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18/06/2018

CUIDAR DO AMBIENTE


EM DEFESA DO PLANETA
ALGUMAS “DICAS”

● Opte por andar em transportes colectivos, a pé ou de bicicleta. Se preferir, peça boleia a um amigo.

● Esqueça-se do elevador. Use mais a escada se tiver de subir ou descer um ou dois andares.

● Não deixe que os aparelhos fiquem no modo “stand by” enquanto não os utiliza. Desligue-os na tomada.

● Troque as suas lâmpadas incandescentes por lâmpadas LED. Além de serem mais duradouras, são mais eficientes e economizam energia, que pode ser superior a 80%.

● Não deixe o carregador do telemóvel, da máquina fotográfica, do computador, etc., na tomada. Esse pequeno descuido gasta energia eléctrica.

● Verifique todo o seu lixo e recicle o máximo que puder. Ajuda a proteger o ambiente e as florestas.

● Despreze os produtos descartáveis. Escolha os feitos para serem duráveis, como era nos “tempos de nossos avós”.

● Separe o óleo em garrafas, porque pode ser reutilizado para fazer biodiesel.

● Não deposite as pilhas e baterias velhas no lixo. Existem locais específicos onde as colocar para serem recicladas.

● Prefira o papel reciclado.

● Imprima somente o que for mesmo necessário e procure aproveitar os dois lados da folha de papel.

20/09/2015

O ANIMAL MAIS PERIGOSO DO PLANETA




Um incentivo à reflexão dos defensores do ambiente, que devemos ser todos nós. Na nossa passagem pela vida devemos ter a preocupação de deixar a casa limpa e bem arrumada para os nossos descendentes poderem ter uma vida normal, cómoda e feliz.

21/06/2015

AMBIENTE, DESFLORESTAÇÃO E EXTINÇÃO EM MASSA


A humanidade encontra-se perante um processo de extinção massiva da vidana Terra, podendo o ser humano também desaparecer. Os interessados podem consultar várias notícias das quais cito http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/06/humanidade-esta-provocando-sexta-extincao-em-massa-da-terra-diz-estudo.html e http://www.noticiasaominuto.com/mundo/408748/mundo-esta-iniciar-6-extincao-em-massa-homem-pode-desaparecer

O ser humano tem contribuído para isso com a desflorestação e com as alterações climáticas devido à poluição e a outros desmazelos com o AMBIENTE.

Acerca da desflorestação, devemos ter consciência de que a floresta nos tem merecido pouca atenção, sendo considerada como simples processo natural desde o seu aparecimento até à sua destruição pelos incêndios que surgem por descuido ou intenção criminosa na época estival. Não surge por planeamento, não é cuidadosamente mantida e sustentada, a não ser em casos muito excepcionais como algumas matas nacionais.

Quanto aos fogos florestais, já aqui foi referido por diversas vezes o desleixo na sua prevenção e a incapacidade no combate oportuno e rápido, quando ainda basta um copo de água ou um pequeno balde para extinguir o foco inicial.

Há poucos meses um jovem amigo disse que estava a preparar uma tese de mestrado, em que defendia a detecção de fogos, por uma rede de detectores de calor instalados em postes elevados, colocados em locais adequados da região, por forma que a chama de um fósforo seja detectada e rigorosamente localizada por três detectores que comunicam instantaneamente a um centro regional, o qual envia imediatamente uma pequena equipa com material para o apagar.

Mas, em vez desta solução ao alcance da tecnologia existente, e de baixo custo, os nossos inteligentes, movidos por interesses por vezes suspeitos, resolveram gastar milhões em helicópteros que cedo mostraram a sua falta de qualidade e eficiência. http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/anpc/protecao-civil-sem-helicopteros-kamov.

