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30/11/2011

Direito de compreender



Devemos exigir ser informados com clareza, para compreender.
Devemos escrever de forma a sermos compreendidos pelos menos letrados, Devemos evitar linguagem hermética e demasiado elevada, como se estivéssemos a escrever para a avó, pouco erudita.

25/08/2011

Morto trabalha uma semana.


Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa durante cinco dias.


George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque havia 30 anos, sofreu um ataque cardíaco na sala onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza lhe perguntou porque ainda estava a trabalhar no fim de semana.

O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
'O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.'
A autópsia revelou que ele estava morto havia cinco dias, depois de um ataque cardíaco.

Sugestão:
De vez em quando acene para os seus colegas de trabalho..
Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!

Moral da História:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo...

28/02/2011

Escrever


(Frases Diversas de Diversos Autores)

Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca idéias.
(Pablo Neruda)

Escrever é, simplesmente, uma maneira de falar sem que nos interrompam.
(Sofocleto)

É preciso escrever o mais possível como se fala e não falar demais como se escreve.
(Sainte-Beuve)

O ato de escrever é a arte de sentar-se numa cadeira.
(Sinclair Lewis)

Somos todos escritores. Só que uns escrevem, outros não.
(José Saramago)

Escrever é ter coisas para dizer.
(Darcy Ribeiro)

Perdoe-me, senhora, se escrevi carta tão comprida. Não tive tempo de fazê-la curta. (Voltaire)

Reescrevi 30 vezes o último parágrafo de 'Adeus às Armas' antes de me sentir satisfeito.
(Ernest Hemingway)

Uma história se conta, não se explica.
(Jorge Amado)

Escrevo para que meus amigos me amem ainda mais.
(Gabriel García-Márquez)

Quem não lê não escreve.
(Wander Soares)

Cada um escreve do jeito que respira. Cada um tem seu estilo. Devo minha literatura à asma.
(Fabrício Carpinejar)

Escrever é um ato de liberdade.
(Martin Amis)

Escrever é uma forma de a voz sobreviver à pessoa.
(Margaret Atwood)

De escrever para marmanjos já me enjoei. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo.
(Monteiro Lobato)

Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer é porque um dos dois é burro.
(Mário Quintana)

Existem três regras para escrever ficção. Infelizmente ninguém sabe quais são elas.
W. Somerset Maugham)

O autor escreve apenas metade de um livro. A outra metade fica por conta do leitor.
(Joseph Conrad)

Corrigir uma página é fácil, mas escrevê-la, ah, amigo! Isso é difícil.
(Jorge Luis Borges)

Escrever não é fácil ou difícil, mas possível ou impossível.
(Camilo José Cela)

Escrever é deixar uma marca. É impor ao papel em branco um sinal permanente, é capturar um instante em forma de palavra.
(Margaret Atwood)

Eu escrevo como se fosse salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida.
(Clarice Lispector)

Para escrever bem é preciso uma facilidade natural e uma dificuldade adquirida.
(Joseph Joubert)

Escrever não é nada mais senão ter o tempo de dizer: estou morrendo.
(Gaëtan Picon)

Uns escrevem para salvar a humanidade ou incitar lutas de classes, outros para se perpetuar nos manuais de literatura ou conquistar posições e honrarias. Os melhores são os que escrevem pelo prazer de escrever.
(Lêdo Ivo)

Escrever é sacudir o sentido do mundo.
(Roland Barthes)

14/02/2011

Comunicar é um dom


Conta a história, que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.

A mulher passou manteiga na casca do pão e a entregou para o marido, ficando com o miolo.

Ela pensou:

"Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido, e por 25 anos, sempre lhe dei o miolo, mas hoje quero satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: 
"Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!" 

Moral da história: 

1. Você precisa dizer claramente o que deseja... não espere que o outro adivinhe!

2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro... mas o outro pode estar esperando outra coisa de você! 

3. Deixe-o falar, peça-lhe para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.

4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho. 

A felicidade não é um lugar aonde chegaremos um dia, é uma forma de vida, é uma maneira de caminhar !
Tão Simples como pão com manteiga

Texto de autor desconhecido, recebido em anexo *pps

Imagem da Net

10/05/2009

A arte de comunicar

Um cego, já de idade, estava numa das ruas do jardim sentado e encostado ao murete do canteiro. Ao lado tinha uma lata vazia de refrigerante e um letreiro

SOU INVISUAL
AJUDE-ME

Um jovem técnico de publicidade passou e uns passos adiante parou e voltou atrás. Debruçou-se e , nas costas do letreiro, escreveu uma nova frase. Entretanto o cego tacteou-lhe os sapatos para o identificar.

A seguir as moedas caíram na lata com frequência e ao fim da tarde já somavam boa quantia que tornavam o cego mais satisfeito.

O mesmo jovem, à saída trabalho em direcção a casa, passou por ali e perguntou ao cego como tina decorrido o dia e ele, depois de o identificar e lhe contar quanto recebeu de esmola, perguntou que alteração fez no letreiro .

