30/01/2010

Valença do Minho

Valença é cidade há pouco tempo. Está situada a Norte de Portugal, junto ao rio Minho. O seu centro histórico encontra-se no interior de uma antiga praça-forte cujas muralhas se estendem ao longo de cinco quilómetros.
Recebeu foral de D. Sancho I, sendo então designada de Contrasta. Mudou para o actual nome em 1262.

Este é só mais um dos pontos lindos a visitar no meu Minho querido.Não se esqueçam que a sua gastronomia é fabulosa.
Vejam agora as imagens.




Vejam mais aqui.
Fernanda Ferreira (Ná)

8 comentários:

Ana Martins disse...

Querida amiga,
vim agora da CASA DO RAU, e tal como disse lá, digo aqui, gostei muito de poder apreciar tão lindas paisagens!

Beijinhos,
Ana Martins

A. João Soares disse...

Querida Ná,

A união faz a força, mesmo entre mortos!!!
Nunca nos devemos considerar sós, gritar por auxílio, pode não ajudar, mas assusta os bandidos...
A reportagem fotográfica está muito boa, como é costume, dada a competência do fotógrafo. Tive o atrevimento de copiar as imagens para o Só imagens. Já visitei Valença por várias vezes e gostei de ver as imagens. Espero que continuem a manter as muralhas bem conservadas, bem como as características ruas de comércio intenso.

Beijos
João

Luis disse...

Querida NÁ,
Bem digo eu que sempre arranja tempo para nos dar a conhecer estas lendas do seu Minho tão lindo!
Conheci Valença quando regressava de um passeio pela Galiza há uns anos atrás. É realmente uma cidade bonita e com muita coisa para se ver. Para quem atravessa o Rio as suas muralhas são imponentes.
Lindas também as fotografias.
Um grande beijinho.

Fernanda disse...

Querida Ana,

Obrigada amiga e desculpa o atraso nos meus comentários.
Já sabes o que se passa. Sei que estou desculpada!!!

O José fez as primeiras fotos com a máquina nova e eu decidi publicá-las porque é seguramente uma forma forma de mostrar o que de belo há no nosso país, sobretudo para quem não conhece totalmente.
Ainda bem que gostaste.

Beijinhos

Fernanda disse...

Querido amigo João,

A lenda tem o seu quê de hilariante.
Valença, como afinal também conhece, é linda, especialmente dentro das muralhas.
Em todas aquelas ruas estreitinhas proliferam lojinhas com o comércio, essencialmente com os Galegos!
Já sabe que é um prazer saber que leve as imagens, o fotógrafo agradece.

Beijinhos

A. João Soares disse...

Querida Ná,

Reparou que no segundo comentário o meu nome caiu ali em vez do do Luís. Já reparou o lapso, mas mesmo assim quero salientar que fui a Valença várias vezes algumas com a família. Passei algum tempo a observas com pormenor as características do forte, os seus baluartes, revelins e patamares, segundo o estilo Vauban, que em Portugal é mais característico em Almeida no distrito da Guarda.

E já assim e porque há dias se falou aqui na velocidade nas estradas e na péssima sinalização, conto um quase acidente com o carro cheio com duas adultas e três crianças, pouco depois de ter saído de Valença, numa curva para a direita em direcção a Monção para seguir para Braga.
Vinha da Galiza, Santiago de Compostela, Vigo, etc, com estradas bem sinalizadas em que não era preciso adivinhar perigos. Os sinais estavam ali para ajudar e não na caça à multa como cá. DEpois de sair de Valença a estrada era muito apertada, mas mesmo assim na curva era preciso abrandar muito e não havia qualquer sinal. Como vinha «mal habituado» de Espanha não abrandei o suficiente e ia saindo da estrada para a ribanceira do lado esquerdo. Felizmente não vinha ninguém em sentido contrário e lá consegui dominar o carro pelo borda da estrada sem capotar.
Éramos e ainda somos geridos por uma série de incompetentes, desleixados, irresponsáveis, que não merecem o mínimo respeito.
E estas palavras a Ná sabe que se aplicam aos autarcas que deixaram formar as muitas lixeiras que agora se pretende eliminar.

Beijos
João

Fernanda disse...

Querido amigo Luís,

Uma vez é pouco :))))
Mas assim reviveu... é tal e qual como descreve, bom memória.

Pois é verdade, arranjar tempo, algum, sempre é possível. Já me conhece.

Beijinhos,

Fernanda disse...

Querido amigo João,

Não, ainda não percebi a que se refere quando fala na troca dos nomes. Devo estar pitosga.

Pois é, afinal muita gente já conhece as belezas destas terras, ainda bem!

Sei muito bem onde é esse sítio que fala. Cruzamento de São Pedro da Torre.
Foram precisos vários mortos para construírem uma rotunda. Agora está melhor, mesmo assim e após a rotunda já lá ficaram mais alguns.
a curva é demasiado perto da rotunda, e toda a gente que tenha um pé mais pesadinho, encontra com facilidade outros veículos que tanto podem sair da direita como da esquerda.

Um dos últimos a ter lá um acidente que felizmente não lhe causou a morte a ele mas ao condutor do carro que estava a sair da direita, foi o filho da Maria José Areal.
Ficou traumatizadíssimo...e o outro condutor faleceu na hora.

Há armadilhas em todo lado, todos os cuidados são poucos, mas a culpa não é só de quem conduz.

Beijinhos