03/02/2012

Mahatma Gandhi

Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos.
Ele respondeu:
"A Política, sem princípios;
o Prazer, sem compromisso;
a Riqueza, sem trabalho;
a Sabedoria, sem caráter;
os Negócios, sem moral;
a Ciência, sem humanidade;
a Oração, sem caridade."
E continuou:
 "A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis​​, se eu sou amável;
que as pessoas são tristes, se estou triste;
que todos me querem, se eu os quero;
que todos são ruins, se eu os odeio;
que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio;
que há faces amargas, se eu sou amargo;
que o mundo está feliz, se eu estou feliz;
que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva
A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.
A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim."

ENTÃO
, SE O MUNDO ESTÁ UMA DROGA EU ESTOU UMA DROGA...

pense nisso...
 

6 comentários:

A VIDA É UM ETERNO APRENDIZADO disse...

Olá!
Foi um grande prazer conhecer seu blog.Aproveito meu tempo para navegar e ler textos e poemas feitos por pessoas que gostam de escrever.
Que bom que você é uma delas.
Grande abraço
se cuida

Luis disse...

Minha Querida Amiga Celle,
Como se apercebeu com este post ganhou alguém que ficou a considera-la dando razão a Gandhi, homem de grande sabedoria!
Beijinhos amigos.

Celle disse...

Caro comentarista e colega Luis
Denunciar apenas, os fatores que destroem a humanidade de nada adianta.É necessário mudanças de comportamentos e mentalidades pois a vida reflete o que lhe apresentamos.
Ja dizia Woody Allen: O Eco tem a ultima palavra...
bjs
celle

A. João Soares disse...

Amiga Celle,

Muito obrigado por ter trazido aqui estes excelentes ensinamentos. Como bem diz no comentário anterior, o eco é uma realidade as nossas atitudes, o nosso comportamento ao fazer bem aos outros, reflecte-se em nós e, deste modo, a nossa felicidade é o eco da felicidade que transmitirmos aos outros.
Recordo-me de uma história já aqui publicada de um velho sábio, junto a um poço, ao ser interrogado como eram as pessoas da localidade perguntava como eram as da terra de onde vinha e, depois, respondia que ali eram iguais. Porque o problema estava dentro do outro da opinião que formava sobre as pessoas.
A compreensão, a tolerância, o respeito pela diferença é essencial na vida em sociedade. Quando digo isto, há quem diga que pareço sacerdote, um missionário, um confessor, mas aceito isso com gosto. No entanto, apenas sou um velho experiente que sempre procurou praticar e aperfeiçoar estes conceitos e compreender os outros, tal como são, com as suas qualidades e defeitos.
Há dias, a uma correspondente virtual com uma crise emocional que ela estava a agravar, dei-lhe o que ela chamou uma «bofetada» com luva branca, e depois agradeceu porque a fiz ver que o caminho não era aquele que continuava a teimar seguir, encarou a realidade e voltou a viver positivamente.

Imagine como fiquei feliz com as posteriores palavras dela.

Beijos
João

Celle disse...

João e LUIS
Vou seguindo minha viagem também observando e aprendendo com quem ja adquiriu uma bagagem invejável de conhecimentos, agradecida de em nossos contatos ir aprendendo pois, minha mente ainda trabalha em busca de crescimento.
bjs
Celle

A. João Soares disse...

Colega e Amiga Celle,

Realmente andamos a aprender até morrer. Aprendemos com os que pensam como nós e com os que defendem convicções opostas às nossas, porque eles também têm a sua lógica e as suas justificações.
Trabalhar numa equipa em que há a Celle e outras pessoas com o cérebro a funcionar com as melhores intenções constitui uma benesse para nos aperfeiçoarmos.

Muito obrigado
Beijos
João