Mostrar mensagens com a etiqueta opinião pública. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta opinião pública. Mostrar todas as mensagens

18/03/2011

O estranho caso de um ministro da Justiça socialista


Afinal ficamos a saber que os cortes nos vencimentos e pensões são necessários para que o Estado possa indemnizar as mulheres dos ministros.
O ministro da Justiça Alberto Martins é casado com uma magistrada do MºPº que trabalha nos tribunais cíveis do Porto.
Há poucos anos, esta magistrada acumulou funções nos juízos onde exerce.
Como é timbre nesses casos e frequente em situações similares, pediu o respectivo suplemento remuneratório que deve ser apreciado pelos serviços do Ministério da Justiça, entidade que decide o pagamento e a respectiva proporção, geralmente em fracções reduzidas do vencimento completo.
Neste caso concreto, segundo relatam os jornais Público e DIário de Notícias de hoje, tal sucedeu. O primeiro despacho governamental sobre o assunto, da autoria de um secretário de Estado que foi juiz, foi negativo seguindo o parecer solicitado obrigatoriamente ao MºPº ( PGR) e que muitos entendem ter carácter vinculativo para o departamento governamental que paga. Mesmo não tendo, a justificação para dizer o contrário do parecer deveria ser muito bem explicada e fundamentada.
Ora não foi esse o caso porque a decisão do primeiro secretário de Estado, negativa e seguindo o parecer da PGR, foi sucinta. Como tem acontecido ao longo dos anos, nestes casos, porventura às dezenas.
Resultado: uma acção administrativa especial proposta nos tribunais administrativos de primeira instância, neste caso no Porto. É exactamente isto que deve fazer-se quando não há acordo com as decisões administrativas do governo: recorrer aos tribunais.
A acção lá percorreu os trâmites, demorados perante o formalismo processual que temos e a pendência que existe, e eis senão quando, sem se anunciar, aparece uma outra decisão governamental, de um outro secretário de Estado da Justiça ( João Correia, advogado), já em 2010 a dar o dito governamental por não dito e a alterar sem justificação plausível, entendida e aceite pelo MºPº ( PGR): Pague-se o graveto à digna magistrada, desde finais de 2003.
Total: mais de 72 mil euros já a tilintar no bolso da beneficiária.
A qual é casada com o ministro da Justiça, o qual delegou eventualmente poderes no seu Secretário de Estado para o acto concreto de despachar este tipo de processos.
Segundo os jornais, ambos não se dão por achados. O primeiro pelos vistos nem reparou na existência de um parecer negativo da PGR e no despacho negativo do seu antecessor. O ministro de nada soube porque a ética republicana, como todos sabem, é a lei e já foi afirmada publicamente pelo próprio.
Nada soube para efeitos de IRS porque só este ano deve declarar. Nada soube sobre o dinheiro ( 72 mil euros dele...) a tilintar no bolso da mulher porque sim, entre marido e mulher não se deve meter a colher. Nada soube da delegação de competências porque é isso mesmo: um problema de competências...
Nada soube do processo de atribuição do suplemento porque um despacho no meio de tantos outros é mais um. Nada soube de antecedentes porque é ministro e as suas ocupações prendem-se mais com denegrir a imagem da magistratura do que estas insignificâncias.
Nada soube de nada e por isso, para saber mais alguma coisa, diz que vai fazer um inquérito.
Talvez seja útil um inquérito. Mas neste caso à sua vergonha ( tinha escrito pouca, mas corrijo para valores imponderáveis) para ver se coincide com a ética republicana, socialista e laica. Jacobina, numa palavra.
PS. O Público, citado aqui, informa que "Alberto Martins admitiu ainda que tinha conhecimento de que a sua mulher tinha posto uma acção em tribunal contra o Ministério, mas não avançou mais pormenores."
Ou seja, o ministro soube que havia uma acção pendente contra o despacho de um Secretário de Estado do seu Ministério. Soube que tal acção teria que ser alvo de decisão que poderia obrigar o seu ministério a pagar, em nome do Estado. Soube afinal que por via da sua mulher era parte interessada nessa acção e que teria vantagem pessoal caso o Estado e o Ministério de que é
ministro, perdesse a acção.
Não perdeu mas foi ainda pior: um Secretário nomeado por ele, com delegação de poderes que lhe foi concedida por ele, ( e seria bom saber desde quando o ministro sabia da pendência de tal acção, porque essa delegação de poderes não pode ser considerada sem mais relevo, nesse caso) decidiu em despacho sem fundamento especial, ( é o que se depreende das notícias) que o Estado devia pagar e já, sem esperar pela decisão dos tribunais...
É esta a ética republicana e socialista?
A demissão já tarda. E não deveria demorar as três semanas que o ministro achou adequadas a averiguar o assunto. Três semanas!!! Quando a análise do processo demora quando muito uma hora... e o processo está no seu Ministério!
O que este ministro pretende com estas três semanas é algo muito simples de entender: adiar, adiar. E esperar que o assunto arrefeça e esqueça. É uma técnica já experimentada e com frutos, no caso do mais recente escândalo eleitoral. O tempo passou, o inquérito fez-se, as conclusões foram atabalhoadas e contraditórias e o ministro lá se safou mais uma vez.
Uma vergonha mais? É o que parece.
- posted by josé


