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19/10/2011
27/01/2009
O Céu
Aquele casal de 85 anos estava casado já há sessenta e dois.
Apesar de não serem ricos viviam bastante bem porque eram muito poupados.
Apesar da idade estavam ambos em muito boas condições físicas principalmente pela insistência dela na alimentação saudável e na manutenção em ginásio, em especial, durante a última década.
Apesar de não serem ricos viviam bastante bem porque eram muito poupados.
Apesar da idade estavam ambos em muito boas condições físicas principalmente pela insistência dela na alimentação saudável e na manutenção em ginásio, em especial, durante a última década.
Mesmo com tão boa forma, um dia, numa das raras saídas para férias, o avião onde seguiam despenhou-se e mandou-os para o Céu.
Chegaram às portas rebrilhantes do Céu e São Pedro veio recebê-los à porta.Levou-os até uma fantástica mansão, com móveis dourados e cortinas de finas sedas, com uma cozinha completamente fornecida e uma cascata na sala de banho.
Ao fundo podia ver-se uma criada a arrumar as roupas favoritas de ambos nos imensos roupeiros.
Eles olhavam para tudo atónitos quando São Pedro disse:
- Bem vindos ao Céu. A partir de agora esta será a vossa nova casa.
O idoso senhor perguntou a São Pedro quanto é que aquilo iria custar.
- Claro que vai custar NADA. Isto é a tua recompensa no Céu.
O homem então olhou pela janela e viu um campo de golf que não tinha comparação com nada, do melhor, feito na Terra...
- Qual é o preço da utilização? - gemeu o idoso homem.- Isto é o Céu - replicou São Pedro - Tu podes jogar de graça, sempre que quiseres.
No dia seguinte foram almoçar ao salão e depararam-se com um almoço estonteante, com todas as inimagináveis especialidades gastronómicas, desde mariscos até às melhores carnes e sobremesas, tudo acompanhado dos melhores vinhos e bebidas.
- Nem me perguntes nada - disse o São Pedro ao homem - Isto é o Céu. É tudo de graça.
O idoso senhor olhou em volta nervosamente e fixou o olhar na esposa.
- Bem, onde é que estão as comidas de baixo teor de gordura e colesterol e o chá descafeínado? - perguntou ele.
- É a melhor parte - atalhou São Pedro - vocês podem comer e beber o que quer que seja que gostem sem se preocuparem em ficarem gordos ou doentes. Eu já disse: isto é o Céu!
O idoso ainda perguntou: - Nem é preciso ginásio?
- A menos que vocês queiram - foi a resposta de São Pedro.
- Nem testes de açúcar, nem medições de tensão, nem...
- Nunca mais. Vocês estão aqui para se divertirem e gozarem.
O idoso olhou bem de frente para a sua esposa e disse:
- Tu e a m*r*da dos Corn Flakes... Já podíamos estar aqui há dez anos!

04/11/2008
MEIA IDADE
Acho que temos andado demasiado sisudos!
Vamos lá descontrair um pouco. A alegria é fonte de saúde. Rir é barato e espassa as idas ao médico…
Você sabe que está chegando à meia-idade quando tudo dói e o que não dói não funciona.
A gente chega à meia-idade quando fazer amor nos transforma num animal selvagem: uma preguiça.
Meia-idade é quando sua idade começa a aparecer na cintura!.
Na meia-idade você ainda sente vontade mas não lembra exatamente do quê.
Meia-idade é quando você sente vontade de se exercitar e deita pra esperar passar.
Meia-idade é quando seu médico lhe recomenda exercício ao ar-livre e você pega o carro, e sai guiando com a janela aberta.
Na meia-idade, jantares à luz de velas já não são românticos porque não se consegue ler o cardápio.
Meia idade é quando um cara começa a apagar as luzes por economia e não para criar um clima com você.
Infância: época da vida em que fazemos caretas para o espelho. Meia idade: época da vida em que o espelho se vinga.
Há três períodos na vida : infância, juventude, e “você está com uma aparência esplêndida” (essa é ótima)
Está na meia idade? Ânimo! O pior ainda está para vir!
Você sabe que está na meia idade quando tudo aquilo que a Mãe Natureza te deu o Pai Tempo começa a levar embora.
Meia-idade é quando paramos de criticar a geração mais velha e começamos a criticar a mais nova.
Meia-idade é quando sabemos todas as respostas e ninguém nos pergunta nada.
Meia-idade é quando se alguém dá em cima de você no cinema é porque está atrás da pipoca.
Meia-idade: primeiro começa a esquecer os nomes, depois os rostos, depois de fechar o zíper.
Meia idade é quando já não temos mais idade para dar maus exemplos e passamos a dar bons conselhos…
“Não há cura para o nascer e o morrer, a não ser saborear o intervalo.”
Você sabe que está chegando à meia-idade quando tudo dói e o que não dói não funciona.
A gente chega à meia-idade quando fazer amor nos transforma num animal selvagem: uma preguiça.
Meia-idade é quando sua idade começa a aparecer na cintura!.
Na meia-idade você ainda sente vontade mas não lembra exatamente do quê.
