09/12/2013

Apartheid Século XXI


 

 

Este apartheid do século XXI,
É um método atual de segregação,
Que atinge indefesos p’la corrupção
Dum grupo em que não se salva nenhum!
 

Quem paga a crise são sempre os mais frágeis,
Crise que criaram os que se bastaram
Destruíram tudo, tudo consumaram.
Corruptos, ambiciosos tão insaciáveis!
 

É a segregação de classes sociais:
Ferir velhos que tanto trabalharam
E os de baixas tabelas salariais…
 

Meu Menino Jesus, sacia estes homens…
Leva-os p’ra bem longe, não te peço mais.
Longe… para o inferno; eles nos consomem!...
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Poema de - Zélia Chamusca
Fonte de imagem - Google

3 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Um poema para pensar.
Menino Jesus, se me ouves e queres que acreditemos em Ti, faz o milagre de transformar estes políticos no mais miserável dos seres humanos, cobertos das piores chagas e dores.

Que a cura dos seus males seja reparar todos os erros que fizeram na Educação, na saúde, na Assistência social.

Zélia Chamusca disse...

Olá Luis Rodrigues Coelho ,

Miseráveis moralmente já eles são.

A cura que eu peço é que devolvam tudo o que usurparam à nação, ao país e aos trabalhadores e reformados.

Grata por sua presença e um Feliz Natal,

ZCH

A. João Soares disse...

Cara Amiga Zélia e caro Amigo Luís
Coelho,

Um Estado é uma empresa complexa sem fins lucrativos, pois o seu objectivo é o bem colectivo dos cidadãos. Estes escolhem (na realidade por um método irracional) indivíduos em quem delegam as tarefas de geris o bem comum, mas não lhes dão o direito de considerarem o Estado como propriedade privada deles e de enriquecerem à custa do dinheiro dos contribuintes.
Por isso estes impreparados e candidatos a novos milionários devem ser espoliados de tudo e ser mandados para a Madeira com bilhete válido apenas até meio da distância, onde são apeados.
Leia-se o que escrevi no comentário no post mais recente acerca do secretismo das benesses dos políticos.

Como diz Luís Coelho, este é um poema para PENSAR e seria bom que os portugueses começassem a pensar seriamente nos assuntos do País.

Quanto ao método irracional das eleições, devemos meditar sobre o logro que é o próprio acto de votar, pois acredito que ninguém conheça pormenores da seriedade, honestidade, patriotismo, capacidade de cada um dos elementos da lista de qualquer partido às legislativas.
E as pessoas votam... às cegas.

Os políticos nem defendem o seu produto, vendem uma coisa metida num saco opaco com algo que só mais tarde, a pouco e pouco, se começa a vislumbrar.

Por exemplo, pouca gente saberia que um indivíduo que acabou por ter muitos votos tinha sido «cantor» num tasco ribatejano, se drogava ao ponto de ter ido mais que uma vez desintoxicar-se a Madrid, batia na mulher, e depois um amigo para tentar recuperá-lo contratou-o para administrador de empresas suas, mas ele criou problemas graves com as Finanças, etc. etc.

Procure os vídeos que mostram as palavras do PM antes de o ser e as comparam com as que diz agora sobre os mesmos temas.
A vida pública está uma ficção em que nada nos permite prever o dia seguinte. Mas as palavras positivas e optimistas são úteis para imaginarmos como todos poderíamos ser mais felizes e a governação mais adequada à função de «representantes do povo» ou mandatários do povo». Mas, infelizmente, não podemos confiar em nenhum deles, apenas com base nas palavras.

Beijo para a Zélie a e abraço para o Luís, com votos de Boas Festasz
João