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02/07/2011

O MILAGRE


Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geleia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.
Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exactamente correcto. Não havia chance para erros.
Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direcção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.
Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
- O que você quer? - Perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.
- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
- Desculpe, não entendi. - Disse o farmacêutico.
- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - Explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
- Quanto você tem? - Perguntou o senhor da cidade grande.
- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - Disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exacto de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ónus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.
Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exactamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola para a frente!
Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você!
Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu.
Hoje eu passo a bola da amizade para você. Passe ela para alguém que seja um amigo seu.

MEU JURAMENTO PARA VOCÊ.

Quando você estiver triste... Vou secar suas lágrimas.

Quando você estiver com medo... Eu lhe darei conforto.
Quando você estiver preocupado... Vou dar-lhe esperança.
Quando você estiver confuso... Vou ajuda-lo a enxergar.
E quando você está perdido... E não pode ver a luz, Vou ser o seu farol... Brilhando cada vez mais.
Este é o Meu juramento... Prometo até o fim...
Por quê? Você pode perguntar... Porque você é Meu amigo.
Assinado: DEUS

P.S.

Ah, sim, estamos precisando de um GRANDE milagre! Obrigado por suas orações!

Enviado por e-mail pela minha Amiga Mariazita

29/05/2009

SUPORTAR O INEVITÁVEL


Eu poderia suportar todos os males que a vida me impusesse, menos uma coisa: a cegueira. Isso jamais eu poderia aguentar. Estas foram palavras do famoso novelista e dramaturgo americano, Booth Tarkington, vencedor do prêmio Pulitzer.
Cada um de nós poderia então questionar: dos males, das provas da vida, qual seria aquela ou aquelas que não suportaríamos? Todos temos limites e medos é certo. Então, até quando, ou, até o quê podemos, cada um de nós, suportar? O Sr Tarkington viveu uma experiência muito especial neste sentido.
Um dia, quando já estava com seus sessenta e poucos anos, olhou o tapete que cobria o assoalho. As cores estavam confusas, opacas. Não podia distinguir o desenho. Foi a um especialista. Soube então da trágica verdade: estava perdendo a vista. Um olho já estava quase inutilizado; o outro seguia o mesmo caminho. Acontecera-lhe o que ele mais temia.
E como foi que Tarkington reagiu diante do pior dos desastres? Será que pensou: Aí está! Eis o fim de minha vida... Não, absolutamente. Para sua própria surpresa, sentiu-se quase alegre. Lançou mão até mesmo do seu senso de humor.
Pequenas manchas flutuantes perturbavam-lhe a visão, passavam-lhe pelos olhos e impediam-no de ver. Contudo, quando a maior delas passava pelos olhos, costumava dizer:Olá! Lá está o vovô de novo! Para onde será que vai nesta bela manhã?
De que modo poderia o destino dominar tal Espírito? A resposta é: não poderia de maneira nenhuma. Quando a cegueira total o envolveu, ele comentou: Verifiquei que podia suportar a perda de meus olhos exatamente como o homem pode suportar qualquer outra coisa.
Se perdesse todos os meus cinco sentidos, sei que poderia viver dentro da minha mente, pois é através do cérebro que vemos, e é nele que também vivemos, quer saibamos disso ou não.
Na esperança de recuperar a vista, submeteu-se, nos anos seguintes, a mais de doze operações, delicadas, incômodas. Revoltou-se, por acaso, contra isso? Não. Sabia que isso precisava ser feito. Compreendia que não lhe era possível escapar de tal contingência. Aceitava tudo com extrema dignidade.
Recusou o quarto particular que lhe reservaram no hospital e foi para uma enfermaria comum, onde pudesse estar em companhia de outras pessoas que também sofriam reveses. Quando teve que se submeter às repetidas operações, procurava se lembrar do quanto era afortunado:
É maravilhoso! É maravilhoso ver-se como a ciência pode agora realizar operações numa coisa tão delicada quanto os olhos humanos! Muitos outros, passando por tudo que ele passou, teriam se transformado em trapos humanos e desistido de tudo, porém, Tarkington mostrou que é possível, que é sempre possível suportar o inevitável.
Suportar o inevitável significa ter resignação, esta aceitação do coração ao que a vida nos impõe pelas leis naturais do Universo. Sabendo que Deus é soberanamente justo e bom, e que Suas Leis são perfeitas, não há o que temer.
Os fardos que carregamos sempre são proporcionais à nossa capacidade de suportá-los. Os fardos sempre nos fazem mais fortes, mais esclarecidos e maduros, quando suportados com resignação e coragem.

27/05/2009

A ARTE DE VIVER

Não podemos fazer regressar à vida um ente querido que faleceu, mas podemos atenuar o nosso sofrimento recordando-nos dos bons momentos que com ele passámos, das suas realizações positivas, das coisas e dos locais de que gostava.
Miguel Bacelar, A arte de ver e superar

25/05/2009

A CHIMPANZÉ ANJANA


Algo fantástico e belo!

Além da beleza soberba das fotografias, é maravilhoso o afecto que se pode criar entre espécies tão distintas.


Quando o furação Hannah separou dois tigres brancos da sua mãe, Anjana veio em seu salvamento. Anjana é uma chimpanzé. Ela assentou bem no papel de mãe, oferecendo carinho, brincando e ajudando mesmo com a alimentação.


Ela passa grande parte do dia dedicada aos tigres e sente-se feliz com o papel que desempenha, e os tigres brancos estão verdadeiramente deliciados com a sua "mãe".

Mais uma lição que os animais nos dão!!!