09/02/2010

RURALISMOS...


Sob o alto patrocínio do Eng.º Agrónomo Ribeiro Telles, com o beneplácito, o aval e o aplauso do caloteiro Sá Fernandes, está em marcha a defesa de coisas “essenciais” tais como a criação de pilecas na rotunda das Olaias e a proliferação de hortas nos taludes das estradas. A “agricultura e a pastorícia” nas cidades têm que ser protegidas.
“Uma terra que tenha animais, tem pastoreio, tem casas habitadas, tem escolas e futuro”, diz o engenheiro. Tem toda a razão. É o que se passa naquelas aldeias perdidas da Beira e de Trás-os-Montes, onde vivem três pessoas, um burro, uma vaca e meia dúzia de galinhas, sinais evidentes de vibrante progresso e de alta qualidade de vida.
António Borges de Carvalho
Nota:
Porque não te calas... Sá Fernandes!!!

5 comentários:

direitinho disse...

Nem todos podem viver na aldeia assim como nem todos na cidade.
Esses campos e hortinhas só fazem bem a quem os sabe fazer e os cuida com carinho, sabendo que poderão acabar com tudo isso um destes dias.
A pior situação está nas aldeias do norte ou do centro. Despovoadas e sem meios de subsistência.
A criação de animais era em muitos casos o único meio de subsistência.
Vendiam e trocavam precisamente nas feiras daquelas regiões.
Hoje não tem nada.
Matar o corpo para nada tirou todo o interesse...........
Há fiscalização apertada numas coisas e esquece-se dessa fiscalização noutros pontos onde tudo se troca e se vende com a benção do próprio governo.

Anónimo disse...

caloteiro Sá Fernandes?
Não ponho em dúvida, mas como acho o homem um troca tintas, gostava de saber mais mais alguma coisa.


"olho escuro"

Fernanda disse...

Querido amigo Luís,

Hortinhas e pastorícia nas cidades??? onde??? se já nem jardins há...cimentaram tudo???
Valha-nos santa ignorância...
Em 40 anos que vivi na grande cidade, havia salsa em vasos na varanda.
Há pouquíssimas casas com algum terreno circundante, contam-se pelos dedos.

Depois, como diz o amigo Luís Coelho,até nos campos se abandonam mais e mais as terras, porque o que se produz fica caríssimo e não tem escoamento.
É mais barato importar os produtos hortícolas e não só... já da vizinha Espanha.
Os supermercados estão cheios de tudo mais barato e ninguém compra nada que seja genuinamente português.
Nas feiras, aqui ainda de compram animais de capoeira, ovos caseiros, produtos do fumeiro, umas poucas coisas, mas só quem quer algo muito bom compra, porque a diferença no preço é abismal.

Por isso digo como o Luís, Sá Fernandes...porque no te calas.....

Beijinhos

A. João Soares disse...

Caro Luís,

«Porque não te calas?» Uma pergunta a fazer a vários políticos, que quando abrem a boca raramente entra mosca!!!
A mais recente foi do PM que disse que divulgar as escutas é acto «criminoso e ilegal».
Gostava de saber se há acto criminoso que não seja ilegal? Haverá acto criminoso legal? Talvez os cometidos pelos políticos, pois não há nenhum deles condenado.
Somos um País DE bananas.

Um abraço
João

Luis disse...

Caríssimos Amigos,
Que as pessoas o façam como meio de subsistência é uma coisa agora a Camara de Lisboa não ter mais que fazer parece-me mais uma "palhaçada" deste senhor e seus "muchachos" que custam a todos nós, mensalmente, uma pequena fortuna! Ao "olho escuro" informo-o que consta que desde adolescente foi sempre um "reguila" e que desde dealer a ter estado preso ou detido tudo lhe aconteceu!
Que continua "irresponsável" parece ser um facto...
Saudações amigas.