06/11/2009

Guardar Raivas, Ressentimentos e Tristezas...

Decidi publicar este texto, que acho maravilhoso, por duas razões essenciais.
A primeira é porque apesar de me ser totalmente desconhecido, concordo em pleno com a visão do seu autor, sobretudo no que toca ao guardar raivas, ressentimentos, tristezas, medos e outros sentimentos negativos. Todos eles sentimentos que só nos fazem mal.
Segundo, porque ele está publicado num Blogue que gostaria muito de recomendar, pela qualidade dos textos e pela doçura da sua autora, a minha querida MElvira do Blogue Brumas de Sintra.

Tem o hábito de juntar objectos inúteis acreditando que um dia (não sabe quando) vai necessitar deles? Tem o hábito de juntar dinheiro sem gastá-lo pois imagina que ele lhe poderá faltar no futuro? Tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis , utensílios domésticos e outras coisas que já não usa há muito tempo? E, dentro de si? Tem o hábito de guardar raivas, ressentimentos, tristezas, medos e outros sentimentos negativos? Não faça isso, é contra a sua prosperidade. É preciso deixar um espaço vazio para que novas coisas cheguem à sua vida. É preciso libertar-se do inútil que há em si e na sua vida para que a prosperidade aconteça. A força deste vazio é que atrairá a absorverá tudo o que deseja. Se acumular objectos e sentimentos velhos e inúteis, não terá espaço para novas oportunidades!
Os bens necessitam de circular. Limpe as gavetas, os armários, o depósito, a garagem, a mente. Dê tudo aquilo que já não usa. A atitude de guardar um monte de coisas inúteis só lhe acorrenta a vida. Não só são os objectos guardados que lhe paralisam a vida. Eis o significado da atitude de guarda: quando se guarda, considera-se a possibilidade de falta, de carência. Acredita-se que, amanhã, poderá faltar e que não haverá maneira de suprir as necessidades. Com esse pensamento, envia duas mensagens ao cérebro e à sua vida: não confia no amanhã e que o novo e o melhor não são para si, por isso alegra-se guardando coisas velhas e inúteis! Até mesmo o que já perdeu a cor e o brilho. Deixe entrar o novo na sua casa e, dentro de si.

(Joseph Newton).

Imagem da Net
Fernanda Ferreira

12 comentários:

Reyel disse...

É verdade; o essencial basta.

Bjo, Ná, e muita paz!

A. João Soares disse...

Querida amiga Ná,

Um bom texto de Joseph Newton com que temos que concordar inteiramente. A raiva, os ressentimentos e as tristezas são produtos tóxicos, corrosivos que destroem os recipientes que os contém. São coisas a esvaziar para o lixo, a esquecer a evitar recordar. A felicidae é de agora, de hoje e não deve ser infectada por uma lesão de ontem.

Beijos
João

Ana Martins disse...

Querida amiga Ná,
também concordo na totalidade com este texto, não gosto de guardar coisas que já não considero úteis, só ocupam espaço e dificultam-nos até a arrumação de outras bem essenciais.
Mas também não gosto de dar o que não me parece util ou estragado e habituei os meus filhos a darem sempre aos meninos pobres aquilo que já não querem para brincar, mas não pode estar estragado. Acho que não devemos dar aos outros aquilo que não presta.

A minha Mãe sempre me disse que "QUEM DÁ O QUE NÃO PRESTA, SUJA AS MÃOS AMBAS!"

Quanto a guardar raivas ou ressentimentos, penso que não é preciso dizer-te nada, sinto que já me conheces o suficiente para saber que esse tipo de sentimentos não fazem parte da minha vida.

Beijinhos,
Ana Martins

Irene Moreira disse...

Ná estava precisando ouvir essas palavras, renovar deixar entrar o novo, jogar fora os ressentimentos, as tristezas. Obrigado amiga por nos proporcionar esta postagem e obrigado pelas palavras que deixastes no meu cantinho. Postei lá na postagem mesmo os meus agradecimentos. É bom ler o que escreves. Bjs

Luis disse...

Olá minhas boas Amigas e Amigo João,
Vou seguir o conselho de "jogar fora" tudo o que tenho a encher a garagem. Até começa a ser difícil entrar nela... Quanto a ressentimentos , raivas, etc., não é meu feitio guardar tais coisas. Mas a tralha vai mesmo para a rua... Foi bom ler este post pois deu-me força para o fazer!
Beijinhos.

VANUZA PANTALEÃO disse...

Ná (todos assim te chamam, assim também vou te chamar). Que mensagem positivamente aberta para o novo e para o verdadeiro viver. Sim, nada de acumular poeiras e sombras nos nossos corações. Vamos, pelo menos, tentar. Vale a pena!
Obrigada pela visita e um luminoso final de semana!!!Bjsss

Fernanda disse...

Querida amiga Reyel,

Tu sabes bem que sim!!!
Obrigada pela visita e pelo comentário.

Beijo e muita paz para ti também.

Fernanda disse...

Querido amigo João,

O seu comentário, aliás como sempre, não podia ser mais preciso nem mais sensato.
Esse é o espírito que me rege, sempre me orientou. No meu coração não há lugar para sentimentos menores e doentios.
Lembro-me perfeitamente de uma frase que me escreveu um dia "Eu nem os meus piores inimigos odeio".
Eu também não!

Beijos

Fernanda disse...

Querida amiga Ana,

Concordo em absoluto com tudo o que afirmas.
Dar o desnecessário mas usável. Dar muitas vezes o que nos é mais querido, isso é ser verdadeiramente generoso.

Sei sim quem tu és, felizmente tenho o previlégio de saber e sentir que és pura e genuinamente boa. Uma alma limpa como poucas.

Obrigada por estares na minha vida.
Beijinhos

Fernanda disse...

Querida amiga Irene,

O texto não é meu, embora diga tudo o que eu penso e sou. Por isso o escolhi na casa da minha boa amiga Maria Elvira.

Ainda bem que precisavas ler estas palavras, que te fizeram bem!!!

É um prazer visitar-te, voltarei sempre.
Beijinhos

Fernanda disse...

Querido amigo Luís,

Ora aqui está alguém que finalmente vai deitar fora o que está a mais, limpe tudo, o supérfulo, o que já não presta.
Mas não se esquece da reciclagem...

Quanto ao resto, eu sei bem quem é o meu amigo, a mim o Luís nunca me enganou, desde o primeiro dia.

Beijos

Fernanda disse...

Amiga Vanuza,

Trate-me sim por Ná, há pouquíssima gente que me trata de outro modo.

Pois minha boa amiga, nada como pelo menos tentar não "acumular poeiras e sombras nos nossos corações".

Beijos