Revolução racista
Por Maria Vieira
"A HBO retirou o filme "E Tudo o Vento Levou" (um dos filmes mais premiados de Hollywood) do seu catálogo nos Estados Unidos e a NETFLIX, assim como todas as plataformas de "Streaming" do Reino Unido, baniram uma das mais geniais "Sit-Coms" de sempre, exibidas pela BBC - "Little Britain"!
A razão apresentada para a remoção dessas duas obras da arte cinematográfica e da comédia televisiva foi a mesma em ambos os casos: a PORCARIA do RACISMO!!!
Estou farta de ouvir falar no racismo! Estou farta de ver a história ser adulterada, ultrajada e apagada por ideologias marxistas, globalistas, multiculturalistas e divisionistas!
Estou farta de ver gente que sofre de complexos de inferioridade, gente que vem maioritariamente de países sub-desenvolvidos, falidos e arruinados, a tentarem apoderar-se de nações onde nem sequer nasceram, com a passividade e a complacência daqueles que deveriam defender a sua pátria, o seu povo, a sua cultura e os seus costumes!
Estou farta de assistir ao desmoronamento da civilização ocidental que se está a transformar naquela mesma sociedade totalitária, prevista por George Orwell no seu livro - "1984"!!!
Pelo amor de Deus: a actriz - Hattie Mcdaniel - foi a primeira actriz negra a receber um Óscar pelo seu magnífico desempenho em "E Tudo o Vento Levou"! Onde é que está a porcaria do racismo, no reconhecimento da competência e do talento dessa mulher???
E perante esta afronta, perante esta censura descarada e perante este crime de lesa-arte, onde estão os protestos dos agentes culturais, dos meus colegas actores e de todos os artistas da Esquerda-Fofinha que passam a vida a acusar o presidente do Brasil de censura, quando na realidade ele nada censurou e nada censura e apenas se recusa a financiar com dinheiro público, todo o lixo pseudo-artístico que antes sustentava uma cambada de incompetentes, de canastrões e de parasitas de toda a espécie e feitio!
É hora de nos erguermos. É hora de lutarmos pela nossa terra, pelo nosso povo, pela nossa cultura, pelos nossos costumes e pela nossa civilização.
É hora de sermos bravos antes que de nós façam escravos..."
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15/06/2020
21/07/2008
Pela paz em bairros difíceis
No bairro da Quinta da Fonte, no concelho de Loures, três instituições religiosas organizam uma marcha da paz com a intenção de gerar melhores condições para uma vida harmoniosa entre habitantes de diferentes origens. É uma iniciativa de louvar, mas deve haver o maior cuidado em evitar parcialidade. Deve fugir-se à criação de grupos de uma das partes em conflito e, tanto quanto possível, misturar indiscriminadamente pessoas de diferentes origens. Dessa forma, será o primeiro passo para o convívio dos diferentes.
Quando trabalhei na Casa do Adro, em Loures em vizinhança e interacção com as senhoras dos serviços culturais e outros de índole social, criei a melhor impressão do trabalho entusiástico que desenvolviam. Não tenho conselhos a dar-lhes, mas não deixo de aqui lhes transmitir estas reflexões.
Penso que, para evitar confrontos como os ocorridos recentemente no referido bairro, todas as Câmaras, escolas, religiões, principalmente onde existam bairros em risco, deveriam incentivar a constituição de grupos culturais, artísticos, desportivos, de actividades artesanais, etc., com pessoas de origens diferentes. Dessa forma, sem acções não competitivas, mas de trabalho de equipa, em boa colaboração, seriam criados hábitos de compreensão, tolerância, convívio amistoso, que afastaria as oportunidades de ocorrência de actos violentos inter-étnicos. E, para obter resultados materialmente visíveis, esses grupos poderiam dedicar umas horas por semana a serviços cívicos em benefício de toda a colectividade, independentemente de quem lá vive
O respeito mútuo é indispensável para a convivência pacífica e a amizade. Tem de haver lugar para todos.
Quando trabalhei na Casa do Adro, em Loures em vizinhança e interacção com as senhoras dos serviços culturais e outros de índole social, criei a melhor impressão do trabalho entusiástico que desenvolviam. Não tenho conselhos a dar-lhes, mas não deixo de aqui lhes transmitir estas reflexões.
Penso que, para evitar confrontos como os ocorridos recentemente no referido bairro, todas as Câmaras, escolas, religiões, principalmente onde existam bairros em risco, deveriam incentivar a constituição de grupos culturais, artísticos, desportivos, de actividades artesanais, etc., com pessoas de origens diferentes. Dessa forma, sem acções não competitivas, mas de trabalho de equipa, em boa colaboração, seriam criados hábitos de compreensão, tolerância, convívio amistoso, que afastaria as oportunidades de ocorrência de actos violentos inter-étnicos. E, para obter resultados materialmente visíveis, esses grupos poderiam dedicar umas horas por semana a serviços cívicos em benefício de toda a colectividade, independentemente de quem lá vive
O respeito mútuo é indispensável para a convivência pacífica e a amizade. Tem de haver lugar para todos.
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