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11/02/2014

VAZIO, CONCEITOS QUÂNTICOS E FELICIDADE


Na sequência de mensagens sobre a vantagem de evitar a ocupação do espaço físico e mental com inutilidades, por forma a que o vazio atraia novas coisas úteis e ideias inovadoras, recebi uma mensagem do meu amigo Paulista Luiz Santilli, professor universitário, engenheiro e pensador, autor do livro «Factor J – Jesus sob um novo olhar», que, com a devida vénia e gratidão, transcrevo pelo seu grande interesse como estratégia de vida.

Caro amigo distante,
Nunca estiveste tão perto de mim!

Concordo totalmente com esse conceito de abrir espaço para o novo!
Aliás, tenho me dedicado muito, ultimamente, ao estudo das teorias neurocientíficas de pesquisadores que acreditam na hipótese de que pode haver uma consciência que paira acima do nosso cérebro, como se fosse uma quintessência!

Não é nada religioso, pois disso eu sempre me afastei!
Essas ideias começam com os conceitos quânticos de matéria.

Quando adentramos um objeto, uma pedra, e chagamos ao nível dos átomos que constituem aquela pedra, que à vista nos parecia tão concreta, de repente nos damos com um imenso vazio, ocupado por campos de energia eletromagnética, onde as eventuais partículas subatômicas, como elétrons, prótons e nêutrons nem podem ter suas posições determinadas, pois vibram juntamente com os campos energéticos, a ponto de não podermos ter certeza quanto às suas posições no espaço físico!

Ou seja, a matéria como a vemos nos objetos nem tem existência concreta!
O gênio da física Einstein ficou tão chocado com isso que abominou a mecânica quântico por toda sua vida!
Porém ela veio como um passo à frente à teoria da relatividade!

Caro João, hoje estou mais receptivo à essas ideias que no fundo criam uma certa espiritualidade, porém de viés científico e não religioso, que não curtia quando escrevi o Fator J!

Esses conceitos apresentados pela sua mensagem, são muito oportunos na atual situação mental em que as injustiças sócio-políticas-institucionais de nossos países tanto nos atormentam!

Faz-se necessário ocuparmos nossas mentes com essas novas formas de tornar nossas vidas mais leves, que podem nos trazer paz e confiança, deixando de lado o estresse de nossas contrariedades!
Não faz mais sentido sofrermos porque os imbecis e os gatunos tomaram o poder e a política em suas mãos!

Há um mundo melhor, mais elevado, mais puro, que podemos habitar mentalmente!

Não faz mais sentido nos deixarmos conduzir mentalmente por essa corja!
Vivamos a leveza que uma mente bem treinada pode nos proporcionar!
Um pouco de meditação contribui para nossa compreensão da mente!

Aliás, os orientais sabem disso há milhares de anos, e são mais felizes do que nós!
É verdade que eles também vivem com um nível de corruptos menor do que nós!

Abraço
Luiz


Imagem de arquivo

03/01/2013

Souto Moura premiado


Foi agradável encontrar a notícia de que o arquitecto Eduardo Souto de Moura foi distinguido com Prémio Wolf. É mais um português que a nível internacional eleva a imagem deste nosso rectângulo. Parabéns para o arquitecto e para os portugueses.

Este prémio já tinha sido atribuído a outro português, o também arquiteto Álvaro Siza Vieira, em 2001.

Sobre Souto Moura, já aqui foi referido, em 16-09-2011, o seu prémio pela Casa das Histórias, museu de Paula Rego, em Cascais.

Estes êxitos a tão alto nível devem ser publicitados porque, além de ser uma retribuição ao mérito dos galardoados, constitui um exemplo e um estímulo aos mais jovens para darem asas às suas capacidades de inovação e criatividade, porque em arte, a cópia e a imitação não merecem elogios.

Imagem de arquivo

28/11/2011

Apelo Imaginativo



Forma apelativa de procurar o cão de estimação desaparecido. Quando há ideias, são encontradas as soluções originais e prometedoras. Vou contratá-la para a minha futura empresa de publicidade e marketing !!!

03/07/2009

Manuel Pinho e a mitologia egípcia

Depois de publicar o post Manuel Pinho o rufião do bairro , encontrei o artigo que transcrevo, por apreciar a elevação cultural com que o assunto é abordado a qual se enquadra bem no Sempre Jovens.

Eis o artigo:

O aparte o ministro e os cornos
DN. 090703. por Ferreira Fernandes

Não é verdade que o incidente tenha sido com o ministro da Economia. Foi com o ministro da Economia e da Inovação. O pormenor não é para desprezar.

Foi nessa qualidade de ministro da Inovação que lhe deu, a Manuel Pinho, para se expressar de forma nova. Ele, que tem tentado manter em funcionamento as minas de Aljustrel, custou-lhe ouvir um aparte jocoso do deputado comunista Bernardino Soares.

Daí Pinho ter feito um gesto lembrando Ápis. O boi Ápis era adorado no Antigo Egipto e era símbolo da fecundidade. Provavelmente o ministro queria dizer, com o seu gesto, que ele, Manuel Pinho, fecundou, fez, arranjou trabalho para os mineiros.

Mas o país, pouco dado à mitologia egípcia, não entendeu. Não entendeu apesar de o ministro ter feito corninhos que mais pareciam antenas da Abelha Maia - numa alusão evidente ao touro Ápis, pois ápis também quer dizer abelha.

Ora é essa frouxidão na linguagem gestual - esses cornos parecidos com antenas - que eu mais critico em Manuel Pinho. Mais valia ele ter feito um grande manguito ao aparte jocoso. No Parlamento há certas coisas que não se fazem, mas, em fazendo, que seja com garra. E, depois, claro, pedia demissão.

27/09/2008

Estudantes portugueses premiados nos EUA

Ontem, foi anunciado que dois alunos do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra, venceram o concurso «Mastercam Wildest Parts Competition» de 2007-2008, realizado nos EUA, na categoria pós-secundário, com o trabalho intitulado «Ferrari Enzo» que é um protótipo de um Ferrari Enzo e a respectiva base de suporte, à escala de 1/100

O júri ficou «impressionado» com a forma como criaram «peças separadas para os eixos e as rodas maquinadas». A atribuição do prémio «é o reconhecimento do esforço, dedicação e empenho envolvidos», uma vez que este trabalho absorveu «bastante tempo» e criou «diversas dificuldades» que foram superadas.

Segundo um dos premiados espera-se que esta vitória, seja um factor de motivação e que, ao mesmo tempo, encoraje alunos e docentes a participar em iniciativas deste tipo, por forma a pôr em prática a criatividade e conhecimentos adquiridos ao longo do curso.

Factos como este são uma prova de que há portugueses estudiosos, com capacidade inovação e criatividade que constituem esperança de um futuro melhor para o País. Com exemplos destes, Portugal há-de vencer a crise e recuperar o prestígio que já teve em tempos não muito distantes.

Parabéns aos contemplados e votos de que apareçam mais, muito mais, seguidores com olhos no progresso.