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27/09/2009

Mulher Madura não é ventania, é ar em Movimento.

Este texto, segundo referência a sua autora, Vanessa Pena, é dirigido a mulheres maravilhosas e a alguns homens inteligentes. Veio cair na minha caixa de mensagens e, confesso, adoçou (muito) o meu ego (sou uma mulher maduríssima). Vejamos os motivos pelos quais fiquei assim (espero que dure):

A mulher madura não julga, ela analisa; não compra, assimila. Não consola, acalenta; não acorda, desperta. Não coloca algemas, dá liberdade. A mulher madura não enfeitiça, ela encanta! Não é decidida, apenas sabe o que quer. Não é exigente, é selectiva. Não se sente velha, considera-se experiente. Não se lamente, ela tenta fazer diferente. Não tem medo, tem receios. A mulher madura não faz juras, deixa isso por conta do tempo. Não tira conclusões, faz suposições. Não desce do salto, tem jogo de cintura. Ela não brilha, ela é iluminada! Não diz tchau, acena. Não gosta de ser vigiada, prefere ser escoltada. Não é moderna, é elegante.

A mulher madura não pega, toca. Não come, alimenta-se. Não provoca, ela já é provocante! Não é inteligente, é sábia. Não se insinua, mostra o caminho, subtilmente. Não se precipita, espera o momento certo. A mulher madura, não nada, navega. Não voa, flutua! Não pensa em quantidade, prefere a qualidade. Não vê, observa. A mulher madura não anda, caminha. Não se deita, adormece. Não é pretensiosa, simplesmente gosta de si. Não se quer sentir cobiçada, ela prefere ser desejada. Não possui sombras, tem aura! Não adivinha, tem percepção. A mulher madura não faz sexo, ela é mestre na arte de amar. Não fica, envolve-se. Não é fácil, é flexível. Não manda, administra, Não aflora, é um constante florescer. Enfim, a mulher madura é um conjunto de todas as belezas possíveis

Mulher sensível, mas ao mesmo tempo uma verdadeira guerreira. É forte mas feminina. Porém, muitos não possuem sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que a descobrem, preferem morrer nos braços dessa tal mulher, que não é doce, mas que é simplesmente puro mel.

Nota: Ao visitar o Blogue do amigo Gui, encontrei um comentário de alguém muito sensível, a amiga Meb, que me levou a visitá-la.
Este texto foi tirado do seu Blogue Brumas de Sintra,com a total aurorização da sua autora.
Fernanda Ferreira