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20/09/2015

O ANIMAL MAIS PERIGOSO DO PLANETA




Um incentivo à reflexão dos defensores do ambiente, que devemos ser todos nós. Na nossa passagem pela vida devemos ter a preocupação de deixar a casa limpa e bem arrumada para os nossos descendentes poderem ter uma vida normal, cómoda e feliz.

09/03/2014

UM BLOGUE A VISITAR

FAMALICÃO por um mundo MELHOR

Este blogue,embora dedicado a assuntos locais,constitui um exemplo do muito que os jovens podem fazer pelos seus concelhos e freguesias,nomeadamente para benefício das populações e do meio ambiente.
O PORTUGAL do futuro depende imenso de pequenas atitudes positivas que hoje podem edevem ser efectuadas.

Na mesma ordem de ideias, refiro a notícia
Jovem apostou na Internet e já exporta para vários países

26/06/2013

TRANSFORMAR PLÁSTICO EM PETRÓLEO




Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada a importância da mesma no contexto atual, não posso deixar de publicar com o desejo de colaborar numa vasta divulgação.
Vejam o filme: vale a pena.
Sendo o plástico derivado de petróleo, agora podemos inverter!
Uma máquina processa o plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou petróleo.
Os sacos plásticos dos supermercados vão valer ouro... O plástico regressa ao petróleo de onde veio.
Engenho e perseverança japonesa.
Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...
O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não perceber japonês ou inglês, vale a pena observar as imagens até ao fim.
Grande descoberta! Muito amiga do ambiente e da vida.

09/03/2013

Imagens que fazem pensar




A Natureza em muita força. Ouvi há anos que «Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes, mas a Natureza nunca perdoa».
Estas imagens colhidas no Jornal de Notícias fazem pensar que devemos evitar a repressão da B*Natureza, não a ofendendo com a poluição na Terra, no Ar ou na Água.
Devemos assumir o dever de poupar a Natureza. Devemos, assim, evitar os temporais e outros desastres naturais e tomar medidas para reduzir as destruições e outros prejuízos, com a escolha do local e do tipo das construções mais adequado e que torna mais rápidas e baratas as obras de reparação.

21/06/2012

Ecologia, mais uma reflexão

Na fila do supermercado, o empregado da caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer os seus próprios sacos para as compras, uma vez que os sacos de plástico não eram amigos do meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
"Não havia essa onda verde no meu tempo."

O empregado respondeu:
"Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente."

"Você está certo", responde a velha senhora. A nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
- Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e cervejas eram devolvidas ao armazém. Este por sua vez mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada uso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam-nas, umas tantas vezes.
- Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, em vez de utilizarmos o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que precisamos de ir a dois quarteirões de distância.
- Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. As energias solares e eólicas é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
- Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos só uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não uma tela do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou "paletes" de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva, que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisávamos de ir a um ginásio e usar passadeiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora enchem os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes, em vez de comprar uma outra.
Não abandonámos as navalhas, ao invés de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes, só porque a lâmina ficou sem corte.
- Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizaria mais próxima.

Então, não dá vontade de rir que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?

Como seria uma óptima solução regressar sustentadamente à forma de viver de há um século ou mais atrás!!!

Imagem de arquivo

10/12/2011

Garota alerta para a defesa do ambiente



Para ver e rever.

Mas, os políticos do mundo, obcecados pela ambição da riqueza fácil, do «desenvolvimento» a qualquer custo, não se importam de destruir o planeta e acabar com todas as condições de vida, como se vê pela notícia

Novo acordo climático improvável a curto prazo

Depois de notícias como esta, após a cimeira climática da ONU em Durban, não podemos mais ter apreço, consideração ou esperança por qualquer político.

E, assim, deixam o Planeta degradar-se até ao fim...

02/12/2009

Petição- pela salvaguarda do Ambiente!

Como já foi amplamente divuldgado, de 7 a 18 de Dezembro de 2009 vai decorrer em Copenhagen mais uma cimeira que visa salvaguardar o Ambiente do nosso Planeta Azul, já tão destruído.

Por si, pelos seus, por todos....por favor assine esta Petição!
Ela destina-se à salvaguarda do Ambiente da nossa Casa Azul. Só isso, não lhe custa um céntimo, só uns segundos, nada mais.
Divulgue esta iniciativa pelos meios que lhe forem mais convenientes, mas faça algo. Está nas nossas mãos e nós somos todos responsáveis.
E não tenha medo! - A Terra não lhe faz mal! - Ao contrário, como Ser vivo que é, saberá preservar quem a ama.

Click neste link:
http://hopenhagen.org/home/map
Fernanda Ferreira (Ná)

16/09/2009

A saúde perante as alterações climáticas

Como este blogue se dedica também a cuidados com a saúde, não podia deixar de transcrever o artigo que enfatiza os efeitos doa desgastes do ambiente nas alterações do clima e, na sequência, na saúde, já publicado em Saúde e Alimentação.