Mas a destruição da qualidade ambiental não assenta apenas neste factor, pois em viagem pouco extensa pelas zonas industriais, principalmente da faixa litoral, onde são mais abundantes, deparamos com espessas nuvens de fumo a sair de chaminés de fábricas. E, para além dos fumos há outros perigos para a a saúde do ambiente e das pessoas, como foi constatado na zona de Alverca há poucos meses. http://www.portugues.rfi.fr/geral/20141114-linha-direta

Mas governantes e industriais apenas pensam na contabilidade dos lucros e desprezam os eventuais efeitos nocivos no ambiente. Nada acontece por acaso e elas cá se fazem cá se pagam. E como esta moléstia da ambição do lucro por qualquer forma, não está localizada, antes é generalizada pelo Planeta e, daí, que o resultado esteja a concretizar-se deforma angustiante para quem se preocupa com os vindouros. Certamente o perigo pode ser minorado através de medidas eficazes em todo o Mundo. Haverá uma ONU que seja capaz de enfrentar o problema?

09/03/2014

UM BLOGUE A VISITAR

FAMALICÃO por um mundo MELHOR

Este blogue,embora dedicado a assuntos locais,constitui um exemplo do muito que os jovens podem fazer pelos seus concelhos e freguesias,nomeadamente para benefício das populações e do meio ambiente.
O PORTUGAL do futuro depende imenso de pequenas atitudes positivas que hoje podem edevem ser efectuadas.

Na mesma ordem de ideias, refiro a notícia
Jovem apostou na Internet e já exporta para vários países

26/06/2013

TRANSFORMAR PLÁSTICO EM PETRÓLEO




Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada a importância da mesma no contexto atual, não posso deixar de publicar com o desejo de colaborar numa vasta divulgação.
Vejam o filme: vale a pena.
Sendo o plástico derivado de petróleo, agora podemos inverter!
Uma máquina processa o plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou petróleo.
Os sacos plásticos dos supermercados vão valer ouro... O plástico regressa ao petróleo de onde veio.
Engenho e perseverança japonesa.
Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...
O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não perceber japonês ou inglês, vale a pena observar as imagens até ao fim.
Grande descoberta! Muito amiga do ambiente e da vida.

21/06/2012

Ecologia, mais uma reflexão

Na fila do supermercado, o empregado da caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer os seus próprios sacos para as compras, uma vez que os sacos de plástico não eram amigos do meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
"Não havia essa onda verde no meu tempo."

O empregado respondeu:
"Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente."

"Você está certo", responde a velha senhora. A nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
- Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e cervejas eram devolvidas ao armazém. Este por sua vez mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada uso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam-nas, umas tantas vezes.
- Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, em vez de utilizarmos o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que precisamos de ir a dois quarteirões de distância.
- Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. As energias solares e eólicas é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
- Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos só uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não uma tela do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou "paletes" de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva, que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisávamos de ir a um ginásio e usar passadeiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora enchem os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes, em vez de comprar uma outra.
Não abandonámos as navalhas, ao invés de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes, só porque a lâmina ficou sem corte.
- Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizaria mais próxima.

Então, não dá vontade de rir que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?

Como seria uma óptima solução regressar sustentadamente à forma de viver de há um século ou mais atrás!!!

Imagem de arquivo

02/06/2012

QUEM SE PREOCUPA COM ESTE PLANETA?

Who Cares About this Planet?” expressa o conflito entre a preocupação e a ignorância para com o planeta.
Uma abordagem urbana e actual, onde Made Wade expressa as suas preocupações com o futuro do planeta e o actual desempenho dos seus habitantes.
Para ver e ouvir do principio ao fim!


O progresso visando apenas o lucro é incompatível com responsabilidades sociais e ambientais!

Até quando, o lucro será mais importante que a própria vida?

fonte: INTERNET PARA TODOS

17/12/2011

O MUNDO AINDA É MARAVILHOSO



“What a Wonderful World” por David Attenborough - cenas da série de documentários “Life” da BBC

Realmente David Attenborough tem razão, vivemos num mundo fantástico e de uma beleza extrema.

10/12/2011

Garota alerta para a defesa do ambiente



Para ver e rever.

Mas, os políticos do mundo, obcecados pela ambição da riqueza fácil, do «desenvolvimento» a qualquer custo, não se importam de destruir o planeta e acabar com todas as condições de vida, como se vê pela notícia

Novo acordo climático improvável a curto prazo

Depois de notícias como esta, após a cimeira climática da ONU em Durban, não podemos mais ter apreço, consideração ou esperança por qualquer político.