Meia-idade é quando você sente vontade de se exercitar e deita pra esperar passar.
Meia-idade é quando seu médico lhe recomenda exercício ao ar-livre e você pega o carro, e sai guiando com a janela aberta.
Na meia-idade, jantares à luz de velas já não são românticos porque não se consegue ler o cardápio.
Meia idade é quando um cara começa a apagar as luzes por economia e não para criar um clima com você.
Infância: época da vida em que fazemos caretas para o espelho. Meia idade: época da vida em que o espelho se vinga.
Há três períodos na vida : infância, juventude, e “você está com uma aparência esplêndida” (essa é ótima)
Está na meia idade? Ânimo! O pior ainda está para vir!
Você sabe que está na meia idade quando tudo aquilo que a Mãe Natureza te deu o Pai Tempo começa a levar embora.
Meia-idade é quando paramos de criticar a geração mais velha e começamos a criticar a mais nova.
Meia-idade é quando sabemos todas as respostas e ninguém nos pergunta nada.
Meia-idade é quando se alguém dá em cima de você no cinema é porque está atrás da pipoca.
Meia-idade: primeiro começa a esquecer os nomes, depois os rostos, depois de fechar o zíper.
Meia idade é quando já não temos mais idade para dar maus exemplos e passamos a dar bons conselhos…
“Não há cura para o nascer e o morrer, a não ser saborear o intervalo.”
09/09/2008
SESSENTA ANOS…OU MAIS!
À medida que os dias passam e os anos avançam, o ser humano, gradualmente, vai perdendo parte do seu vigor físico.
O corpo começa a acusar o seu desgaste:
Uma dorzita aqui, uma pontada acolá… às vezes até coisas mais sérias, a exigirem maior atenção e cuidados.
Mas a mãe Natureza, sábia como todas as mães, vai compensando essa perda com um aumento de discernimento e sabedoria, o tal “saber de experiência feito”.
Experiências feitas e comprovadas dizem-nos que uma das formas de afastar, ou pelo menos, minimizar o sofrimento, consta de um belo sorriso, ou, melhor ainda, umas boas gargalhadas.
Imagine que um dia está muito sossegadamente lendo o jornal, e de repente o reumático resolve dar-lhe uma ferroada.
- Se lhe mostrar uma cara feia, zangada, ele investe ainda com mais força.
- Se, ao contrário, lhe mostrar um grande sorriso, como que a dar-lhe as boas-vindas, ele vai certamente fazer um ar de espanto, fica totalmente desarmado, e bate em retirada.
Experimente, a próxima vez que receber essa indesejável visita!
Uma boa ideia, também, será contar-lhe esta história que aqui lhe deixo:
Um dia, todos terão 60 anos…e mais!
Uma sexagenária resolveu fazer hidroginástica.
Chegou cheia de gás e autoconfiança e entrou na secretaria da academia. Mal chegou, a professora olhou-a de cima abaixo e avisou:
O corpo começa a acusar o seu desgaste:
Uma dorzita aqui, uma pontada acolá… às vezes até coisas mais sérias, a exigirem maior atenção e cuidados.
Mas a mãe Natureza, sábia como todas as mães, vai compensando essa perda com um aumento de discernimento e sabedoria, o tal “saber de experiência feito”.
Experiências feitas e comprovadas dizem-nos que uma das formas de afastar, ou pelo menos, minimizar o sofrimento, consta de um belo sorriso, ou, melhor ainda, umas boas gargalhadas.
Imagine que um dia está muito sossegadamente lendo o jornal, e de repente o reumático resolve dar-lhe uma ferroada.
- Se lhe mostrar uma cara feia, zangada, ele investe ainda com mais força.
- Se, ao contrário, lhe mostrar um grande sorriso, como que a dar-lhe as boas-vindas, ele vai certamente fazer um ar de espanto, fica totalmente desarmado, e bate em retirada.
Experimente, a próxima vez que receber essa indesejável visita!
Uma boa ideia, também, será contar-lhe esta história que aqui lhe deixo:
Um dia, todos terão 60 anos…e mais!
Uma sexagenária resolveu fazer hidroginástica.
Chegou cheia de gás e autoconfiança e entrou na secretaria da academia. Mal chegou, a professora olhou-a de cima abaixo e avisou:
- Precisamos proceder a uma avaliação.
Pegou numa ficha, preencheu com seu nome e endereço, e mandou brasa:- Então a senhora já tem mais de sessenta anos?
- Pois é, minha filha, há seis anos virei sexy.
- Como??? A senhora disse sexy???
- É, sexy de sexagenária, entendeu?
- A senhora tem falta de ar?
- Não, tenho falta de dinheiro.
- Às vezes sofre de tonturas?
- Sofro com as tonteiras dos outros.
- Tem hipertensão?
- Não, tenho hipertesão.
- É diabética?
- Não. Sou diabólica.
- Tem alergia?
- Sim. A mulher.
- A senhora é doida?
- Sim. Por homem!!!

“O mais fantástico da vida é estar com alguém que sabe fazer de um pequeno instante um grande momento”.
- Pois é, minha filha, há seis anos virei sexy.
