04/06/2011

O poder de um abraço.

Meus amigos e amigas,
podia ter escolhido outro tema para este dia, mas escolhi simplesmente um vídeo que nos remete para um mundo onde ainda vale a pena viver.
Desejo a todo(a)s a continuação de um excelente fim de semana.


PENSAMENTO DO DIA!


Nenhum homem tem uma memória tão suficientemente boa que lhe permita ser um mentiroso bem sucedido.
Abraham Lincoln

03/06/2011

A menos que votemos de forma esmagadora e diferente...definitivamente...mandá-los tomar banho...



Navegavam há meses e os marinheiros de Sua Majestade Britânica não tomavam banho nem trocavam de roupa, durante todo esse tempo. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia!

O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!

Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os seus homens e diz:

- Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.


- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan... e assim prosseguiu.

Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:

- Sir, todos já trocaram de roupa.

O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.


É MAIS OU MENOS ISSO QUE PODE ACONTECER EM PORTUGAL NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES, SE NÃO FOREM AO BANHO!

Listagem de boys PS, colocados recentemen​te!


Vejam este site que indica as nomeações feitas após o governo cair.

http://www.opovoequepaga.com/


Com estas nomeações está a tentar sacar votos... para não cair no desemprego!

02/06/2011

A CARTA UNIVERSAL DOS “DEVERES” DO HOMEM


REFLEXÕES EM TEMPO DE ELEIÇÕES

“No Dever está a limitação do Direito”
V.Balaguer

A Carta Universal dos Deveres do Homem não existe.

Não existe porque a natureza humana é, de um modo geral, relapsa a “deveres”, os “filósofos sociais” tendem a ter das coisas uma visão mais optimista do que realista e a esmagadora maioria dos políticos não resiste à demagogia.


Deste modo as sociedades – falamos, obviamente, das ocidentais e das que são influenciadas por estas - têm posto o acento tónico nos “direitos”, sobretudo nos últimos 50 anos. Aliás, só se fala de “direitos”, como se isso fosse possível…


Durante séculos ou até milénios predominaram os “deveres” – em muitos casos nem havia direito ao que quer que fosse – sendo que agora é ao contrário.


Durante todo este tempo só as religiões morigeravam os costumes e mesmo assim só depois de mencionarem pesados castigos para a vida eterna. Mas o laicismo aparenta estar a ganhar às religiões…


Isto de andarmos a passar dos oito para o oitenta nunca foi saudável e, estamos em crer, que o predomínio dos direitos – ou melhor dizendo, a ausência de deveres – é uma das causas que está a levar à decadência da chamada civilização ocidental.

A visão mais equilibrada das coisas ainda reside no Cristianismo, mas é público e notório como a palavra de Cristo tem sido atacada e deixou de “fazer fé” em quase todos os areópagos nacionais e internacionais.

A defesa dos “Direitos Humanos” tomou forma por todo o século XVIII – o século das “luzes” – e ganhou foros de cidadania após a Revolução Francesa através da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 26 de Agosto de 1789.

A sua universalidade, porém, só veio a ser estabelecida após a adopção pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de Dezembro de 1948, da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Hoje a totalidade das Nações adoptou esta declaração mas a maioria delas está longe de as cumprir.

Numa tentativa de globalização destes direitos tem-se tentado alargá-los a todo o globo com oposição explícita dos países que professam o comunismo e da maioria dos países muçulmanos, por exemplo.


Dos seus 30 artigos, na sua globalidade, não se pode dizer que não representem um avanço significativo na dignidade da pessoa humana, apesar de não se saber muito bem – nem tal vir prescrito – como se obtêm os meios financeiros, genéticos e estruturais para se garantirem tantos direitos…E de obrigar a que tudo se passe em sociedades democráticas – o que indicia desde logo uma ditadura – não tendo em conta as múltiplas peculiaridades e diferentes estádios de desenvolvimento dos numerosos povos que habitam o planeta Terra. Por outro lado não se define o que se entende por “sociedade democrática”, como aludido no número 2 do seu artigo 29.


Sem embargo, passou a existir uma espécie de “bíblia” para os direitos universais do Homem, mas é preciso fazer notar que em todo o articulado da Declaração, só por duas vezes se fala em deveres: no artigo 1 “todos os seres humanos …devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”; e no seu número 1 do artigo 29, “o indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade”.

