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14/01/2016

MANTER A CIDADE LIMPA




Certamente você faria o mesmo. O meu aplauso para você. A luta pela limpeza e contra a poluição é dever de cada um de nós.

26/06/2013

TRANSFORMAR PLÁSTICO EM PETRÓLEO




Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada a importância da mesma no contexto atual, não posso deixar de publicar com o desejo de colaborar numa vasta divulgação.
Vejam o filme: vale a pena.
Sendo o plástico derivado de petróleo, agora podemos inverter!
Uma máquina processa o plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou petróleo.
Os sacos plásticos dos supermercados vão valer ouro... O plástico regressa ao petróleo de onde veio.
Engenho e perseverança japonesa.
Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...
O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não perceber japonês ou inglês, vale a pena observar as imagens até ao fim.
Grande descoberta! Muito amiga do ambiente e da vida.

09/03/2013

Imagens que fazem pensar




A Natureza em muita força. Ouvi há anos que «Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes, mas a Natureza nunca perdoa».
Estas imagens colhidas no Jornal de Notícias fazem pensar que devemos evitar a repressão da B*Natureza, não a ofendendo com a poluição na Terra, no Ar ou na Água.
Devemos assumir o dever de poupar a Natureza. Devemos, assim, evitar os temporais e outros desastres naturais e tomar medidas para reduzir as destruições e outros prejuízos, com a escolha do local e do tipo das construções mais adequado e que torna mais rápidas e baratas as obras de reparação.

21/06/2012

Ecologia, mais uma reflexão

Na fila do supermercado, o empregado da caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer os seus próprios sacos para as compras, uma vez que os sacos de plástico não eram amigos do meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
"Não havia essa onda verde no meu tempo."

O empregado respondeu:
"Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente."

"Você está certo", responde a velha senhora. A nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
- Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e cervejas eram devolvidas ao armazém. Este por sua vez mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada uso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam-nas, umas tantas vezes.
- Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, em vez de utilizarmos o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que precisamos de ir a dois quarteirões de distância.
- Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. As energias solares e eólicas é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
- Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos só uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não uma tela do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou "paletes" de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva, que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisávamos de ir a um ginásio e usar passadeiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora enchem os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes, em vez de comprar uma outra.
Não abandonámos as navalhas, ao invés de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes, só porque a lâmina ficou sem corte.
- Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizaria mais próxima.

Então, não dá vontade de rir que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?

Como seria uma óptima solução regressar sustentadamente à forma de viver de há um século ou mais atrás!!!

Imagem de arquivo

29/09/2011

A idosa, o ambiente e a «onda verde»

Transcrição de texto recebido por e-mail. Vale a pena ler atentamente para apreciar a última frase

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada nova utilização, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, muitas outras vezes.

Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nem elevadores nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos de ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem da roupa era feita por nós mesmos, não nestas máquinas rotativas de 220 volts. As energias solar e eólica é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como e vai aumentar a quantidade de lixo poluidor.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico com bolhas ou placas de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não era preciso ir a um ginásio usar esteiras que também funcionam a electricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos e garrafas de plásticos que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Afiávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o comboio ou o autocarro e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a actual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?


Imagem do Google

14/07/2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

13/06/2011

Defesa do Ambiente. Dois gritos de alerta





O Planeta não é nosso. Estamos aqui de passagem e não o devemos danificar para o devolvermos em bom estado aos nossos descendentes.
Limpar o Mundo começa por limpar a soleira da nossa porta, a nossa rua, o nosso bairro. Cumpra a sua parte.
Difunda para alertar os distraídos.
AJS

16/06/2010

Pela defesa do ambiente

Depois da operação LIMPAR PORTUGAL em que este blog esteve empenhado desde o inicio e em que a nossa amiga Fernanda Ferreira (Ná) teve um papel muito activo e bem notado, foram denunciados casos de reincidência, com a passividade das autarquias que, no entanto, são responsáveis localmente pela defesa dos interesses das populações e devem criar e manter uma estrutura eficiente para tal efeito.

O artigo de Paula Ferreira no Jornal de Notícias, A selvagem indiferença aborda este tema de forma muito objectiva, citando casos concretos, do qual transcrevemos algumas frases e aconselhamos a sua leitura.

Efectivamente, mantém-se o mau hábito de criar «anacrónicas lixeiras a céu aberto: novamente aí depositam trastes velhos, frigoríficos, televisões, resíduos da construção civil. Sinal de selvagem indiferença pelo próximo, gesto que deveria ter sido há muito banido.»