Nota:
Parece e é uma grande vergonha para além de uma grande injustiça para quem está a ser esportelado do pouco que já tem para pagar estes desvarios...

16/01/2011

Dum amigo meu, recebi este texto que, se não estou errado, vão gostar!


Aparentemente, passámos de um destino de navegadores a clientes de segunda de alfaiatarias, uma, dos anos 50, da Rua dos Fanqueiros, outra, ainda mais miserável, de um gajo "licenciado" nas Novas Oportunidades, que se deslumbra com tecidos que lhe assentam francamente mal.
Vou ser breve, e introduzir já a frase com que se deverá concluir este texto: chegámos ao tempo em que é preciso fazer cortes, mas não nos salários, e, sim, em certas cabeças.
O Sr. Aníbal, de Boliqueime, com a sua corja de Ferreiras do Amaral, de Leonores Belezas, de Miras Amarais, de Dias e Valentins Loureiros, de Duartes Limas, do Eurico de Melo, de Durões Barrosos e tantos outros nomes do estrume que já se me olvidaram, inaugurou o derradeiro ciclo de declínio de Portugal, quando vendeu o Estado a retalho, e permitiu que os Fundos, que nos iam fazer Europeus, fossem fazer de forro de fundo de bolsos de gente muito pouco recomendável. A apoteose dessa desgraça teve vários rostos, as Expos, do ranhoso Cardoso e Cunha, e a mais recente, o BPN, onde estavam todos, 20 anos depois, refinados, enfim, tanto quanto o permite o refinamento da ralé, e isso custou ao Estado um formidável desequilíbrio, que a máquina de intoxicação, feita de comentadores de bancada, de ex-ministros que tinham roubado, e queriam parecer sérios, e de carcaças pluri-reformadas, de escória, em suma, que há muito devia estar arredada do palco da Opinião, nos fez crer ser uma "Crise".
Depois, veio a outra "Crise", a Internacional, cozinhada em Bilderberg, e que se destinava, como se destinará, a criar um Mundo mais pobre, de cidadãos mais miseráveis, cabisbaixos, e impotentes. Nem Marx sonhou com isso: é mais Asimov, Orwell e uns quantos lunáticos de ficção científica reciclada em Realidade, e vamos ter, nós, os intelectuais, de prever e preparar as novas formas de reagir, contra esse pântano civilizacional. A seu modo, será uma Idade do Gelo Mental e Social, minuciosamente preparada, para a qual, aviso já, não contem comigo.
Como na Epopeia de Jasão, depois do miserável Cavaco, vieram os Epígonos, os "boys-Matrix" do Sr. Sócrates, um Matrix de Trás-os-montes, o que, já de si, cheira a ovelha, animal que só estimo naquela classe de afectos que São Francisco de Assis pregava, e nada mais. Podem chamar-se o que quiserem, Pedros Silvas Pereiras, a Isabel Alçada, a aquecer os motores para substituir o marido na Gulbenkian, mal ele se reforme; a mulher-a-dias do Trabalho, e aquele pequeno horror, chamado Augusto Santos Silva, que parece uma barata de cabelos brancos. Esta gente toda convive connosco, quer-nos levar ao abismo, e fala da inevitabilidade de "cortes".
