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06/08/2012

PÁTRIA MINAS - (Marcus Viana)


COM PRAZER E ALEGRIA
QUERO MOSTRAR AOS IRMÃOS DE PORTUGAL
NOSSA "PÁTRIA MINAS"  AO SOM DE MARCUS VIANA!
Recordação para quem já a conhece e apresentação para quem não teve o prazer de conhecê-la.

15/07/2012

A nossa História em 2 minutos



Tanta violência para chegarmos aqui !!!
Que viagem tão atribulada!!!
Quando chegará o dia em que o Homem saberá conviver pacificamente com a Natureza, incluindo os outros humanos, para ser feliz aproveitando as belezas que existem á sua volta?

07/12/2011

O Cortejo Histórico de Lisboa em 1947 (CML)

Lamento ter de informar os visitantes que este vídeo que constituía um documento histórico interessante do pós-guerra, foi retirado da Internet, sem qualquer explicação.
O seu endereço era:
http://vimeo.com/7764090

Fica aqui o seu espaço.

NOTA: Por informação de comentador, a quem agradeço, este vídeo pode ser visto em
http://pam-patrimonioartesemuseus.com/video/o-cortejo-historico-de-lisboa-1947



O Cortejo Histórico de Lisboa em 1947 (CML) from Goncalo Ramos Ferreira on Vimeo.
Recebido por e-mail, com a seguinte nota:

Será possível que os nossos pais e avós tenham assistido a isto!?
É inacreditável, a mudança de tempos e costumes!
Em 1947, pouco depois do fim da segunda Guerra Mundial, estávamos no rescaldo da vitória dos aliados e na derrota dos nazis e fascistas.
Salazar, em dificuldades, responde à sua maneira.

Lopes Ribeiro e Leitão de Barros, intelectuais do regime, desenharam, com rigor, o sentido último do regime.

O cortejo histórico de Lisboa, 1947 - 1º filme a cores da câmara municipal
de Lisboa

Na tribuna, além de Carmona (PR) e Salazar(PM) estava Eva Peron

27/11/2011

Herança Imperial Portuguesa



Marcos da presença no Mundo de um povo pequeno que foi grande e foi precursor da actual «Globalização», estabelecendo laços de comunicação entre os diversos povos do Planeta.

12/07/2011

Crise, história e mudanças

Aproveito, com alguns retoques, um comentário colocado aqui há dias num artigo que faz pensar na actual situação da Europa, que muitos dizem estar em decadência. Realmente, na vida real do Planeta, tudo tem evoluído de forma sinusoidal, com subidas e descidas, conforma a Natureza e a sucessão das quatro estações do ano. Neste momento estamos em baixo e, para tentar recuperar, será necessário não cometer erros na defesa do futuro do Continente. Mas não se vislumbram políticos com competência e dedicação à causa colectiva em grau que garanta um futuro saudável para os europeus. Vários pensadores o têm afirmado de entre os quais se pode citar o ex-PR Mário Soares.

No princípio da história o poder estava na Ásia, com a China, e o seu Império do Meio a ditar as modas. Mas este império que deixou muitos sinais do elevado grau da sua cultura e ciência perdeu poder, apesar da Grande Muralha construída na dinastia Quin (221-207aC), esteve dominado pela Mongólia nos séculos XIII e XIV, sofreu mais tarde a guerra do ópio e, recentemente, foi invadida pelo Japão, estando agora, depois de poucas décadas de acentuado progresso, a recuperar o seu poder de antanho.

Entretanto, na Europa, os gregos e os romanos atingiram um grau de cultura que impulsionou toda a Europa, mesmo depois da queda do Império Romano. Há seis séculos a Europa, seguindo os descobrimentos dos portugueses, iniciou a primeira globalização, embora com o aspecto negativo dado à colonização que, em vez da prometida difusão da cultura e da religião, se dedicou mais à exploração das riquezas locais (especiarias, ouro e outras).

