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28/05/2015

EM VEZ DE SOBRAR MÊS DEVE SOBRAR DINHEIRO



Para não ficar sem dinheiro antes do fim do mês, procure praticar os seguintes truques e torne-se um bom gestor do seu dinheiro.

1.Faça um planeamento financeiro

Fique a saber com antecedência o dinheiro de que vai precisar em cada mês. Contemple estimativas das despesas e dos rendimentos previstos para o ano seguinte.

2.Controle as entradas e saídas de dinheiro

Só desta forma é que sabe quanto gasta realmente com cada tipo de despesa. Sabe quanto gasta em café, durante o ano? E quantos dias completos tem de trabalhar só para pagar o seu consumo de tabaco anual? Vai surpreender-se com os valores.

3.Registe todas as saídas de dinheiro

Agrupe as despesas por tipo (por exemplo: alimentação, habitação, viatura, saúde, vestuário, lazer, etc.) e registe-as num mapa de despesas. Tenha noção de quanto gasta e onde gasta o dinheiro e defina valores máximos a gastar em cada tipo de despesa. Pode fazê-lo num papel mas já há aplicações de telemóvel onde o pode fazer.

4.Pague em dinheiro

O simples facto de ter acesso a crédito fá-lo gastar, em média, 20% mais do que gastaria se não tivesse acesso a dinheiro fácil. Tome atenção às taxas de juro cobradas. Pague sempre a totalidade das dívidas dos cartões de crédito durante o período sem juros.

5.Não peça dinheiro emprestado

Se já se encontra endividado e continua a cometer o mesmo erro de pedir dinheiro emprestado, o resultado será uma enorme dívida da qual dificilmente se livrará.

6.Crie uma poupança

É de extrema importância ter uma poupança para situações de emergência - a taxa de poupança mínima recomendável corresponde a 10% das despesas mensais. Para poder fazer face a possíveis imprevistos, como ficar desempregado, esta almofada deve ter o correspondente a cerca de seis meses de despesas.

11/03/2013

Alemã vive sem dinheiro há 17 anos




Veja o texto da notícia aqui

"Para alguns sou uma provocação, para outros sou uma resposta", diz Heidemarie.

Heidemarie Schwermer vivia confortavelmente. Tinha dois carros estacionados à porta. Um emprego como professora, outro como psicóloga. Dois filhos criados. A vida perfeita para muitos. Mas não para esta alemã: concluiu que "vivia dominada pelo ter e não pelo ser". E renunciou a tudo.

Aos 53 anos, vendeu os carros e o apartamento e encerrou as contas bancárias. O dinheiro foi distribuído pelos filhos e por aqueles que considerou necessitados. Deu os móveis, os objetos pessoais e as roupas aos amigos e aos vizinhos. Desfez-se de bens materiais.

Em 17 anos de vida sem casa, nem emprego, nem dinheiro, não teve o que comer durante um dia e meio e dormiu algumas noites no Centro Cultural Wissenschaftsladen de Dortmund, que nunca lhe fechou as portas.

A experiência tem, em suma, corrido bem, sustentada pela filosofia de "troca por troca". Heidemarie troca roupas, noites, refeições em casa de amigos por serviços como tomar conta dos filhos, cozinhar ou passear os cães. Ou, simplesmente, usufrui da generosidade alheia. Já aconteceu ganhar bilhetes para a ópera por ter atuado como terapeuta num conflito familiar.

O modo de vida é admirado pelos filhos, amigos e pelos que questionam a economia atual, mas não escapou das críticas dos que consideram a sua escolha "conveniente". A história foi dissecada em dezenas de programas de televisão e foi já transformada num filme, que suscitou particular interesse nos Estados Unidos da América, na Grécia, em Itália e Espanha.

"Comecei isto devido à situação do mundo. Parece-me injusto que haja gente de morra de fome, enquanto nós deitamos comida fora. Eu tinha uma vida confortável, mas senti necessidade de fazer algo diferente", contou ao jornal espanhol "El Mundo".

Para Heidemarie, a crise financeira está a atrair mais pessoas para um modo de vida baseado numa "economia partilhada, à margem da economia oficial" e, por isso, são cada vez menos os que estranham a sua opção e procuram perceber "que tipo de vida querem afinal".

22/01/2010

Obama leu Thomas Jefferson?

O presidente norte-americano, Barack Obama, deseja limitar a dimensão e a actividade das instituições financeiras, segundo fonte do Governo citada pelas agências internacionais.

O presidente dos EUA começou a discutir com os seus conselheiros económicos, há cerca de dois meses, a necessidade de incluir na reforma financeira algumas disposições “mais restritivas” e “específicas” sobre a limitação da dimensão e das áreas de actividade das instituições financeiras. O objectivo é o de reduzir os custos de riscos excessivos.

Como seria de esperar não lhe faltam opositores como, por exemplo, Warren Biffett. No entanto, Presidente dos EUA vai propor ao G20 que adopte o seu novo imposto sobre a banca.

Curiosamente, já em 1802, Thomas Jefferson alertava para os perigos criados pelo poder da banca.


Para ler melhor faça clic na imagem

23/08/2009

O dinheiro não é tudo

Soube agora, através de documentos muitíssimo secretos (!!!) que, há alguns anos, Sua Santidade o Papa rejeitou uma proposta de uma grande empresa alemã para à semelhança da expressão FIAT LUX fosse introduzida nos formulários religiosos utilizados nas missas e outras cerimónias de grande audiência a expressão MERCEDES BENZ. A empresa entregaria periodicamente ao Vaticano uma elevada soma.

Talvez Sua Santidade não gostasse de uma mulher (Mercedes) a benzer.

10/10/2007

Sobre o dinheiro

O dinheiro pode comprar uma casa, mas não um lar.
O dinheiro pode comprar um relógio, mas não o tempo.
O dinheiro pode comprar uma cama, mas não o sono.
O dinheiro pode comprar um livro, mas não o conhecimento.
O dinheiro pode pagar um médico, mas não a saúde.
O dinheiro pode comprar um posto, mas não o respeito.
O dinheiro pode comprar o sangue, mas não a vida.
O dinheiro pode comprar sexo, mas não o amor.

Autor desconhecido

NOTA: O dinheiro é útil, mas não é tudo na vida, como, por experiência sabem todos os «sempre jovens» do «Clube Virtual de Seniores». É uma ideia a passar aos menos seniores.