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24/06/2011

UMA REALIDADE MUITO ESQUECIDA!


"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."

BARACK OBAMA no MEMORIAL DAY

14/11/2009

Namorada de Sócrates

Três jornalistas, um do Correio da Manhã, uma do ‘Expresso’ e outra da SIC referiram-se a Fernanda Câncio como ‘namorada do primeiro-ministro’, coisa de que ela não gostou e apresentou queixa à Comissão da Carteira Profissional de Jornalista, tendo sido agora arquivado o processo sendo a comissão "unânime a considerar que a matéria em causa era do conhecimento público e de interesse jornalístico, dada a situação de conflito de interesses gerada". Além de textos que escreveu, a jornalista participou no programa da TVI 24, ‘A Torto e a Direito’, onde defendeu José Sócrates. De acordo com esta decisão, há conflito porque Fernanda Câncio "não se coibiu de defender [Sócrates] sem daquela relação ter dado conhecimento aos seus telespectadores".

Ela não gosta porquê? Possivelmente, por razões puramente pessoais nem a ela nem a ele agradará ser tornada pública tal relação heterossexual? Como interpretar? Isto terá algo a ver com a proposta legislativa do PS a discutir na AR, sobre «casamento» homossexual»? Já há tempos, quando o ex-presidente da CM Lisboa, João Soares, criou uma casa para convívio de homossexuais foi mal interpretado por se tratar de uma medida de exclusão, de isolamento, quando o que eles pretendiam era a inclusão social. Mais recentemente, quando Judite de Sousa em entrevista na RTP lhe perguntou «o que é que o senhor acha de ter sido considerado o homem mais sexy em Portugal?», ele ficou sem palavras para dar uma resposta elegante.

Há aqui matéria para estudo de um bom psicólogo ou psiquiatra. Talvez Freud adorasse pegar no assunto.

12/11/2009

Tempo a que falta amor

Transcrevo este texto de Eugénio de Andrade, in 'Os Afluentes do Silêncio', que me foi enviado por alguém que admira muito o Sempre Jovens o qual considera em sintonia com as palavras do escritor que ajudam a explicar alguns dos pequenos atritos devidos a particularidades fragmentárias que são classificadas como ofensas pessoais quando não passam de situações tradicionais, linguísticas e abrangentes do Homem como criatura planetária. Será aleivosia uma pessoa considerar-se como centro do mundo e alvo de qualquer apreciação impessoal, geral e universal de que não goste.

Fragmento do Homem

Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi transformando o homem num objecto com preço marcado.

Estrangeiro a si próprio, surdo ao apelo do sangue, asfixiando a alma por todos os meios ao seu alcance, o que vem à tona é o mais abominável dos simulacros. Toda a arte moderna nos dá conta dessa catástrofe: o desencontro do homem com o homem. A sua grandeza reside nessa denúncia; a sua dignidade, em não pactuar com a mentira; a sua coragem, em arrancar máscaras e máscaras.

E poderia ser de outro modo? Num tempo em que todo o pensamento dogmático é mais do que suspeito, em que todas as morais se esbarrondam por alheias à «sabedoria» do corpo, em que o privilégio de uns poucos é utilizado implacavelmente para transformar o indivíduo em «cadáver adiado que procria», como poderia a arte deixar de reflectir uma tal situação, se cada palavra, cada ritmo, cada cor, onde espírito e sangue ardem no mesmo fogo, estão arraigados no próprio cerne da vida?

Desamparado até à medula, afogado nas águas difíceis da sua contradição, morrendo à míngua de autenticidade - eis o homem! Eis a triste, mutilada face humana, mais nostálgica de qualquer doutrina teológica que preocupada com uma problemática moral, que não sabe como fundar e instituir, pois nenhuma fará autoridade se não tiver em conta a totalidade do ser; nenhuma, em que espírito e vida sejam concebidos como irreconciliáveis; nenhuma, enquanto reduzir o homem a um fragmento do homem. Nós aprendemos com Pascal que o erro vem da exclusão.

Eugénio de Andrade, in 'Os Afluentes do Silêncio'

Os terráqueos não estamos sós

Por que razão OBAMA está sendo pressionado a abrir oficialmente as informações armazenadas desde 1950 sobre a vida extraterrestre?

A abertura oficial do que se sabe da vida extraterrestre é eminente.

Vejam a razão e a necessidade de se abrirem as caixas pretas dos EUA e demais países sobre este assunto no post Abertura oficial da vida extraterrestre no blog blog De tudo... um pouco

Apreciem, como amostra, um dos 12 vídeos linkados neste blogue que dá uma ideia da complexidade da situação.

05/11/2009

Parabéns, amiga Milai!


