22/05/2009

Os Avós

OS AVÓS

A casa de meus avós
Ah! Como é legal a casa dos meus avós,

Lá eu posso tudo,

Lá eu faço tudo,

Lá eu sujo tudo,

E na hora de brigar....

Ao invés de apanhar,

Lá eu levo um beijo.

Avós poderiam durar para sempre.

Eles são especiais

Amam a gente, com mais força que os pais

Pois são pais por duas vezes

E multiplicam este sentimento sem saber

E nos sufocam de tanto querer...

Feliz de quem os tem,

Pois são muito especiais,

As vezes se parecem velhinhos

Mas são tão bonitinhos

Que dá vontade de guardar...

Lá no fundo do coração,

E tê-los..., sempre na hora da precisão.


de Andréa P. Predolin Libanori

São Paulo - SP - por correio eletrônico
Transcrito do blog de uma amiga que ainda está em experiência e, por isso, não quer divulgação

4 comentários:

Luis disse...

Querida Amiga desconhecida,
Seja bem vinda aos Sempre Jovens!
O tema escolhido para a sua estreia é lindo e faz-nos recordar a nossa infância e junto dos nossos Avós! E que bons foram esses tempos...
Um beijinho amigo

Ana Martins disse...

Caro João,
não quer divulgação, mas este poema merece e muito ser divulgado.
É deliciosamente belo, e hoje que me encontro particularmente triste pelo falecimento de uma avó que não sendo minha me inspirava ternura e afecto, toca-me mais ainda.
Não tive a felicidade de conhecer todos os meus avós, só conheci a avó materna e já faleceu à 24 anos, e sinto muita tristeza dos meus filhos também não terem conhecido todos os avós, o André, meu filho mais velho conheceu os avós maternos, o Sérgio, o mais novo, já só conheceu a avó materna.

Avós são Pais duas vezes e fazem sempre muita falta!

Beijinhos,
Ana Martins

Fernanda Ferreira disse...

Obrigada amiga...tema sempre comovente.
Eu como a Ana tenho uma história idêntica, só conheci avós paternos...quando tinha 5/6 anos.

O meu filho conheceu bem ambos e viveu muito com os avós paternos, felizmente teve muito bons momentos que solidificaram e ajudaram na formação do seu bom caractér.

Bjs.
Fernanda Ferreira

Mara disse...

Caro João,

Como eu me sinto dentro deste poema.
Que prazer eu sinto em ser avó. E que feliz eu fico quando me dizem que sou a melhor avó do mundo. Exageram, mas faz bem ouvir palavras destas.

Abraço
Milai