Eu também estou de acordo: toda a frota de carros da Administração Pública deve ser vendida em hasta pública -- pode ser aos amigos da Isabel Dos Santos, que adoram essas coisas... -- e passe social L123, para todos os Conselhos de Administração, com fedor de Vara, Cardona, Gomes, ou Zeinal Bava. Os gabinetes imediatamente dissolvidos, e os assessores reenviados para os centros de reinserção social, para aprenderem o valor do Trabalho, e não confundirem cunhas com cargos; os "Institutos", de quem o Vara era especialista, e o Guterres, num súbito fulgor de não miopia chamou "o Pântano"; os "off-shores"; a tributação imediata de todas as especulações financeiras com palco português, feitas em plataformas externas; a indexação do salário máximo, dos tubarões, aos índices mínimos das bases, enfim, uma espécie de socialismo nórdico, não o socialismo da treta, inaugurado pelo Sr. Soares, e transformado depois, nesta fase terminal, em esclavagismo selvagem, pela escória que nos governa.
Acontece que, se os Portugueses sentissem que estavam a ser governados por gente honesta, e tivesse acontecido um descalabro financeiro, prontamente se uniriam, para ajudar a salvar o seu pequeno quintal. Na realidade, a sensação geral é a de que há, ao contrário, um bando de criminosos, inimputáveis, que se escaparam de escândalos inomináveis, de "Casas Pias", de "Freeports", de "BPNs", "BPPs", "BCPs", "Furacões", "Independentes", Hemofílicos", "Donas Rosalinas", "Noites Brancas" e tanta coisa mais, que dispõem de um poder de máfia e associação tal, que destruíram a maior conquista do Liberalismo, a separação dos Poderes, tornando o Judicial uma sucursal dos solavancos políticos, do rimel das Cândidas e das menos cândidas, das Relações, e das relações dos aventais, das "ass-connections" e das Opus, enfim, de uma Corja, que devia ser fuzilada em massa, que roubou, desviou, pilhou e, agora, vem tentar sacar a quem tem pouco, muito pouco, ou já mesmo nada.
Somos pacíficos, mas creio que chegou a hora de deixarmos de o ser.
Pessoalmente, não tenho armas, mas já escolhi alguns alvos.
Curiosamente, se pudesse, nem seria um Político aquele que eu primeiro abateria, seria uma coisa, uma lêndea, um verme pútrido, chamado Vítor Constâncio, que julga que, por estar longe, fugiu da alçada de um qualquer desvairado que se lembre de ainda o esborrachar com o tacão.
Infelizmente, ou felizmente, nem sou violento, nem tenho armamento em casa, porque é chegada a hora, não dos cortes no bem-estar de quem tem pouco, mas nas cabeças que provocaram, ao longo de décadas, o imenso horror em que estamos.
Toda a gente lhes conhece os rostos, e suponho que será unânime na punição.
Por muito menos, há quase 100 anos, deitou-se abaixo um regime, cuja corrupção era uma brincadeira, ao lado do que estamos a presenciar.
Não tenho armas, digo, mas menti, porque, de facto, tenho uma, e que é a pior de todas, o Dom da Palavra, e acabei, esta noite, de voltar a tirá-la do bolso.

