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14/03/2012

Seja prudente na condução



Não escolha a estrada para se suicidar.
Respeite a sua vida, a dos seus familiares e amigos e a dos outros utentes da estrada.
SEJA PRUDENTE.

25/12/2010

Jovens aderem a conselhos da ANEBE

Neste espaço, tem havido a preocupação de realçar casos que contrariam a ideia de que os jovens pertencem a uma  «geração rasca». Não há regra sem excepção e, com vista a fomentar um futuro melhor para as gerações mais jovens, convém sublinhar os casos positivos. 

Há muitos meses a ANEBE - Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas – criou um incentivo para os jovens cultivarem o espírito da «taxa zero de alcoolemia». Trata-se de uma iniciativa muito interessante por contrariar o vulgar espírito de lucro através de maior consumo, sobrepondo-lhe a função social de uma empresa, neste caso, zelando pela saúde e pela segurança dos consumidores.

A ANEBE, presidida pelo ainda Jovem Mário Moniz Barreto, promotora da iniciativa "100%Cool", desenvolve acções para promover o consumo moderado de álcool e colabora com a GNR em operações de controlo de taxa de alcoolemia, com fins didácticos nas noites das grandes cidades em locais onde o perigo de excessos pode ser mais provável. 

Na noite da passada quinta-feira foram fiscalizados em Lisboa 160 condutores, com idades entre os 18 e os 30 anos, dos quais 144 apresentaram uma taxa de zero gramas de álcool por litro de sangue. De entre os 160 testes realizados apenas um estava em infracção legal, acima dos 0,5 gramas por litro de sangue. A seis dos condutores fiscalizados foi detectada uma taxa de alcoolemia entre os zero e os 0,5 gramas.

É positivo que os jovens se desloquem em grupo para os locais nocturnos e que um deles se comprometa a não ingerir álcool a fim de conduzir os amigos a casa em segurança.

O presidente da ANEBE faz um balanço «extremamente positivo» desta acção e realça que «90 por cento dos jovens fiscalizados tinham conhecimento da campanha e começam a alterar os seus comportamentos».

Imagem da NET

20/11/2010

Segurança rodoviária

Há absoluta necessidade de respeitar os direitos dos outros, cumprindo as regras de condução.
Veja em «Andam loucos pelas estradas» imagens colhidas nas ruas de Moscovo e tire as suas conclusões.
Faça o favor de ser prudente e não colocar em perigo a sua vida e a dos ouros.

07/08/2010

Radares de trânsito

Transcrição de post de Luiz Santilli publicado em blog crónicas
Fiz pequenas alterações para ser melhor compreendido em Portugal

Recebi um e-mail que iniciava assim: Gente, importantíssimo!!! Repassando!!!
Quem mora em São Paulo, e também aqueles que visitam SP, fiquem atentos.

Inauguraram a era dos “radares de trânsito”

Mais algumas exclamações e termina com trinta endereços onde os “radares de trânsito” estariam instalados.

Este é mais um e-mail irresponsável, pois os radares estão tentando fazer com que os motoristas se eduquem, ainda que seja pela dor, porque dói no bolso uma multa por excesso de velocidade!

Vejam o absurdo: a relação dos locais em que devemos respeitar a velocidade para não sermos multados, o que equivale a dizer que passado o radar, pé na tábua, a pista é toda de quem transgride as normas.

Os que assim agem, pensam que nós, os que respeitamos os limites, somos idiotas, quadrados, braço duro. Eles, os espertos, levam vantagem em tudo.

Mas realmente, o radar deve mesmo estar escondido, pois a velocidade permitida deve ser obedecida em toda a extensão do percurso e não apenas onde se localiza o radar!

Isso é óbvio e benéfico para a segurança de todos os utentes da estrada, mas os espertos têm que levar alguma vantagem.

O fato de não se saber onde está localizado o radar obriga os motoristas a manterem a velocidade dentro dos limites o tempo todo. Isso representa mais segurança para nós.

Isso vai evitar acidentes e preservar vidas, que pode também ser a do “esperto”.

Com o passar do tempo, todos vão habituar-se a obedecer às velocidades controladas, como ocorreu com o cinto de segurança em São Paulo, onde mais de 80% dos usuários de veículos usam.

Nós que respeitamos os limites somos vistos, pelos espertos, como trouxas! Mas trouxa é o cara que põe em risco a sua vida e a dos outros, apenas porque pensa que é esperto.

Na realidade é um absurdo ter de existir o radar, para que as pessoas sejam obrigadas a obedecer aos limites de segurança numa via pública. Isto deveria ser um compromisso moral de cidadania, de civismo!

