Uma idosa de 89 anos internada em lar, na noite de 14 de Novembro, devido a queda, foi hospitalizada no hospital de Cascais com fractura do fémur direito. Teve uma pneumonia preocupante e, logo que teve ligeiras melhoras, deram-lhe alta em 24 de Novembro.
Em 27 de Novembro, 3 dias depois da alta, o agravamento da pneumonia obrigou a novo internamento de que teve alta em 3 de Dezembro, por ter baixado um pouco a temperatura.
Em 6 de Dezembro, 3 dias depois da alta, a pneumonia teve novo agravamento, com a respiração muito difícil quase a asfixiar, foi novamente às urgências e teve que ficar novamente internada.
Foi chamada a atenção do médico das urgências para o facto de as altas terem sido muito prematuras, usando a frase de uma assistente social dita no dia 2 de Dezembro. Foi respondido que não é só pela necessidade de libertar camas mas também por outros factores.
Neste vai-vem, a doente ficou em extrema debilidade, e acabou por falecer na manhã de 10 de Dezembro.