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29/03/2013

O PODER DA BONDADE

COMO PEQUENOS GESTOS DE BONDADE PODEM FAZER UMA GRANDE DIFERENÇA NAS NOSSAS VIDAS!

Dalai Lama disse uma vez:
 "Não há necessidade de templos, não há necessidade de filosofias complicadas. O meu cérebro e o meu coração são os meus templos; a minha filosofia é a bondade".

O poder da bondade é imenso, mas muitos de nós nem nos apercebemos disso no nosso dia-a-dia. Qual foi a última vez que você praticou um acto de bondade ? Apenas um pequeno gesto pode causar um grande impacto no mundo.

São as nossas acções que moldam o nosso mundo, a vida que vivemos. Os diferentes tipos de acções trazem-nos resultados diferentes: um gesto de raiva devolve-nos ódio e violência; um gesto de bondade devolve-nos amor e compaixão.

bondade

Ao praticarmos pequenos mas significantes gestos de bondade estamos a influenciar as pessoas à nossa volta a serem bondosas também, portanto estamos a produzir uma cadeia infindável de actos bondosos, um círculo de bondade.

Este pequeno filme que pode assistir mais em baixo, transmite-nos isso mesmo, ou seja, como pequenos actos de bondade podem fazer toda a diferença na forma como nos relacionamos uns com os outros.

A bondade espalha-se como um vírus. Só temos que nos aperceber do seu poder curador e usá-lo para nosso próprio benefício e para o benefício de todos.

21/10/2009

Uma boa lição. Fazer sempre bem

“O segredo do êxito na vida do homem consiste em estar disposto a aproveitar a ocasião que se lhe depare."
Benjamin Disraeli

UMA BOA LIÇÃO

Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem todos os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.

Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.

O aluno disse ao professor: Vamos fazer-lhe uma brincadeira; vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás dos arbustos para ver a sua cara quando não os encontrar.

Meu querido amigo, disse o professor – nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Coloca uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reacção quando os encontrar.

Fez isso e ambos se esconderam no meio dos arbustos. O pobre homem terminou a suas tarefas diárias e caminhou até aos sapatos, para voltar para casa.

Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro deste. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado perguntou-se o que havia acontecido. Olhou a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la. Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não via nada nem ninguém. Guardou-a no seu bolso e foi calçar o outro sapato; sua surpresa foi ainda maior quando encontro a outra moeda. Seus sentimentos esmagaram-no; pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando de sua esposa doente e sem ajuda, e de seus filhos que não tinham pão mas devido a uma mão desconhecida não morreriam de fome.

O estudante ficou profundamente emocionado e seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora - disse o professor - não está mais satisfeito com esta brincadeira?

O jovem respondeu: Você ensinou-me uma lição que jamais hei-de esquecer. Agora entendo algo que antes não entendia: é melhor dar que receber.

Texto extraído de um .pps recebido do amigo Luís, do blog A Tulha do Atílio
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28/10/2007

A bondade

Extraído do blog Maquira,

Assim como as plantas, as aves, o céu, as nuvens, os mares, os rios, as montanhas, são belezas que nos transmitem felicidade e alegria e, consequentemente, a saúde do corpo e da mente, também as virtudes como a bondade, a compaixão e o amor pelo próximo são qualidades humanas que todos deveríamos possuir para nosso próprio bem e do nosso próximo.

Tomemos como exemplo a bondade que há muitos muitos anos atrás, os nossos antepassados, com a sua simplicidade, diziam: «a bondade consiste: primeiro, não fazer mal aos nossos semelhantes; segundo, fazer-lhes todo o bem possível».

A verdadeira bondade consiste na inclinação para amar os nossos semelhantes, desculpar os seus defeitos, interpretar as suas acções de modo mais favorável, fazer-lhes bem mesmo que não sejamos retribuidos. Eis o que caracteriza os homens bons. Será que os homens e as mulheres dos nossos dias poderiam tornar-se bons, sérios, leais, cumpridores e amantes do seu próximo?

Como seria então este nosso Mundo?

Adelaide