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18/11/2010

Esta foto poderia abrir 1 Telejornal...


Uma foto real!
Esta história é que devia aparecer nas manchetes dos jornais...

Uma imagem de John Gebhardt no Iraque.
Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração... A esposa de John Gebhardt, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça...mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.
Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro. Vamos a isso! Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral. Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

24/11/2009

Consciência bonita do "Tostão" - ex jogador de futebol !!!

Quem se lembra desse mineiro na seleção brasileira?

Precisamos, urgentemente, de mais brasileiros assim !!!
Declaração de Tostão:

"Na semana passada, ao chegar de férias, soube, sem ainda saber detalhes, que o governo federal vai premiar, com um pouco mais de R$ 400 mil, cada um dos campeões do mundo, pelo Brasil, em todas as Copas. Não há razão para isso. Podem tirar meu nome da lista, mesmo sabendo que preciso trabalhar durante anos para ganhar essa quantia.O governo não pode distribuir dinheiro público. Se fosse assim, os campeões de outros esportes teriam o mesmo direito. E os atletas que não foram campeões do mundo, mas que lutaram da mesma forma? Além disso, todos os campeões foram premiados pelos títulos. Após a Copa de 1970, recebemos um bom dinheiro, de acordo com os valores de referência da época...
O que precisa ser feito pelo governo, CBF e clubes por onde atuaram esses atletas é ajudar os que passam por grandes dificuldades, além de criar e aprimorar leis de proteção aos jogadores e suas famílias, como pensões e aposentadorias.É necessário ainda preparar os atletas em atividade para o futuro, para terem condições técnicas e emocionais de exercer outras atividades. A vida é curta e a dos atletas mais ainda. Alguns vão lembrar e criticar que recebi, junto com os campeões de 1970, um carro Fusca da prefeitura de São Paulo. Na época, o prefeito era Paulo Maluf. Se tivesse a consciência que tenho hoje, não aceitaria.Tinha 23 anos, estava eufórico e achava que era uma grande homenagem. Ainda bem que a justiça obrigou o prefeito a devolver aos cofres públicos, com o próprio dinheiro, o valor para a compra dos carros. Não foi o único erro que cometi na vida. Sou apenas um cidadão que tenta ser justo e correto. É minha obrigação.”
Tostão

Exemplos que precisam de divulgação...

10/06/2009

O valor do exemplo

O professor António Barreto dá grande ênfase ao papel do exemplo dos maiores, dos melhores, dos heróis, dos dirigentes, etc. Mais do que as palavras os responsáveis devem agir pelo exemplo.
Vejamos a última parte do seu discurso na sessão solene do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.

A importância do exemplo segundo António Barreto em discurso no 10 de Junho

Não usemos os nossos heróis para nos desculpar. Usemo-los como exemplos. Porque o exemplo tem efeitos mais duráveis do que qualquer ensino voluntarista.

Pela justiça e pela tolerância, os portugueses precisam mais de exemplo do que de lições morais.

Pela honestidade e contra a corrupção, os portugueses necessitam de exemplo, bem mais do que de sermões.

Pela eficácia, pela pontualidade, pelo atendimento público e pela civilidade dos costumes, os portugueses serão mais sensíveis ao exemplo do que à ameaça ou ao desprezo.

Pela liberdade e pelo respeito devido aos outros, os portugueses aprenderão mais com o exemplo do que com declarações solenes.

Contra a decadência moral e cívica, os portugueses terão mais a ganhar com o exemplo do que com discursos pomposos.

Pela recompensa ao mérito e a punição do favoritismo, os portugueses seguirão o exemplo com mais elevado sentido de justiça.

Mais do que tudo, os portugueses precisam de exemplo. Exemplo dos seus maiores e dos seus melhores. O exemplo dos seus heróis, mas também dos seus dirigentes. Dos afortunados, cujas responsabilidades deveriam ultrapassar os limites da sua fortuna. Dos sabedores, cuja primeira preocupação deveria ser a de divulgar o seu saber. Dos poderosos, que deveriam olhar mais para quem lhes deu o poder. Dos que têm mais responsabilidades, cujo "ethos" deveria ser o de servir.

