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12/03/2015
Liberación del Cóndor Sayani
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11/03/2015
NÃO... Texto: Desconheço o autor Música: I Love You, Lord – Eden’s Bridge Formatação: Nilcelene I.Góez
"O otimismo é a fé que leva à realização. Nada pode ser feito sem esperança ou confiança."
Helen Keller
03/03/2015
FELIZ ANIVERSÁRIO!
PARABENS!
HOJE É SEU DIA
TOME ALEGRIA!!!!
BRINQUE A VONTADE O QUE VALE É A FELICIDADE...
COMEMORE A GRANDEZA DE SER ALGUÉM ESPECIAL!
UMA PESSOA ÚNICA, MARAVILHOSA,
...SEM IGUAL!
SEUS AMIGOS E COLEGAS DESEJAM QUE A FELICIDADE TE ACOMPANHE HOJE E SEMPRE E QUE SEJA MAIOR DO QUE JA É POIS, É MARAVILHOSO O BEM QUE VEM PLANTANDO AO LONGO DA VIDA!
OBRIGADA POR SER ASSIM.
COLEGAS E AMIGOS DO "SEMPRE JOVENS"
01/03/2015
Fotos comoventes de casais apaixonados há mais de 50 anos
![]() |
| Fotos retiradas do livro The Lovers de Lauren Fleishman |
Quem não se emociona ao ver fotos de casais de mais idade apaixonados?
Após
encontrar cartas de amor do seu avô para a sua avó logo
no início do seu relacionamento durante a Segunda Guerra Mundial, a
fotógrafa americana Lauren Fleishman, decidiu homenagear esse amor que durou mais de 59 anos.
Como não conheceu os avós pessoalmente, criou a série fotográfica “The Lovers” reunindo registos de outros casais que estão juntos há mais de meio século.
Os
casais entrevistados por Lauren relembraram seus primeiros dias como
casal e as razões pelas quais ainda permaneceram juntos depois de mais
de 50 anos de casados.
Nos
dias atuais onde predomina a cultura do usar e deitar fora, casais como estes demonstram que o esforço, a paciência, o amor e
o carinho permitem chegar a viver uma velhice acompanhados e felizes.
Projectos como estes nos lembram que o trabalho de fortalecer os matrimónios
se deve fazer a cada dia e por ambas partes, para que tenhamos a imensa
sorte de ter até o final das nossas vidas alguém com quem dividir o
nosso amor.
“Qual é o segredo do amor? - Um segredo é um segredo e eu não revelo os meus”, diz Yvok, um dos entrevistados.
No projecto, a fotógrafa retrata como esses homens e mulheres se vêem uns
aos outros, sem serem classificados como “idosos”, e sim como: “pessoas que se amam depois de tantos anos juntos”.
25/02/2015
Alea Jacta Est
Os dados estão lançados
e o domínio a enfraquecer.
Estão todos assustados
porque nós vamos vencer!
Irão esquecer-se do Império.
Já não há Caio nem Cesar,
há um povo valente e sério
sempre pronto p’ra lutar!
Já não há Casca, nem Brutos,
nem necessário eles são,
porque há muitos contributos
e a força da razão!
Homens livres restarão
para impor a igualdade
e salvar toda a nação
da imposta austeridade!
E em paz e fraternidade
nós viveremos então
em liberdade e igualdade
na nossa nobre Nação!
«»
Zélia Chamusca
24/02/2015
GERONTOFOBIA
De acordo com Marcelo Betinardi, psiquiatra do Instituto Abuchaim, em Porto Alegre (RS), os motivos que levam a essa recusa variam muito, já que dependem das experiências do indivíduo com a velhice e de como o idoso é tratado por quem está a sua volta ao longo dos anos.
"Um dos temores do ser humano é a morte, e a velhice é um prenúncio dela. Ao ver esse estágio da vida se aproximar, a pessoa percebe que há finitude e começa a negá-la, tentando não deixar que isso aconteça com ela, seja com exercícios físicos ou cirurgias plásticas, por exemplo", diz.
Ainda, sem registro no CID-10 (Classificação Internacional das Doenças), a gerontofobia não é considerada diagnóstico. No entanto, é possível percebê-la na conduta do indivíduo.
