12/11/2019

OS LOUCOS CONDUZEM CEGOS

Mundo. Os loucos conduzem os cegos
(Transcrição de vídeo de autor não identificado)

Nenhuma guerra tem a honestidade de confessar: Mato para roubar. As guerras sempre invocam nobres motivos, matam em nome da paz, em nome de Deus, em nome da civilização, em nome do progresso, em nome da democracia e se houver dúvidas, se tanta mentira não resultar, aí estão os meios de comunicação dispostos a inventar inimigos imaginários para justificar a conversão do mundo num grande manicómio e um imenso matadouro. 

 Em Rei Lear, Shakespeare, escreveu que neste mundo os loucos conduzem os cegos.

E, quatro séculos depois, os donos do mundo são loucos enamorados da morte, que converteram o mundo num lugar onde, em cada minuto, morrem de fome ou de doença curável 10 crianças. E, em cada minuto, se gastam 3 milhões de dólares, 3 milhões de dólares por minuto, na indústria militar que é uma fábrica de morte. As armas exigem guerras e as guerras exigem armas.

E os cinco países que mandam nas Nações Unidas, os que têm direito de veto nas Nações Unidas, acabam por ser também os cinco principais produtores de armas.

Uma pessoa interroga-se, até quando? Até quando a paz o mundo estará em mãos de quem faz o negócio da guerra? Até quando continuaremos crendo que nascemos para o extermínio mútuo? E que o extermínio mútuo é nosso destino, até quando?

NOTA: Merece ser lido e bem meditado, para não se ser considerado cego.

08/11/2019

FUTURO DA EUROPA PRECISA DE ESTRATÉGIA

Opinião de um professor chinês de economia, sobre a Europa:

1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...

2. Os industriais Europeus deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto, o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...

10. (Os europeus) vão-se desintegrar diretos a um muro e a alta velocidade...(Prof Luís Lourenço)

05/11/2019

CONSELHOS PARA VIVER MELHOR

8 conselhos que ajudam a viver melhor

 Conselhos para alcançar a paz interior e a tranquilidade

 1. Aceite a vida como ela é. Aceitar o que acontece nas nossa vidas significa reconhecer que a única coisa que podemos mudar de verdade somos nós próprios. 

2. Viva o presente. Não deixe a parte boa da vida para depois. 

3. Relaxe. Uns minutos de puro relaxe e meditação vão o ajudar a desligar do mundo e você poder ligar com você mesmo. 

4. Descomplique e desacelere. Viva o presente com calma e sem pressa de pensar no que vem a seguir. 

5. Não exagere seus problemas. As dificuldades vão surgir sempre mas tente encarar os problemas como uma forma de aprendizagem. 

6. Pratique a paciência. Não adianta sofrer por alguma coisa que não sabemos agora como vai acontecer. 

7. Dê o real valor ao dinheiro. Há partes da vida que o dinheiro jamais será capaz de preencher. 

8. Seja agradecido. Agradeça pelas suas qualidades e conquistas e pelas pessoas que lhe fazem bem.

20/10/2019

OCIDENTE COM ESPERANÇA NUM FUTURO PACÍFICO

Com a ONU activa, o Ocidente e todo o mundo podem ter um futuro pacífico e progressivo
Discurso  por Kishore Mahbubani

Há uns 200 anos, Napoleão avisou: «Deixem a China dormir porque, quando ela acordar, vai abalar o mundo».

Apesar deste aviso antigo, o Ocidente decidiu adormecer, precisamente na altura em que a China e a Índia e o resto da Ásia, acordaram. Porque é que isto aconteceu?

Venho aqui falar deste grande mistério. O que é que eu quero dizer, quando digo que o Ocidente decidiu adormecer?

Refiro-me ao fracasso do Ocidente em reagir, de forma inteligente e cuidadosa, a um novo ambiente mundial que, obviamente, tem sido criado com o regresso da Ásia.

Enquanto amigo do Ocidente, sinto-me angustiado com isto, por isso o meu objectivo hoje é tentar ajudar o Ocidente.

Mas, primeiro, tenho de começar a história, falando de como o Ocidente acordou o resto do mundo.

Desde o ano um ao ano 1820, as duas maiores economias do mundo foram sempre as da China e da Índia. Só nos últimos 200 anos é que a Europa avançou, seguida pela América do Norte. Os últimos 200 anos da história mundial foram, pois, uma grande aberração histórica. Todas as aberrações chegam a um fim natural e é isso que estamos a ver.

Se observarmos o gráfico dois, vemos com que rapidez e pujança a China e a Índia estão a regressar. O grande problema é: Quem acordou a China e a Índia? A única resposta honesta a esta pergunta é que foi a civilização ocidental que fez isso.