A questão está, sem sombra de dúvida, desequilibrada e mais desequilibrada ficou com a deriva de exigências incontidas – também apenas nas sociedades “ocidentais” – que se verificaram a partir dos anos 60 do século XX, em que o Maio de 68, em França, constitui marco importante.

Nós não estamos contra as referências que norteiam a defesa dos Direitos Humanos, sobretudo quando se constituem marcos de elevação Moral. Entendemos apenas que os direitos devem andar equilibrados com os deveres e que estes, sobretudo os de âmbito cívico, social e profissional, devem ser conformes às capacidades evidenciadas. E que muitos deveres devem ter precedência sobre alguns direitos dando corpo à filosofia existente nas Forças Armadas Portuguesas, que ainda conheci, de que os direitos adquirem-se…


Dito de outra maneira os cidadãos não deveriam poder usufruir de alguns direitos caso não tivessem os seus deveres em dia.


Em Portugal embebedámo-nos de direitos aí por alturas de 1974/75 (como de resto em 1820, 1834 e 1910 – com os resultados conhecidos) e ainda estamos ébrios. A ressaca arrisca-se a ser muito dolorosa. Tudo começa na Constituição da República (CR).

De facto a CR tem um extenso título II – “Direitos, Liberdades e Garantias” e ainda o título III, “Direitos e Deveres Económicos, Sociais e Culturais”.
Ora não vivendo nós num mundo ideal, com seres humanos perfeitos, parecia de bom senso que ao lado (isto é antes, ou depois) do título II existisse um outro dedicado aos “Deveres, Obrigações e Responsabilidades”; só existe no nº 5 do art. 36, a alusão a que os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos.
Mesmo o título III que tem no seu título a palavra “deveres económicos...”, em todo o seu articulado não prescreve deveres para ninguém em nenhum âmbito!
Apenas o título X referente à Defesa Nacional (bem pequeno, por sinal), no nº 1 do art. 276 prescreve “A defesa da Pátria é direito e dever fundamental de todos os portugueses”. Por curiosidade não resistimos a apontar a aparente desintonia entre este ponto e o articulado do nº 1 do art. 275 “Às Forças Armadas incumbe a defesa militar da República”. Será que se pode concluir, que apesar de as FAs serem constituídas por portugueses (e apenas estes – por enquanto), não lhes cabe defender a Pátria, enquanto que aos portugueses em geral não se lhes outorga a defesa da República?

Mas falávamos de deveres e vamos ilustrar o que queremos salientar.


Os políticos, por exemplo, deviam ter como dever à cabeça, ser patriotas e não ocuparem funções para as quais não estivessem preparados; os profissionais dos diferentes ramos de actividade deveriam ter a acompanhá-los um código ético de conduta; a juventude não deve ter só o direito ao ensino, tem que assumir o dever de estudar e deixar os outros estudar; os pais não têm só o dever de respeitar os filhos, têm também o direito ao respeito deles; o direito ao trabalho (ou ao emprego?) deve pressupor o dever de trabalhar; o direito à greve não se deve sobrepor aos direitos de quem possa ser prejudicado e aos deveres de quem a faz; o dever de defender a Pátria não implica o direito de desertar desse serviço – quantos escreveram a actual CR que incorreram neste caso?! –; a comunicação social não pode ter só o direito à liberdade de expressão, tem o dever de ser objectiva, isenta e proba; os políticos têm o dever de servir o povo e não apenas o direito de lhe extorquir impostos; os banqueiros não devem ter só direito ao lucro, devem colocar os meios financeiros ao serviço da economia nacional; às empresas é curial e desejável a obtenção de lucros, mas não deviam estar isentas de preocupações sociais; os emigrantes devem ser bem tratados, mas devem respeitar as leis, os usos e costumes do país a que se acolheram. Os exemplos podiam multiplicar-se.


Em síntese,
os deveres e os direitos devem estar entrelaçados na justa medida das coisas. Encontrar a justa medida é um problema de todos os tempos. Não se deve ainda decretar “direitos” que não sejam exequíveis, ou outros que sejam iníquos. Os direitos devem ainda ser proporcionais ao desenvolvimento - não se pode tirar de onde não há – e mesmo os direitos de ordem intangível ou absoluta, sendo aspirações utópicas têm necessariamente aplicação relativa.


Repito:
quer-me parecer que os pratos da balança estão muito desequilibrados e muitas questões que neles pesam, mal equacionadas.