Porém, isto ainda é uma utopia, temos sim que ter os radares e eles precisam estar escondidos, sim, para que as pessoas aprendam a andar com segurança em qualquer troço das vias públicas!

Imagem da Net

02/06/2010

Ironias da sociedade moderna


Pela GNR de Alfena (Valongo) foi detido após 41 anos a guiar sem carta, um homem, residente em Santo Tirso que, desde os 18 anos, guiava sem estar legalmente habilitado, sem nunca ter sido fiscalizado e sem ter tido acidentes.

Sem dúvida a detenção justifica-se por se tratar de uma infracção grave.

Mas, olhando o caso por outra óptica, ele merecia que lhe fosse dada já a carta e um prémio, por nunca ter tido acidentes, coisa de que muitos encartados não podem gabar-se. Afinal a carta nunca lhe fez falta, a não ser agora para mostrar à autoridade a fim de não ser detido!!!

26/09/2009

Segurança rodoviária. Exemplo a seguir

No meio de tanta notícias de mortos e feridos nas estradas, surge esta do caso exemplar do condutor da Carris, Ernesto Luís Marçal, que conduziu 39 mil horas sem acidentes.


Segundo ele a solução é fácil, recusa ser considerado herói e aponta o seu segredo simples, garantindo que o importante "é nunca facilitar". É este sentido da responsabilidade que falta à maior parte dos automobilistas que colocam em perigo continuamente a sua vida, a dos seus companheiros de viagem e a de inocentes utentes da estrada.

Devemos procurar sempre, a cada momento de condução, chegar ao fim da viagem em segurança. Leia a notícia seguindo este link, Merece ser meditada e ser objecto de conversa em família e com os amigos.

24/09/2009

Justiça. O que se passa com ela?

Transcrição do início de artigo do Jornal de Notícias. O título do artigo serve de link para se ver todo ele.

Apanhada outra vez a conduzir sem carta

JN. 090924. 00h30m

A PSP de Coimbra deteve ontem, pela 38.ª vez, uma mulher de 48 anos por conduzir sem carta. A antiga feirante tinha sido condenada a um ano de prisão no dia 10 deste mês por ser reincidente neste tipo de infracção. (...)

NOTA: dispensa comentário.

19/09/2009

Retrovisor. Como o alinhar

Na sequência do post anterior, este mostra como se deve alinhar o retrovisor a fim de se conduzir com mais segurança para se chegar bem ao fim de cada viagem.
Devemos ser prudentes, em benefício de nós próprios, dos nossos companheiros e dos outros utentes da estrada.



Tenha uma boa viagem

Excesso de velocidade ou velocidade excessiva?

Segurança rodoviária. Velocidade excessiva

Há dias morreram sete jovens estudantes num acidente, o que é de lamentar, e seria mesmo que apenas houvesse um falecimento. Mas a quantidade é chocante. Disseram-me que um polícia disse que o acidente foi causado por excesso de velocidade, o que merece muita reflexão.

Quanto a velocidade há dois conceitos a analisar – o excesso de velocidade e a velocidade excessiva -, mas a polícia apenas olha para um, o primeiro. É lógico porque esse refere-se à velocidade superior à estabelecida pela lei ou pelo sinal, mesmo que este e aquela estejam desajustados com a realidade local. Mas, sem dúvida, que a autoridade se deve reger por ela, e exercer a sua autoridade repressiva em relação aos abusos, embora deva chamar a atenção dos «responsáveis» pela sinalética para erros grosseiros que a descredibilizam e tornam ineficaz.

O excesso de velocidade, só por si não é causa de acidente
. Ir além da velocidade excessiva, aquela que representa o limite além do qual o condutor deixa de controlar eficazmente o veículo, esse é que é causa de acidente, mas o verdadeiro culpado é o condutor.


Na verdade, só há duas causas de acidente: falha mecânica do carro ou erro do condutor. Este deve, em cada momento, manter o carro sob controlo total, respeitando os outros utentes da estrada e tendo em atenção as condições do piso, do traçado, dos obstáculos, das condições atmosféricas e tudo o que possa afectar a segurança, inclusivamente os cuidados de manutenção do carro.

Quanto ao conceito de velocidade excessiva, ela é muito relativa: um campeão se fórmula 1, com o seu bólide, pode em alguns troços de auto-estrada, atingir mais de 300Km/h com segurança, mas não se arriscará a tal com um carro normal, e um condutor inexperiente não deve arriscar passar dos 120 e, mesmo nessa velocidade, deve ter muita atenção para poder reagir adequadamente a qualquer dificuldade inopinada.