Todos sabemos que o Ocidente foi o primeiro a modernizar-se com êxito, a transformar-se, a usar inicialmente o seu poder para colonizar e dominar o mundo.

Mas, com o tempo, partilhou os dons da sabedoria ocidental com o resto do mundo. Vou acrescentar que, pessoalmente, beneficiei com a partilha da sabedoria do Ocidente. Quando nasci, em Singapura, que, na altura, em 1948, era uma pobre colónia britânica, tal como três quartos da humanidade, nessa época. Vivi em extrema pobreza. No primeiro dia em que fui para a escola, aos seis anos, fui colocado num programa especial de alimentação porque, tecnicamente, fui considerado malnutrido. Como veem, agora estou muito bem nutrido.

Mas a melhor coisa que me deram foi o ensino ocidental. Como, pessoalmente, fiz este percurso da pobreza do terceiro mundo para uma existência confortável da classe média, posso falar com grande convicção sobre o impacto da sabedoria Ocidental e a partilha da sabedoria do Ocidente com o mundo. Um dom em especial que o Ocidente partilhou foi o ato de raciocinar.

O raciocínio não foi inventado pelo Ocidente. é inerente a todas as culturas e a todas as civilizações. Amartya Sen descreveu como o raciocínio está profundamente embebido na civilização indiana. Mas também não há dúvida de que foi o Ocidente que desenvolveu a arte do raciocínio a um nível muito mais elevado. Através da Revolução Científica, do Iluminismo, da Revolução Industrial, o Ocidente elevou-o grandemente e, de modo igualmente importante, usou-o, aplicou-o para resolver muitos importantes problemas práticos.

Depois, o Ocidente partilhou esta arte do raciocínio com o resto do mundo. Posso dizer-vos que isso levou àquilo a que chamamos as revoluções silenciosas.

Enquanto asiático, posso descrever como essas revoluções silenciosas transformaram a Ásia.

A primeira revolução foi a económica. A principal razão por que tantas economias asiáticas, incluindo as sociedades comunistas da China e do Vietname, têm funcionado tão espectacularmente bem no desenvolvimento económico, é porque finalmente perceberam, absorveram e implementaram as economias de mercado livre — um presente do Ocidente.

Adam Smith tinha razão. Se deixarmos os mercados decidirem, a produtividade aumenta. O segundo presente foi psicológico. Também aqui posso falar por experiência pessoal. Quando eu era jovem, a minha mãe e a geração dela acreditavam que a vida era determinada pelo destino. Não podíamos fazer nada quanto a isso. A minha geração e a geração dos asiáticos depois de mim, acreditam que podemos ser responsáveis e podemos melhorar a nossa vida.

Isto pode explicar, por exemplo, o pico de empreendedorismo que vemos actualmente por toda a Ásia. Se viajarmos hoje pela Ásia, também veremos os resultados da terceira revolução, a revolução da boa governação. Como resultado da boa governação, se viajarem pela Ásia, verão melhores cuidados de saúde, melhor ensino, melhores infraestruturas, melhores políticas públicas. É um mundo diferente. Ora bem, depois de transformar o mundo através da partilha da sabedoria ocidental com o resto do mundo, a resposta lógica e racional do Ocidente devia ter sido dizer: "Temos de nos ajustar e adaptar a este novo mundo".

Em vez disso, o Ocidente optou por dormir. Porque é que isso aconteceu? Eu creio que aconteceu porque o Ocidente ficou distraído com dois importantes acontecimentos:
O primeiro acontecimento foi o fim da Guerra Fria. Sim, o fim da Guerra Fria foi uma grande vitória. O Ocidente derrotou a poderosa União Soviética, sem disparar um tiro. Espantoso!
Mas, quando temos uma grande vitória como esta, também leva à arrogância e à sobranceria. Esta sobranceria foi bem captada num conhecido ensaio de Francis Fukuyama, chamado "O Fim da História". Fukuyama tentava transmitir uma mensagem muito sofisticada mas tudo o que o Ocidente captou desse ensaio foi que nós, as democracias liberais tínhamos triunfado. Não tínhamos de mudar, não tínhamos de nos adaptar, o resto do mundo é que tinha de mudar e de se adaptar.

Infelizmente, tal como um ópio perigoso, este ensaio fez muitos estragos no cérebro do Ocidente, porque pô-lo a dormir exactamente na altura em que a China e a Índia estavam a acordar. e o Ocidente não se ajustou nem se adaptou.

