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18/04/2012

DESPERDICIO ZERO!

Movimento Zero Desperdício


É positiva a intenção deste movimento "nacional de combate ao desperdício de alimentos".
Mas é uma pena, lamentável, que seja necessário criar (tantos) movimentos...
A política do Zero Desperdício ou a cultura do mínimo desperdício, a todos os níveis, devia comandar e orientar os sucessivos governos.
Tem sido a sociedade civil, o povo, a tomar conta do país.
Quantos movimentos foram criados até ao momento? Mais de 1000 no portal do governo.
O grande número de movimentos só revela a menor capacidade dos nossos políticos. É a prova da sua incompetência para a resolução dos inúmeros problemas nacionais.

Céu Mota, no Aventar


Acordar – Hino da acção “Zero Desperdício”



João José Cardoso, no Aventar


NOTA:
Para quando Desperdício Zero nas Mordomias, nas Fundações, Etc., Etc.?
É que estes desperdícios é que criaram a Crise em que vivemos!

15/10/2011

É DISTO QUE EU GOSTO!


…
Gosto do vigor da juventude que vem mudar o
mundo mas gosto da sabedoria dos anciãos que
mudaram o mundo quando foi a vez deles.

Gosto de acreditar que, em breve, não seremos
apenas um país grande mas um Grande País, de
cujos mandatários e de cujo povo haveremos de
sentir orgulho, não só porque é um povo alegre
e hospitaleiro, mas acima de tudo porque aprendeu
a exercer a cidadania, cumprir seus deveres ao pé
da letra e exigir seus direitos sem arredar o pé.

Gosto de pensar que a corrupção será erradicada,
que o dinheiro público será tratado com zelo, que
os doentes não serão mais amontoados nos corredores
dos hospitais, que as pessoas poderão sair às ruas sem
medo, que as escolas públicas terão a mesma qualidade
das escolas particulares.
Gosto de pensar que os aposentados não serão mais
considerados um fardo social mas terão aumentos
justos que lhes permitam viver com dignidade.

Gosto de pensar, sobretudo, que os lares de bem se
multiplicarão como células sadias preparando homens
e mulheres de bem, porque o mal que passa no mundo
de hoje provém de lares apodrecidos nas bases.
…
Ana, no seu blogue “Pelos Caminhos da Vida”

01/08/2010

O povo gosta de continuar em crise…

Lendo o post A crise vem do tempo do Eça, vê-se que já em 1867 Eça de Queiroz dizia dos políticos os defeitos que hoje possuem. Mas, apesar de o regime não ser o mesmo, não há organismo que controle os desmandos dos líderes interesseiros e viciados, tendo que ser o povo (em democracia, é ele o detentor da soberania) que deve agir através do voto (votar em branco se os candidatos não são merecedores de aprovação) e manifestando-se de forma visível e determinada contra incompetências e desonestidades de quem está nos lugares de poder. Mas o sentir dos portugueses, «Não penso mas existo», origina esta apatia que vem de há séculos.

Qualquer órgão de fiscalização e moralização do regime seria constituído pelos políticos actuais, rústicos deslumbrados, novos-ricos, coniventes e cúmplices entre si, ávidos de benesses, do enriquecimento ilícito, do futuro tacho dourado nos bancos ou nas grandes empresas, em troca de favores que resultam sempre em prejuízo dos cidadãos anónimos.

Escolham-se pessoas isentas de pecado, sempre que possível ou tanto quanto possível. Os que alguma vez mentiram ou foram desleais aos interesses nacionais devem deixar de ter o voto de pessoas conscientes.

A culpa da situação pantanosa em que vivemos desde há muito (Eça definiu-a há 143 anos) é do povo que tem permitido ser explorado pelos deslumbrados que ambicionam a maior fortuna por qualquer meio.

O povo que não gosta de pensar, embora se lamente da crise, quer a sua continuidade, quer votar nos causadores da actual situação ou por terem errado ou por se terem omitido. A notícia Sondagem dá vitória folgada a Cavaco à primeira volta não surpreende e demonstra a apatia tradicional, é disso demonstração cabal.