E, assim, deixam o Planeta degradar-se até ao fim...

21/11/2011

Semana Europeia da Prevenção de Resíduos

Esta é a Semana Europeia da Prevenção de Resíduos
Foto © LIPOR - Utentes do Centro Social da Paróquia de Rio Tinto reaproveitam lixo, na edição de 2010
Esta notícia tem conteúdo multimédia, clique aqui para visualizar
Decorre por estes dias a Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, que tem como mote a promoção a sensibilização da população para esta problemática. De 19 a 27 de Novembro vão decorrer várias actividades por todo o país, desde workshops, a animações, num total de 300 actividades.

Esta é a terceira edição da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, a última de um programa de três anos, promovido no âmbito do Programa Life+ da Comissão Europeia. As ações desenvolvidas durante estes dias decorrem um pouco por toda a Europa, sendo Portugal um dos países associados.

A missão não é fácil, já que os hábitos dos portugueses em relação ao lixo não são os melhores. É precisamente isso que se pretende inverter. O objetivo da semana é "dar a conhecer as estratégias de prevenção de resíduos e a política da União Europeia e dos seus Estados membros", assim como promover acções sustentáveis por toda a Europa, enquanto se incentiva a população para uma mudança de atitude em relação ao consumo e produção, no dia-a-dia, explica a organização.

A construir o roteiro das acções vão estar as autoridades públicas Europeias, administrações públicas, associações/ONG, empresas, escolas, entre muitos outros promotores. Uma das entidades mais relevantes neste processo, em Portugal, será a Lipor, que informa no seu site que serão promovidas 191 acções sob a sua alçada.

A nível nacional serão mais de 300 actividades destinadas a todo o público. A nível europeu estão envolvidos 20 países, num total de aproximadamente sete mil acções.

Algumas das acções que podem ser acompanhadas são: a troca de termómetros de mercúrio por digitais, nas Lojas do Cidadão; a "WEEE Parade", uma exposição com Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos; visitas às instalações da Valorsul; acções de sensibilização para o desperdício alimentar nas cantinas, entre muitas outras.

Para ver a lista completa, visita o site "Eu não faço lixo", clicando AQUI.

Veja o vídeo da campanha, clicando no link em cima.

05/10/2011

Transformar plástico em petróleo



Sendo o plástico feito, como se sabe, a partir do petróleo, no Japão pensaram em inverter a coisa...

Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada
a importância da mesma no contexto actual e os interesses em jogo, vale a pena divulgar esta inovação.

Embora o som seja em japonês, as legendas em inglês poderão ajudar a compreender as imagens.
Mas, mesmo sem perceber o inglês, vale a pena ver.

29/09/2011

A idosa, o ambiente e a «onda verde»

Transcrição de texto recebido por e-mail. Vale a pena ler atentamente para apreciar a última frase

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada nova utilização, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, muitas outras vezes.

Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nem elevadores nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos de ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem da roupa era feita por nós mesmos, não nestas máquinas rotativas de 220 volts. As energias solar e eólica é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como e vai aumentar a quantidade de lixo poluidor.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico com bolhas ou placas de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não era preciso ir a um ginásio usar esteiras que também funcionam a electricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos e garrafas de plásticos que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Afiávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o comboio ou o autocarro e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a actual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?


Imagem do Google

16/09/2011

Ambiente. Limpar o Mundo

Depois de publicar alguns posts sobre o ambiente e a necessidade de fazer tudo pata atenuar as alterações climáticas, tive o prazer de encontrar esta notícia, Voluntários de 100 países a "limpar o mundo" em 2012, e não posso deixar d colocar aqui o link para os interessados, que nunca serão demais.

