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01/09/2010

Justiça Social ???

Vejamos onde se encontra a real origem do Poder que nos domina.

Para acabar com a crise e desenvolver o bem-estar dos portugueses, surgem as mais diversas sugestões. Agora, no Público aparece esta que merece séria meditação.

O presidente da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos, que detém a cadeia de supermercados Pingo Doce e os hipermercados Feira Nova, defende redução do IRS e IRC e aumento do IVA, considerando que «o próximo Orçamento do Estado (OE) é “a última oportunidade para reduzir o papel do Estado-sorvedouro dos impostos”

Ou sou mais ignorante do que pensava ou esta proposta de um capitalista não surpreende absolutamente nada. Defende os seus interesses e os dos seus pares do topo da lista dos mais ricos e não tem escrúpulos de agravar tragicamente a vida dos mais pobres. Efectivamente, quer aliviar o IRS e o IRC que afectam mais os que têm rendimentos mais altos e libertam os que pouco têm.

Pelo contrário, quer agravar o IVA que afecta, por igual, todos os consumidores desde o mais pobre que apenas compra um pão para enganar a fome.

Se tal ideia fosse aceite, aumentaria de forma trágica o fosso, já demasiado acentuado, entre os mais ricos e os mais pobres!!!

Imagem da Net

26/04/2008

IVA sobre carros: Governo assume pré-contencioso com CE

De Diário digital

A Comissão Europeia (CE) poderá condenar e levar o Governo português ao Tribunal das Comunidades já na segunda metade do ano por acrescentar o IVA ao imposto sobre os veículos (ISV), o ex-imposto automóvel (IA), refere o Diário de Notícias esta sexta-feira.

Ontem, as Finanças admitiram a existência de um «pré-contencioso» com Bruxelas e nos meios fiscais admite-se já a necessidade de alterar as tabelas de impostos no sector (ISV e IUC), já em Junho.

O Governo afirma que neste momento o processo do IVA sobre o ISV «está na fase de pré-contencioso» e que já respondeu às questões colocadas pela Comissão Europeia. Ontem, em resposta a pedidos de esclarecimentos formulados pelo eurodeputado centrista Ribeiro e Castro, o comissário Lászlo Kovacs deu a conhecer que foram iniciados processos por infracção contra Portugal, Polónia, Finlândia, Malta e Áustria.

Bruxelas, que proíbe a aplicação de «impostos sobre impostos», aguarda agora «respostas de todos os Estados membros» e afirma que «à luz dessas respostas a Comissão determinará o andamento a dar aos processos».

Numa missiva enviada ao eurodeputado centrista Ribeiro e Castro, o comissário húngaro afirma que «não se espera uma decisão» (de enviar o processo para apreciação pelo Tribunal das Comunidades) antes do segundo semestre de 2008.

NOTA: Ainda bem que existe a UE, para reduzir as hipóteses de as ditaduras nos sacarem tudo até ao tutano.