Dar o voto a quem durante um mandato nada fez de especial, positivo, e teve várias situações dúbias. Sentiu-se na necessidade de tentar justificar a compra e venda das acções da SLN (BPN), a não exoneração do Conselheiro de Estado Dias Loureiro (BPN), o Estatuto dos Açores, as escutas no Palácio de Belém, a promulgação do casamento homossexual (mal argumentado) .

Se não fez melhor e foi por não ser capaz, não dá esperança de fazer melhor no segundo mandato. Se não teve coragem de lutar contra a crise económica, política e social com a intenção de poder ganhar as eleições para um segundo mandato, foi desleal a Portugal porque colocou os seus interesses pessoais acima dos interesses nacionais. Mas o povo não pensa e, segundo as sondagens, dá-lhe a vitória à primeira volta, enquanto ao único candidato que está virgem em manhas e vícios de políticos, dá apenas 10%.

O povo apesar de se queixar, gosta masoquistamente de continuar no mesmo lamaçal com os mesmos carcereiros. Cada povo tem o que merece, como no tempo do Eça, mas agora, com o inconveniente de estarmos em democracia e cada eleitor ter direito a um voto…

Imagem da Net

01/11/2009

ATITUDE - PARA REFLEXÃO E ACÇÃO!!!

A diferença entre os países pobres e os ricos nada tem a ver com a sua idade. O Egipto tem 5.000 anos e é pobre, enquanto, o Canadá, a Austrália e a Nova-Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidops e ricos.
A diferença entre países pobres e países ricos também não reside nos seus recursos naturais disponíveis. O Japão possui um território limitado, inadequado para a agricultura e criação de gado, mas é a segunda economia mundial. É uma imensa fábrica flutuante que importa matéria-prima do mundo inteiro e a transforma, exportando de seguida os produtos manufacturados.
Outro exemplo deste tipo é a Suiça. No seu território, cria animais e cultiva o solo apenas durante quatro meses no ano e, no entanto, fabrica laticinios da melhor qualidade, exportando-os para todo o mundo. É um pequeno país que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, pelo que se transformou no cofre-forte do mundo!
Por outro lado, não há qualquer diferença intelectual entre os gestores de países ricos e os seus homólogos dos países pobres.
A raça, também não é importante: os imigrantes rotulados de preguiçosos nos seus países de origem, são a força produtiva dos países europeus ricos.
Onde está então a diferença? Está no nível de consciência dos seus povos, no seu espírito. A evolução da consciência deve constituir o objectivoprimordial dos Estados, em todos os níveis do poder. Os Bens e os Serviços são apenas meios...
A Educação e a Cultura ao longo dos anos, deve criar consciências colectivas, estruradas nos Valores eternos da Sociedade: MORALIDADE, ESPIRITUALIDADE e ÉTICA.
No nosso caso a solução é transformar a consciência do Português! O processo deve começar na comunidade onde vive e convive o cidadão.
A comunidade, quando politicamente organizadaem Associações de Moradores, Associações de Pais, Clube de Mães, Clube de Idosos, etc., torna-se um Micro-Estado! As transformações desejadas pela Nação para Portugal, serão efectuadas nesses Micro-Estados, que são os atomos do Organismo Nacional. Ao analizarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desnvolvidos, constatamos que a grande maioria segue a prevalência do espírito sobre a matéria, adoptando os seguintes Princípios de Vida:
  1. A Ética como base;
  2. A Integridade;
  3. A Responsabilidade;
  4. O Respeito às Leis e Regulamentos;
  5. O Respeito pelos outros Cidadãos;
  6. O Amor ao Trabalho;
  7. O Esforço pela Poupança e pelo Investimento;
  8. O Desejo de Superação;
  9. A Pontualidade.

Somos como somos, porque vemos os erros e só encolhemos os ombros e dizemos: "não interessa!..."

A preocupação de todos, deve ser com a Sociedade, que é a Causa, e não com a classe política, que é o Triste Efeito!
Só assim poderemos mudar o Portugal de Hoje e torná-lo num Portugal com Futuro!!! Vamos agir!!!

Reflitamos nas palavras de Martin Luther King:

"O que é mais preocupante, não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, ou dos sem ética. O que é mais preocupante, é o silêncio dos que são bons..."

PENSEMOS NISTO...

Autor desconhecido, recebido de João Brito