23/02/2012

O regabofe continua imparável e sem fim à vista!


PERGUNTO, SERÁ VERDADE? Se for verdade é infame e tal deveria ser urgentemente esclarecido pela própria Assembleia da Republica e pelo sindicato dos juízes e mesmo pelo grupo parlamentar do PCP. A não ser verdade é intolerável esta politica de desinformação de quanto pior melhor; e a ser verdade só pode significar que os sacrifícios para com a TROIKA estão a ser contaminados

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/pensoes-de-magistrados-isentas-de-contribuicoes-extraordinarias#comentarios

O P.C.P PROPÔS E A A.R. APROVOU POR UNANIMIDADE:

Os Magistrados, vulgo juízes, jubilados, vulgo reformados, não estão sujeitos aos cortes de pensões extensivos a todos os outros reformados ou pensionistas.
Sabendo todos que as reformas dos magistrados são das mais altas do país, algum iluminado é capaz explicar o que levou os deputados, por unanimidade, a aprovar esta medida?
Só pode ser por agradecimento!
Por alguma razão, em Portugal, não há nenhum político preso por corrupção (em Espanha há mais de 300), embora as provas do enriquecimento estejam à vista de todos.
O Isaltino já foi preso? Bem podem esperar sentados!

autor desconhecido

Acresce:

Afinal o pessoal nomeado para exercer funções nos Gabinetes dos membros do Governo recebem subsídio de férias e de Natal mas, com outro nome! Não há vergonha na Cara…

“Ministério da Educação e Ciência

Gabinete da Secretaria de Estado do Ensino Superior e Secretaria de estado da Ciência
Despacho (extracto) nº 774/2012 (…)
(…) 3. Nos meses de Junho e Novembro para além da mensalidade referida no número anterior, será paga outra mensalidade de igual valor a título de abono suplementar. (…)”

1 comentário:

Luís Coelho disse...

Os escândalos são muitos e cada dia mais à vista de todos.
Já não há vergonha nem respeito pelos eleitores e pelo povo em geral.

O post seguinte mostra que a policia também deixou de ter bom senso e capacidade de resolver as situações.

Quando encontram alguma coisa por onde pegar não vêem mais nada. Pouco se importam com a fome e a desgraça alheia.