Os direitos resultam dos deveres cumpridos.
Do mesmo modo que a paz sem justiça é opressão, os direitos sem deveres associados, geram injustiça. Na injustiça os direitos e o Direito, não subsistem.

João José Brandão Ferreira
TCor Pilav (Ref)

Insucesso escolar: dados pouco divulgados por cá !


Resumindo:

No Luxemburgo, Canadá, Reino Unido, Suíça e França os estudantes portugueses são os que têm maiores taxas de abandono escolar e insucesso.
Logo, o problema não está nos nossos professores, mas sim nos pais das criancinhas e na forma como encaram a (des)necessidade da escola.

Insucesso escolar: dados a ter em conta!

Um estudo vem agora revelar que os Portugueses não gostam do estudo. Mas, claro, a divulgação que é dada a estes contributos para a explicação do insucesso escolar em Portugal é escassa, porque não convêm...

"São marcas que continuam a acompanhar os portugueses. Cá dentro, Portugal tem a segunda taxa mais elevada de abandono escolar precoce da União Europeia. Lá fora, os filhos dos emigrantes portugueses continuam a desistir. No Luxemburgo, um em cada quatro alunos que abandona a escola secundária é português ", dá conta um estudo do Ministério da Educação luxemburguês, ontem divulgado pela agência Lusa.

"Entre os estudantes estrangeiros que frequentam o ensino secundário naquele país, os portugueses são os que apresentam a maior taxa de abandono escolar."
No último ano lectivo, estavam inscritos nas escolas públicas 7046 portugueses. Desistiram 454, o que representou um aumento de cinco por cento em relação ao ano anterior. Os alunos portugueses representam 19,1 por cento da população estudantil do Luxemburgo. São o maior grupo entre os estrangeiros que estudam naquele país.

"A outra face da mesma moeda: dados recentes mostram que, nos EUA, Canadá, Grã-Bretanha e Suíça, os filhos dos emigrantes portugueses estão também entre os que obtêm resultados escolares mais baixos entre as comunidades estrangeiras."

Para Hermano Sanches Ruivo, responsável pela primeira associação de luso-descendentes criada na Europa, a Cap Magellan, a reprodução desta situação deve-se em grande parte ao facto de muitas famílias continuarem a não valorizar o papel da educação.

"Para muitos, educação é os filhos fazerem o que eles fizeram", comenta ao PÚBLICO.
"Não têm tempo para acompanhar os filhos, não gastam dinheiros em aulas suplementares para compensar atrasos. Os jovens, por seu lado, têm como preocupação começar a trabalhar o mais rapidamente possível."

Também o organismo que coordena os serviços escolares na Suíça (CDIP) apontou, em 2007, o dedo às famílias. Os fracos resultados escolares das crianças portuguesas devem-se "ao desinteresse total dos pais em acompanhar" a educação dos filhos e à "origem sociocultural modesta" destes, afirmava-se num documento que suscitou a indignação dos representantes portugueses naquele país.

Sanches Ruivo, que foi o primeiro luso-descendente a ser eleito para a Câmara de Paris, considera que a responsabilidade desta performance negativa recai também sobre os sucessivos governos portugueses. "Tem sido feito muito pouco para promover a língua portuguesa", constata. Um resultado: em França, apenas 30 mil pessoas estão a aprender português, os estudantes de italiano são quase 300 mil, os de espanhol três milhões.

SÃO COINCIDÊNCIAS A MAIS.

Os sistemas educativos do Luxemburgo, Canadá, Reino Unido, Suíça, França e Portugal, sendo muito diferentes - e alguns deles muito prestigiados internacionalmente - apresentam os mesmos dois problemas com os alunos portugueses: Abandono escolar e insucesso...
Não seria de explorar a possibilidade de estarmos perante um problema cultural de fundo, dos portugueses em relação à escola e à necessidade do estudo?

Andou o Ministério da Educação, nos últimos anos, sob a liderança de Maria de Lurdes Rodrigues, com o beneplácito de um agradecido José Sócrates, com o apoio propagandístico de alguns "opinadores", como Emídio Rangel ou Miguel Sousa Tavares, a despejar sobre a opinião pública a ideia de que os professores portugueses eram uma espécie de crápulas, responsáveis pelo abandono escolar e pelos maus resultados dos alunos, para vir agora um estudo do Ministério da Educação do Luxemburgo revelar que são os estudantes portugueses naquele país os que registam mais abandono escolar e piores resultados.

