19/01/2011

Porquê tanto ódio aos Norte-Americanos?











Nota:
Apesar de tudo quanto ficou dito há que considerar que eles não são tão "santos" conforme podem parecer...

6 comentários:

Fê-blue bird disse...

Meu amigo, eu desconfio de tudo o que vem dos EUA, apesar de saber que há coisas boas e pessoas que são exemplos de vida, mas a maior parte dos políticos só servem os seus interesses e não se importam nada com o resto do mundo.

Beijinhos

Luis disse...

Minha Querida Amiga Fê,
Eu próprio na nota colocada no post faço sentir que nem tudo quanto eles dizem ou fazem são inóquos. Especialmente os seus políticos não nos garantem tudo quanto está apresentado no post!
Não são "santos" como querem fazer crer...
Um beijinho solidário.

Celle disse...

Amigo Luis,sempre soube que Lincoln
foi um dos maiores estadista que o mundo ja teve e o maior presidente americano, e... foi assassinado! Aprendeu uma grande lição, na vida, quando jornalista, se modificou e até se elegeu presidente. Será que os atuais políticos americanos, agem e pensam como ele? -Seguem seu decálogo, o que lemos acima?
Penso que o amigo e seu co-irmão conhecem deles muito mais e melhor do que nós,... estes "santos"!
Beijos
Celle

A. João Soares disse...

Caros Luís, Fê e Celle,

Vale a pena ler o livro «Sister Revolutions, French Lightning, American Light», de Susan Dunn, que nos mostra os dois acontecimentos ocorridos na mesma época com contactos muito apertados entre os actores de um e outro país.

Só que os franceses erraram no lema, pois não é prático conciliar a IGUALDADE com a LIBERDADE. Igualdae é sempre traduzida em uniforme, disciplina militar, ausência de iniciativa individual, liberdade cerceada, condicionada.

Os americanos, pelo contrário, realçaram a liberdade responsável, favorecendo a iniciativa individual, a criatividade, apenas limitada pelo respeito a igual direito do outro. Criaram riqueza seguindo as regras de que Linkoln fala no artigo.

A igualdade só deve ser de oportunidades, de cada um procurar a sua felicidade, isto é, a igualdade de todos perante a lei. Depois uns conseguirão melhores resultados do que outros, como em qualquer campeonato desportivo.

A liberdade impõe o respeito pelos direitos dos outros, pelas liberdades dos outros sejam pobres ou ricos, brancos ou de cor, nascidos aqui ou no estrangeiro, podendo seguir a profissão para que sentirem mais aptidão, escolhendo com quem casar, onde morar, o tipo de carro ou de bicicleta, ou sapatos, etc, etc. Se assim não for pode ser libertinagem ou outra qualquer coisa menos séria.

Mas vamos ao ódio contra os americanos. Durante a II Guerra Mundial, os americanos fizeram um esforço de guerra em que concentrou todos os esforços e foi criada um complexo industrial militar poderoso englobando iniciativas de muitos empresários.

Quando ainda era Presidente, Eisenhower alertou para o perigo futuro vindo desse complexo industrial militar que não iria sujeitar-se a ser eliminado e não iria deixar de procurar negócio e lucros. Para isso iria pressionar os políticos para resolverem os mínimos problemas à custa de guerras com materiais cada vez mais modernos e sofisticados. A investigação para novos armamentos não parou, antes pelo contrário, e depois de criados havia que os experimentar e vendê-los a outros países.

Portanto, o mal actual deve-se ao facto de tal complexo industrial militar não ter sido desmontado, com os agradecimentos do trabalho realizado durante a guerra.

Com base nesta súmula, procure-se analisar tudo o que se passa no mundo e ficaremos a compreender melhor. Até porque os países mais ricos não querem ficar atrás em poder militar, mesmo que para isso tenha de haver muita gente com fome, e o mundo corre para o holocausto planetário.
Abraços
João
Do Miradouro

Luis disse...

Meus Caríssimos Amigos,
Eisenhower tinha razão com o seu alerta, mas na altura havia o muro de Berlim e a URSS e por isso talvez se justificasse a manutenção da industria militar nos EUA. Actualmente andam-se a fazer esforços para se encontrarem acordos para diminuição dos armamentos. Será, no entanto, difícil acabar em difinitivo com esse mal pois aparecem outras situações que parecem justificar a sua manutenção...E é pena!!!
Mas desde que o homem é homem ele foi criando armas ora para se defender ora para atacar! Faz parte, infelizmente, da sua índole!!!
Um abraço amigo.

A. João Soares disse...

Caro Luís,

O argumento «desde que o homem é homem» está certo. Mas é verdade que depois dessa data veio Cristo a aconselhar amai os outros como a vós mesmos, e se te baterem numa face oferece a outra.
Mas além da religião, tem havido grandes avanços no relacionamento entre os povos, o que justifica a esperança de que as coisas podem melhorar. Se o se humano fizer força para isso, os Estados poderão estabelecer uma graduação do armamento que um País pode ter, na proporção da sua população, da superfície ou do PIB.
Durante a Guerra Fria, houve um aumento notável de armas nucleares, mas os principais rivais chegaram a uma entente informal mas eficaz e não as utilizaram, para não acabarem com a vida na Terra. Porque será que ainda não as eliminaram completamente? Penso que essa vitória não tardará.
O ser humano há-de tornar-se racional (!!!) e isso tem que começar pelos países mais poderosos.

Repara na tensão recente entre as duas Coreias: A América avançou com a sua Armada sob o nome de um exercício mas que era apenas um mostrar de forças, um aviso de retaliação. Por outro lado a China estabeleceu conversações com os líderes dos dois Estados em atrito e conseguiu bons resultados colocando os dois a conversar para se entenderem civilizadamente.

Consegui colocar no meu blog estas imagens em álbum, seguido de um texto com base no meu comentário anterior.

Um abraço
João
Do Miradouro