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11/11/2013

CARROS DO ESTADO., OSTENTAÇÃO DE NOVO RIQUISMO

O post anterior, colocado pelo Amigo e colega Luís, trouxe-me à memória estas fotos dos Primeiros- ministros britânico e holandês que demonstram que se trata de países pobres, em relação a nós, que provavelmente estão em crise grave e que bem necessitam da nossa ajuda !!!!......

PM britânico indo para o trabalho de Metro, de pé:


















PM holandês chegando, de bicicleta, ao seu gabinete de trabalho:
















PM holandês regressando a casa, de bicicleta:

01/02/2011

Denunciar é preciso

Para impedir a imunidade e impunidade dos amigos do poder é indispensável denunciar as irregularidades de que se tenha conhecimento, a qualquer nível. Apesar dos freios à actuação disciplinar e judicial, por vezes, consegue-se que os erros sejam rectificados, como se vê pela notícia do Público: «Saúde anula concurso que beneficiava filho de dirigente».

15/09/2009

Pelas vítimas de abuso sexual

Acender um milhão de velas

As vítimas inocentes de abuso sexual da Internet não podem falar por elas próprias.
Mas você pode. Com a sua ajuda, nós podemos erradicar este negócio perverso.
Não precisamos do seu dinheiro.
Nós precisamos que acenda uma vela de apoio .
Quantas mais velas acendermos, mais poderosas se tornarão as nossas vozes.
Esta petição será usada para encorajar os governos, os políticos, as instituições financeiras, as organizações com dinheiro, os servidores de serviços da Internet, as agências de coação e de justiça a erradicar a viabilidade comercial do abuso de crianças online.

Eles têm o poder de trabalhar juntos. Você tem o poder de os forçar a agir.
Por favor, acenda uma vela na lightamillioncandles.com ou mande por e-mail o seu apoio. light@lightamillioncandles.com.

Juntos pudemos destruir a viabilidade comercial dos sites de abuso de crianças, os quais estão a destruir as vidas de crianças inocentes.
Por favor envie um e-mail a todos os seus amigos, parentes, colegas ou por todas as formas viáveis para que todos possamos acender uma vela.

26/04/2008

IVA sobre carros: Governo assume pré-contencioso com CE

De Diário digital

A Comissão Europeia (CE) poderá condenar e levar o Governo português ao Tribunal das Comunidades já na segunda metade do ano por acrescentar o IVA ao imposto sobre os veículos (ISV), o ex-imposto automóvel (IA), refere o Diário de Notícias esta sexta-feira.

Ontem, as Finanças admitiram a existência de um «pré-contencioso» com Bruxelas e nos meios fiscais admite-se já a necessidade de alterar as tabelas de impostos no sector (ISV e IUC), já em Junho.

O Governo afirma que neste momento o processo do IVA sobre o ISV «está na fase de pré-contencioso» e que já respondeu às questões colocadas pela Comissão Europeia. Ontem, em resposta a pedidos de esclarecimentos formulados pelo eurodeputado centrista Ribeiro e Castro, o comissário Lászlo Kovacs deu a conhecer que foram iniciados processos por infracção contra Portugal, Polónia, Finlândia, Malta e Áustria.

Bruxelas, que proíbe a aplicação de «impostos sobre impostos», aguarda agora «respostas de todos os Estados membros» e afirma que «à luz dessas respostas a Comissão determinará o andamento a dar aos processos».

Numa missiva enviada ao eurodeputado centrista Ribeiro e Castro, o comissário húngaro afirma que «não se espera uma decisão» (de enviar o processo para apreciação pelo Tribunal das Comunidades) antes do segundo semestre de 2008.

NOTA: Ainda bem que existe a UE, para reduzir as hipóteses de as ditaduras nos sacarem tudo até ao tutano.

08/02/2008

Despesas de ministros pagas com cartão de crédito

Segundo a notícia «Brasil investiga cartões de ministros», no jornal gratuito de hoje «Global», o Senado brasileiro vai discutir a criação de uma comissão parlamentar de inquérito aos gastos dos ministros e altos funcionários do Estado pagos com cartões de crédito.

O líder da bancada da oposição disse: «é necessário investigar os gastos feitos com cartões corporativos para a compra de bijuterias, materiais de piscina, despesas em churrascarias». No Brasil, as despesas feitas pelos ministros com cartões são públicas.

Isto passa-se no Brasil, um país riquíssimo, que só não é uma potência mundial por obstáculos levantados por vizinhos imediatos e da América do Norte, para não o terem como concorrente na comunidade internacional. E entre nós? Como é? Logicamente, como dispomos de menos riqueza, deveríamos ter um controlo mais apertado, a fim de evitar elevados défices orçamentais e de aliviar o peso fiscal sobre os menos abastados. Será que a lógica é traduzida nas realidades quotidianas? Certamente que não (!) pois até há políticos que requereram ao TC que não publique a sua declaração de rendimentos (!)

Este é um bom motivo para reflexão e, certamente, irá mexer nas memórias de muitos acompanhantes de políticos em viagens ao estrangeiro!

07/12/2007

Não param de mexer na nossa carteira

Os indivíduos considerados CCCC – cidadão, contribuinte, consumidor, cliente – estão permanentemente a ser roubados, sem terem quem os defenda e sem poderem defender-se.

Já aqui se referiu a exploração dos bancos que, para terem elevados lucros, não têm escrúpulos que os impeçam de extorquir cada vez mais, a pretexto seja do que for.

Agora é a Entidade Reguladora dos Serviços de Energia (ERSE) que pretende fazer a conversão dos actuais contadores da luz para a telecontagem o que deverá avançar a partir de 2010. É uma medida lógica do ponto de vista de gestão económica das distribuidoras de energia que irá reduzir os custos com o pessoal encarregado da leitura dos contadores. Esta que outrora era mensal, agora passou a ser feita com intervalos de 4 meses, sendo a facturação bimensal. A telecontagem vai originar grandes economias à empresa, sendo de seu inteiro interesse implementá-la.

Mas, ilogicamente, a factura será paga pelos consumidores via tarifas de electricidade ao longo de 20 anos, a partir de 2010. Segundo a ERSE, este encargo vai agravar a factura em 3,1% no máximo a partir de 2015 entre o sexto e o décimo ano. Portanto, o consumidor (CCCC) vai pagar uma medida que apenas traz benefício à empresa, por lhe ocasionar poupanças em pessoal e trabalho administrativo. É inacreditável!!!

E os CCCC continuam indefesos, desprotegidos, porque o Governo, que era suposto zelar pelos seus direitos e garantias, assiste impávido e sereno à roubalheira sem tugir nem mugir. Porquê? Porque estão em jogo interesses de grandes empresas que serão generosas na compensação aos governantes que lhes forem dóceis, oferecendo-lhes tachos dourados quando deixarem a política activa.

Antes que se diga que este raciocínio é exagerado, convém fazer a lista dos tachos daqueles que passaram por altos cargos nos governos e em outras instituições políticas. Na realidade e em geral, a política constitui apenas uma etapa intermédia na corrida aos tachos em grandes empresas, com prioridade para as que têm algum capital público.

E, desta forma, os CCCC continuarão a ser explorados, porque todos os interesses estão contra eles e nada está a seu favor. Como dizia o humorista Camilo de Oliveira, «toma que é democrático»!!!