01/01/2011

Aprender com a crise


Transcrição de artigo didáctico, que reitera um conselho seguido pelos desportistas. É preciso suar para fazer músculo, é preciso fazer sacrifício para aprender, as dificuldades dão ensinamentos, experiência.

RR.pt. 31-12-2010 08:30. Por Aura Miguel

Sabem qual é o nosso problema? É que não gostamos de sacrifícios. Achamos que a vida só é boa quando não há contrariedades, quando nos distraímos, quando rimos com os amigos ou fazemos aquilo que nos apetece. Mas que grande ilusão!...

Bem sabemos que não é assim, que não existe esperança, nem beleza, nem bondade, nem justiça, nem amor, nem relações verdadeiras sem sacrifício.

Assim, a terminar este ano, desejo, a todos, um óptimo 2011 sem ilusões. Um ano cheio de vida verdadeira, leal, fecunda, sincera. E, portanto, com sacrifícios. Por isso, provavelmente, a crise vai fazer-nos bem, porque terá o mérito de nos reconduzir às coisas verdadeiramente importantes da vida.

Se assim for, podemos vir a ser melhores pessoas e, até mesmo, finalmente, vir a mudar Portugal.

Imagem da Net

3 comentários:

Luís Coelho disse...

Um texto simples, claro e objectivo de Aura Miguel, porem penso que isso não pode acontecer apenas com alguns.
Enquanto as coisas foram apenas aceites pelo povo humilde e trabalhador, os grandes e poderosos continuarão a roubar e a pisar-nos sem o menor dos sentimentos aqui apontados.
Votos de um bom ano de 2011

Luis disse...

Caríssimo Amigo João,
Este artigo também o achei muito interessante pelo que o coloquei na Tulha e agora ao vir aqui verifiquei que igualmente o achaste e por isso o postaste! Somos solidários na defesa dos nossos valores!
Um abraço muito amigo.

A. João Soares disse...

Caro Luís Coelho,

A lição dada por Aura Miguel assenta sobre todo o ser humano de qualquer idade e condição. As dificuldades criam experiência, nos atletas e desportistas criam músculo. Aprende-se a gerir os recursos de que dispomos, a tomar as melhores decisões, a evitar desperdícios e a fazer escolhas.

Essa aprendizagem aplica-se também nos deveres de cidadania, a abrir os olhos e procurar compreender a competência, a verdade, a sinceridade, o patriotismo, a honestidade de quem nos governa e, depois, a agir em conformidade com os interesses nacionais, em defesa dos mais oprimidos.
Aplica-se aqui o que deixei no comentário no post mais recente.

Um abraço e votos de um Bom Ano, quanto possível
João
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