Portanto, não é a velocidade que causa acidente, porque ela já é consequência da imprudência e imperícia do condutor. A velocidade apenas torna muito mais graves as consequências do acidente. Bater a 30 é muito diferente de bater a 100, e a opção cabe ao condutor.

A propósito de sinais, a imagem mostra um sinal em via urbana de 30 Km/h, num local sem atravessamento de peões (há corrente ao longo do passeio), nem cruzamentos, onde se pode circular com segurança a 60. E os «responsáveis» pelo trânsito têm essa percepção porque 200m mais à frente têm outro sinal de 30. Porquê? O primeiro não é para respeitar? Mas o segundo também não tem justificação, porque, embora esteja perto de uma passagem de peões com semáforo, quando este está verde para o automobilista, não se justifica que este seja obrigado a circular a menos de 30. Este caso pode verificar-se na Avenida 25 de Abril, perto do seu início.

A. João Soares

17/08/2009

As mortes na estrada continuam sem travões

Hoje segundo notícia do DN, «55 mortos na estrada desde o início do mês». Uma outra notícia do JN diz que «Governo quer menos mortes nas estradas». Estas palavras do Governo mostram o costume. Só palavras. Mas a contenção deste trágico fluxo de perdas de vidas não se resolve com palavras, mas com medidas eficazes já muitas vezes referidas neste blogue.

Mas as realidades são opostas às promessas do Governo. Vejamos a falta de cuidado com os sinais de trânsito, de que estas três fotos de um, de entre muitos, mostram que, além da irracionalidade da utilização de muitos sinais, há a invisibilidade aqui bem documentada.



14/05/2009

Segurança rodoviária. Sonho impossível

Este título parece ser incoerente com tudo o que tenho escrito em cartas para os jornais e neste espaço bloguista. Quando falo de sonho impossível, não significo descrença em bons resultados traduzidos na redução drástica de mortos e feridos nas estradas. Refiro-me à falta de uma estratégia bem delineada e implementada. Não aparecem entidades a definir com clareza as reais causas da tragédia e a propor formas de actuar nessas causas primárias.

Agora diz-se que «Governo quer limite de 60 mortos por milhão de habitantes até 2011» e que «Governo avança com a instalação de mais cem radares para controlar excesso de velocidade», como se isso resolvesse o problema.

Qual a razão de não se exercer um esforço sério nas escolas e através das televisões, rádios e imprensa no sentido de recuperar o civismo perdido. Qual a razão de não se rever a sinalética tornando-a coerente, lógica, bem ajustada às realidades pontuais?

Hoje numa avenida que está em obras fora do asfalto, encontrei um sinal a limitar a velocidade a 20, quando na prática a circulação a 60 pode ser segura. Um carro reduziu talvez para 40 e atrás um táxi teve que reduzir, contrariado, enquanto atrás se formava uma fila de descontentes. Trata-se de uma avenida que antes desse local tem duas faixas em cada sentido separadas por um separador largo e ali está, desde há muito apenas com uma em cada sentido separadas por um traço, o que justifica a referida fila que depressa se formou.


O sinal de 20 era dispensável, sendo suficiente o de trabalhos, no caso de existir o almejado civismo.


Enquanto houver sinais exagerados, os automobilistas são tentados a não os respeitarem. Mas quando aparecer um sinal verdadeiro, bom conselheiro, o automobilista não acreditando nele, entra em perda de controlo e pode despistar-se pondo em risco a sua vida, a dos seus passageiros e a de terceiros que venham em sentido contrário. Há portanto, que rever todos os sinais, a fim de terem utilidade em vez de serem armadilhas.

Repare-se no sinal da foto, numa avenida em que ao longo do passeio há correntes que impedem que peões atravessem. Porquê 30 em vez de 40 ou mesmo 50 ou 60? 200 metros à frente é preciso reduzir, mas isso não obriga a começar a circular a 30 tanto tempo antes.

18/09/2008

Perigo na estrada

Segundo notícia do JN, morreram 163 (cento e sessenta e três) pessoas, nas estradas portuguesas do Continente, entre 15 de Julho e 15 de Setembro, mais três que em igual período do ano passado, revelou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Além dessas perdas, nesse período, 505 ficaram gravemente feridas e 7314 sofreram ferimentos ligeiros em acidentes de viação entre 15 de Julho e 15 de Setembro, no Continente.

Dos feridos graves, provavelmente, muitos já morreram após grande sofrimento, e os outros estão em risco de ficarem deficientes para o resto da vida, a sofrer e a depender da caridade de familiares e do Estado, tendo um fim de vida extremamente difícil. Nem é bom imaginar que tal desgraça nos pode acontecer. Mas estamos sujeitos, se não desencadearmos, todos e cada um, uma campanha de esclarecimento e mentalização para a condução segura.