Afinal, como prova esse estudo, reforçado por situação idêntica noutros países, como os Estados Unidos, o Canadá, a Grã-Bretanha e a Suíça, o facto de as famílias portuguesas emigrantes não valorizarem o estudo e o ensino está na origem do abandono escolar e dos maus resultados. Ou seja, em sistemas de ensino diferentes, com condições de trabalho e formação dos professores diversos, o resultado é sempre o mesmo em relação aos estudantes portugueses: alto índice de abandono e fracos resultados escolares.

Apontam ainda aqueles estudos como principais responsáveis pela situação as famílias que não valorizam os estudos. Obviamente que em Portugal a razão é a mesma. De facto, existe na sociedade portuguesa uma tendência generalizada para desvalorizar o estudo, o esforço intelectual e a responsabilidade das famílias na educação dos filhos.

O ataque desferido nos últimos anos à classe docente tem contribuído fortemente para agravar essa situação.

Basta olhar para os escaparates dos quiosques para percebermos que existe uma imensidão de publicações dedicadas ao futebol, à vida cor-de-rosa de famosos por serem famosos, ou à divulgação de truques financeiros para enriquecer rapidamente. Se alguém quiser encontrar uma revista de Cultura, de Arte ou de História, de edição regular, só recorrendo à imensidão de publicações espanholas ou francesas de boa qualidade.

Perante esta realidade, até poderíamos ter o melhor sistema de ensino do mundo, que os resultados pouco mudariam!

01/06/2011

Dia Mundial da Criança

Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos.
Pitágoras
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A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes.
Oscar Wilde
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As crianças acham tudo em nada, os homens não acham nada em tudo.
Giacomo Leopardi 
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As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas.
Joseph Joubert 
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Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Mas nem todas as respostas cabem num adulto.
Arnaldo Antunes


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Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada um.
Platão 
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Nenhum livro para crianças deve ser escrito para crianças.
Fernando Pessoa 
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Não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento.
Albert Camus 
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Não ter nada para fazer é a felicidade das crianças e a infelicidade dos anciãos.
Victor Hugo 

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O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade.
Karl Mannheim 
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Todas as grandes personagens começaram por serem crianças, mas poucas se recordam disso.
Antoine De Saint Exupery

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As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações.
Antoine de Saint-Exupéry 
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Não há crianças ilegítimas - só pais ilegítimos.
Léon R. Yankwich

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"A palavra progresso não terá qualquer sentido quando houver crianças infelizes
Albert Einstein



Uma foto real! Uma imagem de John Gebhardt no Iraque.


Esta história devia aparecer nas manchetes dos jornais e nas TV's... e não as outras porcarias que por aí aparecem!

Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração...
A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça...mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.
Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro. Vamos a isso !
Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral.

Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.


Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

29/05/2011

Bento Amaral

"Apaixonado pela vida, Bento revela em tudo o que faz e diz uma profundidade, uma sensibilidade e uma alegria espantosas. A sua condição e a forma como transcende as suas limitações fazem dele um homem apaixonante. E foi tudo isto que prendeu a Carmo que, não tendo nenhum handicap, se apaixonou perdidamente pelo homem mais livre e mais inteiro que conheceu na vida e, com uma coragem e uma alegria invulgares, construiu para si e para ele uma felicidade que ainda agora começou mas já nos contagia a todos."
Laurinda Alves
Este é um excerto da crónica de Laurinda Alves sobre Bento Amaral e Maria do Carmo. 


VERGONHOSO!


Claro, os contratos foram estabelecidos pela tutela e vai daí o moço despediu-se mas, surpresa (?), vai para presidente na Opway. E esta?

Acham isto possível? Será manipulação? De qualquer forma, estes sujeitos não podem mesmo ganhar as eleições. É o típico negócio dos últimos anos.

AH GANDA SÓCRATES. VÊ SE GANHAS DE NOVO, PARA LEVARES DE VEZ PORTUGAL À FALÊNCIA!
(... ISTO JÁ NÃO SE RESOLVE COM ELEIÇÕES, MAS SIM COM UMA PÁ!)

Mas vendem esta trafulhice, com a maior das sem vergonhas. Vão roubar para a estrada!

Esta malta inventa-as todas, é fartar vilanagem!

São uma corja (porque não exibem pingo de vergonha, passeiam-se que nem nababos).

Decididamente esta notícia que aqui vai... é grave de mais. VEJAM:

http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/13427620/1