"Chamamos de fobia porque é um medo excessivo e desproporcional ao risco oferecido por tal coisa. No caso, o envelhecimento. Pessoas que discriminam idosos, que estão preocupadas demais com a aparência, adultos que se comportam como jovens são exemplos. É claro que não podemos generalizar, pois um conjunto de fatores é que vai determinar se o que você tem é gerontofobia ou não", explica Dinah Akerman, psiquiatra pela USP (Universidade de São Paulo).
A psicanalista e membro da SBPRJ (Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro) Maria Cristina Amendoeira usa o romance de Oscar Wilde, "O Retrato de Dorian Gray" (1890), para explicar esse temor, já que o protagonista da obra usa um retrato seu exposto em um quadro para ter as suas marcas do tempo e não tê-las em si mesmo.
"Não existe uma idade para despertar esse sentimento, que é inconsciente. Mas, a partir de certos momentos, quando começamos a perder pessoas próximas ou mesmo quando vemos nossos pais envelhecerem, e isso significa o nosso próprio envelhecimento, nos deparamos com o fim da ilusão de que a vida é eterna. Muitas pessoas não sabem lidar com as mudanças que cada fase traz, começam a pensar de forma fixa em como será a sua velhice, e é aí que está o problema", fala.
A psicoterapeuta Maura de Albanesi diz que, apesar de não existir uma idade certa para a fobia se manifestar, alguns acontecimentos podem influenciar.
"Não é regra, claro, mas mulheres que estão perto dos 30 anos e ainda não casaram ou tiveram filhos começam a se achar velhas. Já para os homens, esse sentimento vem pelo lado profissional, quando não conseguem o status desejado. O que as pessoas precisam entender é que o que conta é o estado de espírito de cada um. Precisamos nos sentir ativos, sempre com algo a oferecer e compartilhar, seja com 30, 60 ou 90 anos".
Assim como a maioria dos traumas e doenças psicológicas, o medo de envelhecer também só é caracterizado como um problema quando existe prejuízo psicossocial progressivo. Ou seja, quando a preocupação em ficar velho atrapalha a vida e prejudica o indivíduo.
Segundo os especialistas, o estigma ligado às pessoas mais velhas está diretamente relacionado à gerontofobia. "Basta observar como os idosos são tratados nas diversas partes do mundo. No oriente ou em tribos indígenas, por exemplo, são sábios; já no ocidente, são vistos como pessoas que dão trabalho, lentas...Isso tudo gera recusa porque ninguém que passar por isso", diz Betinardi.
Diante de um cenário de medo de chegar à terceira idade, é preciso observar que, além de ser uma etapa do ciclo da vida, entrar na velhice traz mudanças, assim como qualquer outra passagem, como, por exemplo, da infância para adolescência, e assim por diante.
"A primeira vantagem que devemos perceber é que se chegamos à velhice, é porque estamos vivos. Todos os momentos de passagem têm coisas boas e ruins. O envelhecimento traz questões para serem vividas, afinal, você, muitas vezes, abre mão de espaço no trabalho para pessoas mais jovens, aprende a valorizar outros aspectos mais nobres do dia a dia e a cultivar mais as relações afetivas. E tudo isso só traz qualidade de vida", fala Maria Cristina. "É preciso saber envelhecer", completa.
Não deixar esse medo chegar
A psicóloga do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP), Lara Souza, aconselha a não pular fases da vida. Com isso, você evita a angústia de sentir saudade de algo que não viveu.
"Se você não vive plenamente cada momento, pode querer retornar e desenvolver um medo por não conseguir, afinal, aquele tempo já passou", afirma.
Para tratar a gerontofobia, não existe remédio. A terapia ajuda, mas existem ações práticas para entender e ver esse temor longe de você.
"Envelhecer não significa adoecer. Desde cedo, é preciso colocar crianças e jovens em convívio com as outras idades para perceberem que é uma coisa natural. Muitos jovens vivem como se nunca fossem ficar velhos. Essa convivência com as outras gerações também mantém o idoso ligado aos acontecimentos atuais e faz parte de um envelhecimento sadio", explica Maria Cristina.
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