15/09/2009

VERDADE E DETERMINAÇÃO!?



Estes são os slogans eleitorais dos democratas e dos socialistas

Basta-nos ir ao simples significado das palavras para termos um esclarecimento mais aprofundado destes “slogans”: simples um, e complexo e ambíguo, o outro.

Senão vejamos: VERDADE significa veracidade, boa-fé, sinceridade, franqueza, exactidão, precisão, autenticidade, carácter, convicção e evidência. VERDADE é, no seu conteúdo, uma máxima que inclui todos estes ineludíveis significados, sem direito a outras interpretações que não sejam a dita VERDADE.

Já assim não acontece com a palavra DETERMINAÇÃO que significa decisão, resolução, definição, fixação, demarcação, arrojo, decreto, mandado, precisão, explicação, limitação, ordem, ou prescrição. Temos, assim, um conjunto de significados que, cada um de per si, dão pano para mangas, e sobra tecido. Imagine-se o que é uma Decisão tomada unilateralmente; uma Resolução à porta fechada; uma Definição ambígua e pouco esclarecedora em termos de justiça ou outras áreas, deixando tudo em aberto e nada definindo; isto é, uma definição que não esclareça ninguém; um Decreto cozinhado em segredo só para safar a pele de amigos; uma Limitação dos direitos e liberdades; uma Ordem ditatorial defensora de criminosos, pedófilos e corruptores sem fim; ou até uma Prescrição errada ou envenenada que ponha todo um povo doente.

De facto, é necessário acautelarmo-nos com palavras que são autênticos paus de dois bicos, sem qualquer garantia do rumo que vão tomar. Esta palavra DETERMINAÇÃO é assustadoramente subreptícia e nunca deveria ser usada em qualquer campanha que se preze.

Eu sei que foi uma palavra utilizada “às pressas” para esconder a VERDADE que nada teme, no que respeita a significado profundo da mesma.

Sem dúvida que necessitamos, como pão para a boca, de uma VERDADE suficientemente límpida, que nos deixe conseguir ver para além deste tempo perdido, tristemente empobrecido e vergonhosamente apodrecido.

Julgo que todos os portugueses sentem um certo ar irrespirável, como se vivessemos novamente em ditadura! Por incrível que pareça continuamos a respirar! Será que estamos todos mortos e conformados com a imposição de toda uma vida que ninguém quer, a não ser os senhores do poder e seus correlegionários e amigos? E, se estamos vivos, estamos à espera de quê, para darmos um rumo diferente à vida dos nossos filhos e netos, que não têm culpa nenhuma da nossa passividade perante tão maus exemplos de quem nos governa?

Apesar de todas as parangonas que por aí se debitam, em tempo eleitoral, a única consolação que nos resta é termos alguém que nos diga a VERDADE. Porque para mim a VERDADE, é como aquele espelho que se parte, mas que, apesar de partido, reflecte sempre a VERDADE das coisas, mesmo nos pedacinhos mais pequenos em que se partiu.

M.M.M. Maria Manuela

O Norte é feminino.

O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança.
Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.



Imagem da Net

Extracto de texto de Miguel Esteves Cardoso.
Fernanda Ferreira

Pelas vítimas de abuso sexual

Acender um milhão de velas

As vítimas inocentes de abuso sexual da Internet não podem falar por elas próprias.
Mas você pode. Com a sua ajuda, nós podemos erradicar este negócio perverso.
Não precisamos do seu dinheiro.
Nós precisamos que acenda uma vela de apoio .
Quantas mais velas acendermos, mais poderosas se tornarão as nossas vozes.
Esta petição será usada para encorajar os governos, os políticos, as instituições financeiras, as organizações com dinheiro, os servidores de serviços da Internet, as agências de coação e de justiça a erradicar a viabilidade comercial do abuso de crianças online.

Eles têm o poder de trabalhar juntos. Você tem o poder de os forçar a agir.
Por favor, acenda uma vela na lightamillioncandles.com ou mande por e-mail o seu apoio. light@lightamillioncandles.com.

Juntos pudemos destruir a viabilidade comercial dos sites de abuso de crianças, os quais estão a destruir as vidas de crianças inocentes.
Por favor envie um e-mail a todos os seus amigos, parentes, colegas ou por todas as formas viáveis para que todos possamos acender uma vela.

14/09/2009

Solidariedade. Um exemplo brilhante


Recebido por e-mail da Amiga Maria João F. a quem agradeço a amabilidade.

GRIPE - Cuidados a ter.

Com atenção e pequenos cuidados podem evitar situações graves !

SEJA PREVIDENTE EVITE O ACIDENTE!!!

Luís

À Descoberta de Nova York. ( Post 4 de 4 )

(2ª feira, 4º e último dia)

Com grande desgosto para a maioria de nós, a segunda feira chegou; o tempo fugia-nos e havia que tirar o melhor partido do pouco que ainda restava. No consulado Português , na quinta avenida, trabalhava um “amigo”, que me tinha prometido arranjar programa para o serão, e não falhou. Convenceu duas amigas suas a sairmos, após jantar, e irmos a qualquer lado onde se pudesse beber um copo e, se possível, dar um pezinho de dança, mas a situação não se apresentava nada favorável. Casimiro – era este o seu nome – telefonou às tais amigas, ambas enfermeiras, a trabalhar em Manhattan, mas a viver em Staten Island. Contudo, quando o conseguiu fazer uma delas já estava a caminho do trabalho, vestida com o respectivo uniforme, para entrar de turno às 20:00. Naquele momento as coisas pareceram-me francamente mal encaminhadas, e eu a ver a minha vida a andar para trás … O tempo corria, fazia-se tarde para tentar remediar a situação e, não estivéssemos nós em Nova York e o programa teria ido por água abaixo, como costuma dizer-se. Felizmente, as coisas, pouco a pouco, começaram a compor-se: quanto a ter de que entrar de turno, conseguiu ela a troca com uma colega; no respeitante à roupa que não tinha, a situação foi facilmente ultrapassada, decidindo - se ela por comprar um vestido novo e um par de sapatos … e tudo isto com a maior das naturalidades!

Mesmo num lugar como Nova York, ainda assim não foi nada fácil encontrar um lugar que viesse ao encontro daquilo que tínhamos em mente. Em qualquer parte do mundo, pelo menos naquela época, segunda feira era sempre um “mau” dia no que diz respeito a locais de entretenimento e, ao contrário do que proclama a canção de Frank Sinatra dedicada à cidade -“The city that never sleeps”- , a mesma parecia meio adormecida … certamente a recuperar do fim de semana!
Após uma tentativa falhada num clube recreativo Alemão, seguida de mais duas ou três com idêntico desfecho, descobrimos, finalmente, um local do nosso agrado, com música para dançar – o “Chateau Madrid Hotel”-, ali permanecendo durante duas a três horas. Curiosamente, a imagem mais viva que retenho do lugar e do tempo lá passado é a do empregado da casa de banho, “figura imponente”, dentro dum elegante uniforme, que à primeira vista mais parecia um general em trajo de gala.
Ainda hoje não sei exactamente explicar se terá sido essa a razão que me levou a deixar uma generosa gorjeta de vinte e cinco cêntimos – a “quarter”- ou se terá sido pelo facto de tendermos a ser mais generosos quando nos sentimos de bem connosco próprios, e felizes: qualquer que ela tenha sido, foi certamente a visita mais cara que alguma vez fiz a uma casa de banho!
E assim terminou o nosso fim de se semana alargado em Nova York, um extraordinário lugar para visitar, mas onde , estou certo, não gostaria de viver.
Vitor Chuva
14-08-2009
Vitor Chuva