30/08/2012

APLICAÇÃO PARA DETECTAR AS MENTIRAS DOS POLÍTICOS

APLICAÇÃO PARA DETECTAR AS MENTIRAS DOS POLÍTICOS

Já existe uma aplicação para iPhone e iPod Touch capaz de descobrir se aquilo que os candidatos a cargos políticos prometem em público será verdade. "SuperPacAPP" é o nome desta invenção norte-americana que pretende revolucionar as campanhas políticas.

Esta aplicação foi concebida com o objectivo de tornar as eleições e campanhas eleitorais o mais transparentes possível. Desta forma, sempre que um candidato tiver o seu tempo de antena na televisão, os utilizadores da aplicação poderão saber se aquilo que é dito corresponde à verdade.

Para que a aplicação funcione basta posicionar o telemóvel ao nível da televisão quando estiver a ser emitida a campanha eleitoral.

A partir daí, através de uma tecnologia de reconhecimento áudio, a “SuperPacAPP” é capaz de detectar quem está no anúncio, quanto dinheiro foi gasto para o fazer e, sobretudo, se aquilo que é dito e prometido pelo candidato político é baseado em factos verídicos.

Além destas funcionalidades, a nova aplicação permite aos utilizadores atribuir uma classificação a cada anúncio a partir das informações previamente fornecidas. Estas avaliações feitas pela população têm como objectivo orientar os votantes entre si quanto à transparência dos candidatos.

  

A criação, da autoria da jornalista Jennifer Hollett e do consultor Dan Siegel, foi desenvolvida pela empresa Glassy Media a pensar especialmente nas eleições presidenciais norte-americanas que decorrem este ano. Assim sendo, neste momento, a aplicação funciona apenas nos Estados Unidos.
Para aceder à página da "SuperPacAPP" clique AQUI.

retirado do blogue "INTERNET PARA TODOS"


 Precisamos urgentemente desta aplicação.
Beijinhos a todos
Fê Blue Bird

27/08/2012

GERAÇÃO À RASCA - OU POUCO DESENRASCADA?




"Desenrascar-se é lutar contra as dificuldades para as vencer, reduzindo-as a pó ou contornando-as, como faz a água do ribeiro desde a nascente até à foz.
Diz o pensador:
Se não mudas nada em ti mesmo não esperes que o mundo mude.
Se lutares, podes perder; se não lutares, estás perdido!"
 (A. J. Soares)

Andam à rasca...
... já experimentaram contrariar?
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivemos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é...
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.·
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Ah, porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita. 
Geração à rasca ?
Vão trabalhar que isso passa... 
À rasca, mesmo à rasca, também já tenho estado.
Mas vou à casa de banho e passa-me.
                                            (Autor Desconhecido)

26/08/2012

Não ofendas os outros

Respeita os outros como queres ser respeitado

Era uma vez um rapazinho que tinha um temperamento muito explosivo.

Um dia, o pai deu-lhe um saco cheio de pregos e uma tábua de madeira.

Disse-lhe que martelasse um prego na tábua cada vez que perdesse a paciência com alguém.

No primeiro dia o rapaz pregou 37 pregos na tábua. Já nos dias seguintes, enquanto ia aprendendo a controlar a ira, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradualmente.

Ele foi descobrindo que dava menos trabalho controlar a ira do que ter que ir todos os dias pregar vários pregos na tábua...

Finalmente chegou o dia em que não perdeu a paciência uma vez que fosse.

Falou com o pai sobre seu sucesso e sobre como se sentia melhor por não explodir com os outros.

O pai sugeriu-lhe que retirasse todos os pregos da tábua e que lha trouxesse.

O rapaz trouxe então a tábua, já sem os pregos, e entregou-a ao pai. Este disse-lhe:

- Estás de parabéns, filho! Mas repara nos buracos que os pregos deixaram na tábua. Nunca mais ela será como antes. Quando falas enquanto estas com raiva, as tuas palavras deixam marcas como essas. Podes enfiar uma faca em alguém e depois retira-la, mas não importa quantas vezes peças desculpas, a cicatriz ainda continuará lá.
Uma agressão verbal é tão violenta como uma agressão física.
Amigos são jóias raras, cada vez mais raras.
Eles fazem-te sorrir e encorajam-te a alcançar o sucesso. Eles emprestam-te o ombro, compartilham os teus momentos de alegria, e têm sempre o coração aberto para ti.

NOTA: Lição muito interessante a divulgar tanto quanto possível.


Imagem do Google

25/08/2012

Maciço da Gralheira


Região de grande beleza, a Sul de Arouca e a Leste de Vale de Cambra, que vale a pena conhecer

22/08/2012

5º ANIVERSÁRIO

Agradecimento e parabéns a quantos têm feito deste blogue um ponto de passagem diária. Destaco os 322 seguidores e os restantes visitantes em mais de uma centena diária, mesmo em período de férias.

Isto orgulha os autores, obreiros deste espaço que aqui trouxeram 2609 mensagens, visitadas 228401 vezes e em que foram colocados 13108 comentários.

Durante os cinco anos de existência, manteve-se a simplicidade nas apresentações e a perseverança no objectivo de difundir cultura e estímulo para uma humanidade mais harmoniosa, com maior civismo e ética.

Das mensagens publicadas neste sentido refiro, entre muitas outras, as seguintes:


- gentileza gera gentileza

- Importância do ELOGIO

- Terapia do Elogio

- Criança estimulada e apoiada sobressai

- A importância do reconhecimento!!!

- Sorria!

- VAMOS SORRIR!!!