Na Europa houve um acontecimento, a Revolução Francesa, que embora prometedor, não ocorreu com a maior eficiência e coerência e pecou por erros graves e com más implicações no futuro. Do seu lema de três palavras, uma a Fraternidade, é incontestável e decalcada na mensagem de Cristo, mas as outras , Liberdade e Igualdade, eram contraditórias e mutuamente adversas. Se há liberdade cada um gere a sua vida segundo os seus genes e a sua formação ética e cultural, não podendo daí resultar Igualdade. Para que esta exista, tem que haver autoridade que a imponha, disciplina militar com uniforme, ou moda imposta, o que não deixa lugar para liberdade. Pode dizer-se que se pretendia «igualdade de oportunidades», mas um lema, uma palavra de ordem, não pode exigir um manual do utilizador e este não é lido. E, por isso falhou. A liberdade foi para a libertinagem. E a Igualdade levou a que a guilhotina acabasse com os diferentes. Na mesma altura e com troca de experiências entre os contemporâneos, houve a revolução Americana que não usou o mesmo lema mas valorizou a pessoa e a iniciativa individual, como fonte de inovação, criatividade e via para o progresso. Os resultados diferentes viram-se nos séculos seguintes.

Da colonização nascida da expansão da Europa pela mão dos descobrimentos portugueses nasceu no fim do século XVIII na América aquele Estado que viria a tornar-se a maior potência económica e militar do Mundo. Por seu lado, a Europa iniciou o seu declínio, que não soube gerir de forma a recuperar a grandeza de outrora, e que pecou com as desmedidas ambições napoleónicas e mais tarde com duas guerras mundiais fruto de ambições e rivalidades entre a Alemanha e a França e, por outro lado, a hostilidade insular da Grã-Bretanha.

Terminada a II GM, houve na Europa quem pensasse e bem que a união seria a forma de evitar o colapso, mas não houve aberta adesão e comunhão numa estratégia de futuro, e o mais grave é que não surgiu uma estratégia definida com inteligência que fizesse convergir todas as energias e recursos para um futuro comum de desenvolvimento e bem-estar para os europeus. Não houve o devido respeito por todos que se sobrepusesse às ambições paroquiais de domínio que já tinham mostrado ser nefastas. Os políticos continuaram a olhar para o seu umbigo e a tentar explorar os mais pequenos em beneficio imediato dos grandes. A decadência tem continuado por falta de uma política coerente com um objectivo bem definido e aceite por todos.

Entretanto, depois de muitos abusos em que exauriu os seus recursos, também a América está perante a sua queda, ao mesmo tempo que se levantam os Estados Emergentes em que a China, a Índia e o Brasil se preparam para desempenhar os principais papéis.

Nestas condições, a Europa tem que gerir com muita prudência e determinação a sua marcha pela sobrevivência, definindo claramente e com realismo aquilo que pretende ser na nova ambiência internacional, sem complexos de qualquer espécie, mas com a preocupação de acertar em todas as suas decisões e gerir com prudência as suas relações com os gestores multinacionais do sistema financeiro, tendo sempre presente os próprios interesses de longo prazo. Há que parar de olhar para o próprio umbigo com arrogância e ambição despropositadas. Há que aproveitar as realidades internacionais actuais e controlar o barco da forma mais adequada para evitar um grande naufrágio e conseguir um futuro adequado.

Para isso, precisamos de políticos dedicados à causa pública que usem de competência e boa intenção e sem obedecerem à partidocracia que, erradamente, sucedeu á Democracia.

Imagem do Google

20/08/2010

Guimarães - O Berço da Pátria!


De Vila Nova de Cerveira a Braga e de Braga a Guimarães!
Ontem, o dia acordou cinzento, frescote, até um pouco desagradável, sobretudo para quem saiu de casa com roupinha de Verão e se instalou às 8:00 da manhã ... madrugada mesmo... no descapotável para ir até Guimarães, onde se chegou, já com sol bem aberto e temperatura bem mais alta, muito mais ao meu gosto!!!

