Desconfie-se dos auto-proclamados ‘eruditos’.
Por norma, o seu espírito não excede os limites
da banalidade e as restritas aspirações do acessório.
E.Sá
A rejeição do imperfeito
Eugénio de Sá
O teu saber e o meu, ambos restritos
- Que do saber, da fama não me fio -
Se de eruditos está cheio o vazio
Quero que me encha a sede d'infinito!
E assim, postulo a causa da poesia
- que ao douto não deve explicação -
Como valor maior da exaltação
Que o espírito liberta, em empatia
Essa poesia que canta o amor
que solidária ampara cada dor
Esse encanto que vem do coração
Que os eruditos a escrevam a eito
Alucinados em tornar perfeito
O que imperfeito é, pla rejeição!
Por norma, o seu espírito não excede os limites
da banalidade e as restritas aspirações do acessório.
E.Sá
A rejeição do imperfeito
Eugénio de Sá
O teu saber e o meu, ambos restritos
- Que do saber, da fama não me fio -
Se de eruditos está cheio o vazio
Quero que me encha a sede d'infinito!
E assim, postulo a causa da poesia
- que ao douto não deve explicação -
Como valor maior da exaltação
Que o espírito liberta, em empatia
Essa poesia que canta o amor
que solidária ampara cada dor
Esse encanto que vem do coração
Que os eruditos a escrevam a eito
Alucinados em tornar perfeito
O que imperfeito é, pla rejeição!
Sem comentários:
Enviar um comentário