Espero ter-vos acordado.


Não se sabe quem escreveu! É pena!

11/01/2011

CRISE EM PORTUGAL!... Acabar com o recreio e o receio !!!



"Ora aqui vai outro importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio e o receio! Se todos vocês reencaminharem, como eu faço ao fim do dia, seremos centenas de milhar de "olhos mais bem abertos".Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar!

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? e os aparelhos não são verificados porquê? é como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc…
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc…
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado .
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar a actividade bancária para que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Nota:
Estes temas tenho vindo a tratar já há algum tempo mas os (des)governantes (ir)responsáveis ou não têm lido ou não lhes interessa intervir nestes pontos pois iria retirar-lhes muitos votos dos "boys" que são "alimentados" e bem por estas situações... De uma vez por todas deveremos pressionar para que sejam revistas estas situações de forma a minorar os sacrifícios deste povo! Basta de resolver tudo à custa de mais impostos...

26/11/2010

Tenham Vergonha...



Carta aberta ao Sr. Mário Soares, ao Sr. António José Seguro e a todos os políticos de Portugal





Sr. Mário Soares,

Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida.

Há dias, ouvi o Sr, doutamente, nas TV's, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior.

Depois ouvi o Sr. António José Seguro, revoltar-se contra os impostos e colocar-se ao lado do povo.

Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, e aqui estou eu para lhe dar a alternativa.

Como o Sr. Mário Soares pediu que alguém lhe desse a alternativa à subida de impostos, aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente:

1 - Acabar com as pensões vitalícias e restantes mordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PR's, receberam os seus salários pelo serviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);

2 - Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões em vigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs. deputados receberam o seu ordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem serem reformados ao fim de 12 anos; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses
Ø - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República;

3 - Reduzir o nº de deputados para 100;

4 - Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos e outras entidades criadas artificialmente, algumas desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys";

5 - Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem em carros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (no dia em que se anunciou o aumento dos impostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu uma viatura na ordem dos 140 mil € para os VIP's que nos visitarão);

6 - Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos; aos vereadores; aos presidentes de Câmara; e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios e veja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa);

7 - Acabar com as reformas múltiplas, sendo que um cidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm);

8 - Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que a do PR;

9 - Acabar com o sigilo bancário;

10 - Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem centenas de lugares na administração do Estado;
Ø Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios, e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas, em TGV's, em aeroportos, em obras sumptuosas.

Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares, não acredito no Sr. António Seguro, e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer.

Em último caso, têm a palavra as Forças Armadas, que têm o ónus de defender o povo português de qualquer agressão externa e / ou interna e que paradoxalmente têm estado em silêncio perante o afundamento de Portugal.

Zé do Povo, Portugal

06/11/2010

Isto é República? E Democracia? Claro que Não !


POR ACASO ALGUÉM ME SABE DIZER EM QUE PAÍS VIVEMOS?... AMORDAÇADOS NA CHINA, NA COREIA DO NORTE?...
SERÁ QUE PORTUGAL É MESMO UM PAÍS DEMOCRÁTICO OU UM FEUDO DOS XUXIALISTAS E DO SÓCRATES?...
JÁ NÃO SE PODEM DIZER TODAS AS VERDADES QUE SE PASSA NO NOSSO PAÍS?... É UM PAÍS QUE AOS POUCOS VAI FICANDO AMORDAÇADO TAL COMO ALGUÉM UM DIA ESCREVEU!...
OS ASSESSORES DESTES GATUNOS AO VEREM ESTE E-MAIL PEDIRAM AO DELIVERY STATUS PARA O RETIRAREM... MAS HOUVE UMA ALMA CARIDOSA QUE MO ENVIOU!... UM PORTUGUÊS SOFREDOR COMO EU, TU E TANTOS QUE SOFREM!...