- Como??? A senhora disse sexy???
- É, sexy de sexagenária, entendeu?
- A senhora tem falta de ar?
- Não, tenho falta de dinheiro.
- Às vezes sofre de tonturas?
- Sofro com as tonteiras dos outros.
- Tem hipertensão?
- Não, tenho hipertesão.
- É diabética?
- Não. Sou diabólica.
- Tem alergia?
- Sim. A mulher.
A esta altura, a moça não se conteve:
- A senhora é doida?
- Sim. Por homem!!!

20/03/2008
Conviver com bom humor
Depois de ver a notícia dada no blogue O sino da Aldeia, pelo conceituado colega blogger Jorge Guedes, Mocho-Real, acerca da criação da agência de notícias TUSA (concorrente da LUSA), lembrei-me de uma convocatória escrita pelos amigos Vítor da Silva e Augusto Silva, dois septuagenários maduros, para o encontro mensal de Março da tertúlia dos antigos alunos da António Arroio (AAAA) de que transcrevo a parte inicial:
Estimada Taróloga Professora D. Mariette,
Sou Sexagenário (ou septuagenário? Oh, esta memória!), tenho sido sempre saudável mas se a sinto por vezes forte, consistente, cheia, outras vezes nem tanto, a maior parte das vezes está completamente murcha, como se não existisse, quando me encontro absorvido com outros problemas, que é, como digo, a grande parcela do meu tempo. Acha isso grave? Acha isso normal na minha idade? Que me aconselha para potenciá-la, para a tornar constante, viva, para me satisfazer?
Assina um Antigo Aluno da António Arroio, seu grande admirador.
Resposta
Caro Antigo Aluno da António Arroio, apreciei particularmente a sua missiva e posso assegurar-lhe que a terapia necessária está precisamente nas suas próprias mãos. Percebo-o quando diz senti-la por vezes forte, constante, cheia, outras vezes nem tanto, está de facto a constatar que a sua MEMÓRIA está em acção, mas precisa de a estimular no dia-a-dia, para não passar o tempo com essa sensação de vazio. Que melhor terapia lhe posso aconselhar que o contacto constante com as vitaminas AAAA, no mínimo uma vez por mês? Torne-se frequentador assíduo da Tertúlia dos Quatro Ás e verá como a sua memória ganhará a tal força, a tal pujança com que sonha, ao relembrar junto de tantos colegas e Amigos a juventude, as suas diabruras na Escola, as desilusões, os professores de que gostava (e os outros… porque não?), a moças mais bonitas, ao rapazes mais espadaúdos!
Até sempre
Mariette Virgínia
Comentário nosso:
Esse grupo de carolas continua tal saga mensal e, neste mês de Março de 2008 (terça-feira, da 25, precisamente), lá teremos mais um encontro-jantar a antever-se inesquecível, com a Primavera já a desabrochar (…)
Nota: É apreciável como o bom humor torna os momentos da vida mais agradáveis, mais fortes e cheios!!! Parabéns aos amigos Jorge, Vítor e Augusto, pela boa disposição que irradiam.
Estimada Taróloga Professora D. Mariette,
Sou Sexagenário (ou septuagenário? Oh, esta memória!), tenho sido sempre saudável mas se a sinto por vezes forte, consistente, cheia, outras vezes nem tanto, a maior parte das vezes está completamente murcha, como se não existisse, quando me encontro absorvido com outros problemas, que é, como digo, a grande parcela do meu tempo. Acha isso grave? Acha isso normal na minha idade? Que me aconselha para potenciá-la, para a tornar constante, viva, para me satisfazer?
Assina um Antigo Aluno da António Arroio, seu grande admirador.
Resposta
Caro Antigo Aluno da António Arroio, apreciei particularmente a sua missiva e posso assegurar-lhe que a terapia necessária está precisamente nas suas próprias mãos. Percebo-o quando diz senti-la por vezes forte, constante, cheia, outras vezes nem tanto, está de facto a constatar que a sua MEMÓRIA está em acção, mas precisa de a estimular no dia-a-dia, para não passar o tempo com essa sensação de vazio. Que melhor terapia lhe posso aconselhar que o contacto constante com as vitaminas AAAA, no mínimo uma vez por mês? Torne-se frequentador assíduo da Tertúlia dos Quatro Ás e verá como a sua memória ganhará a tal força, a tal pujança com que sonha, ao relembrar junto de tantos colegas e Amigos a juventude, as suas diabruras na Escola, as desilusões, os professores de que gostava (e os outros… porque não?), a moças mais bonitas, ao rapazes mais espadaúdos!
Até sempre
Mariette Virgínia
Comentário nosso:
Esse grupo de carolas continua tal saga mensal e, neste mês de Março de 2008 (terça-feira, da 25, precisamente), lá teremos mais um encontro-jantar a antever-se inesquecível, com a Primavera já a desabrochar (…)
Nota: É apreciável como o bom humor torna os momentos da vida mais agradáveis, mais fortes e cheios!!! Parabéns aos amigos Jorge, Vítor e Augusto, pela boa disposição que irradiam.
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