Dê-se o exemplo e esse gesto será fértil! Não vale a pena, para usar uma frase feita, dar "sinais de esperança" ou "mensagens de confiança". Quem assim age, tem apenas a fórmula e a retórica. Dê-se o exemplo de um poder firme, mas flexível, e a democracia melhorará. Dê-se o exemplo de honestidade e verdade, e a corrupção diminuirá. Dê-se o exemplo de tratamento humano e justo e a crispação reduzir-se-á. Dê-se o exemplo de trabalho, de poupança e de investimento e a economia sentirá os seus efeitos.

Políticos, empresários, sindicalistas e funcionários: tenham consciência de que, em tempos de excesso de informação e de propaganda, as vossas palavras são cada vez mais vazias e inúteis e de que o vosso exemplo é cada vez mais decisivo. Se tiverem consideração por quem trabalha, poderão melhor atravessar as crises. Se forem verdadeiros, serão respeitados, mesmo em tempos difíceis.

Em momentos de crise económica, de abaixamento dos critérios morais no exercício de funções empresariais ou políticas, o bom exemplo pode ser a chave, não para as soluções milagrosas, mas para o esforço de recuperação do país.

10/02/2009

Educação precoce é importante

Transcrição de comentário deixado pela Amiga Alexandra Caracol no blog Do Miradouro, que pelo tema tratado com conhecimento de causa, merece ampla divulgação.

Na verdade eu defendo uma educação mesmo antes da concepção.

Acredito que um planeamento precoce traz grandes consequências (positivas ou negativas, dependendo da estratégia utilizada por familiares e amigos da criança).

Seria ideal que os progenitores acordassem, mesmo antes da concepção, acerca dos métodos a adoptar para educar o futuro Ser.

Seria ideal adoptar esses métodos mesmo antes do bebé nascer, pois nem que seja pelas sensações que a mãe tem e sente, estas serão transmitidas ao “bebé”.

Através das atitudes dos pais e bem-estar vivenciado pelo casal, e principalmente pela gestante, o pequeno Ser começa logo a formar o seu carácter, podendo tornar-se uma criança segura ou medrosa, triste ou alegre, etc.

A estimulação precoce direccionada para um propósito futuro é, na verdade, um grande instrumento que os pais possuem, mas infelizmente neste país, grande parte dos portugueses não se preocupam em acompanhar directamente a educação dos seus filhos nem sequer depois deles terem nascido, não sendo capazes de entender o quão seria importante aceitarem o conceito de educação pré-natal ou mesmo aceitarem acordar o tipo de educação a adoptar, desde a fase anterior à concepção.

Enfim, muito gostaria de contribuir para ajudar as pessoas a saber como fazer isso pois foi o que fiz com a minha filha, actualmente com 11 anos, e que tem um empenho excelente em todas as áreas a que se dedica, devido ao facto de eu ter colocado em prática, na sua educação, tudo aquilo que professo e acredito ser importante utilizar para educar uma criança, de forma que se torne capaz de ser um futuro homem/mulher válido(a) para a sociedade.

Muito me entristece reparar que em todas as áreas da sociedade se prega “faz o que digo, mas não faças o que faço”, quando é certo e sabido que isso não surte efeitos positivos.

Os exemplos que damos às crianças são um forte instrumento educativo.

Muitas vezes tenho reparado que os filhos dos professores, governantes e/ou gente que detém lugares em destaque na sociedade são os mais rebeldes, com resultados escolares negativos, são os indisciplinados que utilizam a posição dos pais na sociedade ou a vida abastada que possuem para desculpar e incentivar a conduta degradante, soberba e mal-educada que utilizam na escola, em casa e na rua, desrespeitando regras e hierarquias.

Como se pode educar sem se estabelecer limites? Sem ensinar a diferença entre o bem e o mal? Como podemos exigir das crianças e jovens uma conduta diferente se não os ensinarmos desde tenra idade e lhes dermos exemplos concretos através dos nossos actos praticados diariamente? Como podemos exigir aos outros se não exigirmos primeiro a nós próprios?

Enfim, é muito triste constatar que a falta de educação correcta, orientada desde cedo, fabrica políticos e governantes desorientados e que se sentem confortáveis na corrupção.

Beijinhos com amizade.

Alexandra Caracol