Enviado Por e-mail pelo Amigo João
POR FAVOR: REPASSA-O QUANTOS ANTES

04/11/2010

PROGRAMA VERGONHOSO NA TVI!


"Chama-se "Agora é que conta", passa na TVI" e é apresentado por Fátima
Lopes. O programa começa com dezenas de pessoas a agitar uns papéis.
Os papéis são contas por pagar. Reparações em casa, prestações do
carro, contas da electricidade ou de telefone. A maioria dos
concorrentes parece ter, por o que diz, muito pouca folga financeira.

E a simpática Fátima, sempre pronta a ajudar em troca de umas figuras
mais ou menos patéticas para o País poder acompanhar, presta-se a
pagar duzentos ou trezentos euros de dívida. "Nos tempos que correm",
como diz a apresentadora - e "os tempos que correm" quer sempre dizer
crise - , a coisa sabe bem. No entretenimento televisivo, o grotesco é
quase sempre transvestido de boas intenções.

Os concorrentes prestam-se a dar comida à boca a familiares enquanto a
cadeira onde estão sentados agita, rebolam no chão dentro de espumas
enormes ou tentam apanhar bolas de ping-pong no ar. Apesar da
indigência absoluta do programa, nada disto é novo. O que é realmente
novo são as contas por pagar transformadas num concurso "divertido".

Ao ver aquela triste imagem e a forma como as televisões conseguem
transformar a tristeza em entretenimento, não consigo deixar de sentir
que esta é a "beleza" do Capitalismo: tudo se vende, até as pequenas
desgraças quotidianas de quem não consegue comprar o que se vende.
Houve um tempo em que gente corajosa se juntava para lutar por uma
vida melhor e combater quem os queria na miséria. E ainda há muitos
que não desistiram. Mas a televisão conseguiu de uma forma
extraordinariamente eficaz o que os séculos de repressão nem sonharam:
pôr a maioria a entreter-se com a sua própria desgraça. E o canal
ainda ganha uns cobres com isso. Diz-se que esta caixa mudou o Mundo.
Sim: consegue pôr tudo a render. Até as consequências da maior crise
em muitas décadas.

Entretanto a apresentadora recebe 40.000€ por mês. Foi este o valor da
transferência da SIC para a TVI. Uma proposta irrecusável segundo
palavras da própria."

Transcrevo, com a devida vénia à autora, a Drª Cristina Branquinho.

Subscrevo!

14/05/2009

Gripe suina mexicana. Dúvidas pertinentes

Transcrição de um texto recebido por e-mail. Sem acrescentar notas ou apreciações, para que possa ser interpretado livremente pelos leitores.

Texto escrito por um brasileiro, morador da Cidade do México:

Pessoal, antes de qualquer coisa, gostaria de deixar bem clar o que moro na Cidade do México [sou sãopaulino] e estou vivendo toda essa tensão sobre a suposta gripe suína. Hoje recebi um e-mail que está circulando na internet de que a gripe suína [influenza] é uma farsa. Ou seja, esta história da gripe suína foi inventada pelos governantes dos países para desviarem a atenção do povo dos problemas reais. Por isso, decidi traduzir este texto do Espanhol ao Português para que vocês leiam e tirem suas próprias conclusões. O texto oferece muitas razões para se duvidar desta gripe.