Por coincidência recebi há pouco um e-mail com o seguinte texto cuja leitura aconselho:

Se vais conduzir, não bebas...

'MÃE... Fiz o que me pediste!

Fui à festa, mãe. Fui à festa, e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe... Então, bebi uma 'Sprite'. Senti orgulho de mim mesma, exactamente o modo como me disseste que eu me sentiria. E que não deveria beber e de seguida conduzir.

Ao contrário do que alguns amigos me disseram. Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.

Quando a festa finalmente acabou e o pessoal começou a conduzir sem condições, fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz...

Eu nunca poderia esperar... Agora estou deitada na rua e ouvi o policia dizer: 'O rapaz que causou este acidente estava bêbado’. Mãe, a voz parecia tão distante... O meu sangue está por todo o lado e eu estou a tentar com todas as minhas forças não chorar... Posso ouvir os paramédicos dizerem: 'A rapariga vai morrer'... Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir!! E agora eu tenho que morrer. Então... Porque é que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas? A dor está a cortar-me como uma centena de facas afiadas.

Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao pai que ele tem que ser forte. Quando eu partir, escreva 'Menina do Pai' na minha sepultura...

Alguém deveria ter dito àquele rapaz que é errado beber e conduzir. Talvez, se os pais dele o tivessem avisado, eu ainda estivesse viva...

Minha respiração está a ficar mais fraca mãe, e estou a ficar realmente com medo. Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada... Gostaria que tu pudesses abarcar-me mãe, enquanto estou aqui esticada a morrer, gostaria de poder dizer que te amo mãe...

Então... Amo-te
Adeus...'

OBSERVAÇÃO: Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o jornalista ia anotando... Muito chocado, este jornalista iniciou uma campanha.

Depois de leres estas palavras divulga-as a todos os teus contactos, amigos, colegas conhecidos, pois esta será uma boa forma de consciencializar um grande número de pessoas; fazendo com que a tua vida, Reduzindo a hipótese de a tua vida CORRER PERIGO!!!!!!!!!!!

Com este pequeno gesto podes marcar a diferença. Não deixes de divulgar.

15/06/2008

Como vai a Justiça e a ordem pública?

Apanhado a guiar sem carta pela oitava vez

JN. 080615, Pedro Fontes da Costa

Um indivíduo, de 40 anos, residente na Palhaça, Oliveira do Bairro, foi ontem condenado a 12 meses de prisão efectiva por ter sido apanhado a conduzir pela oitava vez sem carta de condução.
Aquele indivíduo, desempregado, que, ontem, foi julgado em dois processos diferentes, mas relativos ao mesmo crime, ainda tem pendente a leitura de um processo e o julgamento de outro, relativos à prática do mesmo crime. Bem conhecido da GNR e do Ministério Público (MP) do Tribunal de Oliveira do Bairro, já foi condenado a penas de multa, prisão suspensa e efectivas, uso de pulseira electrónica mas, de acordo com a procuradora adjunta do MP, as medidas aplicadas não foram suficientes para acabar com a prática reiterada do crime de condução sem habilitação legal. "Arranja desculpas esfarrapadas, revelando um total desrespeito pela vida dos demais cidadãos, escudando-se sistematicamente na sua família para praticar o crime. Devia pensar no mau exemplo que está a dar aos seus filhos", afirmou a procuradora. Por sua vez, a juíza revelou que ele, além das oito vezes que foi detido a conduzir sem carta, foi condenado três vezes por furto e outra por desobediência, pelo que, referiu, "atendendo à personalidade do arguido, a pena de prisão de 12 meses não se suspende. Espero que se consciencialize de que não há impunidade", disse. O arguido confessou os crimes. Disse ser melhor condutor do que muitos encartados e que se sente perseguido pela GNR. "Conduzo sem carta por necessidade. Não é para ir à discoteca, mas para levar os meus filhos, quatro menores, ao hospital ou ir à farmácia", sublinhou.

NOTA: Justiça dissuasora? Justiça educadora? Justiça para a segurança dos cidadãos cumpridores? Ou justiça punitiva? O que se passa no País e como interpretar o sistema? Porquê não impedir tanta repetição da infracção?
O próprio título da notícia é preocupante, pois coloca a tónica em ter sido APANHADO e não em ter conduzido sem carta. O crime é deixar-se apanhar?

Afinal, a carta de condução é mesmo imprescindível? Segundo o gosto que o MAI tem mostrado pelas estatísticas, este caso demonstra, estatisticamente, que o que é perigoso é ter carta de condução, pois este homem não teve acidente e considera-se bom condutor, e a (talvez?) totalidade dos acidentados possui carta!!!