Há que evitar que «alguns cidadãos do tal país dos brandos costumes, sem qualquer pudor, despejem o electrodoméstico fora de moda ou que deixou de funcionar.»

Não devemos encarar a hipótese de «limpar outra vez, juntar novamente 100 mil voluntários e meter mãos à obra». Não «será boa ideia limpar para que os mesmo voltem a sujar». Será sem dúvida «melhor denunciar, fiscalizar, acabar com o porreirismo nacional de não fazer queixa, com o argumento piedoso de que vai prejudicar o coitado que não pode pagar». «Eles, no entanto, prejudicam-nos a todos e não parecem minimamente preocupados» porque, com a sua falta de civismo, pensam que «vem sempre alguém atrás e limpa».

Insisto naquilo que na altura da referida operação de limpeza, disse repetidamente. É preciso manter os objectivos de defesa do ambiente, sem esmorecimento, mas usando outra táctica: observar atentamente o que se passa, registar todos os abusos, denunciar às autoridades autárquicas e, se estas não actuarem eficazmente, denunciar publicamente a sua incúria. É preciso colocar as autarquias perante a sua responsabilidade de esclarecer a população, coimar os infractores, obrigar a remover os lixos e, se a remoção não for feita, ser a autarquia a fazê-la, imputando os custos aos infractores detectados. A população deve ser estimulada a denunciar os infractores, porque «eles prejudicam-nos a todos».

Fotografia de José Ferreira

07/02/2010

Poluição tolerada

Estamos em plena preparação do grande dia cívico (20 de Março) em que os portugueses vão LIMPAR PORTUGAL, para suprir a incompetência, a incapacidade, a incúria, das autarquias que têm deixado criar lixeiras selvagens por todos os recantos da paisagem.

Apesar dessa campanha de sensibilização para o respeito pelo ambiente e a luta contra a poluição, surge mais uma notícia da Ribeira dos Milagres, no concelho de Leiria, que sofreu mais uma descarga poluente.

Como é possível que isto se repita há tantos anos sem as autoridades o evitarem? O que têm feito: os ministérios do Ambiente, da Administração Interna, da Justiça, as autarquias, o Governo Civil, a Protecção Civil, as organizações de defesa do ambiente, as populações? Quem é que já foi condenado por estas agressões ambientais? Serão as leis e as penas devidamente convincentes para serem dissuasoras? Estarão a ser fiscalizados os sistemas de efluentes de esgotos das suiniculturas? Haverá sistemas de tratamento desses focos de poluição? Haja alguém com autoridade que explique aos contribuintes a razão de destes crimes ecológicos, que se repetem já há muitos anos, continuarem a ser tolerados e aceites, sem coimas ou outros penalizações desencorajadoras.

06/08/2009

Limpar Portugal é imperioso e urgente


Todos devemos apoiar e colaborar, na medida das nossa forças, a campanha em andamento para tornar Portugal habitável de forma sustentada e sustentável. Limpar e manter limpo é benéfico para todos nós.

Visite o site Limpar Portugal e decida inscrever-se. Cumpra o dever de cidadania de dar o máximo de colaboração. O ambiente e, principalmente, os vindouros agradecem.

29/07/2009

Evite o aquecimento global

É imperioso colaborar no combate à poluição, limpar Portugal, não contribuir para o aquecimento global, para a destruição do ambiente e da diversidade das espécies nem para as alterações climáticas.

Veja o vídeo publicado aqui e, depois , ou antes, visite os seguintes sites Vamos limpar Portugal, Há horas felizes e Crimes ambientais. Limpar Portugal.

Passe aos seus amigos e conhecidos.
A preservação das condições de habitabilidade do Planeta é um dever de todos e de cada um de nós. Cumpra o seu dever, para benefício dos seus filhos e netos.

07/05/2009

Mudanças de clima



Estas imagens, evidenciando, o problema ecológico da poluição que causa mudanças do clima e a carência de água como de todas as espécies vivas, vem na sequência dos posts aqui colocados nos meses mais recentes.
- Pensamento do dia
- Defesa do ambiente
- Aquecimento global

O Planeta é finito e não suporta tanta agressão como está a receber. O capitalismo selvagem que provocou a crise actual e pulverizou as poupanças dos mais desprotegidos, se não mudar de procedimentos, acabará por extinguir todas as manifestações de vida animal e vegetal à superfície da Terra. Devemos estar conscientes de que cada acto errado da nossa parte irá repercutir-se na vida dos vindouros.