O segundo acontecimento importante foi o 11 de Setembro que ocorreu em 2001. Como sabemos, o 11/set causou um grande choque e dor. Pessoalmente, vivi esse choque e dor porque estava em Manhattan quando o 11/set ocorreu. O 11/set também gerou muita raiva, e, nesta raiva, os EUA decidiram invadir o Afeganistão e, posteriormente, o Iraque.
Infelizmente, em parte, como resultado desta raiva, o Ocidente não reparou noutro acontecimento significativo que ocorreu também em 2001. A China juntou-se a Organizações Comerciais Mundiais.

Quando injectamos, subitamente, 900 milhões de novos trabalhadores no sistema capitalista mundial, isso leva naturalmente ao que o economista Joseph Schumpeter chamou "destruição criativa". Os trabalhadores ocidentais perderam os seus postos de trabalho, viram as suas receitas a estagnar. Nitidamente as pessoas tinham de pensar em novas políticas competitivas, os trabalhadores precisavam de novas formações, precisavam de novas competências. Nada disso foi feito.

Em parte, como resultado disso, os EUA tornaram-se na única grande sociedade desenvolvida em que o rendimento médio dos 50% de baixou— sim, 50% —o rendimento médio baixou, num período de 30 anos, entre 1980 e 2010, Em parte, como resultado disso, chegámos, em 2016, à eleição de Donald Trump que explorou a raiva das classes trabalhadoras, que são predominantemente brancas.

Isso também contribuiu para o aumento do populismo na Europa. Não podemos deixar de pensar como esse populismo podia ter sido evitado se o Ocidente não tivesse andado distraído com o fim da Guerra Fria e do 11/set.

Mas a grande questão que hoje enfrentamos é esta: Será tarde demais? O Ocidente perdeu tudo? A minha resposta é que não é tarde demais. É possível que o Ocidente recupere e volte em força. Usando a arte de raciocínio do Ocidente, eu recomendo que o Ocidente adopte uma nova estratégia de "três M": minimalista, multilateral e maquiavélica.

Porquê minimalista? Apesar de ter acabado o domínio do Ocidente, o Ocidente continua a intervir e a interferir nos assuntos de muitas outras sociedades. Isso é insensato. Está a gerar raiva e ressentimento, especialmente nas sociedades islâmicas. Também está a esgotar os recursos e o espírito das sociedades ocidentais. Eu sei que o mundo islâmico está a ter dificuldade em se modernizar. Vai ter de encontrar o seu caminho, mas é mais provável fazer isso se o deixarem fazer sozinho. Eu posso dizer, com alguma convicção porque sou duma região, do sudeste asiático, que tem quase tantos muçulmanos como o mundo árabe, são 266 milhões de muçulmanos. O sudeste asiático é um dos continentes mais diversificados do planeta, porque também temos 146 milhões de cristãos, 149 milhões de budistas — budistas Mahayana e budistas Hinayana —e também temos milhões de taoístas, de confucionistas e de hindus e até comunistas. Outrora conhecido por "os Balcãs da Ásia", o sudeste asiático devia estar a sofrer hoje um choque de civilizações. Em vez disso, vemos que o sudeste asiático é um dos cantos do planeta mais pacíficos e mais prósperos com a segunda organização regional,multilateral de maior êxito, a ASEAN. Nitidamente, o minimalismo pode funcionar.

O Ocidente devia tentar. Mas reconheço que o minimalismo, só por si, não pode resolver todos os problemas. Há problemas difíceis que têm de ser tratados: a Al-Qaeda, o ISIS. Mantêm-se ameaças perigosas. Têm de ser encontrados, têm de ser destruídos. A questão é: Será sensato que o Ocidente que representa 12% da população mundial, — sim, só 12% — combata essas ameaças sozinho? Ou deve lutar com os restantes 88% da população mundial? A resposta lógica e racional é que devemos trabalhar com os restantes 88%. Onde é que vamos se quisermos arranjar o apoio da humanidade? Só há um local: as Nações Unidas. Eu já fui embaixador nas Nações Unidas, duas vezes. Talvez por isso, possa estar um pouco influenciado, mas posso dizer-vos que trabalhar com a ONU pode levar ao êxito. Porque é que foi um êxito a primeira guerra iraquiana, travada pelo presidente George H. W. Bush? Enquanto que a segunda guerra iraquiana, travada pelo filho dele, o presidente George W. Bush, foi um fracasso? Uma razão principal é que o Bush pai foi às Nações Unidas para obter o apoio da comunidade global, antes de travar a guerra no Iraque

Assim, o multilateralismo funciona. Há outra razão por que temos de trabalhar com a ONU. O mundo está a encolher. Estamos a tornar-nos numa aldeia global pequena e interdependente. Todas as aldeias precisam de conselhos de aldeia. O único conselho mundial que temos, como disse Kofi Annan, o falecido Secretário-Geral da ONU, é a ONU. Enquanto analista geopolítico, sei muito bem que, muitas vezes, considera-se uma ingenuidade trabalhar com a ONU.

