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01/02/2009

A arrogância do degrau mais alto

Quem está no estrado, 20 centímetros mais alto, ou numa outra posição mais elevada tem a tentação de desrespeitar os outros e não lhes reconhecer valor e capacidade de raciocínio. É vulgar vermos políticos irados, furibundos, a vergastarem a inteligência dos eleitores, convencidos de que a sua fúria demonstra a sua razão, mas que nada esclarecem sobre o assunto em causa, nem apresentam argumentos lógicos e convincentes. As insinuações e insídias desaparecem quando as coisas forem totalmente esclarecidas. Ninguém faz insinuações sobre a lei da gravidade ou a energia cinética, porque ninguém, com alguma instrução, tem dúvidas sobre elas!!!
Vejamos neste texto, que recebi por e-mail, a arrogância do professor.

Feno na aula de medicina

No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em gozar sobre os erros dos alunos.

- Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o professor ao seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé' . Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

-O senhor perguntou-me quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!

Às vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o têm, ou por estarem num posto hierárquico superior, acham-se no direito de subestimar os outros...

Haja feno para essa gente.

05/10/2008

Arrogância

Um caloiro muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta geração mais jovem.

Vocês cresceram num mundo diferente, um mundo quase primitivo', o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

Nós, os jovens de hoje, crescemos com televisão, telemóveis, aviões a jacto, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas naves espaciais já visitaram Marte. Nós temos energia nuclear, carros eléctricos e a hidrogénio, computadores com grande capacidade de processamento e... ,

Fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.

O senhor aproveitou-se do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos jovens... por isso nós as inventámos. E você, uma bestinha arrogante dos dias de hoje, o que você está a fazer para a próxima geração?

Foi aplaudido ruidosamente!

11/07/2008

O padre e o bêbado

Um bêbado, entrou num autocarro. Cheirava que tresandava a bagaço barato. Sentou-se e pôs-se a ler um jornal velho, não sem antes beber mais um trago de uma garrafita de bagaço que tinha no bolso. Isto tudo ao lado de um padre que, entretanto, tinha entrado no autocarro...

Todo satisfeito a ler o jornal e a arrotar (o padre fingia que o borrachola não existia, dissimulando a sua incomodidade), mas, passado algum tempo, o bêbado olhou para o padre e perguntou, com uns palavrões à mistura,:

- Oiça lá ó sôr padre, pode-me dizer o que é que causa a artrite reumatoide?

O padre, incomodado, respondeu em tom sarcástico:

- Certamente que é a vida profana, o andar sempre a frequentar mulheres mundanas, excessos de tabaco e, sobretudo, bebida, sim, em especial o álcool; essas borracheiras que terminam em noites de erotismo e porcarias assim.

- Bolas, que horror!!!! respondeu o bêbado, voltando à leitura.

Passado algum tempo, o padre e pensando na resposta que deu, ficou com algum remorso e decidiu desculpar-se dizendo em tom compreensivo:

-Você desculpe lá que eu há pouco fui um bocado duro consigo. Mas, diga-me, desde quando é que você sofre de artrite reumatóide?

- Eu? Não me lixe padre, comigo não se passa nada!!!... Só estava a ler um artigo aqui neste jornal que diz que o Papa sofre de artrite reumatoide há já alguns anos.

NOTA: Recebi por e-mail. A intervenção inicial do padre fez-me recordar a «grande lição de moral» que ontem, 10, o PM deu ao deputado Francisco Louçã, na AR. Convém meditar na anedota: a arrogância faz eco e o feitiço muitas vezes volta-se contra o feiticeiro. Cuidado, Sócrates!

16/01/2008

Arrogância atrevida

Um calouro muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, de repente, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender a geração actual. Então, o estudante disse alto e claro, de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo:

- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo. Nós, os jovens de hoje, crescemos com televisão, aviões a jacto, viagens espaciais, homens caminhando na lua, nossas espaçonaves visitando Marte... Nós temos energia nuclear, carros eléctricos e a hidrogénio, computadores com grande capacidade de processamento.

Quando, numa pausa para tomar outro gole de cerveja, o senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos jovens... por isso nós as inventamos. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?

Foi aplaudido calorosamente!

De autor desconhecido, recebido por e-mail de remetente identificado.

18/10/2007

Uso insensato da estatística

Transcrição do seguinte artigo, do «Globalnottícias» de 18Out2007

Estatística não gosta de Alicínio
Por: Rafael Barbosa

Alicínio, 60 anos, vive na aldeia de Redondelo, em Valpaços, Trás-os-Montes. É homem de poucas posses, aspecto franzino e doente. Vive sozinho e sobrevive com cerca de 400 euros. Levantara aliás a pensão no dia anterior. Estava em casa a dormir. Acordou quando o sangue já lhe escorria pelo corpo.

Como se não fosse violência suficiente deixar um homem sem o dinheiro que lhe garante a sobrevivência, o jagunço que lhe entrou em casa esfaqueou-o e espancou-o selvaticamente. A população de Redondelo ficou chocada, mais do que com o assalto, com a violência usada. Mas Alicínio e a população de Redondelo pouco contam para quem pode e manda. O que conta é a estatística. E segundo a estatística, que o ministro Rui Pereira gosta de citar, a criminalidade está a descer. Alguém tem de explicar isso a Alicínio.

NOTA: Os senhores políticos deviam ter mais senso ao falar de estatísticas em problemas de pessoas. As estatísticas são úteis para efeitos de estudo, planeamento e controlo, mas não para argumentar com as pessoas que, logicamente, sentem o seu caso pessoal com subida importância. Para referir um exemplo clássico, será doloroso o Sr a que, num restaurante, «almoça» um croquete e um copo de água, enquanto o outro cliente presente come um frango de churrasco com meia garrafa de vinho, dizer-lhe que estatisticamente cada um comeu meio frango de churrasco. O Sr. ministro seria capaz de dizer frontalmente ao Sr. A essa estatística? Imagina qual seria a reacção desse cidadão?
Por favor senhores políticos, deixem de considerar parvos todos os cidadãos. É certo que alguns poderão sê-lo. Mas, apesar de tudo o que se diz, poucos cidadãos estão na política.