22/07/2009

AINDA O PORQUÊ DA "GUERRA" AOS MILITARES!


Veja-se o exemplo Brasileiro...

Para os que acham que o Exército nada faz nesse país. É uma pequena amostra em relação principalmente à Amazónia onde os soldados, nas regiões mais distantes, além de manterem o território, prestam todo tipo de auxílio às populações em especial no ambito da saúde, dos transportes e educação. Só quem um dia visitou um Pelotão de Fronteira sabe dar o verdadeiro valor àqueles homens. "Brasil acima de tudo".

Segundo um artigo n' O Estado de SP, o que começou como uma solução temporária para acelerar as obras de infra-estrutura tem se transformado em uma das principais armas do governo federal para concluir os projetos. Nos últimos três anos, a transferência de obras para o Exército cresceu cerca de 900% e elevou a receita anual de R$ 40 milhões para mais de R$ 400 milhões.

A demanda tem sido tão forte que, em alguns casos, o serviço precisa ser terciarizado por falta de mão de obra. A expansão da carteira de projectos, que anda na ordem dos R$ 2 bilhões, tem causado inveja até mesmo às grandes construtoras, que torcem o nariz e contestam o avanço do Exército no sector. No total, os militares estão à frente de 92 obras, que vão de simples recapeamento de rodovias ao desafiante projecto de transposição do Rio São Francisco, no Nordeste.

Acresce a possibilidade de construção de aeroportos, ferrovias e obras portuárias.

Para aumentar ainda mais a tensão entre as construtoras, agora os Estados também resolveram aderir aos serviços do Exército. As obras dos novos ramais da ferrovia Ferroeste no Paraná, cujo principal accionista é o governo do Estado, deverão ser tocadas pelos militares. O plano de trabalho foi discutido sexta-feira pelo Exército e o presidente da Ferroeste, Samuel Gomes.

E NÓS EM PORTUGAL PORQUE NÂO SEGUIR ESTE EXEMPLO?

A Engenharia Militar já deu largas provas em Angola, Moçambique, Guiné, no Libano e até já em Portugal que poderia ser utilizada em obras que estão a ser adjudicadas a Empresas privadas com aumento de custos desnecessários!

Claro que algumas dessas obras viriam a ser efectuadas por participação dessas empresas mas debaixo do controlo da Engenharia Militar e com isso certamente acabariam com as derrapagens tão frequentes que se têem verificado.

Mas, claro que com a intenção que vem verificando ao longo dos últimos tempos em "acabar" com as Forças Armadas isso é impensável faze-lo! (ver artigo no blogue atulhadoatilio@blogspot.com)

Atente-se no que se acaba de dizer e não deixemos que tal aconteça para bem de PORTUGAL!

3 comentários:

Fernanda disse...

Amigo Luís,

Neste país só se seguem os maus exemplos, esses são fáceis de aprender a facilmente pratcáveis, o resto não é funcional...não é adaptável à nossa realidade, etc.. as desculpas de sempre.
Triste, muito triste.

Beijinhos

Celle disse...

Olá amigo Luis,
não conheço do assunto o necessário para optar, mas, tenho lido que o uso da mão de obra militar se torna arma de dois gumes:
"Soldados do PAC querem CLT".
Os militares que trabalham nas obras de infra-estrutura do Plano de Aceleração do Crescimento, como a transposição do rio São Francisco, já iniciada, alegam ser ilegal utilizá-los como pedreiros, carpinteiros, mestres-de-obra - tarefa de profissionais do ramo. Mobilizam-se na caserna para acionar o governo na Justiça do Trabalho após darem baixa.
Acredito em solução...
Obrigada por agradecer e publicar meus cumprimentos pelo dia do Amigo!
Beijinhos
Celle

Florentino disse...

Meu bom Amigo Luis ,parabéns pela tua intervenção em assuntos que por norma todos se recusam a abordar.Um abraço do
Florentino