O jovem respondeu que escreveu no verso:

ESTÁ UM DIA LINDO
E EU NÃO POSSO VÊ-LO

28/03/2009

Eficiência na comunicação

Usando do diálogo que a Internet possibilita, alinho estas frases após ter sido estimulado a «escrever bem» pela escritora Alexandra Caracol através do texto que inseriu no seu blogue e que aqui deixo entre aspas. Escrever ou falar bem é indispensável no acto da comunicação com o outros. Ao comunicar, estamos a desempenhar o papel do carteiro em relação à ideia que pretendemos levar, comunicar, ao outro. Ao transmitirmos uma ideia, não basta ficarmos satisfeitos pela forma como o fizemos, mas devemos imaginarmo-nos na pele do receptor e avaliarmos a facilidade de ele extrair do texto a ideia que com este quisemos enviar. Para a comunicação ser eficaz, sem deturpar a mensagem, há que utilizar uma linguagem comum, com palavras de significado bem conhecido tanto pelo emissor como pelo receptor. Este conceito fica bem evidente quando a comunicação é cifrada, o que obriga a que os dois intervenientes usem a mesma chave para codificar e descodificar.

Para bem escrever é preciso conhecer bem a língua utilizada, a sua gramática e a força das palavras. Mas antes de alinhar as palavras e as frases, é imprescindível clarificar a ideia, isto é, PENSAR, raciocinar, o que hoje é um luxo pertencente a muito poucos. Os próprios governantes, caiem em contradições e incoerências frequentes, por não saberem raciocinar sobre os dados por eles próprios anteriormente estabelecidos. Há que racionalizar o encadeamento das afirmações e dos considerandos que a suportam, procurando a maior clareza do pensamento e a sucessão dos argumentos para ser fácil ao receptor ficar de posse completa da ideia que lhe foi entregue. Já me aconteceu ver textos meus preparados com grande dose de ironia serem interpretados em sentido oposto ao desejado por a ironia não ter sido apercebida por alguns leitores.

Cada um de nós tem de procurar a excelência em todos os seus actos e ajudar os seus familiares e amigos a fazerem igual esforço. Não somos obrigados a morrer ignorantes nem incapazes de falar e escrever bem. Expor de forma correcta um tema, conduz-nos a um melhor conhecimento, em consequência do esforço de raciocínio para preparar a exposição, o que evidencia a interacção entre os dois momentos.

A comunicação e a escrita aprendem-se. Noutros tempos, as escolas, os professores de Português incitavam os alunos a escrever bem sobre temas, uns impostos e outros livres. Tive um professor que nos mandava fazer resumos de partes dos Lusíadas e outras obras e, todas as semanas, fazíamos uma redacção sobre «o caso da semana» e, na segunda-feira, eram chamados uns tantos para lerem o seu trabalho e todos fazíamos a seguir a crítica. Também as publicações tinham concursos de contos e outras redacções dando prémios simbólicos aos melhores. Hoje, impera o facilitismo, com a ideia de que o que é preciso é que nos façamos entender. Só que muitas vezes não se entende e faz-se uma interpretação errada, como é o caso de muitos contratos, de que resultam problemas.

Actualmente, o computador veio dar uma grande ajuda à escrita. Aquela frase que veio à mente quase no fim do texto é facilmente inserida a meio ou no início, no local onde melhor se enquadre na estrutura do texto, não havendo, por isso, desculpa para o ziguezague do percurso em que se repete um aspecto ou se avança e recua no fluir da expressão.

Saber escrever, saber comunicar, aprende-se e incrementa-se com o estudo, a experiência e a análise de bons textos. A divisão das orações (A TLEBS que me desculpe se o termo já não é este) constitui um teste essencial para verificarmos se uma frase está correcta.

Nota: este texto foi escrito em 3 de Dezembro de 2006, mas mantém-se actual, excepto na referência à TLEBS.

11/01/2008

Comunicar é transmitir ideias

Recebi agora por e-mail da amiga Quitéria Oliveira o seguinte texto que é bem demonstrativo de que a comunicação engloba a recepção e a descodificação pelo destinatário. É por isso que muitos políticos falam para o boneco, e ninguém os compreende e, com o hábito, deixam de ser ouvidos, porque são «palavras de políticos»!!!

Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

-Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:
-Doutor, afinal levo ou deixo os patos?

NOTA: E nós por cá perguntaríamos: A Ota é assim tão indiscutível? O jámé quer mesmo dizer jamais? O referendo prometido era mesmo indispensável? O emprego prometido era mesmo para cumprir? A TLEBS era tão imprescindível como parecia? Os apoios de saúde que viram recuado o seu encerramento estavam mesmo a mais? Os 30 Km/h são mesmo para estabelecer? E vai com isso deixar de haver acidentes? A antecipação da renovação das cartas de condução vai evitar que haja mortes nas estradas provocadas pela má condução de jovens e pela falta de critério da sinalização?