12/03/2011

Adriano Rafael Moreira propõe ao Governo cortes nos vencimentos e no número de chefes nas empresas públicas

Adriano Rafael Moreira propõe ao Governo cortes nos vencimentos e no número de chefes nas empresas públicas
A média são 60 chefes em cada empresa, mas existe o caso da Refer que tem 158 chefes. Há até chefes que não têm subordinados. A denúncia é feita pelo deputado do PSD Adriano Rafael Moreira, que diz que "é necessário que o Ministério solicite informações sobre estes casos".
Pergunta-se a este Deputado do PSD o que fez para diminuir o número de Quadros da CP quando foi Administrador do Pelouro em TRÊS Administrações da CP presididas por:
-Martins de Brito do PSD,
-António Ramalho do PSD
-Cardoso dos Reis do PS.
Pergunta-se, ainda, o que foi fazer para Assessor da Refer, quando saiu de Administrador da CP e antes de ir para Deputado do PSD?
Já esqueceu onde comeu do bom e do melhor, quando por cá passou 6 anos hospedado no hotel Tivoli Oriente pago pela CP.

Nota:
Como se vê se acabassem com estas mordomias não seria necessário andarem a roubar os reformados e não só...

7 comentários:

Luís Coelho disse...

E tem muita razão e é aquilo que todos os que ouvem os noticiários pedem a este governo.
Sejam justos e equilibrados.
De um lado roubam para do outro lado esbanjar sem o mínimo pudor.

A. João Soares disse...

Caro Luís,

Fizeste bem em publicar com fotografia, para que os contribuintes, principalmente os reformados, conheçam aqueles para quem pagam impostos e fazem sacrifícios.
São em muito maior número do que os 40 do Ali-Babá!!!

Se fossem gente honesto não só não aceitavam os tachos escandalosos, mas eliminavam os buracos de despesas inúteis.

Para isso, este predador do erário devia ler e ouvir as palavras do seu camarada de partido Marques Mendes em:

Dezenas de institutos públicos a extinguir
Onde se cortam as despesas públicas???

Penso e espero que não tardará a serem postos os pontos nos ii. E que os nossos aviadores não sejam assassinos e criminosos como estão a ser os líbios.

Um abraço
Do MiradouroJoão

Carmo disse...

Robin dos Bosques roubava aos ricos para dar aos pobres (até pode ser ficção mas foi assim que nos contaram a sua história) a nossa classe política torna os pobres ainda mais pobres e os ricos a fugirem para fora do país com contas em paraísos fiscais...
Será preciso andar de arco e flecha?

Um abraço
Boa semana

Luis disse...

Meus Caríssimos Amigos,
Até o Zé do Telhado ao pé desta pandilha era um santo...
Há que os referenciar a todos para ver se têm vergonha e saiem de vez!
Um abraço amigo e solidário.

A. João Soares disse...

Caro Luís,

Estamos infectados por um bando de parasitas com muito mais sugadores do que os 40 do Ali-Babá. Por mais que queiram sacudir as culpas, a crise deve-se em grande parte a estes ambiciosos sem escrúpulos que querem enriquecer por todos os meios sem olhar aos mais simples princípios morais.

Agora para reduzir o défice recusam reduzir o saque e querem aumentar os sacrifícios da população mais carente.

Convém não deixar no esquecimento os vários casos de saque, como o escândalo do brinquedo chamado Fundação Cidade de Guimarães, com uma folha de pagamentos que mete inveja a qualquer americano ou emir árabe.

E, deste forma, se aumenta o défice e, em consequência, nos sobem os impostos.
E, entretanto, continuamos a ler notícias do Médio Oriente e do Magrebe, sem pensarmos na nossa estúpida apatia, perante este saque sistemático e imparável. O dever de cidadania dos nossos compatriotas é uma miséria em comparação com o dos egípcios, tunisinos e líbios.

Um abraço
João
Do Miradouro

Fê-blue bird disse...

Amigo Luís:
É por isso que temos que agir, não baixar os braços e lutar !
Porque estamos todos À RASCA!
Vivemos num país, governado por INCOMPETENTES!
Bjos

A. João Soares disse...

Amiga Fê,

A incompetência até seria desculpável porque ninguém é totalmente competente. Mas o mais grave é que a incompetência deles está aliada a demasiada ambição e atracção pelo dinheiro, arrogância, autoritarismo, teimosia, o que dá uma mistura altamente explosiva de falta de verdade, de sinceridade e de sentido das responsabilidades e de sentido de Estado.

Quando pára este afundamento moral e social, que é mais difícil de recuperar do que o descalabro económico e financeiro? Quem põe ponto final nisto?

Beijos
João
Do Miradouro