Líderes dos médicos defendem que “o que é bom para o clima é bom para a saúde”
Público. 15.09.2009

Copenhaga também vai ter impacto na forma como o mundo vai viver as doenças

O mundo vai enfrentar um “catástrofe global de saúde” se os governos falharem num acordo de um corte profundo nas emissões de gases com o efeito de estufa, durante o encontro das Nações Unidas em Copenhaga, em Dezembro, disseram dois médicos de ponta. “O que é bom para o clima é bom para a saúde”, adianta um editorial publicado hoje no British Medical Journal da Lancet.

Um forte acordo das 190 nações em Copenhaga para diminuir as emissões ajudaria a evitar ondas de calor, inundações e a desertificação, que iria interromper o fornecimento de águas e causar má nutrição e doenças, especialmente nos países em desenvolvimento.

“Uma falha para o acordo de uma redução radical das emissões vai enviar o mundo para uma catástrofe da saúde”, escreveu Michael Jay, que preside à instituição de caridade Merlin e Michael Marmot, director do Instituto Internacional para a Sociedade e Saúde. “As medidas necessárias para o combate às alterações climáticas coincidem com as que são necessárias para assegurar uma população mais saudável e reduzir o custo dos serviços de saúde. Uma economia de baixo consumo de carbono significa menos poluição”, disse o editorial. “Uma dieta baixa em carbono (especialmente comendo menos carne) e mais exercício vai traduzir-se em menos cancro, obesidade, diabetes e doenças do coração. Oportunidades, seguramente, não custo”, escreveram.

Separadamente, um grupo de presidentes de universidades das academias de médicos de nações que incluem os Estados Unidos, Austrália, Hong Kong, Canadá, Tailândia, Inglaterra, Nigéria pediu aos médicos para exigirem mais acção por parte dos governos.

O grupo também evidenciou que os impactos na saúde podiam ser “catastróficos” e apontou, numa carta enviada a duas revistas médicas, que um relatório em Maio concluiu que as alterações climáticas eram a maior ameaça à saúde do século XXI. “Enquanto os mais pobres no mundo vão ser os primeiros a serem afectados, ninguém vai ser poupado”, escreveram. “Os médicos continuam a ser vistos com respeito e independência, têm uma grande confiança entre os seus doentes e nas sociedades onde fazem a sua prática. Como líderes dos médicos em vários países, pedimos aos médicos que exijam que os políticos ouçam os factos claros que foram identificados em relação às alterações climáticas e ajam agora”, disse o grupo.

18/08/2009

Uma nova forma de colonialismo.

Aparentemente, sendo um problema já muito antigo, África está a ser cada vez mais, alvo de uma forte investida das multinacionais. A pergunta que se coloca é se os africanos beneficiarão com esse facto?

Mesmo considerando que tudo tem o seu preço, e que o eventual e prometido benefício traz inconvenientes de muitas outras ordens, a verdade, por mais que doa, é de que não podemos ser fundamentalistas e deixar que os africanos continuem a morrer à fome. Uma contradição? Um dilema? Uma séria ameaça ao já tão fragilizado equilíbrio do ecosistema Mundial, sem dúvida!
Introdução baseada em troca de impressões com o colega e amigo João Soares.

Um novo e feroz colonialismo ameaça o equilíbrio já tão precário deste planeta. As principais consequências são; a injusta distribuição de riquezas, as emissões de CO2 para a atmosfera devido aos transportes, e as parcas ou mesmo nulas melhorias das condições de vida de povos que já não as têm dignas.

Embora tudo seja feito em nome de uma ajuda a estes povos, o que tudo indica é bem o contrário. O verdadeiro objectivo é o de cultivar terras para alimentar os seus próprios países, ou, muito pior, para a produção de bio-combustíveis que grandes empresas compram autênticas regiões nos países pobres de África, Ásia e América do Sul com promessas de desenvolvimento económico local, mas que, sem qualquer controlo, serão apenas modos de elas próprias enriquecerem, contribuindo para o esgotamento de recursos e desequilíbrios dos ecossistemas dos países ou regiões alvos.
Em risco ficam a alimentação dos locais, que sobreviviam do cultivo dessas mesmas terras, a integridade dos ecossistemas; pela utilização de monoculturas, pelo uso excessivo de pesticidas e fertilizantes, assim como a água, que para além do risco de poluição fica sujeita ao seu esgotamento .

Resta saber se esses povos pobres terão capacidade de luta pela sua terra e pelo seu próprio alimento se não forem devida e correctamente ajudados por organizações internacionais.
Parte de um trabalho alargado da amiga Manuela Araújo do Blogue Sustentabilidade não é Palavra é Acção.
Adaptado por
Fernanda Ferreira

20/07/2009

Candidato ecológico

Embora nem sempre tenha achado interessantes algumas das suas intervenções, considero que a recente promessa de Filipe Menezes não usar cartazes na sua campanha autárquica deve merecer o apreço dos eleitores do seu concelho.

Num momento em que está em marcha o movimento Limpar Portugal, a que todos os portugueses esclarecidos e com noções de civismo devem aderir a fim de remover o lixo actualmente existente pelo País e evitar a produção e dispersão de mais, não usar cartazes é uma forma de combate contra a poluição visual e a provocada pelos pedaços de papel que acabam por se desprender e cair pelo cão. Por outro lado, se tal medida, fosse seguida pelos outros candidatos, poupar-se-ia uma quantidade de árvores e de vegetação por o fabrico de papel ser feito com o sacrifício da floresta.