Amigo, não é alguém
Que conhecemos há anos.
Amigo, é mais do que vemos,
Ou até que conversamos.
É uma palavra ôca,
Que nem sempre faz sentido,
Se passa de boca em boca,
De modo não reflectido.
Sim, porque ter um amigo,
É muito mais que dizê-lo,
É muito mais do que isso,
É tentarmos compreendê-lo,
É um dever-compromisso.
Amigo, é mostrar amá-lo
Nos seus momentos piores,
Em que é preciso ajudá-lo,
Até ter outros melhores.

Tu e eu, somos amigas,
Amigas do coração,
Mesmo quando eu diga sim,
E tu me digas que não,
Milai, porque quanto a mim,
Aquilo em que se baseia
A amizade que nós temos,
Assenta nessa 'odisseia'
De coisas que nós vivemos,
Ora amando, ora chorando,
Mas sempre com muito amor,
A essa palavra-chave,
A que chamamos VERDADE!

Maria Letra
Londres, 05-11-2009
Imagem de Phoebe Raggett
(Flores da Índia)

28/10/2009

O Mistério da Verdade
















Procura os porquês
Desta confusa vida,
Sem grande ambição
De chegares à verdade.
Veres, para além do que vês,
Deixa de ser realidade.
Procura os porquês
Desta confusa vida
Sem grande ambição.
Lê no teu coração.
Veres, para além do que vês,
Faz parte da ficção.
Procura os porquês
Desta vida confusa,
Com muita simplicidade.
Nela reside o mistério
E a verdade.

Se, mesmo assim,
Nada conseguires ver,
Olha uma criança.
Ela é o segredo de viver.
Ela é a esperança.

Maria Letra
Imagem de Miguel Letra

24/07/2009

Economia com verdade ao serviço da caridade

Numa época em que estão muito esquecidos os valores da verdade, da solidariedade social da procura da perfeição, hoje mais designada por excelência, faz bem encontrar umas pílulas de sabedoria humana que levem as pessoas a olhar com mais atenção os outros do que o próprio umbigo. Por isso não quero perder a oportunidade de transcrever este artigo do Povo.

Verdade
João César das Neves

O Papa Bento XVI publicou há pouco a sua terceira encíclica. O tema não é espiritual, como compete a líder religioso, mas económico. Este facto é chocante. A economia é a coisa mais negativa, maldosa, suja do nosso tempo. Aí estão todos os escândalos, misérias e crises da actualidade. O passado temia bárbaros, pestes, feiticeiros; hoje o mal é financeiro, político, empresarial. Sobre isto, que tem a dizer um homem de Deus, um guia espiritual?

"O amor -«caritas»- é uma força extraordinária, que impele as pessoas a comprometerem-se, com coragem e generosidade, no campo da justiça e da paz."(1).

Falar de caridade no meio da globalização e euforia bolsista, dos casos Madoff e BPN parece sarcasmo amargo. O Papa tem consciência do problema: "Estou ciente dos desvios e esvaziamento de sentido que a caridade não cessa de enfrentar (...) Nos âmbitos social, jurídico, cultural, político e económico, ou seja, nos contextos mais expostos a tal perigo, não é difícil ouvir declarar a sua irrelevância para interpretar e orientar as responsabilidades morais. Daqui a necessidade de conjugar a caridade com a verdade (...) A verdade há-de ser procurada, encontrada e expressa na «economia» da caridade, mas esta por sua vez há-de ser compreendida, avaliada e praticada sob a luz da verdade"(2).

A encíclica do Papa é uma visão nova e refrescante sobre os estafados debates do quotidiano. A solução que apresenta é simples: ser santo todos os dias: "Cada um encontra o bem próprio, aderindo ao projecto que Deus tem para ele a fim de o realizar plenamente"(1).

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

06/05/2009

Amigos de verdade


Quando estiveres no topo,
Eu direi orgulhosamente ao mundo inteiro,
“ Olhem! É o meu Amigo!!!
Mas se um dia estiveres só e sem nada,
Eu sentar-me-ei ao teu lado, dar-te-ei a mão e direi,
“ Olha, Eu sou tua Amiga!!!


Fernanda Ferreira

11/01/2008

Comunicar é transmitir ideias

Recebi agora por e-mail da amiga Quitéria Oliveira o seguinte texto que é bem demonstrativo de que a comunicação engloba a recepção e a descodificação pelo destinatário. É por isso que muitos políticos falam para o boneco, e ninguém os compreende e, com o hábito, deixam de ser ouvidos, porque são «palavras de políticos»!!!

Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

-Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:
-Doutor, afinal levo ou deixo os patos?

NOTA: E nós por cá perguntaríamos: A Ota é assim tão indiscutível? O jámé quer mesmo dizer jamais? O referendo prometido era mesmo indispensável? O emprego prometido era mesmo para cumprir? A TLEBS era tão imprescindível como parecia? Os apoios de saúde que viram recuado o seu encerramento estavam mesmo a mais? Os 30 Km/h são mesmo para estabelecer? E vai com isso deixar de haver acidentes? A antecipação da renovação das cartas de condução vai evitar que haja mortes nas estradas provocadas pela má condução de jovens e pela falta de critério da sinalização?