Agora, vou injectar o meu ponto maquiavélico. Maquiavel é uma figura muito denegrida no Ocidente, mas o filósofo liberal Isaiah Berlin recordou-nos que o objectivo de Maquiavel era promover a virtude, não o mal. Então qual é o ponto de Maquiavel? É este: qual será a melhor forma para o Ocidente restringir as novas potências emergentes? A resposta é: A melhor resposta para as restringir é através de regras multilaterais e normas multilaterais, instituições multilaterais e processos multilaterais.

Agora, vou terminar com uma importante mensagem final. Como amigo de longa data do Ocidente, tenho plena consciência de como as sociedades ocidentais se tornaram pessimistas. Muita gente no Ocidente não acredita que tem um grande futuro à sua frente, nem que os seus filhos terão uma vida melhor. Portanto, por favor, não receiem o futuro ou o resto do mundo. Posso dizer com alguma convicção o porque, enquanto hindu sindi, sinto uma ligação cultural direta com culturas diversas da sociedade e com sociedades desde o Teerão a Tóquio.

Mais de metade da humanidade vive neste espaço. Portanto, com esta ligação cultural directa, posso dizer com grande convicção que, se o Ocidente optar por adoptar uma estratégia mais sábia de ser minimalista, multilateral e maquiavélica, o resto do mundo ficará contente por trabalhar com o Ocidente. Portanto, um grande futuro perfila-se para a humanidade. Vamos adoptá-la em conjunto.

Obrigado

21/09/2019

SINTOMAS DE ALZHEIMER

Oito sintomas de Demência e Alzheimer que tem de ter em atenção
09:00 - 04/09/19 Por Liliana Lopes Monteiro

Setembro é denominado pela Organização Mundial de Saúde como 'O Mês Internacional do Alzheimer'. Eis os sintomas mais comuns desta doença degenerativa do cérebro.


© iStock

A doença de Alzheimer é a forma mais comum de Demência, constituindo cerca de 50% a 70% de todos os casos.

Trata-se de um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras), segundo informações disponibilizadas no site Alzheimer Portugal.

De acordo com a mesma fonte, esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas atividades de vida diária.

À medida que as células cerebrais vão sofrendo uma redução, de tamanho e número, formam-se tranças neurofibrilhares no seu interior e placas senis no espaço exterior existente entre elas. Esta situação impossibilita a comunicação dentro do cérebro e danifica as conexões existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de recordar a informação. Deste modo, conforme a doença de Alzheimer vai afetando as várias áreas cerebrais vão-se perdendo certas funções ou capacidades.

Quais são os sintomas?

Nas fases iniciais, os sintomas da doença de Alzheimer podem ser muito subtis. Todavia, começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano.

Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.

Outros sintomas característicos:

- Dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes;
- Apresentar um discurso vago durante as conversações;
- Perder entusiasmo na realização de actividades, anteriormente apreciadas;
- Demorar mais tempo na realização de actividades de rotina;
- Esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos; Incapacidade para compreender questões e instruções;
- Deterioração de competências sociais;
- Imprevisibilidade emocional.
- Lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objectos do quotidiano.

A Alzheimer Portugal conclui salientando que consoante as pessoas e as áreas cerebrais afectadas, os sintomas variam e a doença progride a um ritmo diferente. As capacidades da pessoa podem variar de dia para dia ou mesmo dentro do próprio dia, podendo piorar em períodos de stress, fadiga e problemas de saúde. No entanto, o certo é que vai existir uma deterioração ao longo do tempo. A Doença de Alzheimer é progressiva e degenerativa e, actualmente, irreversível.

13/07/2019

VIVER É AGIR

Viver é mexer. Há que prevenir o futuro. O agricultor para reduzir o esforço do trabalho de mexer a terra trocou a enxada pelo tractor.
O idoso, sempre jovem, para adiar a chegada do Alzheimer, deve manter actividade física e intelectual. Assim, neste Centro de Apoio Social de Runa, quatro «sempre jovens» estão a cultivar pequenas hortas, cujo bom aspecto lhes serve de recompensa à sua interessada ocupação do tempo.
Embora tivesse vivido a minha meninice em área agrícola, encontrei um produto que não conhecia e enriqueci o meu saber quando me disseram que se trata de um fruto a que chamam tomate-melão.
Tive o prazer de fazer algumas fotografias que mostram já os frutos do trabalho dedicado destes lutadores contra o envelhecimento.