06/05/2010

QUANDO...

Imagem da net


Quando o meu relógio parar
Não quero as flores que tanto gosto,
Prefiro-as antes a acordar
Depois da noite o Sol de Agosto!


Ana Martins
Escrito a 28 de Abril de 2010

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8 comentários:

Fernanda disse...

Querida amiga Ana,

Pequenino e tão lindo!

Posso tentar uma tradução minha???
Adoraria usá-lo no meu outro Blog e mostrá-lo aos meus amigos do outro lado do Mundo.

Beijinhos

Fernanda disse...

Querida Ana,

Já traduzi, queres ver como ficou?

When one day my old and rusty clock stops
I don’t need lovely flowers which I treasure,
I would rather prefer them in form of drops
When waking up in a far August Sunny shore!

Posso publicar no meu Diverse Texts and Stories???

Beijinhos

A. João Soares disse...

Querida Ana,

Também não apreciarei as flores e os mimos depois de o relógio parar. Prefiro, agora, enquanto o relógio trabalha, uma palavra de apoio e de estímulo.

Nos dias 3 e 4 estive num velório e funeral de um familiar e pensei nas flores e nas pessoas, algumas vindas de centenas de quilómetros para a derradeira homenagem. Como seria melhor terem feito esforços menores duranmte a vida para contribuir para a felicidade das pessoas. Como eu gostaria de ter passado mais tempo com esse primo!

Devemos viver o presente como se amanhã o relógio parasse.

Beijos
João
Do Miradouro

Celle disse...

Ana,com seu dom extraiu toda a essência da homenagem póstuma, em poucas palavras!
Este verso me lembra um samba brasileiro, lá dos anos 70:"Quando eu me chamar saudade", diz mais ou menos assim:
"Me dê as flores em vida
O carinho a mão amiga
Para aliviar meus ais
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais..."

Beijinhos, amiga!
Celle

Ana Martins disse...

Querida Ná,
claro que podes publicar no Diverse Texts and Stories, já to tinha dito no Ave Sem Asas.

Caro João,
é precisamente aí que quero chegar, devemos fazer tudo pelos nossos enquanto cá estamos, depois basta apenas que nos recordem.

Beijinhos,
Ana Martins

Luis disse...

Querida Amiga Ana,
Realmente é muito pequenino mas muito denso e lindo.
Como sempre um poema riquíssimo.
Um beijinho amigo.

Carmo disse...

Tantas ideias implícitas neste parar do relógio.

Gostei muito
beijinhos
bom fim-de-semana

Å®t Øf £övë disse...

Ana,
Depois do nosso relógio parar nada mais interessa.
Bjs.