Desta visita há algumas fotos- Veja-as aqui - Só Imagens.
Espero que gostem!

Fica aqui, o essencial sobre Guimarães, a cidade berço de Portugal.

No século X, o Lusitano Mumadona, construiu um Castelo para defender dos mouros o Mosteiro de Santa Maria de Guimarães.
Na sua praça principal "Praça Santiago", que segundo reza a tradição diz que a imagem da "Santa" terá sido trazida pelo Apóstolo São Tiago, o qual saindo de Jerusalém, atravessou o mar Mediterrâneo. Uma vez em França, empreendeu a famosa viagem pelo caminho ao qual se deve hoje o seu nome, "Caminho de Santiago", tendo parado em Compostela e Espanha, onde veio a falecer. No entanto, ao passar por Guimarães, ali deixou a imagem da Santa Maria de Guimarães.
Curiosamente, eu conhecia a mesma Santa, pelo nome de Santa Maria da Oliveira, possivelmente devido à oliveira que sempre se manteve viva nesta mesma Praça, a Praça da Oliveira.

Guimarães, onde D. Afonso Henriques (primeiro rei de Portugal) recebeu o seu Governo no século XII, pela sua beleza, riqueza arquitectónica e preservação de património datado da Idade Média, é considerada pela Unesco "Património da Humanidade".

Fotos de José Ferreira



16/01/2010

A NAU PORTUGAL!


Moral da História:

A Nau Portugal até era bem concebida mas com maus timoneiros acabou por tombar e quase afundar-se! Só depois de muitos trabalhos por quem era competente ela foi recuperada!

Até parece que estamos revivendo esses momentos mas agora com o próprio País... Precisamos de quem seja competetente para o devolver à sua plenitude!

22/11/2009

PORTUGAL ESQUECE OS SEUS SOLDADOS!


Por toda a Europa celebraram-se ontem 91 anos sobre o fim da I Guerra Mundial e, no dia da Memória, como lhe chamam, homenagearam-se todos os que morreram em todas as guerras desde aí. Em França, o momento fez história, já que reuniu frente ao túmulo do soldado desconhecido, em Paris, os representantes de dois dos países que se confrontaram violentamente, Nicolas Sarkozy e Angela Merkel, numa iniciativa até aqui sempre recusada pelo governo alemão. Mas agora que, de cada lado do Reno, já não há veteranos do conflito, foi possível dar um passo de reconciliação. Na ocasião, Sarkozy puxou pelo seu lado mais sentimental lembrando que as crianças francesas e alemãs choraram da mesma forma pelos seus pais perdidos em combate.
No Reino Unido, a família real e os políticos multiplicaram-se em cerimónias, num ano igualmente simbólico, já que morreram recentemente os últimos três veteranos da I Grande Guerra. Mas as manchetes dos jornais chamavam a atenção, sobretudo, para o conflito no Afeganistão, que emociona, agita e desespera a opinião pública britânica, quando já 223 ingleses ali perderam a vida, desde 2001, e a retirada não está à vista. Os caixões das fotografias de primeira página não eram amarelecidas pelo tempo. Estes acabaram de chegar…
Apenas dois depois das celebrações da queda do muro de Berlim, o contraste é a prova de que nem todos os muros caíram. Em Portugal recordamos pouco e temos uma dificuldade enorme em falar dos nossos soldados mortos no Ultramar, ou que ainda hoje sofrem sequelas profundas daqueles combates. Quando não recordamos, não homenageamos aqueles que deram a vida pelo seu país, roubamos sentido à dor e traímo-los. Os combatentes em África, por força de um volte-face político, não tiveram direito a ser tratados como heróis.
Fomos incapazes de distinguir a justeza da guerra (e há alguma que o seja?) com a generosidade de quem cumpriu o seu dever. E um país que não é capaz de recordar é, paradoxalmente, um país sem futuro.
ISABEL STILWELL EDITORIAL@DESTAK.PT