Qualquer acção colectiva deve ser espectacular para estimular as pessoas a pensar seriamente na defesa do ambiente em que respiramos. Mas não podemos sentirmo-nos satisfeitos por essas manifestações cívicas, pois é fundamental que os comportamentos sejam melhorados para que em cada momento sejam evitadas ofensas ao planeta, mesmo que pareçam insignificantes. A regra dos QUATRO RRRR – Reduzir, Reutilizar, Recuperar, Reciclar, deve estar sempre presente, ao tratar-se de lixos e resíduos.

No mínimo, não se abandone lixo, papeis, embalagens no chão, pois há sempre perto um recipiente onde o colocar e cuidar do melhor destino do lixo não orgânico que é o contentor adequado do ECOPONTO.

Na notícia está o link da organização AMOPortgal, mas repeti-o aqui e deixo o endereço informático que é http://www.amoportugal.org/. Quod abundat non nocet (o que abunda não prejudica).

Imagem do JN

14/09/2011

Ambiente é reforma estrutural prioritária

Numa época em que as alterações climáticas e as tragédias ecológicas têm ocorrido em vários pontos do globo, como foi o caso recente no Funchal, nos EUA e no Japão, é urgente tomar medidas que permitam coordenar de forma sistemática actividades de vários sectores para evitar ou, pelo menos, reduzir o efeito das actuais condições climáticas.

Além de fazer mais com menos, como já se viu no concelho de Paredes com o aquecimento das escolas há que tornar o sistema coerente, eficaz e económico, como defende Pedro Afonso de Paulo, concentrando um vasto conjunto de competências num único organismo, que sucederá à actual Agência Portuguesa do Ambiente (APA), hoje com áreas de actuação relativamente limitadas. Trata-se de uma reforma estrutural mais significativa do que aquela que criou a ASAE, em substituição de três entidades inoperantes.

Desta forma, acaba-se com a desarticulação e proliferação de entidades existente que impedia que a gestão das políticas ambientais não fosse feita de forma eficiente.

É desejável que a APA, assim criada, esclareça e desenvolva através das escolas e de empresas e organizações desportivas e sociais a mentalidade de defesa do ambiente desde a correcta utilização dos ecopontos, às construções e todas as actividades ao ar livre e ao respeito das regras dos quatro erres Reduzir a quantidade de desperdícios, Reutilizar artigos usados, Reparar aquilo que estiver avariado e Reciclar, por forma a o que parece inútil possa ser mat«eria –prima para outros artigos úteis.

Zelar pelo ambiente é dever de cada ser humano.

Imagem do Google

Ambiente 4 RRRR

A defesa do ambiente no tocante a resíduos assenta na regra dos 3 RRR: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Quanto a aparelhos avariados costuma acrescentar um quarto R de Reparar. Com a aplicação destas regras e de outras adicionais, o cuidado com o ambiente deve ser constante, porque a poluição da terra do ar e do mar contribui para as alterações do clima com frequentes catástrofes de que quase todos os dias estamos a ter notícias.

A imagem (de Adriano Miranda) mostra o Centro escolar de Mouriz, em Paredes, inaugurado em 2010 que é um dos aquecidos com desperdícios das fábricas de móveis, na sequência da iniciativa da Câmara de Paredes que está a substituir o gás natural por resíduos de madeira reciclados, em pequenos briquetes cilíndricos, provenientes das mais de 1200 fábricas de mobiliário do concelho.

Assim a Câmara faz face à necessidade de contrariar as dificuldades financeiras que afectam as escolas e autarquias e, por outro lado dá utilidade às toneladas de resíduos das fábricas que deixam de ficar a poluir o ambiente.

Trata-se de medida semelhante ao da biomassa em funcionamento noutros locais do país. Vem pôr em prática o ditado «do aproveitar é que vem o ganho»

Convém que se apliquem, sempre que possível, os quatro RRRR.

Imagem do Público

14/07/2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

13/06/2011

Defesa do Ambiente. Dois gritos de alerta





O Planeta não é nosso. Estamos aqui de passagem e não o devemos danificar para o devolvermos em bom estado aos nossos descendentes.
Limpar o Mundo começa por limpar a soleira da nossa porta, a nossa rua, o nosso bairro. Cumpra a sua parte.
Difunda para alertar os distraídos.
AJS