“No dia 2 de abril, deste ano, durante a reunião do grupo do G7, integrado por USA, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália e Japão, se concluíram o seguinte:
1) a economia mundial necessitava uma mudança;
2) o FMI destinaria 500,000 milhões de dólares para ajudar às economias emergentes (países pobres dispostos a colaborar). Pois bem, os dados estavam no ar;
3) Logo veio a reunião privada do presidente Obama e Felipe Calderón [presidente do México] no dia 16 e 17 de abril.
Coincidentemente, na sexta-feira, dia 23 de abril, o presidente do México, Felipe Calderón, convocou uma reunião de emergência com seu gabinete, e pela noite o secretário de saúde, José Ángel Córdoba Villalobos, anunciava em cadeia nacional a aparição do vírus da influenza, e as medidas imediatas, como, por exemplo, a suspensão das aulas em todos os níveis na Cidade do México e no estado do México.
No dia 24 de abril, o G7 declarava que a economia mundial deveria estar em marcha este ano, e que se lançariam todas as ações necessárias.
Finalmente, segunda-feira, dia 27 de abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anuncia que injetaria 100 milhões de euros em uma nova planta de vacinas e doaria 236,000 doses ao México como apoio ao controle da influenza.

De todo o anterior, tiramos as seguintes conclusões:

1)Há 2 anos a indústria farmacêutica [Sanofi Aventis] a nível mundial tinha problemas financeiros pela baixa venta de remédios;
2) Se não se cria guerras, se cria [ou se inventa] doenças [“a economia mundial deveria se por em marcha”];
3) O México seria um perfeito trampolim para lançar a doença da influenza. Daqui [do México, é óbvio] sairiam turistas a diferentes partes do mundo. E curiosamente, os países que dizem ter doentes infectados pelo vírus da influenza, estiveram no México. E os países que estão reforçando a segurança sanitária são os países que integram o G7.
Que curioso, não?
O que acontecerá na semana que vem?
Muito provável será a suspensão das atividades em todas as empresas da Cidade do México e em algumas outras cidades da República mexicana. Já as aulas estão suspendidas até o dia 06 de maio, onde o governo fará uma análise da farsa e verá [convenientemente] que siga sem aulas;
4) Pare para pensar qual é o assunto mais falado e comentado neste últimos dias: a influenza ou a crise financeira? Isto, de antemão, é um alívio para o Banco Mundial e para as bolsas do mundo.

Em outras palavras, essa história do vírus da influenza é uma farsa que os governos do mundo inventaram para desviar a atenção do povo dos problemas reais pelos quais a sociedade verdadeiramente está passando. Vocês se lembram das histórias passadas, como, por exemplo, do chupacabras, do fim do mundo e dos óvnis? Pois é, amigos, tudo isso foi invenção dos governos para distrair a atenção de suas populações e encobrir certas coisas para que a sociedade não se interasse.

Vemos as notícias nas TVs e vemos como as vendas das farmácias cresceram [remédios e máscaras se vende como nunca]. Imagina como devem estar rindo as pessoas [governantes] que inventaram isso ao verem as pessoas pelas ruas da Cidade do México, amedrontadas com suas máscaras. Alguém pode objetar que a Cidade do México estaria perdendo muito com estas paralisações. Não. Pois, para isso existe o fundo que destinou o FMI. Agora imagine os lucros da farmacêutica a nível mundial. Isso é algo para se pensar.

O presidente do México sempre está anunciando que tantas pessoas já morreram em decorrência da gripe suína, porém [o autor deste texto que é mexicano, se pergunta] onde estão os mortos e onde estão concentrados os doentes? Estes dados os governo mexicano não menciona.

Coloco os seguintes pontos para que reflitamos: [se pergunta o autor deste texto]

1) Se realmente é tão contagiosa essa gripe, como e onde estão as famílias dos mortos? [ninguém sabe];
2) Se a influenza suína é uma mutação do vírus original dos porcos, então o início da infecção deveria ter começado no campo não na cidade;
3) Por que não mostram alguma entrevista com algum doente contagiado? [realmente nunca mostraram. Vi que entrevistam a familiares, dizendo que seu familiar está doente e que já está estável graças aos medicamentos; porém, se o familiar esteve em contato direto com o vírus, então, por que não fica doente ou em quarentena?];
4) Por que até agora não disseram o nome do anti-vírus que está “curando” as pessoas doentes? Alguém conhece algum doente real? [se pergunta outra vez o autor deste texto]”.