Depois do post «o coveiro e o covil» em que se via que um assessor pode ser ignorante, enquanto um coveiro, que ganha um oitavo (oito vezes menos!) do vencimento daquele, tem que possuir conhecimentos variados e profundos, quase ao nível de várias licenciaturas(!), recebi agora por e-mail este caso:
O Presidente de certa empresa, casado há 25 anos, está com uma grande dúvida: fazer amor com a própria mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer?
Na dúvida, ligou ao Director-Geral e perguntou. Por sua vez, o Director ligou ao Sub-Director e fez a mesma pergunta. O Sub-Director ligou ao Gerente e fez a mesma pergunta. E assim se seguiu a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado perguntou, como é normal, ao Estagiário que estava todo atarefado a fazer mil coisas ao mesmo
tempo:
- Rapaz, quando o Presidente da Empresa faz amor com a mulher dele é trabalho ou prazer? - É prazer, Doutor ! - respondeu prontamente o estagiário. - Como é que você pode responder a isso com tanta segurança e rapidez??
*-... se fosse trabalho, já me tinham mandado a mim!*
O Presidente de certa empresa, casado há 25 anos, está com uma grande dúvida: fazer amor com a própria mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer?
Na dúvida, ligou ao Director-Geral e perguntou. Por sua vez, o Director ligou ao Sub-Director e fez a mesma pergunta. O Sub-Director ligou ao Gerente e fez a mesma pergunta. E assim se seguiu a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Sector Jurídico e o Advogado perguntou, como é normal, ao Estagiário que estava todo atarefado a fazer mil coisas ao mesmo
tempo:
- Rapaz, quando o Presidente da Empresa faz amor com a mulher dele é trabalho ou prazer? - É prazer, Doutor ! - respondeu prontamente o estagiário. - Como é que você pode responder a isso com tanta segurança e rapidez??
*-... se fosse trabalho, já me tinham mandado a mim!*