Do Miradouro"!
Maria Letra

Fernanda disse...

Queridos amigos,

Eu ou vou às compras na minha tricla, e trago as compras em sacos reutilizáveis,nos meus dois cestos, ou vou de carro ao Pingo Doce, exactamente, onde não há sacos plásticos para ninguém.
Tenho 3/4 Sacos e não preciso de mais.

Infelizmente para o lixo doméstico ainda uso sacos plásticos, os de papel só uso para as casas de banho.
Esse é outro assunto que deve ser estudado.
Se alguém souber de outra alternativa, por favor informe-me.

Beijinhos a ambos

Maria Letra disse...

Ná,
Por incrível que pareça, onde resido existem 3 contentores do lixo, que estão metidos dentro das várias casinhas construídas para o efeito, em frente de cada edifício e abertas na parte superior, mas só a uns largos metros de distância é que existem as que permitem a separação de papel, embalagens, garrafas, etc... (está a falhar-me o nome em português, neste momento). Fiquei agradavelmente surpreendida durante a minha estadia mais recente em Portugal, quando vi na Rua de Passos Manuel, por exemplo, no Porto, uns recipientes pequenos nos passeios, cuja tampa se abre e o lixo é acumulado no interior, a uma profundidade abaixo do nível do chão. Nunca aqui vi nada disso.
Maria Letra

Agulheta disse...

Maria Fernanda. Vejo que é minhota,eu igual mas noutra cidade e distrito. Este problema devia ser de todos nós,deixar de poluir para acabar com as espécies,que ainda existem.
Abraço

Dulce disse...

Excelente esta sua postagem, Ná.
É preciso que se tome consciência dos danos que acabamos por causar ao planeta, na ânsia de termos conforto e facilidades para tudo. É preciso que se reverta essa situação, não só com relação aos sacos plásticos, como também as garrafas pet, etc, etc...
Parabéns pela iniciativa.
Beijos

Fernanda disse...

Queridas amigas,

Obrigada pelos comentários.

É obrigatório passar a palavra, alertar consciências e fazer o nosso melhor,

beijinhos,