Na época da informática e da Internet será mais ecológico transmitir mensagens esclarecimentos e programas através de meios digitais que nada ferem a Natureza. E hoje só uma estreita franja da população não tem acesso à Internet, directamente ou por intermédio de familiares e amigos.

Por tudo isso, o candidato autarca está de parabéns e merece toda a consideração e ser apontado como exemplo a seguir na protecção do ambiente e da Natureza. (Ver o popst Há horas felizes).

07/05/2009

Mudanças de clima



Estas imagens, evidenciando, o problema ecológico da poluição que causa mudanças do clima e a carência de água como de todas as espécies vivas, vem na sequência dos posts aqui colocados nos meses mais recentes.
- Pensamento do dia
- Defesa do ambiente
- Aquecimento global

O Planeta é finito e não suporta tanta agressão como está a receber. O capitalismo selvagem que provocou a crise actual e pulverizou as poupanças dos mais desprotegidos, se não mudar de procedimentos, acabará por extinguir todas as manifestações de vida animal e vegetal à superfície da Terra. Devemos estar conscientes de que cada acto errado da nossa parte irá repercutir-se na vida dos vindouros.

19/07/2008

A água vai acabar

Carta Escrita no ano 2070
(Texto publicado na revista «Cónicas de los Tiempos», Abril 2002)

Ano 2070.
Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água.
Creio que me resta pouco tempo.
Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo quando tinha 5 anos.

Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por aproximadamente uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.

Antes, todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras.
Agora, raspamos a cabeça para mantê-la limpa sem água.

Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma.

Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais poderia terminar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.

Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário.

Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética.

Antes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era oito copos por dia, por pessoa adulta.
Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água.
A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozónio que os filtrava na atmosfera.
Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.

Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o quociente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos gametas de muitos indivíduos.
Como conseqüência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m3 por dia por habitante adulto.
Quem não pode pagar é retirado das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar.
Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar.

A idade média é de 35 anos.
Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército.
A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida.
As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atómicas e pela poluição das indústria do século XX.

Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques.
Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse.
O quanto nós éramos saudáveis!

Ela pergunta-me:
- Papai! Por que a água acabou?
Então, sinto um nó na garganta!

Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos.
Agora, nossos filhos pagam um alto preço...

Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto...
...enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!

Faça esta mensagem chegar aos seus conhecidos.
Por cada pessoa que a ler você estará criando um pouco de consciência para cuidar do ambiente à sua volta.

13/07/2008

Conhecer a floresta para a amar e preservar

A quantidade de fogos florestais poderia ser drasticamente reduzida se fossem seguidos, por todo o lado, exemplos de vários municípios como, por várias vezes referi em cartas aos jornais (poderei enviar por e-mail a colecção dessas cartas a quem as desejar). Para defender a floresta preservando-a dos incêndios e de outros perigos, é preciso amá-la, começando por conhecê-la.

Nesse sentido preconizei a realização de actividades de ar livre nos concelhos com área florestal, levando a juventude a «passear» pela floresta, a propósito do estudo da botânica, da geografia, e através de provas de orientação, de marcha, de corrida com prémios para os melhores, organização de piqueniques e variedades nas clareiras, etc.

A imaginação não tem limites e essas actividades levariam a um melhor conhecimento da floresta e do quanto ela é agradável e útil para a vida humana. Para melhor resultado, as actividades deveriam ser planeadas por forma a que as florestas fossem percorridas em todos os sentidos e direcções.

Com a presença de pessoas, nenhum pirómano se atreveria a atear fogo. E depois de se familiarizar com as florestas, nenhum jovem se sentiria tentado a ser pirómano, ou pelo menos o número destes seria reduzido.

Estas minhas cogitações surgem ao deparar com a notícia «Equipas de 'BUGA' vigiam floresta contra incêndios». Segundo ela, no concelho de Aveiro, equipas formadas por jovens em bicicleta 'BUGA' (Bicicletas de Utilização Gratuita de Aveiro) vigiam a floresta contra incêndios. Em anos anteriores, o programa "Olhos na Floresta" já permitiu detectar vários incêndios ou queimadas perigosas.

A sua actuação perante uma coluna de fumo consiste em alertar as pessoas para o facto de ser proibido, nesta altura do ano, fazer qualquer tipo de fogo. Quando não aceitam as recomendações, comunicam às autoridades", para o que são portadores de telemóveis que lhes permitem, quando necessário, alertar bombeiros, GNR ou Protecção Civil.

Embora se trate de um serviço voluntário à comunidade, cada um dos 18 elementos recebe diariamente 12 euros para fazer face às refeições e transportes. Ficou comprovado que a BUGA, apesar de ter sido desenvolvida para circuitos citadinos, "porta-se bem" na floresta, onde a câmara tem melhorado os caminhos, para facilitar a sua utilização.

Este é, sem dúvida, um bom exemplo a seguir pelos outros municípios: é fácil, é barato e poupa milhões!